sábado, 22 de outubro de 2016

Convívio por interesse


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Pena de Morte – uma visão espírita


No ítem 760 de “O Livro dos Espíritos”, obra fundamental da Doutrina Espírita, está a pergunta que Allan Kardec, seu Codificador, dirige aos Espíritos do Senhor, a respeito da Pena de Morte desaparecerá um dia da legislação humana?

Responderam os Espíritos:
“A pena de morte desaparecerá.” Quando os homens forem mais incontestavelmente e sua supressão assinalará um progresso da Humanidade esclarecidos, a pena de morte será completamente abolida na Terra. Os homens não terão mais necessidade de ser julgados pelos homens. Falo de uma época que ainda está muito longe de vós.

Kardec comenta então:
“O progresso social ainda deixa muito a desejar, mas seríamos injustos para com a sociedade moderna se não víssemos um progresso nas restrições impostas á pena de morte entre os povos mais adiantados, e á natureza dos crimes aos quais se limita a sua aplicação. Se compararmos as garantias de que a justiça se esforça para cercar hoje o acusado, a humanidade com que o trata, mesmo quando reconhecidamente culpado, com o que se praticava em tempos que não vão muito longe, não poderemos deixar de reconhecer a via progressiva pela qual a Humanidade avança.”
Após outras questões que coloca para os Espíritos, de não menor importância, chega ao ítem 765, que se mostra muito atual para os dias de hoje:

“Que pensar da pena de morte imposta em nome de Deus, a resposta dos Espíritos é taxativa:
“Isso equivale a tomar o lugar de Deus na prática da Justiça. Os que assim agem revelam quanto estão longe de compreender a Deus e quanto têm ainda a expiar. É um crime aplicar a pena de morte em nome de Deus, e os que o fazem são responsáveis por esses assassinatos .”

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Vejo tudo ao meu redor


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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Aborto – Uma visão espírita


Considerações Doutrinárias

A Doutrina Espírita trata clara e objetivamente a respeito do abortamento, na questão 358 de sua obra básica O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec: 

Pergunta – Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?

Resposta – “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando”.

Sobre os direitos do ser humano, foi categórica a resposta dos Espíritos Superiores a Allan Kardec na questão 880 de O Livro dos Espíritos: 

Pergunta – Qual o primeiro de todos os direito naturais do homem?

Resposta – “O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”. Início da Vida Humana.

Para a Doutrina Espírita, está claramente definida a ocasião em que o ser espiritual se insere na estrutura celular, iniciando a vida biológica com todas as suas conseqüências. Na questão 344 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores: 

Pergunta – Em que momento a alma se une ao corpo?

Resposta – “A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante em que a criança vê a luz. O grito, que o recém-nascido solta, anuncia que ela se conta no número dos vivos e dos servos de Deus.”
As ciências contemporâneas, por meio de diversas contribuições, vêm confirmando a visão espírita acerca do momento em que a vida humana se inicia. A Doutrina Espírita firma essa certeza definitiva, estabelecendo uma ponte entre o mundo físico e o mundo espiritual, quando oferece registros de que o ser é preexistente à morte biológica.

A tese da reencarnação, que o Espiritismo apresenta como eixo fundamental para se compreender a vida e o homem em tua sua amplitude, hoje é objeto de estudo de outras disciplinas do conhecimento humano que, através de evidências científicas, confirmam a síntese filosófica do Espiritismo: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei.” Assim, não se pode conceber o estudo do abortamento sem considerar o princípio da reencarnação, que a Parapsicologia também aborda ao analisar a memória extracerebral, ou seja, a capacidade que algumas pessoas têm de lembrar, espontaneamente, de fatos com elas ocorridos, antes de seu nascimento. Dentro da lei dos renascimentos se estrutura, ainda, a terapia regressiva a vivências passadas, que a Psicologia e a Psiquiatria utilizam no tratamento de traumas psicológicos originários de outras existências, inclusive em pacientes que estiveram envolvidos na prática do aborto.

ALGUNS ASPECTOS DO ABORTO
“Aborto Terapêutico”

O procedimento abortivo é moral somente numa circunstância, segundo O Livro dos Espíritos, na questão 359, respondida pelos Espíritos Superiores: Pergunta – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mão dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda? Resposta – “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.’ (Os Espíritos referem-se, aqui, ao ser encarnado, após o nascimento.)

Com o avanço da Medicina, torna-se cada vez mais escassa a indicação desse tipo de abortamento. Essa indicação de aborto, todavia, com as angústias que provoca, mostra-se como situação de prova e resgate para pais e filhos, que experimentam a dor educativa em situação limite, propiciando, desse modo, a reparação e o aprendizado necessários.

Aborto por Estupro
Justo é se perguntar, se foi a criança que cometeu o crime. Por que imputar-lhe responsabilidade por um delito no qual ela não tomou parte? Portanto, mesmo quando uma gestação decorre de uma violência, como o estupro, a posição espírita é absolutamente contrária à proposta do aborto, ainda que haja respaldo na legislação humana.

No caso de estupro, quando a mulher não se sinta com estrutura psicológica para criar o filho, cabe à sociedade e aos órgãos governamentais facilitar e estimular a adoção da criança nascida, ao invés de promover a sua morte legal. O direito à vida está, naturalmente, acima do ilusório conforto psicológico da mulher.

Aborto “Eugênico” ou “Piedoso”
A questão 372 de O Livro dos Espíritos é elucidativa: Pergunta – Que objetivo visa a providência criando seres desgraçados, como os cretinos e os idiotas? Resposta – “Os que habitam corpos de idiotas são Espíritos sujeitos a uma punição. Sofrem por efeito do constrangimento que experimentam e da impossibilidade em que estão de se manifestarem mediante órgãos não desenvolvidos ou desmantelados.”

Fica evidente, desse modo, que, mesmo na possibilidade de o feto ser portador de lesões graves e irreversíveis, físicas ou mentais, o corpo é o instrumento de que o Espírito necessita para sua evolução, pois que somente na experiência reencarnatória terá condições de reorganizar a sua estrutura desequilibrada por ações que praticou em desacordo com a Lei Divina.

Dá-se, também, que ele renasça em um lar cujos pais, na grande maioria das vezes, estão comprometidos com o problema e precisam igualmente passar por essa experiência reeducativa.

Aborto Econômico
Esse aspecto é abordado em O Livro dos Espíritos, na questão 687: Pergunta – Indo sempre a população na progressão crescente que vemos, chegará tempo em que seja excessiva na Terra? Resposta – “Não, Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio. Ele coisa alguma inútil faz. O homem, que apenas vê um canto do quadro da Natureza, não pode julgar da harmonia do conjunto.”

Em O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. XXV, a afirmativa de Allan Kardec é esclarecedora: “A Terra produzirá o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando os homens souberem administrar, segundo as leis de justiça, de caridade e de amor ao próximo, os bens que ela dá. Quando a fraternidade reinar entre os povos, como entre as províncias de um mesmo império, o momentânea supérfluo de um suprirá a momentânea insuficiência de outro; e cada um terá o necessário.”

Convém destacar, ainda, que o homem não é apenas um consumidor, mas também um produtor, um agente multiplicador dos recursos naturais, dominando, nesse trabalho, uma tecnologia cada vez mais aprimorada.

Revista Reformador, Nº 2051, Fevereiro de 2000
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Depressão – uma visão espírita


“A depressão é hoje um dos maiores fatores de ausência no trabalho no mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê para 2025 que ela seja a terceira maior causa de morbidade e mortalidade entre as patologias, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares e os cânceres, onde a própria depressão tem importante ação nos seus surgimentos”.

