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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

E será Natal para sempre

Toda realização grandiosa começou com uma ideia, um sonho e uma vontade.

Tudo começa no pensamento para depois ganhar vida no mundo das possibilidades.

Pensar bem, pensar grande, é construir antes da construção, é acreditar no que pode vir a ser, é mover o mundo para que o melhor se realize.

Carlos Drummond de Andrade construiu seu futuro, acreditando na melhoria dos homens, dizendo:

Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de dez meses. Imperfeitamente embora, o resto é Natal.

É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: dez meses de Natal e dois meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas.

Será bom. Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente.

Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade.

Os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura, nem de suicídio.

O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som.

Para que livros? Perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a Terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram. Equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semiarmadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo.

Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas.

Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas.

E será Natal para sempre.

Redação do Momento Espírita, com base
em texto do livro Cadeira de balanço, de
Carlos Drummond de Andrade.
Em 25.12.2017.
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Natal


Quando da Sua chegada à Terra, não houve mobilização humana, nem estardalhaço, ou qualquer movimento de massas para informar à Humanidade que o Rei Solar descera à sombra do mundo.
Anunciado secularmente como o Messias, fez-se preceder por preparadores dos caminhos e trabalhadores da abnegação, a fim de que o Seu se fizesse o ministério da ternura, da compaixão, do amor.

No silêncio de uma noite fria Ele chegou acolitado por seres angélicos invisíveis e sob a luz fulgurante de alguns astros em conjunção de órbitas, a fim de que a sombra fosse menos densa no mundo, que Ele renovaria moralmente, quando acendeu a claridade inapagável da Verdade.

....E a partir daquele dia memorável a Humanidade nunca mais seria a mesma..
Ele revolucionou os paradigmas existentes na sociedade, implantando novos códigos de justiça, de ética, de moral, de valores para a vida, centrados no dever e na solidariedade, na alegria de viver e na justiça com igualdade para todos.

A partir da sinfonia do sermão da montanha apresentou às criaturas de todos os tempos uma nova maneira de compreender o Pai e de comportar-se em relação ao seu próximo.
Demonstrou que fracos e infelizes são os que dominam os outros sem valor para dominar-se a si mesmos; que poderosos são aqueles que vencem as más inclinações e se libertam das paixões inferiores; que ricos são os que se caracterizam pela pobreza de inferioridade moral e de tendências para o mal: que triunfadores são os que amam e perdoam aos demais, renovando-se sempre no bem, tornando-se todos, desse modo, bem-aventurados...

Nunca mais ninguém falaria como Ele se expressou ou faria o que Ele fez, reverdecendo as terras áridas por onde passou e semeando esperança em todo lugar.
Jesus é inigualável! E o seu Natal é a epopéia da Luz que se encarcerou por momentos, a fim de que prosseguisse brilhando para sempre.
É certo que estes também são dias muito semelhantes àqueles em que Ele viveu.
Há predominância das forças do mal, da anarquia, do desequilíbrio e as vidas são amesquinhadas pelo utilitarismo extravagante e perturbador.
No entanto, em razão da Sua mensagem, multiplicam-se em toda parte os Seus obreiros atentos para que se cumpram as Suas promessas e os indivíduos descubram as trilhas que Ele percorreu, seguindo-O empós e felicitando-se plenamente...

Esta é a tua oportunidade de encontrá-lO, caso ainda não tenhas estado com Ele.
Busca-O quanto antes, a fim de que não seja tarde demais...
E se O conheces, certamente O amas.
Utiliza-te, então, do Seu Natal para demonstrar que a Sua lição de ternura domina o teu coração, distribuindo-a com todos aqueles que te espiam ou que, longe de ti, aguardam por uma migalha de bondade que lhe podes e deves ofertar.

O Natal de Jesus é uma festa que se faz celebrada pelo Céu e a Terra, homenageando o Rei Solar que te aguarda no topo da subida, montanha acima, que deves empreender desde agora, superando-te e renovando-te. Porfia no desiderato de estar com Ele e não desistas nunca, mesmo que descubras conspirações contra os teus ideais e esforços, incompreensões e dificuldades em relação aos objetivos a que te dedicas...
Quem O ama nunca teme, jamais se detém.

