terça-feira, 29 de agosto de 2017

Evangelho do dia



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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

O Sublime Peregrino

“...José e Maria eram paupérrimos e responsáveis por uma prole numerosa e estranhavam que Jeová, em vez de lhes enviar um filho de bom senso, prático e semelhante aos demais meninos, onerara-os com um belo garoto, de um fascínio e encanto especial, de uma agudeza e sinceridade chocantes, mas impróprio para a época e vivendo na infância a responsabilidade e os pensamentos de um adulto!”

Espírito Ramatís na obra “O Sublime Peregrino”, psicografia de Hercílio Maes.
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Acredite em Deus


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Aceitar situações


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Um telefone diferente...


O que acontece quando nossos amores se vão pela porta escancarada da morte?

Aqueles de nós que guardamos a certeza da vida que não acaba, choramos e oramos. Oramos pelo bem-estar deles. Oramos por nós mesmos, a fim de que as vibrações da prece nos tragam lenitivo à saudade.
Aqueles, no entanto, que não têm o apoio da crença na Imortalidade, sofrem muito mais.
Será que os amores prosseguem vivendo? Se continuam a viver, eles nos veem, nos ouvem, podem se comunicar conosco?
E a dor da incerteza se soma à da saudade, tornando os dias difíceis.
Em março de 2011, parte da costa noroeste do Japão foi devastada por um forte terremoto, seguido de um violento tsunami.
Cerca de dezesseis mil pessoas morreram e duas mil e quinhentas desapareceram.
Entre as vítimas, mais de quatrocentos moradores da pequena cidade de Otsuchi.
Ainda hoje, em meio a ruínas e obras de reconstrução do local, habitantes vivem o luto pela perda de entes queridos.
Pensando em auxiliar esses corações despedaçados, um habitante do lugar, Itaru Sasaki idealizou um poético curativo.
Ele instalou em seu jardim uma cabine telefônica e, desde o terremoto, a deixou à disposição dos moradores.
O jardim é muito lindo, com grama verde e flores coloridas. O telefone, desconectado, ficou conhecido como telefone do vento.
A recomendação é para que a pessoa adentre a cabine, feche os olhos. Fique em silêncio. Ouça com atenção.
Se ouvir o som do vento, de uma onda ou de um passarinho, deve abrir seu coração para que o seu sentimento possa alcançar a pessoa amada que se foi.
O telefone do vento, que não precisa de fios, cabos, ou cartão de conta, funciona por meio da mente.
Assim, faça chuva ou faça sol, todos os dias, pessoas vão usar o telefone para enviar suas mensagens.
Ou simplesmente para tentar aliviar a sua tristeza. Transmitir aquele recado nunca falado. Como aquele filho que assim se expressou:
Oi pai, aqui é o seu filho. Deve ter sido muito duro para você ficar preso em um campo de concentração na Sibéria.
Recentemente, recebi informações do governo japonês sobre a sua morte.
Faz setenta anos que sofro com isso. Minha mãe morreu. Meu irmão mais novo morreu. Mas, meu irmão mais velho e eu estamos bem.
Cuide-se. Estou falando do telefone do vento. Vou telefonar de novo. Tchau.
Itaru Sasaki idealizou uma forma da pessoa se permitir conversar com quem se foi, por vezes, de forma repentina.
As famílias em luto talvez tivessem algo a dizer aos seus entes queridos e não soubessem como.
O telefone do vento objetiva oportunizar a conexão dos sentimentos entre os que ficaram e os que se foram para o Grande Além.
Que bela e romântica maneira de auxiliar uma comunicação que, em essência, pode, simplesmente, ser realizada pelo pensamento.
Diz o senhor Sasaki, em sua sabedoria de mais de sete décadas: Expressar suas emoções é uma coisa difícil de fazer.
Então, as pessoas vêm extravasar seus sentimentos, aquilo que guardam no fundo da alma.
O telefone é somente um instrumento palpável para estimular o que podemos fazer pelo pensamento, em qualquer lugar.
Mas, para muitos, o início do exercício de uma boa comunicação entre dois mundos.

Redação do Momento Espírita, com
base em notícia da g1.globo.com.
Em 23.8.2017.
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Abraço apertado


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Te amar


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Evangelho do dia



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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Aquilo que não fomos


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Amar


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Evangelho do dia



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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O sentimento da gratidão


Nosso país tem muitas lendas. O índio, com seu contato direto com a natureza, suas crenças místicas, seus tantos deuses, contribuiu enormemente para isso.

