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domingo, 10 de dezembro de 2017

Clara Nunes e a imortalidade

A famosa e alegre cantora Clara Nunes morreu em abril de 1983, com apenas 39 anos de idade, deixando um legado musical de expressão.
Considerada uma das maiores e melhores intérpretes do país, era pesquisadora da música popular brasileira, de seus ritmos e de seu folclore e viajou para muitos países representando a cultura do país. Conhecedora das músicas, danças e das tradições afro-brasileira, converteu-se à Umbanda e levou a cultura africana para suas canções e vestimentas. Foi uma das cantoras que mais gravou canções dos compositores da Portela, sua escola do coração. Também foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, derrubando um tabu segundo o qual mulheres não vendiam discos.

Um ano e cinco meses depois da morte brindou os familiares e amigos com mensagem de pleno equilíbrio pelas mãos do médium Chico Xavier, dando notícias de como foi recebida na vida imortal. Destaco trechos parciais da mensagem, constante do AE 1997, edição IDE:

“(...) Aquela anestesia suave que me fazia sorrir se transformou numa outra espécie de repouso que me fazia dormir. Sonhava com vocês todos e me via de regresso à infância. (...). Acordei num barco engalanado de flores, seguido de outras embarcações nas quais muitos irmãos entoavam hinos que me eram estranhos, hinos em que o amor por Iemanjá era a tônica de todas as palavras. (...) os barcos se abeiravam de certa praia encantadoramente enfeitada de verde nas plantas bravas que a guarneciam. Quando o barco que me conduzia ancorou suavemente, uma entidade de grande porte se dirigiu a mim com paternal bondade e me conduziu a pisar na terra firme. Ali estavam o meu pai Manoel e a nossa mãezinha Amélia. (...)”.

A mensagem é longa e fica inviável transcrevê-la integralmente. O leitor poderá encontrá-la na íntegra na net, bastando pesquisar nessa direção.
O fato expressivo que desejamos destacar, todavia, é a grandeza da imortalidade da alma. Diante da lembrança humana dos chamados mortos – que permanecem vivos sem os condicionamentos impostos pela carcaça óssea e limitadora de nossa liberdade e visão dos verdadeiros padrões de nossa natureza imortal –, a narração de Clara Nunes convida à reflexão sobre essa palpável realidade. Desde que respeitemos a vida – sem antecipar ou buscar calculadamente com precipitação o fato biológico da morte –, aguarda-nos a felicidade.

As paisagens que encontraremos ou ambientes que nos recepcionarão são aqueles que construímos durante a vida, nas vinculações morais e sintonias que estabeleçamos. Notem os detalhes dos barcos e flores, músicas típicas e o próprio mar, são da convicção e hábitos da personagem, que surgem esplêndidos no momento de chegada... e que depois se ajustam à realidade que nos aguardam.
É que a bondade daqueles que nos protegem e amam respeitam nossas crenças e sentimentos, não interferindo nas construções que edificamos.

A imortalidade da alma é palpável, real, vibrante, confortadora. Sugiro ao leitor estudar e pesquisar sobre o assunto para vencermos ilusões e informações descabidas e construídas pela nossa falta de conhecimento ao longo da história humana, repleta de criatividade deformante ou de ameaças descabidas, esquecidos que estivemos por muito tempo esquecidos da Bondade de Deus!
Paternidade que não esquece os filhos e tudo faz pela paz e harmonia de suas criaturas, imensamente amadas. Cabe-nos entender mais o assunto, para vencermos medos, traumas ou dores que podem ser evitadas.

Orson Peter Carrara
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domingo, 28 de maio de 2017

Depoimento de Jonas após sua desencarnação

“Vou pedir para ter em tenra idade, bronquite, isto me manterá afastado do fumo.

Fumei muito na encarnação passada, fui escravo do vício, arruinei minha saúde. Desencarnei e fiquei desesperado para fumar. Fui socorrido, logo após meu desencarne fui a um posto de socorro, não quis ficar lá e passei a vampirizar para ter a sensação de que fumava. Como fui infeliz, era um trapo humano, sofri nas mãos de espíritos maus, vaguei sem sossego, sofri dores e humilhações! Um dia, cansado, orei muito e senti necessidade de abandonar de vez o fumo, fortaleci-me nas orações e consegui.”
(Do livro: Reconciliação)


Temos duas observações a fazer:

1ª) Quem fuma comete suicídio. Aquilo que causamos, de bom ou de mal, a nós, ao próximo ou a qualquer fruto da criação divina, sentiremos o efeito, nesta ou em outra encarnação. Por exemplo: o usuário de cigarro lesa vários órgãos do corpo físico, um deles é o pulmão. Este órgão, então, se foi o mais lesado, poderá desencadear problemas pulmonares. Se isto não ocorrer nesta encarnação, numa próxima, poderá vir sensível a doenças como: câncer, asma, bronquite, etc. Os que não abusam da saúde e tem várias doenças estão, provavelmente, colhendo o que plantaram. E os que abusam da saúde e passam pela vida saudáveis, estão plantando. Se assim não fosse, Deus seria injusto. Por exemplo: Como pode uma criança nascer precisando de transplante de fígado e, um adulto usuário de bebidas alcoólicas ser saudável? Como costumamos dizer, um está colhendo (porque a criança é um Espírito velho em corpo novo), e o outro está plantando (o adulto). Como nos foi avisado: "O plantio é livre mas a colheita é obrigatória".

2ª) Outro fator que precisa ser esclarecido para o fumante inveterado: ele raramente fuma um cigarro sozinho. Segundo André Luiz: "Há espíritos que, devido a falta de conhecimento do mundo espiritual, ficam por muito tempo ligados a prazeres e hábitos terrenos, como vícios, fome, sede, etc." Este fenômeno chama-se vampirismo.
Este assédio perdura até que a pessoa tome a decisão sincera de parar de fumar, o que não é fácil.
Além da desintoxicação do organismo, é necessária a desintoxicação psíquica.
Não é somente a pressão da nicotina e do alcatrão que precisam ser combatidas, mas igualmente a do desejo, do impulso, alimentado por induções espirituais dos seus companheiros de trago que o aconselharão a não parar.

Atenção: Este alerta serve para qualquer tipo de cigarro e vícios em geral.

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Transformando pedras em pães


Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.

Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.

Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.

Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.

Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, o Mestre de Nazaré não se limita a recomendá-la. Ele a coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.

Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Momento Espírita, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 1º.5.2017.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

O Desânimo


Deus virou para um homem que estava muito desanimado e disse-lhe:
“Meu filho, tenho uma missão para você. Sabe aquela pedra enorme que está perto da sua casa? Quero que a empurre sem parar, faça chuva ou faça sol não pare de empurrá-la, empurre-a com toda tua força e toda a tua vontade."

E o homem respondeu: sim Senhor eu farei o que me pede.
E mesmo sem entender, o homem resolveu obedecer.
Dia a dia ele pelejava empurrando a pedra com toda a sua força, mas ela não se mexia.

E cada noite, retornava para a sua casa aborrecido, sentindo que seu esforço era em vão.

Percebendo o desânimo do homem, o inimigo decidiu entrar em cena colocando pensamentos negativos em sua mente desgastada tentando desanimá-lo para que desistisse da missão que Deus tinha confiado a Ele, e disse:

“Você tem empurrado essa pedra por tanto tempo, e ela ainda não se moveu. Não acha melhor desistir? Deixe essa tarefa para outro.”

Esses pensamentos minavam o seu espírito e davam-lhe a impressão de era um fracassado. Pensando em desistir, elevou seus pensamentos em oração e disse:

- “Senhor, tenho trabalhado duro fazendo exatamente aquilo que o Senhor me mandou, entretanto, após todo esse tempo não consegui mover a pedra nem por um milímetro.

O que está errado? Porque tenho falhado?
O Senhor, em sua infinita misericórdia e conhecendo a aflição que tomava conta daquele coração, respondeu-lhe:

- “Meu filho, quando eu lhe disse que tinha uma missão para você, você aceitou, expliquei-lhe que o seu trabalho seria empurrar a pedra todos os dias, e é o que você tem feito.

Eu nunca lhe ordenei que a movesse. Porque você pensa que falhou?
Olhe para os seus braços, suas mãos e pernas e veja como estão fortes e firmes. Todos esses atributos lhe fazem melhor do que antes, você está mais forte, observe que o seu chamado foi para empurrar a pedra exercitando sua força e confiança na minha Palavra. Você fez exatamente o que lhe pedi e quando chegar a hora, Eu mesmo moverei a pedra.

Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, ficamos tentando decifrar o que Ele quer de nós, quando na verdade o que Ele deseja é, apenas, nossa obediência, e fé.
Em todos os sentidos, exercite a fé que move montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.

Assim: Quando tudo lhe parecer errado, quando o trabalho te deixar pra baixo, quando as pessoas não agirem conforme você esperava, quando seu dinheiro ficar escasso, apenas empurre e confie no Senhor.

Então continue empurrando a pedra, e com o tempo, Deus revelará quais são os Seus propósitos em sua missão.

As adversidades vêm, mas a ordem é; empurre a pedra, com fé e confiança.

Persevere, continue, Deus moverá a pedra!