É Natal!
Ama, ajuda, perdoa e sê feliz com Jesus.

(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, na reunião da noite de 5 de setembro de 2003, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)
Autor: Joanna de Ângelis (espírito)
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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

A estrela do Natal


Naquela manhã, avó e neta carregavam diversos enfeites e diminutas lâmpadas coloridas. Chegara o esperado dia de enfeitar a árvore de Natal.

Aos poucos, o belo pinheiro foi se transformando: luzes cintilantes o iluminavam, bolas de cores variadas o adornavam e, no topo, uma estrela fulgurante arrematava a encantadora decoração.

Algumas horas depois, a árvore de Natal estava completamente enfeitada.

Vovó, eu gosto muito de decorar o pinheirinho de Natal com você! - Revelou a menina, aconchegando-se no colo da gentil senhora.

E eu gosto muito que você me ajude a fazer isso, minha filha, redarguiu a avó, sorrindo.

Mas você sabe, prosseguiu, é preciso também que enfeitemos o pinheirinho que todos temos dentro do coração.

Um pinheirinho dentro do coração? - Questionou a menina, sem compreender.

Sim, respondeu a avó. O Criador plantou no coração de cada um de nós um pinheirinho. É nossa responsabilidade enfeitá-lo, assim como enfeitamos a árvore que agora ilumina a nossa casa.

Mas, vovó, como podemos enfeitar o pinheirinho do coração?

Ora, minha filha, nós o enfeitamos com laços, bolas coloridas, luzes e até mesmo com uma estrela como esta, explicou a senhora, indicando a estrela que fora colocada, no topo da árvore, que ambas haviam enfeitado.

Mas como fazemos isso?

A avó abraçou a neta, correndo-lhe os dedos pelos cabelos, e respondeu:

Quando somos caridosos, quando perdoamos, quando amamos, criamos laços fraternos com aqueles que estão ao nosso redor.

São esses laços que enfeitam o pinheirinho que Deus plantou em nós.

Da mesma forma, a gentileza, o respeito, a humildade, a empatia, a generosidade, são as bolas coloridas com as quais enfeitamos a árvore do coração.

As luzes, prosseguiu a avó, são nossas orações. Todas as vezes que falamos com Deus, uma cintilante luz brilha em nosso interior, iluminando nosso caminho.

E a estrela, vovó? - Questionou a menina, olhos brilhantes, atenta à explicação.

A estrela é a fé. Fé que, quando cultivada, brilha no céu de nossas almas e transforma o choro e a tristeza em esperança.

E nos fortalece a vontade para continuar perseguindo nossos sonhos, até os vermos concretizados.

Abraçando a neta, a avó finalizou: Lembre que não há, minha filha, nenhuma estrela mais cintilante do que a fé e nenhuma luz mais brilhante que a oração.

* * *

A poetisa Cora Coralina escreveu certa vez: Enfeite a árvore de sua vida com guirlandas de gratidão.

Em sua lista de presentes, em cada caixinha embrulhe um pedacinho de amor, ternura, reconciliação, perdão!

No estoque do coração, a hora é agora!

Enfeite seu interior! Seja diferente! Seja reluzente!

* * *

Neste Natal, ofertemos para o desafeto, o perdão; para o oponente, a tolerância; para o próximo, o amor; para a criança, o exemplo; para o passado, a lição; para o presente, a oportunidade; para o futuro, a confiança; para nós mesmos, o nascimento de Jesus em nossos corações.

Feliz Natal para todos nós!

Redação do Momento Espírita, com base no
poema Poesia de Natal, do livro Meu livro de
cordel, de Cora Coralina, ed. Global.
Em 18.12.2017.
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Evocações do Natal


É comum os hospitais, na semana que antecede o Natal, tentar mandar para casa o maior número possível de pacientes. No entanto, alguns sempre necessitam permanecer.

Esses são atendidos pelos médicos que se oferecem como voluntários para trabalhar na véspera e dia de Natal ou que obedecem à escala pré-fixada pela instituição hospitalar.