Nasceram então a lenda da Vitória-Régia, a estrela dos lagos; da Iara, a rainha das águas; da mandioca, o pão indígena; do Uirapuru, com sua plumagem colorida, numa combinação de preto com vermelho; do Caipora, do Curupira, com seus pés ao inverso e cabeleira vermelha...

Também o negro trouxe, de seu longínquo rincão, as fantasiosas histórias como a do negrinho do pastoreio, que ganhou foro de cidadania pelos campos do Sul.

Os reinos animal e vegetal oferecem personagens de toda sorte para explicar a origem de certas crenças e de certos costumes.

Também para ensinar virtudes, exaltar sentimentos elevados.

Conta-se, por exemplo, que, no início dos tempos, a arara era de cor vermelho vivo. Ela tinha um grande orgulho da sua longa cauda e seu belo topete.

No entanto, apesar de sua beleza, era uma péssima construtora e não possuía uma casa.

Observando a habilidade invejável do pica-pau, que era seu compadre, um espécime, diga-se, nada vistoso, foi a ele pedir ajuda.

Pediu-lhe que lhe construísse uma bela morada. Em breve, escavando um tronco, o pica-pau ofereceu a ela um ninho quente e seguro.

Por estar muito agradecida, a arara presenteou o compadre com seu topete vermelho.

Segundo o folclore brasileiro, é possível se constatar a verdade dessa história, desde que as araras vivem em ninhos escavados em troncos mortos e os pica-paus apresentam seus topetes chamativos sobre a cabeça.

A fábula enfatiza uma parceria, um ato de solidariedade e um profundo sentimento de gratidão, que se perpetua no tempo, geração após geração do pica-pau.

Assim deveria ser o sentimento de gratidão, em nossos corações. Não desaparecer jamais.

Alguns acreditamos que depois de termos agradecido pelo bem recebido, tudo está bem. No entanto, deveríamos trazer esse sentimento de tal forma arraigado que nos lembrasse de que gratidão é para sempre.

Não nos devemos esquecer de quem nos beneficiou, quem nos doou suas horas, em momento difícil de nossa vida, quem nos socorreu na adversidade, quem nos ofertou um emprego, quem confiou em nós, abrindo-nos caminhos nas áreas do conhecimento ou da profissão.

Não nos devemos esquecer do ombro amigo no qual choramos nossas mágoas; os braços que nos acolheram na hora da desesperança; os amigos que compartilharam a alegria do nosso casamento, do nascimento do nosso filho, de tantos aniversários.

Gratidão, sentimento próprio de almas elevadas. De almas que não sofrem problemas de esquecimento das bênçãos recebidas.

Almas que sabem que a amizade, o carinho, a ternura não têm preço. Por isso mesmo, todas as suas manifestações merecem a eterna gratidão.

E se, enquanto ouvimos esta mensagem, nos acudir à mente a figura de alguém, a quem muito devemos, de imediato lembremos de telefonar, de enviar uma mensagem, de falar pessoalmente: Muito obrigado, por tudo que me deu… Obrigado por tudo que me fez.

Redação do Momento Espírita, com base em fábula, colhida no site museudaamazonia.org.br/pt/2015/04/13/A-gratidao-na-cultura-dessana-o-conto-da-arara-e-do-picapau/
Em 17.8.2017.
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Evangelho do dia



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perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

381. Por morte da criança, readquire o Espírito, imediatamente, o seu precedente vigor?

“Assim tem que ser, pois que se vê desembaraçado de seu invólucro corporal. Entretanto, não readquire a anterior lucidez, senão quando se tenha completamente separado daquele envoltório, isto é, quando mais nenhum laço exista entre ele e o corpo.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Coisas boas em nossa vida


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Caminhos abençoados


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Evangelho do dia


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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Indiferença

" A indiferença ante a dor do próximo é congelamento da emoção, que merece combate.
À medida que o homem cresce espiritualmente, mais se lhe desenvolvem no íntimo os sentimentos nobres.
Certamente não se devem confundi-los com os desregramentos da emotividade ;igualmente não se podem controlar a ponto de tornar-se insensível.
No bruto , a indiferença é o primeiro passo para a crueldade , porta que se abre na emoção para inúmeros outros estados de primitivismo.
A indiferença coagula as expressões da fraternidade e da solidariedade , ensejando a morte do serviço beneficente.
O antídoto para este mal ,que reflete o egoísmo exacerbado ,é o amor..."
Muita paz

Do livro: Momentos de Meditação /Divaldo Franco/ Joana de Angelis.
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A vida


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A grande verdade da vida


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Evangelho do dia



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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A dor serena