Deus abençoe você e sua família!

imagem:comunidade-sedesantos.blogspot.com
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História para reflexão: Louis Braille


Uma bela história de superação, todos nós temos uma missão, não se deixe abalar pelas dificuldades encontradas, pois por de trás delas podem existir outras oportunidades bem maiores…

Um dia, um menino de três anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai.

Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.

Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.

Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores.

Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória.

Em verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas.

Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou a Paris, levado pelo pai e se matriculou no Instituto Nacional para crianças cegas.

Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.

Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas.

O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.

Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo.

O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.

Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.

Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro.

A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.

Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto.

Procurou o Capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.

Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.

Suportou muita resistência. Os donos do Instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.

Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do Instituto se interessavam.

À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos vinte anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.

O método Braille estava pronto.

O sistema permitia também ler e escrever música.

A ideia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo:

Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou.

Dois dias depois de completar quarenta e três anos, Louis Braille faleceu.

Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.

Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam.

Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.

Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir.

No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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domingo, 11 de setembro de 2016

A fábula dos irmãos e a saca de arroz

#mensagenssevero

Dois rapazes moravam na mesma fazenda quando o pai morreu. O que era solteiro ficou morando na casa em que o pai morreu. O casado morava na casa ao lado. Eles tinham uma plantação imensa de arroz e um celeiro em comum, e combinaram de trabalhar juntos e dividir tudo. Colheram dezenas de sacos de arroz, metade para um e metade para o outro, e assim fizeram dois celeiros. Fizeram uma boa colheita, estavam com os depósitos cheios. No final da tarde, o irmão solteiro começou a pensar que aquela divisão não estava certa. Pensava: “Eu sou solteiro e meu irmão é casado, tem mulher e filhos. Ele precisa de mais arroz que eu, pois sou sozinho.” À noite, ele se levantou, foi ao celeiro dele, pegou um saco de arroz, escondido, e colocou no celeiro do irmão.

O irmão acordou na manhã seguinte e começou a pensar: “Essa divisão não está justa, pois sou casado, tenho minha mulher e meus filhos. E eles vão crescer e poderão me ajudar. Mas meu irmão, coitado, ele é sozinho. E se ele não casar, não vai ter ninguém por ele. O certo é ele ganhar uma parte a mais que eu.” Levantou, foi ao seu celeiro, pegou um saco de arroz e colocou no celeiro do irmão. E assim foram vivendo: a cada colheita, um levava uma parte a mais para o outro. Só não entendiam como é que sempre ficava a mesma quantidade para cada um.

Uma bela noite, o relógio biológico se confundiu. Horário de verão e os dois se levantaram na mesma hora e se encontram no meio do caminho. Um olhou para o outro. Colocaram o arroz no chão, se abraçaram, e choraram. A partir daquele dia, fizeram um único celeiro.

É preciso partilhar os dons, é preciso dinamizar. Para quem pensa só em si resta somente a estagnação. É preciso frutificar os dons.
Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que divide, que cura e transforma sua história.

Dá-me, Senhor, a graça de aprender partilhar. Amém!
(Buscai as coisas do alto).

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

CHEGADA DE BEZERRA DE MENEZES À ESPIRITUALIDADE

Extraída do livro O Semeador de Estrelas, de Sueli Caldas Schubert.
“um dia perguntei ao Dr. Bezerra de Menezes, qual foi sua maior felicidade quando chegou ao plano espiritual . ele responde-me:
A minha maior felicidade, meu filho, foi quando Celina, a mensageira de Maria Santíssima, se aproximou do leito onde eu ainda estava dormindo, e, tocando-me, falou, suavemente:

Bezerra, acorde, Bezerra!

Abri os olhos e vi-a, bela e radiosa.

- Minha filha, é você Celina?!

- Sim, sou eu, meu amigo,. A mãe de Jesus pediu-me que lhe dissesse que você já se encontra na Vida Maior, havendo atravessado o pórtico da imortalidade. Agora, Bezerra, desperte feliz.

Chegaram os meus familiares, os companheiros queridos das hostes espíritas que me vinham saudar. Mas, eu ouvia um murmúrio, que me parecia vir de fora. Então, Celina me disse:

- Venha ver, Bezerra.

- Ajudando-me a erguer-me do leito, amparou-me até uma sacada, e eu vi, meu filho, uma multidão que me acenava, com ternura e lágrimas nos olhos.

- Quem são Celina? - perguntei-lhe - não conheço a ninguém. Quem são?

São aqueles a quem você consolou, sem nunca perguntar-lhes o nome.