A constatação é do psiquiatra e vice-presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil (Ame-Brasil), Dr. Roberto Lúcio V. de Souza. Ele explica que não há sintomas que caracterizem claramente se existe alguma predisposição biológica para o surgimento do quadro depressivo, embora já se tenha percebido que filhos de pais (ou parentes diretos) deprimidos ou portadores de Transtorno Bipolar têm maior propensão para a depressão.

Em entrevista, o psiquiatra explica quais são as causas verificadas da depressão, a sua relação com o estresse e a diferença entre depressão e tristeza.

A depressão é uma doença de caráter primário biológico ou psicológico?
ROBERTO LÚCIO V DE SOUZA – A depressão, como qualquer patologia, tem sua origem no desrespeito às leis divinas, causando alterações nas estruturas perispirituais do espírito. Ao buscar a reencarnação, o espírito se liga energeticamente a um óvulo e a um espermatozoide que carreia uma carga genética compatível com as suas necessidades de aprendizado e reparação. Sendo assim, grande parte dos quadros psiquiátricos que apresentam os sintomas depressivos de maneira mais acentuada são, para a ciência oficial, de caráter hereditário. Os quadros depressivos mais graves apresentam alterações anatômicas cerebrais e comprometimento neuroquímico importante; no entanto, o comportamento da criatura, a sua aceitação ou não das dificuldades da vida e a sua imaturidade espiritual podem gerar, diante de determinadas situações – pela permanência da culpa e da mágoa – sintomas depressivos, os quais podem ter um caráter emocional, não necessitando do uso de medicamentos.

Quais são as causas conhecidas da depressão, de acordo com a ciência?
Para a ciência oficial, a depressão tem sua origem em alterações dos níveis de determinados neurotransmissores, em especial, a serotonina e a adrenalina, causados por alterações na recaptação destas substâncias pelos neurônios. Hoje, estudos já consideram alterações de algumas áreas cerebrais, mas estas hipóteses necessitam de outros estudos. São considerados também os fatores sócio-familiares e emocionais como desencadeadores ou agravadores desses quadros. Para a maioria dos estudiosos, em especial, nos quadros de Depressão Maior e da depressão no Transtorno Afetivo Bipolar, o componente genético é de fundamental importância.

E do ponto de vista espiritual?
Do ponto de vista espiritual, amigos espirituais, que orientam os trabalhos do Grupo de Estudos de Espiritismo e Psiquiatria da Associação Médico-Espírita de Minas Gerais, são enfáticos em dizer que a principal causa da depressão é a rebeldia. Que a depressão, em sua sintomatologia, é como uma resposta do espírito à ‘vida de não vida’, com uma recusa de viver quaisquer aspectos da sua caminhada na crosta. É como se o espírito dissesse: ‘Se eu não tenho a vida que quero, eu não quero a vida que tenho’. No meio religioso e dentro do campo espírita, não é diferente. Muitos preferem responsabilizar um terceiro por suas dificuldades e adoecimento.

Existe alguma relação entre estresse e depressão?
As condições de estresse nas quais a população em geral vem se submetendo são grandes fatores do surgimento das doenças e não seria diferente com a depressão. Em especial, nos quadros sem aparente componente biológico e para os quais os medicamentos praticamente não fazem efeito, as condições de pressão e sofrimento às quais o homem moderno é submetido são fatores, com a persistência no tempo, do surgimento da depressão.
Qual a diferença entre depressão e tristeza?

É importante diferenciar tristeza e depressão. Tristeza é uma emoção natural, presente na vida do homem, diante de determinados sofrimentos, que busca levar o indivíduo para dentro de si mesmo, para refletir sobre como vem agindo diante da vida e a sua necessidade de renovação e aprimoramento. Tristeza não é doença e não responde aos tratamentos farmacológicos e biológicos utilizados pela medicina.

Sendo enfermidade da alma (depressão), como o Espiritismo – e os centros espiritas – pode colaborar para que os casos de depressão sejam sanados, controlados ou até mesmo evitados?
O Espiritismo tem todos os recursos para atuar na causa básica da doença, auxiliando o indivíduo em sua reforma íntima. O tratamento através da fluidoterapia é auxiliar e de grande benefício para o doente. No entanto, esta terapia deve ser complementar ao tratamento clínico e psicológico, pois a criatura já apresenta lesões nas estruturas cerebrais que necessitam da intervenção medicamentosa, biológica e/ou psicológica. O Movimento Médico-Espírita reconhece na reforma íntima o verdadeiro caminho da cura do espírito, mas não prescinde dos recursos já conquistados pela ciência oficial para o tratamento dos doentes, entendendo que estes são instrumentos de alívio e auxílio até que o ser consiga alcançar um patamar evolutivo que o livre do adoecimento. No estágio atual em que se encontra a humanidade, precisamos de inúmeras ‘muletas’ para conseguirmos continuar a nossa estrada evolutiva.

A partir da Revista SER Espírita (Ed. 19 – Junho/2012)

imagem:http://manualdohomemmoderno.com.br
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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A meditação no combate à depressão


Apesar das técnicas de meditação serem ensinadas pelos orientais há séculos, estão sendo descobertas e utilizadas recentemente pelos ocidentais.

Humberto Pazian, autor do livro Meditação - Um Caminho para a Felicidade, relata em sua obra como os conceitos, técnicas e experiências na prática da meditação podem auxiliar as pessoas a se sentirem mais felizes e realizadas. “Se entendermos que uma perfeita interação entre corpo, mente e espírito, nos fará atingir a verdadeira felicidade e reconhecermos a meditação como um caminho para alcançá-la, só nos faltará um pouco de determinação para criarmos em nossas vidas uma pequena porta para que adentre a Grande Luz”, diz. Existem variados tipos e técnicas para meditarmos, como a meditação zen-budista, hindu etc. A seguir, Pazian esclarece alguns pontos básicos sobre meditação.

O que é meditação e seus principais benefícios?
Existem diversas explicações e sentidos, de acordo com cada escola ou organização de estudos. No meu modo de entender, gosto de dizer que meditar é “estar” com Deus e isso traz paz e harmonia.

Quanto tempo a pessoa necessita para praticar?
Apenas como exemplo, Jesus “estava com Deus” todo o tempo e a sua vida é conhecida de todos nós pela sua grandeza.
Como estamos ainda no início de nossa caminhada evolutiva, alguns minutos pela manhã e pela noite, diariamente, são um excelente começo.

Como a meditação pode ajudar no tratamento da depressão?
A depressão não acontece de um dia para o outro, pois é um processo lento que vai se alojando e desarmonizando nosso ser. A prática da meditação vai trazendo novamente a harmonia e a eliminação do estresse que existe nesses casos, além de servir também como método preventivo.

Existem técnicas certas para meditar?
É só começar a buscar a presença Divina em todo o momento possível e sem dúvida a maneira mais apropriada chegará até você.
Ensine um exercício simples que as pessoas possam praticar se estiverem se sentindo cansadas e desanimadas.

Se possível, a pessoa deve acordar um pouquinho mais cedo do que o habitual, procurar um cantinho sossegado e sentar-se calmamente. Esquecer de tudo; horários, obrigações, tristezas e alegrias e concentre-se na respiração; inspirando e expirando com tranquilidade. Observe seus pensamentos, mas não se fixe neles. Após um breve período pense em Deus, procurem senti-lo com todo o amor que haja em seu coração e se deixe levar por essa sensação indescritível.

Quais têm sido os benéficos relatados pelas pessoas que leram o livro e passaram a praticar?
São inúmeros casos que nos chegam de pessoas que mudaram suas vidas em vários sentidos após a prática regular da meditação. No meu caso, por exemplo, posso assegurar que para realizar o trabalho espiritual que entendo como minha tarefa, a meditação tem sido fundamental. Não sei se seria possível sem ela.