A experiência da dor é comum a todos os homens.
Ela se revela a cada um de modo diferente, mas a todos visita.
Os pobres sofrem pela incerteza quanto à manutenção de sua família.
Os doentes experimentam padecimento físico.
Os idealistas se angustiam pelo bem que tarda em se realizar.
O governante se acabrunha pela magnitude da tarefa que lhe repousa sobre os ombros.
Qualquer que seja a posição social de um homem, ele vive a experiência do sofrimento.
A própria transitoriedade da vida terrena é fonte de angústias e incertezas.
Pode-se muito fazer e muito angariar, mas a morte é uma certeza e a tudo transformará.
Alguma dilaceração é inerente ao viver.
Ninguém ignora a possibilidade de seus afetos o sucederem no retorno à pátria espiritual.
Nenhum homem sensato imagina que o vigor físico o acompanhará para sempre.
A universalidade da dor chama a atenção dos homens para o fato de que são essencialmente iguais.
Ocupam diferentes posições e têm experiências singulares, mas ninguém é feito de material imune à ação do tempo.
A vida material é transitória e isso não se pode negar.
Contudo, as pessoas evitam refletir sobre essa realidade.
Quando apanhadas pelos fenômenos próprios da transitoriedade da vida, costumam se revoltar.
Todos sofrem, mas poucos sofrem bem.
Tão raro é o bem sofrer que geralmente não é sequer compreendido.
Quando, em face de alguma experiência dilacerante, a criatura mantém a serenidade, acha-se que ela tem algum problema.
Confunde-se sensibilidade à dor com escândalos.
Se a pessoa não brada indignada e não procura culpados por sua miséria, entende-se que ela tem algo de obscuro em seu íntimo.
Uma mãe capaz de suportar serenamente a dor da morte de um filho surge aos olhos alheios como insensível.
Como se ausência de gritos significasse falta de amor!
No sermão da montanha, Jesus afirmou a bem-aventurança dos que choram, dos injuriados e perseguidos.
Certamente não estava a referir-se aos que sofrem em meio a revoltas e desatinos.
Afinal, em outra passagem evangélica, afirmou que, quem desejasse, deveria tomar sua cruz e segui-lO.
Trata-se de um sinal de que a conquista da redenção pressupõe algum sacrifício.
A Terra, por algum tempo ainda, será morada de Espíritos rebeldes às leis Divinas.
Por séculos, semearam dor nos caminhos alheios e não se animaram a reparar os estragos.
Por isso, são periodicamente atingidos pelos reflexos de seus atos, até que aprendam o código de fraternidade que rege a vida.
Reflita sobre isso antes de se permitir gritos e rebeldia.
As experiências que o atingem visam a torná-lo melhor e mais sensível à dor do semelhante.
Elas possibilitam sua recomposição perante a Justiça cósmica.
Não perca a oportunidade com atitudes infantis.
Cesse reclamações, não procure culpados e não se imagine vítima.
Aproveite o ensejo para exemplificar sua condição de cristão.
Quando o sofrimento o atingir, sinta-se desafiado a ser um exemplo de dignidade, esforço e luta.
Sua serenidade perante a dor fará com que outros repensem a forma com que vivem.
Assim, você estará colaborando na construção de um mundo melhor, com menos revolta e insensatez.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 14.8.2017.
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Amar é desejar o melhor para o outro


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Alegria


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Evangelho do dia



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domingo, 13 de agosto de 2017

Evangelho do dia



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Se você é Pai

Vivemos em um mundo de crianças rejeitadas, filhos abandonados, meninos e meninas sem uma referência de pai dentro de suas casas. Dados estatísticos nacionais e internacionais mostram claramente essa triste realidade.

Neste Dia dos Pais queremos falar sobre aquele que não erra, que é perfeito. Que nos corrige, nos consola, nos guarda, nos sustenta e é nosso maior modelo de paternidade: DEUS. A Bíblia tem muitas passagens que nos fazem compreender a paternidade de Deus. Algumas delas são:

“Contudo, Senhor, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos nós somos obra das tuas mãos”. Isaías 64:8

Se você é pai,
Esteja em constante comunhão com nosso Deus, pois Ele te ajudará durante toda sua caminhada como pai, como homem. Ele será seu guia quando tiver que disciplinar ou cuidar de seus filhos.

Então lhe perguntaram: “Onde está o seu pai? ” Respondeu Jesus: “Vocês não conhecem nem a mim nem a meu Pai. Se me conhecessem, também conheceriam a meu Pai”. João 8:19

Se você é filho e não teve a presença de um pai,
Saiba que Deus é sempre presente e quer restaurar seus sentimentos para que você tenha uma vida plena. Que você possa um dia construir sua família olhando para Ele, seguindo o exemplo dEle.