Naquele Natal, Rachel estava um tanto chateada. Por ser solteira, fora escalada para trabalhar naqueles dias, permitindo assim que seus colegas ficassem com seus cônjuges, filhos ou pais.

No dia de Natal, vários grupos de pessoas apareceram nas enfermarias e distribuíram lembranças aos pacientes. Contudo, ao cair da noite, eles se encontravam em suas casas.

O imenso hospital ficou em silêncio. Muitos leitos vazios. As poucas lâmpadas acesas nas mesas de cabeceira pareciam ilhas de luz na escuridão.

Rachel ia de um paciente a outro verificando o soro, indagando sobre sintomas, oferecendo medicamentos para a dor ou para dormir.

O Natal é uma época de muitas lembranças e vários dos pacientes desejavam falar sobre elas. Ela ouviu, naquela noite, muitas histórias.

Tristes umas, emocionantes outras. Até que chegou ao leito de Petey. Era um homem velho, a respeito do qual ninguém tinha bem certeza da idade.

Um andarilho, um desamparado. Nada mais trazia, quando chegara ao hospital, que a muda de roupa que o vestia.

Portador de enfisema crônico, os médicos o mantinham hospitalizado, evitando que ele retornasse ao frio intenso das ruas.

Era tímido e gentil. Alegrava-se por qualquer coisa e se mostrava agradecido pelos cuidados que recebia. Ele sorriu, ao vê-la.

Estendeu a mão, abrindo a gaveta da velha mesa de cabeceira, onde estavam guardados seus tesouros: um canivete, uma escova de dentes, uma lâmina de barbear, um pente, algumas moedas e duas belas laranjas, que ganhara naquela tarde.

Ele tomou de uma delas, estendeu para Rachel:

Dona doutora, Feliz Natal.

Seus olhos demonstravam o enorme prazer que ele estava sentindo em ofertar-lhe a fruta. E, de repente, muitas lembranças acudiram à memória da médica.

Recordou de sua infância, dos Natais em que sentia essa mesma alegria em dar presentes. Algo seu. Especialmente preparado para a data, para alguém.

Tudo parecia tão distante. E tão perto. Lembrava-se de que tinha aprendido muitas coisas desde então, mas que também esquecera outras tantas.

Há muitos anos, seu avô lhe ensinara aquela mesma maneira de viver que Petey mostrava agora. Entretanto, ao longo dos seus anos de formação acadêmica, a voz de seu avô acabara sendo sufocada pelas vozes de seus familiares, de seus colegas, de seus professores.

Ela estendeu os braços e recolheu o presente, extremamente agradecida.

Feliz Natal, Petey. – Disse, comovida, os olhos cheios de lágrimas.

* * *

É preciso muito tempo até que nos conscientizemos de que os bens preciosos que temos para dar não foram aprendidos nos livros.

Também que a sabedoria de viver bem não é conferida aos alunos mais destacados nos estudos avançados.

Os verdadeiros professores andam por toda parte.

Basta saber colher as lições que sua sabedoria nos transmite, nos gestos desprendidos, simples, despojados.

Um gesto simples como estender a mão, sorrir, desejar Feliz Natal.

Repartir o presente recebido, num gesto espontâneo de profunda gratidão.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. O sábio, do livro As bênçãos do meu avô, de Rachel Naomi Remen, ed. Sextante. Em 13.12.2017.
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sábado, 9 de dezembro de 2017

O berço de Jesus


Ao se estudar as origens de alguns símbolos do Natal, referimo-nos a Francisco de Assis como o criador do presépio.

Antes dele, o presépio fazia parte dos hábitos da época de festas natalinas nas catedrais romanas e em outras localidades.

Contudo, o pobrezinho de Assis fez algo muito especial naquele dezembro de 1223.

Ele foi a um lugar de retiro, distante cinquenta quilômetros de Assis, perto de Greccio. Ali se hospedou com alguns frades.

Pedindo o auxílio de um nobre da cidade, preparou um significativo memorial de Natal.