Como utilizar a prece aliada à meditação no auxílio ao combate à depressão?
Orar pedindo, acreditando na melhora, meditar com amor e fazer por merecer a cura buscando no Evangelho o caminho a seguir.

por ana maria teodoro massuci
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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Psicografia de Wanderley Oliveira : Os dragões, a mais antiga Comunidade do Mal que atua na terra há 10 mil anos!


Quem são os dragões?É a mais antiga comunidade da maldade que se organizou socialmente nas regiões chamadas subcrostais ou submundo astral. Segundo o romance, ela existe há 10 mil anos.Essa comunidade, administrada por inteligências do mal, criou a Cidade do Poder e sua hierarquia é composta pelos “dragões” legionários, justiceiros e conselheiros. São espíritos que fazem o mal intencionalmente.

Arrogância! Orgulho! Egoísmo! As velhas doenças morais de todos nós.
Fechado em si mesmo pelo egocentrismo milenar, pensando acima de tudo e antes de tudo em si próprio, o espírito termina por instalar na intimidade um profundo desamor a si mesmo. Isso porque a Lei Divina inderrogável é o amor, a forma mais correta de pensar e agir em nosso próprio favor.

O egoísmo é prisão.
O amor é libertação.
O egoísmo é circuito energético endógeno.
O amor é força centrífuga de expansão.
Esse fechamento vibratório cria correntes pesadas de energia capazes de prender o ser em padecimentos íntimos dolorosos.
O espírito interessado em alguma mudança demonstra cansado de si mesmo. Esse cansaço da
alma é o estopim de retorno do Filho Pródigo. Quando ocorre, queremos algo novo. Desejamos sinceramente novos caminhos.

Quando queremos mudar verdadeiramente, no princípio, nem nós próprios sabemos o que ocorre. Há uma fase mais ou menos longa de tristeza dilacerante e confusão nas intenções. Não queremos mais ser quem éramos, contudo, não sabemos quem queremos ser ou como vamos ser quem queremos. O espírito fica em um estado de arrependimento vazio. Aquele em que nada se faz para ir adiante e refazer os caminhos.

Puro remorso. Por isso, um preparo sólido antes do retorno ao corpo será necessário. Uma missão aguarda o espírito. O trabalho de reparação será sua fonte de saúde.
artigo 16°, do capítulo 7, de O Céu e o Inferno.

"O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação."
"Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências. O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação. A expiação é a reunião das dores psicológicas inerentes ao crescimento moral e a reparação é o trabalho de reerguimento consciencial por intermédio da benevolência aplicada em favor do próximo."

Nesse passo, torna-se indispensável a reencarnação. Um novo corpo. Uma nova identidade. A chance de ter atenuada a ação expiatória das lembranças dolorosas que lhe assaltam a memória.
Reencarnar é aliviar, livrar-se do ônus contínuo da recordação aprisionante.
Mas ele não esquecerá tudo. Ainda terá algumas lembranças.Suas lembranças no corpo serão em forma de sentimentos que vai experimentar. É o que o que o livro O Céu e o Inferno chama de expiação. Cada recordação que se fixa na tela mental, tem no seu bojo um quantum energético de afetividade.

Que sentimentos ele vai vivenciar?
— O aspecto emocional fundamental dos espíritos que se assumem psicologicamente como dragões é o sentimento de inferioridade, abandono e falibilidade, que são o piso para os estados emocionais de indignidade e fragilidade. Aqueles que conseguem camuflar tais expressões do afeto pela força mental mantêm-se na condição de tiranos da instabilidade alheia. Ninguém consegue, todavia, destruir tais condições íntimas inerentes ao ser espiritual. Um dia esse quantum afetivo exterioriza-se, espraia-se e cria um colapso na vida mental.

Vai experimentar seus medos, estado crônico de culpa e baixa autoestima, reflexos inevitáveis dos milênios na arrogância.

Sua dor interior mais cruel será a necessidade de aprovação alheia. Os dragões são submetidos a hipnoses que lhes subtraem o poder da vontade. Ele terá enormes obstáculos para reconhecer suas verdadeiras intenções e desejos, permitindo-se ser guiado, até certa fase da vida, conquanto tenha vasta sede de conquistas novas e objetivos pessoais. Uma neurótica necessidade de aprovação social o perseguirá até que tenha a coragem de assumir a gerência do próprio mundo íntimo. Por incapacidade de gerir sua vida interior, estará sempre em busca de apoio e orientação. Isso lhe custará certamente muitas decepções e desastres na vida interpessoal, devido a exacerbadas expectativas que irá criar em relação ao mundo que o cerca. Pais, amigos, tutores e quaisquer relacionamentos serão carregados de conflitos em razão da sua indefinição pessoal. A isso denominamos expiação interior, algo inevitável e intransferível.

Além disso, o espírito travará uma dor profunda no reconhecimento de sua fragilidade. Isso lhe trará uma sensação de abandono e solidão, com efeitos no estado de humor que, quase sempre, será um traço de tristeza e irritação, ingredientes da insatisfação crônica.

Espíritos que assim reencarnam guardam forte tendência a negar o próprio corpo e os cuidados com a vida material, decorrente de uma rejeição inconsciente às suas reencarnações. Toma-lhes uma apatia
em relação a quaisquer ideais de melhora. Essa tendência costuma manifestar-se em forma de conflitos perturbadores com assuntos da vida na matéria, como dinheiro, estética física, diversão social, sexualidade e administração das posses pessoais. Além disso, muitos condicionamentos religiosos de clausura e puritanismo com relação à vida social vão assolar seu caminho desde a juventude até a madureza.

Os Dragões de Maria Modesto Cravo psicografia/ Wanderley Oliveira

por Nilza Garcia
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Colônia espiritual ou umbral por onde passaremos primeiro?



por ana maria teodoro massuci
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O Evangelho de Maria Madalena existe ! Como seria a igreja, se as mulheres tivessem poder desde o inicio?

O Evangelho de Maria Madalena é considerado apócrifo e não canônico!
Mas, quem decidiu excluir os textos dela, dentre vários outros, foi um colegiado masculino, machista !Temos vários indícios e textos que confirmam o papel principal de Maria Madalena na vida de Jesus;
Apenas para citar um evento, foi ela quem primeiro viu Jesus após sua morte na cruz!
O canal History, na TV paga, traz uma série de vídeos e matérias sobre o assunto, sempre com a participação de estudiosos e cientistas renomados, lançando luz sobre uma questão que poderia revolucionar tudo o que sabemos !

Todos conhecemos a força, a espiritualidade e a determinação das mulheres. Seria estranho que Jesus, mesmo numa época sem luzes, abrisse mão dessa ajuda na divulgação de sua obra !

por Henrique
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Nos Domínios da Mediunidade

“Indubitavelmente (...) a mediunidade é problema dos mais sugestivos na atualidade do mundo. Aproxima-se o homem terreno da Era do Espírito, sob a luz da Religião Cósmica do Amor e da Sabedoria e, decerto, precisa de cooperação, a fim de que se lhe habilite o entendimento.”

Espírito Áulus, em “Nos Domínios da Mediunidade”, obra do Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Alguém pode estar em 2 lugares ao mesmo tempo ? Sim ! Conheça o Fenômeno da BICORPOREIDADE em casos reais!


Num compêndio histórico que acaba de ser publicado sobre a vida de Maria de Jesus de Agreda, encontramos um fato extraordinário de bicorporeidade, que prova que tais fenômenos são perfeitamente aceitos pela religião. É verdade que, para certas pessoas, as crenças religiosas não têm mais autoridades do que as crenças espíritas. 

Mas quando essas crenças se apoiarem sobre as demonstrações dadas pelo Espiritismo, sobre as provas patentes que ele fornece, por uma teoria pessoal, de sua possibilidade, sem derrogar as leis da Natureza, e de sua realidade por exemplos análogos e autênticos, será forçoso render-se à evidência e reconhecer, fora das leis conhecidas, a existência de outras que ainda pertencem aos segredos de Deus. Maria de Jesus nasceu em Agreda, cidade da Castela, em 2 de abril de 1602, de pais nobres e de virtude exemplar. 