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações”. 2 Coríntios 1:3,4

Como cristãos precisamos mostrar ao mundo que o Deus Criador dos céus e da terra, o Deus Justo e Soberano, é também o Deus PAI.

Feliz Dia dos Pais!

Por Jéssica Machado
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Pai: O exemplo que convence

Ao contrário do que muitos acham por ser um “machão”, ser pai não é apenas colocar um filho no mundo; isso é algo muito fácil. O difícil é criar o filho, dar instrução e cumprir essa nobre missão na vida: ser pai.

E quem acha que não importa as suas atitudes, e segue a famosa frase “Faça o que eu digo, e não o que eu faço”, não sabe o enorme poder de sua imagem para o filho. Uma frase das mais poderosas e que vale a pena pensar é que “A palavra convence, mas o exemplo arrasta”. De nada adianta falar na teoria se, na prática, o que se prega não é seguido nem por quem falou.

Por muitas vezes podemos ver um filho repetir gestos e ações do pai que, ao ser observado por alguém de fora, logo identifica os dois por essa semelhança.

Se antigamente o filho tinha que seguir o pai até na profissão, hoje em dia o que mais importante é o caráter e o jeito de conduzir a vida. O maior orgulho de um pai deve ser o de ver no seu filho uma “versão melhorada sua” e não uma piorada, pois se isso ocorrer, algo em sua missão falhou.

Assim como podemos seguir o melhor dos exemplos, o do Pai dos pais, o nosso Deus, que os pais deste mundo possam deixar um legado de trilhas a serem seguidas por seus filhos, como conselhos gravados em suas memórias para todo o sempre.

Rogério Araújo (Rofa), escritor, jornalista, diácono da Igreja Batista Neves – São Gonçalo – RJ.
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sábado, 12 de agosto de 2017

Evangelho do dia



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Atravesse seu deserto


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A grande verdade da vida


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Constelação Familiar - técnica criada por Bert Hellinger (psicoterapeuta alemão


Constelação Familiar, técnica criada por Bert Hellinger (psicoterapeuta alemão), onde se cria “esculturas vivas” reconstruindo a árvore genealógica, o que permite localizar e remover bloqueios do fluxo amoroso de qualquer geração ou membro da família.

Muitas das dificuldades pessoais, assim como problemas de relacionamento são resultados de confusões nos sistemas familiares. Esta confusão ocorre quando incorporamos em nossa vida o destino de outra pessoa viva ou que viveu no passado, de nossa própria família sem estar consciente disto e sem querer. Isto nos faz repetir o destino dos membros familiares que foram excluídos, esquecidos ou não reconhecidos no lugar que pertencia a eles.

A Constelação Familiar ou Sistêmica olha para as diversas consciências as quais somos tomados. Sabendo ou não, querendo ou não, gostando ou não, pertencemos à um grupo, a um sistema, a uma família, funcionamos assim.

Nosso corpo físico funciona num sistema, nossa sociedade, a natureza, as empresas, o planeta, as estrelas. Fazemos parte de uma constelação, por isso, o alemão Bert Hellinger chamou essa forma de interpretarmos essas relações de: Constelação. Cada encontro com ele é um movimento grandioso em direção às infinitas possibilidades de amadurecimento de alma.

Através do método de percepção do “Campo Mórfico” desenvolvido por por Sheldrake e por vários terapeutas importantes do século passado e desse, Bert foi corajoso em desenvolver um método claro e preciso na qual a pessoa traz um problema e o “campo” nos mostra o que não conseguimos perceber com nossa razão e olhos físicos.

Ele percebeu que em várias gerações, assim como somos tomados pela aparência dos nossos familiares, seus dons, etc, também se repetiam situações de perdas, sofrimentos, doenças e outras situações as quais as pessoas nem percebiam estar envolvidas devido à consciência familiar atuando e não a consciência individual.

Como pode ser aplicada a Técnica?
Atendimentos individuais
Atendimento de Casal
Em grupos – questões pessoais
Grupos terapêuticos, encontros mensais – trabalhamos aspectos gerais das 5 principais áreas de nossa vida: Relacionamento Familiar, Relacionamento Afetivo, Saúde, Profissão e Finanças

O que pode ser tratado:
*Problemas de relacionamento entre os membros da família;
*Comportamentos como, tais como: angustia, agressividade, culpa, medo, tristeza, ansiedade, depressão;
*Relacionamento entre casais, namorados, casados, amante, parceiros anteriores – tratar questões de conflitos, separação, divorcio, amor;
*Situações ocultas de relacionamento amoroso;
*Abuso sexual, incesto;
*Vícios, transtornos
*Compartilha de filhos na separação;
*Herança;
*Vida profissional;
*Conflitos e questões empresariais;
*Pessoas rejeitadas ou excluídas da família;
*Dificuldades para engravidar, adoção e abortos;
*Transplante de órgãos, consequências psicológicas e espirituais;
*Saúde em geral.