São aqueles Espíritos atormentados, que chegaram às sessões mediúnicas e a sua palavra caiu sobre eles como um bálsamo numa ferida em chaga viva; são os esquecidos da terra, os destroçados do mundo, a quem você estimulou e guiou. São eles, que o vêm saudar no pórtico da eternidade. ...

E o Dr. Bezerra concluiu:

- A felicidade sem lindes existe, meu filho, como decorrência do bem que fazemos, das lágrimas que enxugamos, das palavras que semeamos no caminho, para atapetar a senda que um dia percorreremos.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Na casa de Chico Xavier


Em determinada época fomos perguntar ao Chico se poderíamos aumentar o número de pessoas assistidas em nossa casa.

As pessoas que nos acompanhavam e que buscavam receber uma mensagem de seus entes queridos em Uberaba, achavam que estávamos atendendo poucas pessoas em nosso núcleo de assistência e que poderíamos muito bem dobrar o número de assistidos.

Quando assim falamos com o Chico, ele logo perguntou:

— E, se ninguém doar mais nada, vocês conseguem manter o trabalho?

— Não - dissemos a ele.

— Então permaneça como está, esses irmãos podem estar de passagem, e se vocês ampliarem, o compromisso é da casa, quem precisa vem buscar.

Do livro "Nossos Momentos Com Chico Xavier – O homem chamado Amor" – Oswaldo Godoy Bueno
Capítulo " NA CASA DE CHICO XAVIER "
por Ana Maria Teodoro Massuci
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

PENSAR

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O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito importante não nos esquecermos disso.

A ideia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.

A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente. Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos virá unicamente da mudança de seus pensamentos.

Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de ideias, observará que o tempo lhe trará as realizações esperadas.

As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem, quanto ao mal.

Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui, tudo aquilo que faz parte
do seu dia-a-dia..

Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente
com relação a Deus.

Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.

O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.

Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo de nós que dermos aos outros, receberemos dos outros centuplicadamente.

Mensagem de: André Luiz.
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier.
Do livro: Respostas da Vida.

Lembre-se:"A ideia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino."

Bom dia!
Muita Paz e Alegria!
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Segredo contra depressão

"Uma mulher que trabalhava num banco havia muitos anos, caiu em desespero.
Estava tão depressiva que poderia ter um esgotamento nervoso.
Seu médico, buscando um diagnóstico, lhe perguntou:
- Como se chama a jovem que trabalha ao seu lado no banco?
- Cíntia, respondeu ela, sem entender.
- Cíntia do quê?
- Eu não sei.
- Sabe onde ela mora?
- Não.
- O que ela faz?
- Também não sei.
O médico entendeu que o egoísmo estava roubando a alegria daquela pobre mulher.
- Posso ajudá-la, mas você tem que prometer que fará o que eu lhe pedir.
- Farei qualquer coisa! Afirmou ela.
- Em primeiro lugar, faça amizade com Cíntia.
Convide-a para jantar em sua casa.
Descubra o que ela está almejando na vida, e faça alguma coisa para ajudá-la.
- Em segundo lugar, faça amizade com seu jornaleiro e a família dele, e veja se pode fazer alguma coisa para ajudá-los.
- Em terceiro, faça amizade com o zelador de seu prédio e descubra qual é o sonho da vida dele.
- Em dois meses, volte para me ver.

Ao fim de dois meses, ela não voltou, mas escreveu uma carta sem sinal de melancolia ou tristeza.
Era só alegria!
Havia ajudado Cíntia a passar no vestibular.
Ajudou a cuidar de uma filha doente do jornaleiro.
Ensinou o zelador a ler e escrever, pois era analfabeto.
"Nunca imaginei que pudesse sentir alegria desta maneira!", escreveu ela.

Os que vivem apenas para si mesmos, nunca encontrarão a paz e a alegria, pois somos chamados por Deus para ser bênção na vida dos outros.
Você já conhecia este segredo?

"Muitas vezes nesta vida, nós somos o remédio da vida de outras pessoas!
Quantas vezes você já curou uma pessoa com o seu abraço, uma visita inesperada, um sorriso, uma palavra, um carinho ou até mesmo, um e-mail enviado?
Sua presença alegra a vida das pessoas, é um poderoso remédio contra a tristeza, a depressão, a dor e os sofrimentos da alma. Estar presente, na vida das pessoas é milagre poderoso, que pode transformar-se em processos de cura absoluta!

Autor desconhecido
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quinta-feira, 9 de junho de 2016

O Espírito protetor pode abandonar seu protegido?