Muito jovem ainda tornou-se superiora do mosteiro da Imaculada Conceição de Maria, onde morreu em estado de perfeição espiritual. Eis o relato que se acha em sua biografia: “Por maior que seja a nossa vontade de resumir, não podemos deixar de falar aqui do papel absolutamente excepcional de missionária e de apostolado que Maria de Agreda exerceu no Novo México. O fato que vamos narrar, cujas provas incontestáveis provariam, por si só, quão elevados eram os dons sobrenaturais com que Deus havia enriquecido sua humilde serva, e quão ardente o zelo que ela nutria no coração pela salvação do próximo. Nas suas relações íntimas e extraordinárias com Deus, ela recebia uma viva luz, com a ajuda da qual descobria o mundo inteiro, a multidão dos homens que o habitavam, entre os quais os que ainda não haviam entrado no seio da Igreja e estavam em evidente perigo de perder-se para a eternidade. À vista da perda de tantas almas, Maria de Agreda sentia o coração partido e, em sua dor, multiplicava preces fervorosas. 

Deus a fez saber que os povos do Novo México apresentavam menos obstáculos para a sua conversão que o resto dos homens, e era especialmente sobre eles que a divina misericórdia queria derramar-se. Esse conhecimento foi um novo aguilhão para o coração caridoso de Maria de Agreda que, do mais profundo de sua alma, implorou a clemência divina em favor desse pobre povo. O próprio Deus lhe ordenou que orasse e trabalhasse para tal fim. E ela o fez de maneira tão eficaz que o Senhor, cujas razões são impenetráveis, operou nela e por ela uma das maiores maravilhas que a História pode relatar. “Certo dia, tendo-a o Senhor arrebatado em êxtase, no momento em que orava insistentemente pela salvação daquelas almas, Maria de Agreda sentiu-se de repente transportada para uma região longínqua e desconhecida, sem saber como. Achou-se, então, num ambiente que não era o da Castela e experimentou os raios de um sol mais ardente que de costume.

Homens de uma raça que jamais tinha encontrado estavam diante dela, e Deus lhe ordenava que satisfizesse seus caridosos desejos e pregasse a lei e a fé santa àquele povo. A extática de Agreda obedecia à ordem. Pregava a esses índios em sua língua espanhola, e os infiéis entendiam como se ela lhes falasse em sua língua materna. Seguiram-se conversões em grande número. Voltando do êxtase, esta santa mulher se achava no mesmo lugar em que estava no começo do arrebatamento. Não foi apenas uma vez que Maria de Jesus desempenhou esse maravilhoso papel de missionária e de apóstolo, junto aos habitantes do Novo México. O primeiro êxtase do gênero ocorreu em 1622; mas foi seguido de mais cinco êxtases do mesmo tipo, durante cerca de oito anos. 

Maria de Agreda encontrava-se freqüentemente nessa mesma região para continuar o seu apostolado. Parecia-lhe que o número dos convertidos tinha aumentado prodigiosamente, e que uma nação inteira, com o rei à frente, estava resolvida a abraçar a fé em Jesus-Cristo. “Ela via ao mesmo tempo, mas a grande distância, os franciscanos espanhóis que trabalhavam pela conversão desse novo mundo, mas que ainda ignoravam a existência desse povo que ela havia convertido. Tal consideração levou-a a aconselhar aos índios que mandassem alguns dentre eles àqueles missionários, pedir que viessem ministrar-lhes o batismo. Foi por esse meio que a Divina Providência quis dar uma espetacular manifestação do bem que Maria de Agreda havia feito no Novo México, por sua pregação extática. “Um dia os missionários franciscanos, que Maria de Agreda tinha visto em Espírito, mas a grande distância, viram-se abordados por um grupo de índios de uma raça que ainda não tinham encontrado em suas excursões. Estes se anunciaram como enviados de sua nação, pedindo a graça do batismo com grande insistência. 

Surpreendidos com a vista desses índios, e mais espantados ainda pelo pedido que faziam, os missionários trataram de saber a sua causa. Os enviados responderam: que desde muito tempo uma mulher havia aparecido em seu país, anunciando a lei de Jesus-Cristo. Acrescentaram que essa mulher desaparecia por momentos, sem que se pudesse descobrir o seu retiro; que lhes fizera conhecer o verdadeiro Deus e lhes aconselhara que fossem aos missionários, a fim de obterem, para toda a nação, a graça do sacramento que resgata os pecados e transforma os homens em filhos de Deus. A surpresa dos missionários cresceu ainda mais quando, interrogando os índios sobre os mistérios da fé, os encontraram perfeitamente instruídos de tudo o que é necessário para a salvação. Os missionários tomaram todas as informações possíveis sobre essa mulher; mas tudo quanto os índios puderam dizer foi que jamais tinham visto uma pessoa semelhante. No entanto, alguns detalhes descritivos da roupa levaram os missionários a suspeitar que aquela mulher portasse hábitos de religiosa, e um deles, que tinha consigo o retrato da venerável madre Luiza de Carrion, ainda viva, cuja santidade era conhecida em toda a Espanha, o mostrou aos índios, pensando, talvez, que pudessem reconhecer alguns traços da mulher-apóstolo. 

Estes, depois de examinarem o retrato, responderam que a mulher que lhes havia pregado a lei de Jesus-Cristo na verdade tinha um véu, como esta cuja imagem lhes era apresentada; mas que, pelos traços do rosto, era completamente diferente, sendo mais jovem e de grande beleza. “Então, alguns missionários partiram com os emissários indígenas, para recolher entre eles tão abundante colheita. Após vários dias de caminhada chegaram ao meio da tribo, sendo acolhidos com as mais vivas demonstrações de alegria e reconhecimento. Na viagem puderam constatar que em todos os indivíduos daquela raça a instrução cristã era completa. “O chefe da nação, objeto de especial solicitude da serva de Deus, quis ser o primeiro a receber a graça do batismo, com toda a sua família, seguindo o seu exemplo, em poucos dias, a nação inteira. 

“Não obstante esses grandes acontecimentos, ainda ignoravam quem era a serva do Senhor que tinha evangelizado esses povos, e nutria-se uma santa curiosidade e piedosa impaciência por conhecê-la. Sobretudo o Padre Alonzo de Benavides, que era o superior dos missionários franciscanos no Novo México, queria romper o véu misterioso que ainda cobria o nome dessa mulher-apóstolo, aspirando a voltar momentaneamente à Espanha para descobrir o retiro dessa religiosa desconhecida, que havia cooperado prodigiosamente para a salvação de tantas almas. Em 1630 pôde, enfim, embarcar para a Espanha, e se dirigiu diretamente a Madrid, onde então se encontrava o Geral de sua ordem. Benavides lhe deu a conhecer o objetivo que se havia proposto ao empreender sua viagem à Europa. O Geral conhecia Maria de Jesus Agreda e, conforme o dever de seu cargo, tivera de examinar a fundo o íntimo dessa religiosa. Conhecia, pois, a sua santidade, tão bem quanto a sublimidade dos caminhos em que Deus a havia posto. 

Veio-lhe logo o pensamento de que essa mulher privilegiada bem podia ser a mulher-apóstolo de que lhe falava o Padre Benavides, a quem comunicou suas impressões. Deu-lhe credenciais, pelas quais o constituía seu comissário, com ordem a Maria de Agreda para responder com toda simplicidade às perguntas que ele julgasse por bem dirigir-lhe. Com tais despachos, o missionário partiu para Agreda. “A humilde irmã se viu, assim, obrigada a revelar ao missionário tudo quanto sabia com referência ao objeto de sua missão junto a ela. Confusa, e ao mesmo tempo dócil, relatou a Benavides tudo quanto lhe tinha acontecido em seus êxtases, acrescentando com franqueza que ignorava completamente o modo pelo qual sua ação tinha podido exercer-se a tão grande distância.  Benavides também interrogou a irmã sobre as particularidades dos lugares que tantas vezes deveria ter visitado e percebeu que ela estava muito bem informada sobre tudo o que se relacionava com o Novo México e os seus habitantes. 