Reportando-se ao Evangelho de Lucas, no Novo Testamento, que narra o nascimento de Jesus em uma manjedoura e a um versículo do Velho Testamento, que se refere a que o boi conhece seu dono, e o jumento conhece a manjedoura de seu patrão, ele idealizou a cena.

Pediu que fossem trazidos animais e os amarrou próximos a um casal local com seu filhinho. Eles representavam José, Maria e o Menino Jesus.

Como os Evangelhos se referem a magos e pastores, Francisco pediu a alguns frades que os representassem.

E, assim, naquela véspera de Natal do ano de 1223, Greccio se tornou uma nova Belém.

A pregação de Francisco, na noite iluminada por velas e tochas, foi sobre a humildade e a pobreza de Jesus.

Ao contrário da tônica severa das pregações medievais, ele falou da doçura de Jesus.

Era a mensagem de que Ele se oferece para nascer no coração de cada homem, a cada dia.

Era a grande evocação ao nascimento do Ser mais perfeito que a Terra já conheceu.

Jesus não era o remoto fundador de uma grande religião. Ele viera para lecionar o amor, amando aos Seus irmãos, vivendo com eles, sofrendo-os e auxiliando-os.

Trazia Francisco, com aquela dramatização, a mensagem de uma nova forma de oração que se concentrava no nascimento de Jesus, Sua vida e Sua morte.

Findo o culto religioso da noite, Francisco ajudou o nobre a servir um banquete a todos os convidados. Para os animais, uma porção dupla de feno e aveia. Para os pássaros, do lado de fora, grãos foram lançados.

O amor de Jesus, personificado no Seu arauto de Assis, não esquecia criatura alguma. Todos eram irmãos. Todos criaturas de Deus, modeladas pelo amor do Pai.

Aquela comemoração, para Francisco, não era uma peça sentimental de teatro, mas a representação simbólica de algo que pode e deve ocorrer todos os dias: o nascimento de Jesus nos corações daqueles que o desejarem.

Ele trouxe o acontecimento do passado para o presente. Usou pessoas comuns em lugares comuns, com suas próprias roupas, para a dramatização.

Tudo isso para dizer que Jesus não era uma personalidade distante, nascida em um local distante. Era o amor presente na vida de cada um dos seres para os quais Ele viera.

Foi a partir dessa noite que a tradição do berço de Natal, da manjedoura, passou a ser uma das imagens religiosas mais conhecidas em todo o mundo, sendo reproduzida em telas, esculturas, impressa ou gravada, sempre com talento e emotividade.

Pensemos nisso e ofertemos o nosso coração a Jesus como a manjedoura mais doce e mais terna para o Seu nascimento em nós.

Porque... é Natal outra vez!

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Quatorze (1223 – 1224), do livro Francisco de Assis, o santo relutante, de Donald Spoto, ed. Objetiva. Em 8.12.2017.
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Na noite de Natal


Minha mãe, por que Jesus,
Cheio de amor e grandeza,
Preferiu nascer no mundo
Nos caminhos da pobreza?
Por que não veio até nós,
Entre flores e alegrias,
Num berço todo enfeitado
De sedas e pedrarias?

Acredito, meu filhinho,
Que o Mestre da Caridade
Mostrou, em tudo e por tudo,
A luminosa humildade!...
Às vezes, penso também
Nos trabalhos deste mundo,
Que a Manjedoura revela
Ensino bem mais profundo!

E a pobre mãe de olhos fixos
Na luz do céu que sorria,
Concluiu com sentimento,
Em terna melancolia:

Por certo, Jesus ficou
Nas palhas, sem proteção,
Por não lhe abrirmos na Terra
As portas do coração.

João de Deus/Francisco Cândido Xavier/Parnaso de além-túmulo

Mais um ano se passou e a doce Noite chega outra vez.
Entre mensagens de conforto, renovação e alegria esperamos que muitas lágrimas tenham sida enxugadas e muitos corações confortados.
Pedimos a Jesus que derrame, sobre todos nós, Suas luzes e que nos permita novos dias, juntos, em 2018.