O motorista carregou na bebida.
Pesou no pé direito comprimindo o acelerador.
O ônibus ganhou asas.
Os passageiros, assustados, pediam-lhe que reduzisse a velocidade.
Ele, tranquilo disse:
- Não se preocupem. Meu santo é forte!
E voava baixo, ziguezagueando por ruas e avenidas.
- Devagar, devagar! Cuidado!
- Calma, gente! Está tudo sob controle. O santo nos protege!
Em pânico, os viajantes começaram a descer, embora sua insistência:
- Fiquem frios! Meu santo não falha!
O coletivo esvaziou-se. Restou derradeiro, heroico passageiro. Segurava-se precariamente ante as freadas bruscas, as curvas fechadas do bólido sobre rodas.
Não resistiu muito tempo. Arrastou-se até o motorista, tocou seus ombros e lhe disse:
- Meu filho, sou seu santo. Também quero descer. Dirigindo assim, nem o Espírito Santo poderá protegê-lo.
E seguiu solitário o "pé de chumbo", que acabou esborrachando-se num espetacular acidente que destruiu o ônibus e o transferiu extemporaneamente para o além.

O Espírito protetor poderá abandonar o seu protegido, se seu protegido não ouvir seus conselhos?
Afasta-se, quando vê que seus conselhos são inúteis e que mais forte é, no seu protegido, a decisão de submeter-se à influência dos Espíritos inferiores. Mas não o abandona completamente e sempre se faz ouvir. É então o homem quem tapa os ouvidos. O protetor volta desde que este o chame . . . (questão 495)

Determina o bom senso que o pai, após alertar inutilmente o filho quanto aos seus enganos, deixe-o seguir pelos caminhos tortuosos que escolheu, afim de que aprenda com seus próprios erros.
Algo semelhante ocorre com nossos mentores espirituais quando nos comprometemos com vícios e desatinos, fazendo ouvidos moucos à sua inspiração.
Então nossa vida complica-se, porquanto é graças à ajuda espiritual que, em múltiplas circunstâncias, problemas são resolvidos, dores são amenizadas, males são superados, influências nocivas são neutralizadas.
Mas, assim como pouco podem fazer os protetores espirituais em favor de tutelados que não se ajudam, em relação às lutas da existência, não há porque ajudar àqueles que se prejudicam voluntariamente.
Se dirijo um automóvel de forma imprudente, meu mentor não irá no pára-choque fazendo malabarismos para proteger-me.
E o funcionário relapso, que chega atrasado, que não cumpre suas obrigações, que não se dedica ao trabalho? Irá seu protetor sugerir condescendência ao patrão para que não o demita, se é o que merece?
Na atualidade há quem eleja o roubo por profissão. Isto em todos os níveis, do estelionato ao assalto à mão armada. Uma atividade, digamos, de "alta periculosidade". E que poderá o guia espiritual fazer por esses transviados pupilos senão inspirar o polícia para que os prenda, evitando que se comprometam mais acentuadamente?
Muitos pedem para Deus "retirar" uma pessoa do vício. Mas, Deus, não "retirará" ninguém que não queira sair. Ele, através dos anjos guardiães, o fortalecerá, o inspirará (em vigília ou durante o sono) e, inspirará aqueles que convivem ou não com aquela pessoa para que a ajude. Mas não a retirará de algo que escolheu por vontade própria entrar. Quando não se mostra disposto a ouvir, os guardiães respeitam seu livre-arbítrio e afastam-se. A faixa de vibração do viciado é baixa. Geralmente escutam sugestões de Espíritos com a mesma afinidade, estejam encarnados ou desencarnados. Dificultando assim, a ajuda do Céu.
Confortador, maravilhoso saber que "lá em cima" há amigos generosos dispostos a nos acompanhar e proteger. Devemos buscá-los sempre, em oração, aprendendo a ouvir, na intimidade do coração, sua orientação preciosa.
Consideremos, entretanto, que eles não são babás a satisfazer nossos caprichos ou prestigiar nossos desatinos.
Quando isso acontece, a melhor ajuda que podem dar é não dar ajuda nenhuma.
Richard Simonetti

Grupo de Estudo Allan kardec
fonte
por Ana Maria Teodoro Massuci
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sexta-feira, 20 de maio de 2016

A agenda "secreta" de CHICO XAVIER nas madrugadas : auxílio aos necessitados!


O mais bonito não eram apenas as visitas que o Chico fazia com os grupos, mas aquelas anônimas que ele realizava pela madrugada, quando saía sozinho para levar seu conforto moral às famílias doentes, às pessoas moribundas, às vezes acompanhado por um amigo para assessorá-lo, ajudá-lo, pois já portava alguns problemas de saúde, mas sem que ninguém o soubesse.

Ali estava a maior antena paranormal da humanidade dos últimos séculos, apagando este potencial para chorar com uma família que tinha fome.