Ela lhe expôs, nos mínimos detalhes, a topografia dessas regiões e lhas desvendou servindo-se mesmo dos nomes próprios, como o teria feito um viajante depois de vários anos passados nessas regiões. Acrescentou até que tinha visto Benavides e seus religiosos várias vezes, indicando os lugares, os dias, as horas, as circunstâncias, e fornecendo detalhes especiais sobre cada um dos missionários. “Compreende-se facilmente o alívio de Benavides por ter, finalmente, descoberto a alma privilegiada de que Deus se tinha servido para exercer sua ação miraculosa sobre os habitantes do Novo México. “Antes de deixar a cidade de Agreda, Benavides quis redigir uma declaração de tudo quanto havia constatado, quer na América, quer em Agreda, nas suas conversas com a serva de Deus. Nessa peça exprimiu sua convicção pessoal no tocante à maneira pela qual a ação de Maria de Jesus se fizera sentir nos índios. Inclinava-se a crer que tal ação tinha sido material. Sobre o assunto a humilde religiosa sempre guardou uma grande reserva. 

Apesar dos incontáveis indícios que levaram Benavides a concluir pelo que, antes dele, já havia concluído o confessor da serva de Deus, indícios que pareciam acusar uma mudança corporal de lugar, Maria de Agreda sempre persistiu em crer que tudo se passava em Espírito. Na sua humildade, era fortemente tentada a pensar que o fenômeno não passasse de mera alucinação, embora, de sua parte, inocente e involuntário. Mas o seu diretor, que conhecia o fundo das coisas, pensava que a religiosa fosse transportada corporalmente, em seus êxtases, aos locais de seus trabalhos evangélicos. Apoiava sua opinião na impressão física que a mudança de clima provocara em Maria de Agreda, na longa série de seus trabalhos entre os índios, e na opinião de várias pessoas doutas, que ele consultara em grande segredo. Seja como for, o fato permanece sempre como um dos mais maravilhosos de que se tem falado nos anais dos santos, e é muito apropriado para dar uma idéia verdadeira, não só das comunicações divinas que recebia Maria de Agreda, mas também de sua candura e de sua amável sinceridade.”

por Benoni Martins
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Vídeo com as 10 melhores músicas espíritas!


MUSICAS ESPÍRITAS CASA DA FÉ ESPÍRITA 01- O Consolador ( Cancioneiro Espírita). 02- A Alma Sou Eu (Ana Lívia) 03- O Parabéns Espírita (Cancioneiro Espírita)....

por ana maria teodoro massuci
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Vídeo sobre a perturbação espiritual depois da morte!



por ana maria teodoro massuci
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O melhor dia da sua vida.


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Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda

“O ser humano erra por ignorância ou rebeldia, sob os estímulos do ego autodefensor, sem conhecimento profundo do significado existencial, do valor de si mesmo. Mergulhado em sombra, esse lado escuro da personalidade sobressai-se e impulsiona a ações que estão destituídas da razão e da compaixão, desnaturadas nas bases e dominantes na essência.”

Espírito Joanna de Ângelis, em “Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda”, psicografia de Divaldo Franco.
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Acredite em você.


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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dificuldade de engravidar e suas origens em outras vidas!

Por que mulheres que anseiam pela maternidade experimentam sucessivas frustrações?

Geralmente estamos diante de problemas cármicos, a partir de comprometimentos em existências anteriores. A causa é o aborto induzido. A mulher que se recusa ao compromisso da maternidade, expulsando o filho que estagia em seu corpo, às portas da reencarnação, comete uma auto-agressão. Produz desajustes em seu perispírito, o corpo espiritual, em área correspondente à natureza de seu delito. Em vida futura, mais amadurecida, a ansiar pela maternidade, terá problemas. Grávida, não conseguirá segurar a gestação do filho que anseia, na mesma proporção em que expulsou, outrora, filhos de seu seio. O problema pode estar, também, no reencarnante. Se foi um suicida, traz sérios comprometimentos perispirituais que poderão repercutir no corpo em formação, a promover o aborto. Fracassos sucessivos, tanto da gestante quanto do reencarnante, os ensinarão a valorizar e respeitar a vida.

por ana maria teodoro massuci
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Cuidado com a carência


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Entre a Terra e o Céu

“(...) o mal é sempre um círculo fechado sobre si mesmo, guardando temporariamente aqueles que o criaram, qual se fora um quisto de curta ou longa duração, a dissolver-se, por fim, no bem infinito, à medida que se reeducam as Inteligências que a ele se aglutinam e afeiçoam. O Senhor tolera a desarmonia, a fim de que por intermédio dela mesma se efetue o reajustamento moral dos espíritos que a sustentam, de vez que o mal reage sobre aqueles que o praticam, auxiliando-os a compreender a excelência e a imortalidade do bem, que é o inamovível fundamento da Lei. Todos somos senhores de nossas criações e, ao mesmo tempo, delas escravos infortunados ou felizes tutelados. Pedimos e obtemos, mas pagaremos por todas as aquisições. A responsabilidade é principio divino a que ninguém poderá fugir.”

Espírito Clarêncio, em “Entre a Terra e o Céu”, obra do Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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Um sorriso


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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Reconhece-se a árvore pelo fruto


Cada um de nós é por si mesmo um centro de energia, e embora energia não se possa ver, ela existe e é sempre poderosa. Se olharmos ao nosso redor não veremos energia alguma, nem a nossa volta, nem a de nada que nos rodeia. No entanto elas estão por toda parte. Se colocarmos um dedo na tomada levamos um tremendo choque! Quando ligamos um rádio ouvimos vozes, música, se ligamos nossos televisores, vemos imagens, se ligamos nosso celular podemos nos comunicar com pessoas que estão próximas ou muito longe, até mesmo em países distantes. São Energias! Energias que estão no Universo, que nos envolve a todo instante, que não vemos, mas que pela tecnologia podemos utilizar a nosso bel prazer. 

Hoje a ciência demonstra que todas as energias que emitimos atraem energias iguais. É também o que nos fala o grande tribuno espírita, Divaldo Pereira Franco, em suas palestras; É O PLUG E A TOMADA, formando um bem ou um mal, que nos atinge antes de atingir qualquer outra coisa.
Vendo sob esse prisma fica muito mais fácil perceber, porque e como é que flui de nós a energia que não vemos e que mobiliza tantas coisas. Se somos verdadeiros campos energéticos, e inegavelmente o somos, obviamente tudo que sai de nós o faz em forma de energias. 

O vento é uma energia em movimento, a água é uma energia poderosa que a depender do modo como for tratada, gera a energia elétrica, porque sua energia se centuplica aos milhares.Também a água que ingerimos e o ar que respiramos é uma energia da Natureza, assim como o alimento que comemos. É tudo um ir e vir, pois gastamos energia para pensar, mastigar, fazer a digestão e até para respirar. 

Assim, também os sentimentos têm uma força imensa, muito maior do que temos capacidade de imaginar, porque também neles está embutida a força magnética, que dá poder à palavra que dizemos, àquilo que pensamos ou que desejamos, e inevitavelmente nossas ações, aquilo que fazemos de forma mais expressiva, são frutos dessa tríade. Ou seja, essa tríade é a árvore, somos nós, e o resultado dela é o que ofertamos; são os frutos. 