Redação do Momento Espírita
Comunicação Social Espírita
Federação Espírita do Paraná
imagem
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sábado, 4 de março de 2017

Cientista tenta explicar o aparecimento da estrela que guiou os três Reis Magos

A aparência da estrela de Belém, que segundo a Bíblia, orienta três reis magos ao lugar do nascimento de Jesus, pode ser apoiada pela ciência, de acordo com um astrônomo.
Mark Thompson, membro da Royal Astronomical Society e apresentador da Astronomy BBC, The One Show, fez uma pesquisa, na qual ele diz que pode explicar a história, contada no Evangelho de Mateus, sobre a estrela que levou os viajantes até Belém.

Usando os registros históricos e simulações de computador que permitem a posição das estrelas e dos planetas a serem traçados de volta ao tempo em que acredita ter nascido Jesus, afirma Thompson, houve um evento incomum astronômica.
Ele disse que, entre setembro e 3BC 2BC Maio houve três “conjunções” onde o planeta Júpiter e uma estrela chamada Regulus passaram perto um do outro no céu à noite.
O planeta passou Regulus primeiramente viajando em seu movimento habitual de Leste, antes, em seguida, apareceu e inverteu e passou novamente em direção oeste e depois mudou de direção, mais uma vez para retomar sua direção normal ao leste para passar a estrela por uma terceira vez.

Thompson disse que, “Os Três Reis Magos eram considerados por alguns como sacerdotes Zoroastrista, que eram astrólogos de renome na época, que o rei dos planetas passando tão perto do rei das estrelas em três ocasiões, teria sido muito significativo e poderia ter sido interpretada como o nascimento de um novo rei.
“Curiosamente, no mundo da astrologia, Júpiter é considerado o rei dos planetas e Regulus, que é a estrela mais brilhante no constelação de Leão, é considerado o rei das estrelas. “
Houve numerosas teorias apresentadas por astrônomos no passado como explicações científicas da Estrela de Belém, incluindo um cometa, uma supernova – quando uma estrela explode e produz enormes quantidades de luz – e um planeta.

Thompson disse que ele olhou “todas as possibilidades”, antes de ter à sua conclusão.
As três conjunções, que teve lugar em 14 de setembro 3BC, 17 de fevereiro 2BC e 8 2BC maio, foram causados por um fenômeno astronômico chamado de retrógrado movimento, em que um planeta aparecerá para impedir a sua normal leste deriva durante a noite e em vez de deriva em direção a oeste, por um período de várias semanas.

Isso acontece porque os planetas exteriores do nosso sistema solar orbitam o Sol a uma velocidade mais lenta do que a Terra e para o nosso planeta, ocasionalmente ultrapassa elas.
“O movimento retrógrado significou que o planeta estava viajando em um oeste direção do céu e por isso os [Três Reis Magos] podem ter seguido a partir Pérsia, “Thompson disse.
“Ao camelo teria levado cerca de três meses e curiosamente este tem aproximadamente o mesmo tempo de que Júpiter estava viajando nesta oeste direção.”

Ele acrescentou: “Não cabe a mim dizer se realmente a Bíblia esta certa ou errada, eu estou apenas desenhando sobre os fatos na minha frente.”

Fonte: Padom
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Simpatias para a noite de Natal: atrair amor, dinheiro e paz

Muitas pessoas aproveitam a noite de Natal para atrair boas energias. Para isso, fazem simpatias em busca de amor, dinheiro, emprego, sorte, dentre outros pedidos. Algumas são específicas para serem realizadas nesta data especial. Veja a que se adequá para você e aproveite a oportunidade.
Simpatia para a noite de Natal
Simpatia para atrair boas vibrações em 2017

No dia 25 de dezembro á noite coloque um cacho de uvas e um copo de água ao lado de uma imagem do menino Jesus. Faça uma oração e agradeça a tudo de bom que aconteceu em sua vida, atraindo bons fluídos para um próximo ano que se inicia. No dia seguinte derrame a água no jardim e coloque as uvas perto das plantas. Mantenha a imagem na sua casa.