Ele contou-me que tinha o hábito, em Pedro Leopoldo, de visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte, numa estrada abandonada, e que ruíra. Ia ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas muito pobres de sua comunidade. À medida que eles aumentavam a frequência de visitas, os necessitados foram se avolumando, e mal conseguiam víveres para o grupo, pois que os seus salários eram insuficientes, e todos eram pessoas de escassos recursos.

O esposo de Luíza, que era fiscal da Prefeitura, recolhia, quando nas feiras livres havia excedente, legumes e outros alimentos, e que eram doados para distribuir anonimamente, nos sábados, à noite, aos necessitados da ponte.

Houve, porém, um dia em que ele, Luíza e suas auxiliares não tinham absolutamente nada; decidiu-se então, não irem, pois aquela gente estava com fome e nada teriam para oferecer. Eles também estavam vivendo com extremas dificuldades. Foi quando lhe apareceu o espírito do Dr. Bezerra de Menezes, que sugeriu colocasse algumas bilhas com água, que ele iria magnetizá-las para serem distribuídas, havendo, ao menos, alguma coisa para dar. Ele assim o fez, e o Espírito benfeitor, utilizando-se do seu ectoplasma bem como o das demais pessoas presentes, fluidificou o líquido.
Esse adquiriu um suave perfume e, então, o Chico tomou moringas e, com suas amigas, após a reunião convencional do sábado, dirigiram-se à ponte.

Quando lá chegaram encontraram umas 200 pessoas, entre crianças, adultos, enfermos em geral, pessoas com graves problemas espirituais, necessitados.

"Lá vem o Chico, dona Luíza" - gritaram e ele constrangido e angustiado, por ter levado apenas água (o povo nem sabia o que seria água magnetizada, fluidificada), pretendeu explicar a ocorrência.

Levantou-se e falou:

- "Meus irmãos, hoje nós não temos nada" - e narrou a dificuldade.

As pessoas ficaram logo ofendidas tomando atitudes de desrespeito, e ele começou a chorar. Neste momento, uma das assistidas levantou-se e disse:

- "Alto lá! Este homem e estas mulheres vêm sempre aqui nos ajudar e, hoje, que eles não têm nada para nos dar, cabe-nos dar-lhes alguma coisa.
Vamos dar-lhes a nossa alegria, vamos cantar, vamos agradecer a Deus".

Enquanto ela estava dizendo isso, apareceu um caminhão carregado, e alguém, lá de dentro, interrogou:

- "Quem é Chico Xavier?".

Quando ele atendeu, o motorista perguntou se ele se lembrava de um certo Dr. Fulano de Tal?

Chico recordava-se de certo senhor de grandes posses materiais que vivia em São Paulo, que um ano antes estivera em Pedro Leopoldo, e lhe contara o drama de que era objeto. Seu filho querido desencarnara, ele e a esposa estavam desesperados - ainda não havia o denominado correio de Luz, eram comunicações mais esporádicas.

Chico compadeceu-se muito da angústia do casal.

Durante a reunião, o filhinho veio trazido pelo Dr. Bezerra de Menezes e escreveu uma consoladora mensagem. Então, o cavalheiro disse-lhe:
- "Um dia, Chico, eu hei de retribuir-lhe de alguma forma. Mas como é que meu filho deu esta comunicação?".

Chico explicou-lhe:
- "É natural esse fenômeno, graças ao venerando espírito Dr. Bezerra de Menezes, que trouxe o jovem desencarnado para este fim", e deu-lhe uma idéia muito rápida do que eram as comunicações mediúnicas. O casal ficou muito grato ao Dr. Bezerra de Menezes, e repetiu que um dia haveria de retribuir a graça recebida.

Foi quando o motorista lhe narrou:

- "Estou trazendo este caminhão de alimentos mandado pelo Sr. Fulano de Tal, que me deu o endereço do Centro onde deveria entregar a carga, mas tive um problema na estrada, e atrasei-me; quando cheguei, estava tudo fechado. Olhei para os lados e apareceu-me um senhor de idade com barbas brancas, e perguntou o que eu desejava.

- "Estou procurando o Sr. Chico Xavier" - respondi.

- "Pois olhe: dobre ali, vá até uma ponte caída, e diga que fui eu quem o orientou" - respondeu-me.

- "E qual é o seu nome?" - indaguei, e ele respondeu.

- "Bezerra de Menezes".

(Contado por Divaldo P. Franco)

fonte:espiritbook.com.br
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Crescendo sempre, o rio que deságua no mar - Sabedoria da CABALA


O rio seguia, confiante, seu caminho. Olhou para trás, para toda a sua jornada, orgulhoso por ter vencido todas as dificuldades: as altas montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas e as difíceis curvas através dos povoados.