O Evangelho nos afirma que a árvore que produz maus frutos não pode ser boa e a que os produz bons, não pode ser má. Que a árvore se conhece pelo próprio fruto que ela gera, que o homem de bem tira as boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o mau as tira do mau tesouro do seu coração, e que a boca fala do que está cheio o coração. Ou seja; o homem bom ou mau, só consegue dar verdadeiramente aquilo de que seu coração está abastecido.

Levando isto para nossa vida pessoal, podemos perceber o que energia tem a ver com o “tesouro” bom ou mau de que Jesus nos fala; a árvore boa ou ruim que somos cada um de nós. Quando Ele afirma que a boca fala do que está cheio o coração, adverte-nos de que; se nosso coração está cheio de amargura, raiva, revolta, com certeza emitimos forças energéticas negativas, e fazemos o mau a nós e ao próximo.

Todo bem que fazemos, todo mal que cometemos, parte como um raio... mas como um imã,
volta ao lugar donde partiu. Porque...
“O resultado do que fazemos, nunca erra o endereço de onde estamos.

É bom pensarmos até que ponto estamos sendo a árvore boa ou a árvore má, da qual vaza aquilo de que está repleto seu interior. Até que ponto nos deixamos arrastar pelos acontecimentos que geram em nós atitudes ruins, erradas, que secam os galhos da árvore de nossas vidas, e que nada mais são que nossos defeitos e dificuldades. Busquemos dar lugar ao viço que os farão novamente verdes e promissores, trabalhando algumas mudanças em nossa conduta, trabalhando as dificuldades de nossa imprescindível Reforma Íntima. 

Ninguém é uma árvore seca, no entanto todos temos lá nossos galhos pouco viçosos. Trabalhemos esses galhos, vamos enfrentar mais esse desafio, pois que na árvore da vida de cada um de nós existe o lado luz e o lado sombra. O lado luz reflete nossas qualidades, nossa maior ou menor conexão com Deus, a árvore viçosa que Jesus nos propõe ser. O lado sombra reflete nossas imperfeições, nossos defeitos, a árvore seca que precisamos transformar. E para sermos essa árvore frutífera é preciso que creiamos mais em nós mesmos, que, acima de tudo que creiamos em Deus que crê em nós!! Tanto crê, que nos fez simples e ignorantes, a caminho da angelitude!

Doracy Mota
por ana maria teodoro massuci
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AS VÁRIAS DIMENSÕES DE MARIA

Maria ganhou muitos nomes pelos católicos. Por exemplo: Nossa Senhora de Fátima, pela aparição em Fátima (Portugal); Nossa Senhora Aparecida, por ter sido encontrado uma imagem na cidade de Aparecida durante uma pesca; o título de rainha, etc., são nomes e títulos que a Igreja Católica deu a Maria. Para nós espíritas ela foi aqui na Terra, Maria a mãe de Jesus.

--Nos evangelhos canônicos como na literatura que vai até o século II, raras são as informações sobre Maria, que surgem a posteriori, em registros muitas vezes contraditórios, consignados em textos apócrifos. Dá-se a forte impressão de que Maria foi deliberadamente ocultada dos evangelhos. Mais que isso, talvez algumas informações tenham sido adaptadas às necessidades do Cristianismo Primitivo. Vale registrar, que todos os evangelhos só foram escritos décadas depois da morte de Jesus, quando o Cristianismo – então seita suburbana - engatinhava.

--Para nos aproximarmos da exata configuração do atual culto mariano, impõem-se voltar, novamente, ao momento em que o Cristianismo deixava de ser mera seita clandestina para tornar-se a religião oficial do Império Romano.
Ora, como Império, Roma dominava vários territórios com culturas diferentes. Mas, basicamente, sobrelevava-se o paganismo, que se caracterizava por diversos cultos pagãos a vários deuses, como os de Roma, da Grécia e do Egito, entre outros. Com o Concílio de Éfeso – que em 381 tornou o Cristianismo a religião oficial do Império – não se deu o fim automático do paganismo.

O culto a Maria como a “Mãe de Deus” não existia no início do Cristianismo e assim foi até o Concílio de Éfeso, em 431, quando por pressão de Roma – implantou-se o culto à Maria como “Mãe de Deus”. O objetivo era político. Como Éfeso era o centro do culto à Deusa Mãe Ártemis, quis-se atrair e unir em torno de Maria católicos e pagãos.

Há, portanto, no culto à Maria clara ligação com o culto à Deusa Mãe pagã ou Magna Mater.
Vale explicar que o culto à Deusa Mãe era a veneração do sagrado feminino, enquanto expressão de pureza, fertilidade, prosperidade, proteção, tal como se dá hoje em relação ao culto mariano. O culto à Deusa Mãe foi, para muitos estudiosos, a primeira manifestação religiosa organizada da humanidade, o que liga, simbolicamente, Maria novamente ao ato criador puro.

-- Não se está aqui querendo diminuir o culto mariano, nem muito menos atacá-lo, o que seria abominável. Estamos apenas fazendo uma recomposição às origens históricas e religiosas do culto mariano, para podê-lo melhor compreender.
Ainda nessa perspectiva, muitas festas católicas dedicadas à Maria têm origem em festas similares pagãs e são comemoradas no mesmo dia de antigas festas pagãs. A festa da Candelária ou da Purificação da Santa Virgem tem como comemoração irmã a festa pré-cristã das luzes. As comemorações à Santa Brígida têm por referência a festa pagã de purificação chamada Imbolc, ofertada à deusa Brigit. A festa de Assunção ao Céu também conhecida como Dormição da Virgem era comemorada, na Palestina e Síria, no dia 15 de agosto, mesma data da comemoração da festa pagã oferecida à Hécate e à deusa romana Diana. A própria festa da natividade ou natal, que é comemorada no dia 25 de dezembro, coincide com a festa pagã do Sol Invictus ou da natividade do Deus do Mitraísmo.

--Há, contudo, no âmbito do próprio Catolicismo um cuidado com o culto Mariano. A alta cúria católica já temeu que o culto à Maria se tornasse mais importante que a Jesus. É comum, inclusive, membros da alta cúria católica ressaltarem a importância de Jesus quando falam de Maria. Por isso, uma das discussões mais acaloradas do Concílio do Vaticano II foi definir o papel de Maria no Cristianismo: “co-redentora” ou “medianeira” entre as criaturas e Deus. A Igreja considerou Jesus o único mediador. Mas o desenho passivo e subordinado de Maria causou insatisfação nos movimentos femininos que lutavam pela dignidade da mulher, justamente contra essa percepção patriarcal. A nova face de Maria só foi revista após movimentos internos na Igreja como o da Teologia da Libertação, liderado pelo Frei Leonardo Boff, que aproximou Maria dos excluídos, dando-lhe uma conotação mais social, mais próxima dos dramas do cotidiano. Maria consolidou-se como medianeira.

--Contudo, de um modo geral, Maria é reconhecida em sua grandeza por outras religiões. Tome-se, por exemplo, o Islamismo, que exalta sua elevação. O próprio protestantismo, na voz de Lutero, reconhecia a importância de Maria, contestando tão-somente algumas distorções. Com o Espiritismo não é diferente, reconhece-se a elevação de Maria.

Dentre todos os espíritos que conjugaram esforços para o êxito da missão de Jesus, Mirian ou - como conhecemos -, Maria foi, quiçá, a mais importante. Espírito de luz, anjo dócil de Deus, aceitou a missão de aninhar em seu útero e lar de amor, o espírito mais evoluído que este planeta já recebeu.
A missão para além de sacrificial – porque exigia a descida de uma dimensão superior -, era também arriscada. Mesmo diante de uma missão divina, as leis que regem a matéria devem ser respeitadas e delas não podem esquivar-se os espíritos evoluídos que, ficam assim, vulneráveis às vicissitudes próprias da carne. Quer isso dizer que Maria devia fazer, rigorosamente, sua parte. Um desvio do plano, poderia inviabilizar a redenção crística.
Ao contrário do que alguns exegetas especulam, Jesus e Maria se relacionavam muito bem, mesmo porque ambos já conheciam o plano divino, apenas submerso no inconsciente de Jesus por causa da barreira material.