Simpatia para paz, saúde, dinheiro, relacionamento amoroso

Você vai precisar de duas velas de sete dias. Acenda a primeira na noite de Natal, espere queimar e acenda a segunda na noite de ano novo. Cada vela representa um pedido. A branca paz, a amarela dinheiro e emprego, a verde saúde e a vermelha amor. Quando acender, mentalize o pedido e faça uma oração. Deixe as velas em local seguro e longe do vento.

Outra
Para ter um ceia perfeita e com muita paz, antes do início e da chegada dos convidados, queime uma folha de louro seca pela casa. Além do aroma agradável, ela traz paz para o ambiente. Você pode fazer isso todos os dias do ano.

por Milena
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

 
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Neste natal

Neste natal


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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Simpatia do natal para nunca faltar dinheiro em casa

Na véspera do Natal (24 de dezembro), ao meio-dia em ponto, ponha em sua árvore de natal quatro moedas de mesmo valor.

Ajoelhe em frente à árvore, reze quatro pais-nossos e quatro ave-marias com uma vela branca acesa em sua mão direita. Peça a todos os santos muita fartura, saúde, prosperidade e trabalho no ano que está prestes a começar.

Deixe a vela próxima à árvore (mas não perto demais por causa do risco de incêndio) e a deixe queimar até o fim. As moedas devem permanecer na árvore durante toda a semana seguinte.

Na véspera do Ano Novo (31 de dezembro), coloque cada uma dessa moedas nos quatro cantos da casa, onde devem permanecer até o dia 20 de janeiro do novo ano. Então, guarde-as em qualquer lugar da casa.

imagem:verdade-ignorada.blogspot.com
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cientista tenta explicar o aparecimento da estrela que guiou os três Reis Magos

A aparência da estrela de Belém, que segundo a Bíblia, orienta três reis magos ao lugar do nascimento de Jesus, pode ser apoiada pela ciência, de acordo com um astrônomo.
Mark Thompson, membro da Royal Astronomical Society e apresentador da Astronomy BBC, The One Show, fez uma pesquisa, na qual ele diz que pode explicar a história, contada no Evangelho de Mateus, sobre a estrela que levou os viajantes até Belém.

Usando os registros históricos e simulações de computador que permitem a posição das estrelas e dos planetas a serem traçados de volta ao tempo em que acredita ter nascido Jesus, afirma Thompson, houve um evento incomum astronômica.
Ele disse que, entre setembro e 3BC 2BC Maio houve três “conjunções” onde o planeta Júpiter e uma estrela chamada Regulus passaram perto um do outro no céu à noite.
O planeta passou Regulus primeiramente viajando em seu movimento habitual de Leste, antes, em seguida, apareceu e inverteu e passou novamente em direção oeste e depois mudou de direção, mais uma vez para retomar sua direção normal ao leste para passar a estrela por uma terceira vez.

Thompson disse que, “Os Três Reis Magos eram considerados por alguns como sacerdotes Zoroastrista, que eram astrólogos de renome na época, que o rei dos planetas passando tão perto do rei das estrelas em três ocasiões, teria sido muito significativo e poderia ter sido interpretada como o nascimento de um novo rei.
“Curiosamente, no mundo da astrologia, Júpiter é considerado o rei dos planetas e Regulus, que é a estrela mais brilhante no constelação de Leão, é considerado o rei das estrelas. “
Houve numerosas teorias apresentadas por astrônomos no passado como explicações científicas da Estrela de Belém, incluindo um cometa, uma supernova – quando uma estrela explode e produz enormes quantidades de luz – e um planeta.

Thompson disse que ele olhou “todas as possibilidades”, antes de ter à sua conclusão.
As três conjunções, que teve lugar em 14 de setembro 3BC, 17 de fevereiro 2BC e 8 2BC maio, foram causados por um fenômeno astronômico chamado de retrógrado movimento, em que um planeta aparecerá para impedir a sua normal leste deriva durante a noite e em vez de deriva em direção a oeste, por um período de várias semanas.