De repente, o rio viu à sua frente o oceano se aproximando. Era tão vasto, imenso, parecia que entrar nele seria desaparecer para sempre.

Mas o rio entendeu que não havia outra opção. O rio não podia voltar, apenas podia seguir em frente. O rio tomou coragem, se arriscou e foi, confiante, em direção ao oceano.

E foi somente quando o rio entrou no oceano que o medo realmente desapareceu, pois ele entendeu que não se tratava de desaparecer no oceano, mas sim de tornar-se parte do oceano. Por um lado era uma anulação, mas por outro lado era um renascimento.

Assim somos nós. Voltar é impossível na nossa limitada existência neste mundo. Precisamos seguir em frente sempre, arriscar e ter a coragem de tornar-se, um dia, parte do oceano.

Rav Efraim Birbojm
fonte:espiritbook.com.br
por Hermes (Issarrar Ben Kanaan)
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Lívia, esposa de EMMANUEL em outra vida, impediu que CHICO XAVIER desenvolvesse tuberculose!



Adelino da Silveira pergunta:
- É verdade que Lívia, a esposa de Públio Lentulus, nosso querido Emmanuel no livro "Há dois mil anos", não mais reencarnou?

Chico responde:
- Assim é dito por Emmanuel. Eu acredito com certeza, porque da minha parte, nunca estive em contato com o espírito de Lívia e sei que ela trabalha muito e inspira Emmanuel e outros amigos da Vida Superior para a continuidade da Obra do cristo.

Em 1940, estive às portas de uma tuberculose. Embora febril, nunca deixei de comparecer ao trabalho, quando, certo dia, ao dirigir-me para a repartição nas primeiras horas da manhã, notei que uma estrela me enviava de longe certos raios que não sei classificar. 

Desde esse dia, começaram as minhas melhoras positivas. 

Perguntei a nosso amigo Emmanuel quanto ao significado daquela estrela que brilhava ao longe, como uma luz mais potente do que a luz do Sol, pois a ocorrência se deu às sete horas da manhã, e ele me explicou que a estrela cujo clarão me trouxe a cura do corpo era a própria Lívia, que se desvelava em me auxiliar.

Livro: Kardec Prossegue
Autor: Adelino da Silveira
obs Lívia estava em Jerusalém no dia da Crucificação de Jesus e com ele se comunicou mentalmente neste exato momento, fato este descrito com detalhes no livro Há dois mil anos. Maravilhoso.
fonte:espiritbook.com.br
por Ana Maria Teodoro Massuci
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

CHICO XAVIER e o Homem que pedia para ganhar na loteria em suas preces!


Um amigo de Belo Horizonte disse, um dia, ao Chico:

— Tenho ido ao Centro “Luiz Gonzaga”, sempre que me é possível, e, nas preces, tenho rogado a Loteria.

E vendo a estranheza do médium acentuou:

— Se eu ganhar, darei ao “Luiz Gonzaga” vinte contos.

Os dias correram e o homem ganhou a sorte grande. Duzentos mil cruzeiros.

Quando isso aconteceu, sumiu de Pedro Leopoldo…

Se via o Chico por Belo Horizonte, evitava-lhe a presença.

— Imaginem! — costumava dizer na prosperidade crescente que o Céu lhe concedera — em minha ingenuidade, prometi uma dádiva a um Centro Espírita, se melhorasse de sorte! Quanta asneira falamos sem perceber!

Catorze anos rolaram e o homem da sorte grande morreu… Passados alguns dias, apareceu, em Espírito, numa das sessões do “Centro Espírita Luiz Gonzaga”.

— Chico! Chico! — disse ao médium, buscando abraçá-lo

— preciso pagar a minha dívida! Estou devendo vinte contos ao “Luiz Gonzaga” e vou trazer o dinheiro…

— Acalme-se, meu amigo, agora é tarde — respondeu o médium, — o câmbio mudou para você. Não se preocupe. A sua fortuna está em outras mãos.

— Por que? Nada disso… O dinheiro é meu…

— Já foi, meu irmão! Você está desencarnado.

A entidade gritou… gritou… e acabou perguntando em lágrimas:

— E, agora, que fazer?

Mas o Chico lhe respondeu:

— Esqueça-se da Terra, meu amigo. Nós todos somos devedores de Jesus. Paguemos a Jesus nossas contas e tudo estará bem.

Amparado pelos benfeitores espirituais da casa, o homem dos vinte contos, já desencarnado, retirou-se chorando.

Livro: Lindos casos de Chico Xavier por Ramiro Gama
fonte:espiritbook.com.br
por Ana Maria Teodoro Massuci
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terça-feira, 1 de abril de 2014

Quanto Vale um Milagre ? Um conto maravilhoso...


Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.

- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.

- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.

- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo à frente e perguntou à garota:

- Que tipo de milagre seu irmão precisa?

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.

- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.

- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:

- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.

Não há situação, por pior que seja, que resista ao milagre do amor.
Quando o amor entra em ação, tudo vence e tudo acalma.

Onde o amor se apresenta, foge a dor, se afasta o sofrimento e o egoísmo bate em retirada.

Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida.
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por Ana Maria Teodoro Massuci
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Eugênia e a marmita


Diariamente dona Cida, mãe de Eugênia, acordava às 4 horas da madrugada para cozinhar. A marmita saía de casa quentinha. Certo dia dona Cida preparou um dos seus pratos prediletos: pimentão recheado com bastante molho vermelho, acompanhado com polenta e arroz. Em um potinho menor colocou a salada. Ela embalou a marmita em um pano de prato, envolveu os talheres em guardanapo, deixando-os sobre a mesa. Eugênia acondicionou tudo em uma sacola de grife de “boutique”, ficava mais chique. Depois deste ritual, Eugênia seguiu para mais um dia de trabalho.

De sua residência ao ponto de ônibus a operária Eugênia percorria uns dez minutos a passos normais. O ponto situava-se defronte a um clube muito famoso de um bairro em São Paulo, costumeiramente repleto de gente, especialmente de manhã e à tarde.

Havia congestionamento, Eugênia decidiu atravessar correndo. Neste momento a base inferior da sacola de boutique despencou, não suportou o peso. A marmita ficou de um lado e a tampa do outro. Aquele molho vermelho caiu na roupa de Eugênia, escorrendo por suas pernas. Um pimentão foi parar em cima do sapato, que dilema. Ah pimentão!

Eugênia não sabia o que fazer, ficou descontrolada, tremia de tanta vergonha. Ficou estática por alguns instantes, as pessoas do ponto de ônibus gargalhavam. Aos olhos de Eugênia o mundo inteiro a observava, a terra havia saído de seu eixo.

O jeito era retornar para casa rápido, trocar de roupa, providenciar outra marmita. Com dificuldade conseguiu atravessar a avenida novamente, seguiu adiante com o entusiasmo costumeiro. Chegou atrasada na empresa, teve que relatar detalhadamente o ocorrido para o chefe da seção onde trabalhava, a gozação foi geral. Ela trabalhava de dia, seguia direto para a faculdade em horário noturno, a marmita ia junto. Quem pertenceu ao tempo das marmitas preparadas em casa certamente tem algo para se lembrar, especialmente do carinho daquelas mães, avós, irmãs, esposas.


O tempero era o melhor do mundo, "o amor".



Autora Marina Gentile

Se desejar comentar agradeço. Fraternal abraço.


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sábado, 26 de junho de 2010

SOBRE O AMOR




Tal qual uma mãe.
Quem ama zela.
Quem ama cuida.
Quem ama liberta.
O verdadeiro amor, fruto da
Luz divina enaltece o Ser e
transmite Paz.
A paz que acalma.
A paz que conforta.
A paz cujo amor exala
através de gestos simples.
Tal qual a flor, precisamos
aprender a ser simples,
mas sem perder a nobreza.
Tal qual a flor,
simples e nobre.
(Autora: Eliane de Araujoh)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A tecnologia do abraço, por um matuto mineiro...



O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar
sobre cada palavra que dizia...
- É... das invenção dos homi, a que mais tem sintido é o abraço.

O abraço num tem jeito di um só aproveitá!
Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha...
Quandu ocê tá danado de sodade, o abraço de arguém ti alivia...

Quandu ocê tá cum muita reiva,
vem um, te abraça e ocê fica até sem graça de continuá cum reiva...

Si ocê tá feliz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim da sua alegria...

Si arguém tá duente, quandu ocê abraça ele, ele começa a miorá,

i ocê miora junto tamém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê
purquê qui é, qui o abraço tem tanta tequilonogia, mas ninguém inda discubriu...
Mas, iêu sei! Foi um ispirto bão de Deus qui mi contô...
Iêu vô contá procêis u qui foi quel mi falô:
O abraço é bão pur causa do Coração...

Quandu ocê abraça arguém, fais massarge no coração!...
I o coração do ôtro é massargiado tamém!
Mas num é só isso, não... Aqui tá a chave do maió segredo de tudo:
É qui, quandu nois abraça arguém, nóis fica cum dois coração no peito!...

INTONCE... UM ABRAÇU PRÔ CÊ QUI É MEU AMIGU !!!!

(autor desconhecido)