--E é assim que devemos devotar-nos a Maria, como espírito de luz, portadora de um amor que a blindou contra as dificuldades da carne, permitindo-lhe uma dedicação extrema, mas dócil e altiva, tudo em prol da missão do Cristo.

É justamente esta natureza dócil e amável de Maria, que a habilitou a capitanear um trabalho duro, áspero, incansável no plano espiritual. Através da sublime mediunidade de Yvonne A. Pereira, o espírito Camilo Cândido Botelho noticia no livro Memórias de um Suicida, que Maria coordena a Legião dos Servos de Maria, equipe de abnegados servidores espirituais que auxiliam os suicidas.

--Em verdade, Maria é o arrimo de muitos sofredores, é a esperança a muitos desesperados, é a mãe de muitos órfãos do sistema, é o colo dos infantes espirituais que de tropeço em tropeço caem e, no fundo do poço, sentem o calor maternal a acalentá-los, o amor incondicional a reanimá-los.
Chico Xavier tributava pública veneração à Maria. Certa vez, Chico estava triste. Perseguido, injustiçado, fatigado de tanto trabalhar pediu a Emmanuel, seu guia, que interpelasse a mãe de Cristo. Queria ouvir algo, uma mensagem de alento, uma palavra motivadora. Tempo depois Emmanuel reaparece e Chico, ansioso, questiona: Que tal Emmanuel? Falou com ela? Emmanuel confirmou. _ O que ela falou? _ Tudo passa Chico, tudo passa.
Afinal, quem não precisa desta mensagem consoladora?

Fonte .G.E.A.Kardec Blog.V.Espírita (D.Gleyce )
por ana maria teodoro massuci
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Alzheimer Espiritual


O papa Francisco tem se notabilizado pela coragem e firmeza em seus pronunciamentos. A ele tem cabido, como líder de uma das maiores instituições religiosas do planeta, a dura missão de corrigir o rumo do Catolicismo diante dos desmandos e desvirtuamentos perpetrados pelos seus prelados ao longo das últimas décadas e do distanciamento dos ensinamentos de Jesus Cristo.

O seu pontificado tem sido notável por apontar com clareza meridiana as fraturas morais praticadas pela sua instituição num autêntico processo catártico. Recentemente, o Papa Francisco apresentou, num encontro religioso comemorativo do Natal, todos os males que, a seu ver, estavam contaminando a religião Católica.

Não pretendemos nos deter nos pormenores da sua alocução, pois cada religião tem os seus problemas e deficiências, mas nos ater a um aspecto que, em nosso entendimento, tem alcance ainda maior do que o por ele proposto. Ou seja, trata-se do “Alzheimer espiritual” como ele próprio denominou. Explicando melhor, o Papa referiu-se a essa metáfora como resultado do esquecimento por parte dos sofredores dos seus respectivos encontros com Deus. Em nossa visão, a metáfora aí empregada comporta outros raciocínios e conjecturas que, de certa maneira, envolvem toda a humanidade.

Não há como negar que temos sido um tanto descuidados, para usar um eufemismo, com o elevado conteúdo proveniente da mensagem do Cristo de Deus. Se considerarmos que a encarnação em si já é uma dádiva extraordinária concedida pelo mais alto, então a maioria de nós está em débito. Apenas por essa razão, afinal, já deveríamos agradecer todos os dias de nossa vida.
Por outro lado, o nosso Alzheimer espiritual não nos permite enxergar que tudo que vem do Cristo é simples e objetivo. No seu evangelho encontramos, a propósito, os salutares remédios para todos os males da humanidade. Mas mesmo assim continuamos em nossa sanha autodestrutiva e inconsequente. Simplesmente, não conseguimos ainda nos amoldar aos seus ensinamentos e recomendações.

Uma das mais expressivas demonstrações do nosso Alzheimer espiritual decorre do fato de que, no geral, vivemos manietados a uma vida consumista onde o ter é um imperativo. Em consequência, pouco ou nada desenvolvemos no que concerne ao ser. Em razão dessa dificuldade de interpretação, acorremos aos consultórios de psicólogos, terapeutas, orientadores e quejandos, buscando soluções para toda a sorte de problemas existenciais quando a cura está, muitas vezes, em nós mesmos. Ou seja, em criarmos vontade e disposição de nos autoconhecermos como, de fato, somos. Com efeito, quem costuma olhar para o interior da sua alma sabe perfeitamente o que precisa melhorar.

O nosso Alzheimer espiritual nos impede de aceitar a realidade de que os sofrimentos, as adversidades e os contratempos são elementos normais do caminho redentor, não a ira de Deus sobre nós. O nosso Alzheimer espiritual nos leva a desejar aquilo que já contribuiu para a nossa queda em outros tempos. A pura e humilde aceitação da pobreza como condição reabilitadora, por exemplo, poderia contribuir para a recuperação espiritual de muitos que invadem as propriedades privadas no século presente tentando obter à força o que não lhes pertence.

O Alzheimer espiritual pode nos levar a uma situação provisória de sustentação do poder e, por extensão, ao perigo de sucumbirmos ao seu fascínio. Nesse sentido, não chega a ser surpreendente observarmos empresários e executivos de grandes organizações presos por atos de corrupção, assim como certos políticos que assumiram a responsabilidade de defender os interesses dos eleitores que os elegeram.

O Alzheimer espiritual afeta todos aqueles que comercializam dons mediúnicos que gratuitamente receberam - como vemos muitos hoje em dia -, os quais deverão prestar contas dos seus atos mais dia menos dia à espiritualidade. O Alzheimer espiritual também abarca aqueles que assumiram o compromisso/missão de realizar tarefas em benefício da humanidade, mas que ao longo da caminhada terrena se perderam.

O Alzheimer espiritual afeta igualmente os que negligenciam o desenvolvimento de sua própria espiritualidade, isto é, aqueles que arrumam tempo para tudo, exceto para a meditação, a oração, a leitura edificante, ou para o encontro com o Deus interior. Como bem pondera o Espírito Joanna de Ângelis, “... a existência física é uma experiência de iluminação e não uma pousada para o prazer infinito”.

O Alzheimer espiritual domina aqueles que se enxergam como o centro do mundo e que desrespeitam e maltratam os seus semelhantes.

O Alzheimer espiritual atinge os que ainda são incapazes de sequer cogitar se há vida após a morte ou que tem medo de encará-la. O Alzheimer espiritual acomete os que vivem uma existência rala de valores universais, sem propósitos superiores e práticas voltadas ao bem.
Em suma, o Alzheimer espiritual perpassa basicamente aquela porção da humanidade que ainda não entendeu o significado da vida e que não percebeu que Jesus é o caminho e a verdade a ser assimilada.


Artigo publicado na Revista "O Consolador"
por ANSELMO FERREIRA VASCONCELOS
afv@uol.com.br
São Paulo, SP (Brasil)

por Alvaro dos Santos
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Vídeo sobre DOENÇA DE PARKINSON: Há um Componente Espiritual?



Apresentação explicativa do funcionamento neuropsicológico da Doença de Parkinson.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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Triunfo da Imortalidade

“É de todos os tempos a comunicação entre os Espíritos desencarnados e os transeuntes da jornada material.

Com Jesus, tivemos o Terapeuta Sublime, que os penetrava, desnudando-os, ao tempo em que os libertava das aflições.

Durante os longos períodos que dele nos separam, as comunicações permaneceram como verdadeiro látego no dorso da sociedade, gerando situações deploráveis para os médiuns, considerados endemoniados ou feiticeiros...”