Isso acontece porque os planetas exteriores do nosso sistema solar orbitam o Sol a uma velocidade mais lenta do que a Terra e para o nosso planeta, ocasionalmente ultrapassa elas.
“O movimento retrógrado significou que o planeta estava viajando em um oeste direção do céu e por isso os [Três Reis Magos] podem ter seguido a partir Pérsia, “Thompson disse.
“Ao camelo teria levado cerca de três meses e curiosamente este tem aproximadamente o mesmo tempo de que Júpiter estava viajando nesta oeste direção.”

Ele acrescentou: “Não cabe a mim dizer se realmente a Bíblia esta certa ou errada, eu estou apenas desenhando sobre os fatos na minha frente.”
Fonte: Padom


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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Família

Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.

E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini, Família à Belle Meuniere; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é a Moda da Casa. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.
 (Francisco Azevedo)


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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Neste Natal




Aonde há amor,há luz para iluminar a noite da tristeza. Aonde há amor, haverá a promessa de que a paz estará sempre presente.
NATAL feliz é aquele que a gente divide com quem ama.

Natal - O Melhor Presente!


Era véspera de Natal quando uma garotinha de 10 anos entrou na joalheria e pediu com os olhinhos brilhando de emoção para ver um colar azul que estava na vitrine. O dono da loja, desconfiado, mostrou o colar à menina.

- É para minha irmã mais velha, quero dar para ela o melhor presente que eu possa comprar, sabe, desde que minha mãe morreu é ela quem cuida de mim. Ela é muito boa e eu quero dar um presente lindo, como esse colar.

O dono da loja, novamente desconfiado, perguntou:

- Quanto dinheiro você tem?

A menina mostrou um lencinho e dentro tinha dez reais em moedas. E a menina perguntou:

- Isso dá? Quero que o senhor faça o melhor embrulho que puder. O mais bonito!

O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em uma caixa bem bonita, embrulhou, fez um caprichado laço de fita e disse à menina:

- Tome! Leve com cuidado para não perder.

E a menina saiu feliz saltitando pela rua. Quando chegou a noite de Natal, alguns minutos antes da loja fechar, já era tarde e as vendas tinham sido ótimas, entra na loja uma linda moça de uns 18 anos, e pergunta:

- Este colar foi comprado aqui?

- Sim, senhorita, respondeu o dono da loja.

- E quanto custou?

- Ah! Falou o dono da loja - o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.

E a moça continuou:

- Mas minha irmãzinha não tinha dinheiro para comprar este colar. Eu sei que ela não tinha mais do que R$10,00.

O homem tomou o colar, refez o embrulho, colocou a fita e devolveu-o à moça dizendo:

- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa poderia pagar. Ela deu tudo o que tinha!

O silêncio encheu a pequena joalheria e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem enquanto suas mãos pegavam o embrulho...

Esta história toca o coração pela doçura, amor, carinho e honestidade dos personagens.

Que neste Natal e sempre, nossos corações se encham de amor, e que, como aquela menina, possamos dar tudo que temos para ver feliz o nosso próximo, sem poupar esforços para ajudar os outros.

Que Deus dê a todos um Feliz Natal e Um Ano de 2.010 cheio de saúde, sabedoria e paz!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Natal

25 de Dezembro

Natal "...José subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria.

Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. \um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: ´ Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor." (Lc 2,4-11)

Por isso hoje celebramos a Eterna Solidariedade do Pai das Misericórdias que no seu plano de Amor quis o nascimento de Jesus, que é o verdadeiro Sol, a Luz do mundo. Não é dia de medo e nem de desespero, é dia de confiança e esperança pois Deus veio morar no nosso meio, o Homem Novo, e assim encher-nos da certeza de que é possível um mundo novo. Solidário conosco nos quer solidários neste hoje de Glória que refulge ao redor de cada um de nós!

Sendo assim, tudo neste dia só tem sentido se apontar para o Aniversariante do dia. Presépios, árvores, enfeites, banquetes e os presentes natalícios representam os presentes que os reis magos levaram até Jesus, mas não são estes símbolos a essência do Natal, o importante, é que Cristo realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, renovadora, e que a partir daí, possamos sempre caminhar na sua luz solidária de um Deus, o Único e Verdadeiro, que nos quer solidários uns com os outros!

Vivamos com muita alegria este dia Solidário, que o Senhor fez para nós!