
Juan Lara.
Jerusalém, 15 mai (EFE).- O papa Bento XVI se despediu hoje da Terra Santa com uma chamada para que israelenses e palestinos, com fronteiras reconhecidas, possam conviver em paz, e para que não haja mais terrorismo e guerras.
"Deixai que a solução de dois Estados se torne uma realidade e não siga sendo um sonho", disse o pontífice diante do presidente de Israel, Shimon Peres, e do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que rejeita tais condições.
"É preciso romper o círculo da violência", expressou o papa em discurso de despedida no aeroporto de Tel Aviv, pouco antes de voar de volta a Roma, e em que defendeu uma paz baseada na justiça e na reconciliação.
O papa também voltou a condenar o Holocausto, o que chamou de "um mal", e lembrou sua visita ao campo de extermínio nazista de Auschwitz, na Polônia, onde disse que morreram pais, irmãos, maridos e amigos por causa de um "regime sem Deus, de uma ideologia de ódio, antissemita".
"É um capítulo que jamais pode ser esquecido ou negado", completou.
O último dia em Jerusalém foi dedicado ao Santo Sepulcro, onde...leia mais
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