Espírito João Cléofas em “Triunfo da Imortalidade”, psicografia de Divaldo Franco
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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Vídeo Emocionante: Cartas Psicografadas para Famílias. Muito Choro, Muita Emoção !



Cartas psicografadas para famílias, o médium espírita Orlando Noronha Carneiro compareceu ao Centro Espírita Luiz Gonzaga, MG AGENDA DO MÉDIUM:

por Ana Maria Teodoro Massuci
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Amor, Imbatível Amor

“A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança — ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções —, a necessidade de ser amado caracterizam o estágio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.

A confiança, suave-doce e tranquila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.”

Espírito Joanna de Ângelis, em “Amor, Imbatível Amor”, psicografia de Divaldo Franco.
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Pensamento e perispírito Por.: Divaldo Pereira Franco e Manoel P. Miranda


Portador de expressiva capacidade plasmadora, o perispírito registra todas as ações do Espírito através dos mecanismos sutis da mente que sobre ele age, estabelecendo os futuros parâmetros de comportamento, que serão fixados por automatismos vibratórios nas reencarnações porvindouras.

Corpo intermediário entre o ser pensante, eterno, e os equipamentos físicos, transitórios, por ele se processam as imposições da mente sobre a matéria e os efeitos dela em retomo à causa geratriz.

Captando o impulso do pensamento e computando a resposta da ação, a ele se incorporam os fenômenos da conduta atual do homem, assim programando os sucessos porvindouros, mediante os quais serão aprimoradas as conquistas, corrigidos os erros e reparados os danos destes últimos derivados.

Constituído por campos de forças mui especiais, ele irradia vibrações específicas portadoras de carga própria, que facultam a perfeita sintonia com energias semelhantes, estabelecendo amas de afinidade e repulsão de acordo com as ondas emitidas.

Assim, quando por ocasião da reencarnação o Espírito é encaminhado por necessidade evolutiva aos futuros genitores, no momento da fecundação o gameta masculino vitorioso esteve impulsionado pela energia do perispírito do reencarnante, que naquele espermatozoide encontrou os fatores genéticos de que necessitava para a programática a que se deve submeter.

A partir desse momento, os códigos genéticos da hereditariedade, em consonância com o conteúdo vibratório dos registros perispirituais, vão organizando o corpo que o Espírito habitará.

Como é certo que, em casos especiais, há toda uma elaboração de programa para o reencarnante, na generalidade, os automatismos vibratórios das Leis de Causalidade respondem pela ocorrência, que jamais tem lugar ao acaso.

Todo elemento irradia vibrações que lhe tipificam a espécie e respondem pela sua constituição.

Espermatozoides e óvulos, em consequência, possuem campo de força especifico, que propele os primeiros para o encontro com os últimos, facultando o surgimento da célula ovo.

Por sua vez, cada gameta exterioriza ondas que correspondem à sua fatalidade biológica, na programação genética de que se faz portador.

Desse modo, o perispírito do reencarnante sincroniza com a vibração do espermatozoide que possui a mesma carga vibratória, sobre ele incidindo e passando a plasmar no óvulo fecundado o como compatível com as necessidades evolutivas, como decorrência das catalogadas ações pretéritos. Equilíbrio da forma ou anomalia, habilidades e destreza, ou incapacidade, inteligência, memória e lucidez, ou imbecilidade, atraso mental, oligofrenia serão estabelecidos desde já pela incidência das conquistas espirituais sobre o embrião em desenvolvimento.

Sem descartarmos a hereditariedade nos processos da reencarnação, o seu totalitarismo, conforme pretendem diversos estudiosos da Embriogenia e outras áreas da ciência, não tem razão de ser.

Cada Espírito é legatário de ú mesmo. Seus atos e sua vida anterior são os plasmadores da sua nova existência corporal, impondo os processos de reabilitação, quando em dívida, ou de felicidade, se em crédito, sob os critérios da Divina Justiça.

Certamente, caracteres físicos, fisionômicos e até alguns comportamentais resultam das heranças genéticas e da convivência em família, jamais os de natureza psicológica que afetam o destino, ou de ordem fisiológica no mapa da evolução.

Saúde e enfermidade, beleza e feiúra, altura e pequenez, agilidade e retardamento, como outras expressões da vida física, procedem do Espírito que vem recompor e aumentar os valores bem ou mal utilizados nas existências pretéritas.

Além desses, os comportamentos e as manifestações mentais, sexuais, emocionais decorrem dos atos perpetrados antes e que a reencarnação traz de volta para a indispensável canalização em favor do progresso de cada ser.

As alienações, os conflitos e traumas, as doenças congênitas, as deformidades físicas e degenerativas, assim como as condições morais, sociais e econômicas, são capítulos dos mecanismos espirituais, nunca heranças familiares, qual se a vida estivesse sob injunções do absurdo e da inconsequência.

A aparente hereditariedade compulsória, assim como a injunção moral atuante em determinado indivíduo, fazendo recordar algum ancestral, explica-se em razão de ser aquele mesmo Espírito, ora renascido no clã, para dar prosseguimento a realizações que ficaram incompletas ou refazer as que foram perniciosas. Motivo este que libera "o filho de pagar pelos pais" ou avós, o que constituiria, se verdadeiro, uma terrível e arbitrária imposição da Justiça que, mesmo na Terra, tem código penalógico mais equilibrado.

Os pensamentos largamente cultivados levam o indivíduo a ações inesperadas, como decorrência da adaptação mental que se permitiu. Desencadeada a ação, os efeitos serão incorporados ao modus vivendi posterior da criatura.

E mesmo quando não se convertem em atitudes e realizações por falta de oportunidade, aquelas aspirações mentais, vividas em clima interior, apresentam-se como formas e fantasmas que terão de ser diluídos por meio de reagentes de diferente ordem, para que se restabeleça o equilíbrio do conjunto espiritual.

Conforme a constância mental da ideia, aparece uma correspondente necessidade da emoção.

Todos esses condicionamentos estabelecem o organograma físico, mental e moral da futura empresa reencarnacionista a que o Espírito se deve submeter, ante o fatalismo da evolução.

O conjunto - Espírito ou mente, perispírito ou psicossoma e corpo ou soma - é tão entranhadamente conjugado no processo da reencarnação que, em qualquer período da existência, são articulados ou desfeitos sucessivos equipamentos que procedem da ação de um sobre o outro. O Espírito aspira e o perispírito age sobre os implementos materiais, dando surgimento a respostas orgânicas ou a fatos que retomam à fonte original, como efeito da ação física que o mesmo corpo transfere para o ser eterno, concedendo-lhe crédito ou débito que se incorpora à economia da vida planetária.

O mundo mental, das aspirações e ideais, é o grande agente modelador do mundo físico, orgânico. Conforme as propostas daquele, têm lugar as manifestações neste.

Assim se compreende porque a Terra é mundo de "provas e expiações", considerando-se que os Espíritos que nela habitam estagiam na sua grande generalidade em faixas iniciais, inferiores, portanto, da evolução.

À medida que o ser envolve, melhores condições estatui para o próprio crescimento, dentro do mesmo critério da lei do progresso, que realiza com mais segurança os mecanismos de desenvolvimento, de acordo com as conquistas logradas. Quanto mais adiantado um povo, mais fáceis e variados são-lhe os recursos para o seu avanço.

O pensamento, desse modo, é um agente de grave significado no processo natural da vida, representando o grau de elevação ou inferioridade do Espirito, que, mediante o seu psicossoma ou órgão intermediário, plasma o que lhe é melhor e mais necessário para marchar no rumo da libertação.

Fonte: Artigo.: PENSAMENTO E PERISPÍRITO
Divaldo Pereira Franco e Manoel P. Miranda
Em Temas da Vida e da Morte –FEB
por Ana Maria Teodoro Massuci
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