Resultados
A capacidade do método de ver a origem da questão, e poder ressignificar a história, transformando-a em soluções e harmonizando as causas em questões.
O sistema familiar busca equilíbrio e o fluir do amor, da prosperidade, do respeito, do pertencer, da hierarquia. Se, de alguma forma, algum membro do nosso sistema, sai dessas estruturas, alguém da próxima geração busca compensar isso, mesmo que inconscientemente. Por isso, a constelação é um método de diagnóstico, um processo de reorganização e equilíbrio dentro dos sistemas as quais pertencemos.

Quando nos reconciliamos, nos libertamos!
O que pode acontecer numa vivência de Constelação Familiar
Este método terapêutico não requer a presença de toda a família, pois trabalha-se o sistema familiar a partir de uma única pessoa. Podemos realizados individualmente ou grupo, com pessoas que não necessitam se conhecerem entre si. Pode ser feita individualmente no consultório, onde os familiares serão representados por bonecos, ou através de visualizações.

Um breve Caso – agosto/2016
Me sinto travada na vida!
Cliente trouxe a queixa de sua dificuldade de prosperar, de trabalho. A expressão que chamou a atenção foi – Sinto-me travada!
A sua representante, não conseguia se mexer e suas pernas estavam paralisadas de tal forma, que só conseguia mexer vagarosamente uma. O corpo todo torto, e a fala era – Me sinto paralisada, o corpo doe, e as penas não se mexem.
Foi então colocado um representante a sua frente.
Pela leitura corporal pude perceber que tinha algo direto com o pai, foi então que perguntei, aonde está seu pai agora.

A resposta:
– Não tenho pai, não o conheci.
Nesse momento, o representante que estava em frente dela, cai ao chão.
Foram feitos as falas e os movimentos necessários, e então a representante chora, se reconhecem, se aconchegam num momento de carinho e fortalecimentos e pai e filha. Só então ela se levanta e diz.
Agora sim, eu posso respirar e andar!

selmaflavio
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Evangelho do dia



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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O Despertar do Espírito

“O abarrotar de equipamentos eletroeletrônicos criou a fantasia da facilidade, da riqueza, da ambientação num mundo que seria destituído de problemas, ao tempo em que a conquista não tem trabalhado em favor de muitos dos mais graves novos desafios, porque profundos - as dilacerações emocionais.

Face a essa conduta, irrompem na sociedade a violência, a agressividade, o desrespeito ao cidadão, a perda do seu espaço, o medo, a insegurança ameaçadora, a fuga para as fortalezas domésticas, a ansiedade, a desconfiança...”

Espírito Joanna de Ângelis, em “O Despertar do Espírito”, psicografia de Divaldo Franco.
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Padre Fábio de Melo conta que está com síndrome do pânico

Religioso fala dos seus momentos de dificuldades (Reprodução/instagram.com/pefabiodemelo)

Apesar da postura bem humorada nas redes sociais e do discurso sempre positivo em suas apresentações, o padre Fábio de Melo, 46, desabafou no programa “No Ar”, transmitido pela Rádio Globo nesta terça-feira (8), que ele enfrenta uma síndrome do pânico.

Eu sou extremamente aberto a contar minhas fraquezas. Não tenho medo da minha humanidade”, revelou o religioso na atração. “Sei que eu sou afetivamente exigido o tempo todo. Faz parte do meu trabalho. As pessoas quando se aproximam de mim chegam muito afetuosas, muito cheias de histórias, e é claro que é um desgaste natural de tudo aquilo que eu faço”, complementou ele.

Sobre o sucesso que faz na web, Padre Fábio de Melo também comentou que prioriza sempre a sinceridade. “Eu gosto dos personagens que me ajudam no Snap e Instagram a dizer o que nem sempre eu posso diretamente dizer. Mas eu sou eu. Eu não me escondo atrás de ninguém. Eu gosto dessa verdade. A autenticidade é a fatura que a gente tem que pagar com gosto todos os dias”, falou.

fonte
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Oração do dia - Confiança



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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Consciência no processo de cura


Todos nós, de uma forma ou de outra, buscamos tratamento e cura para alguma mazela do corpo físico ou da alma! Porém, esquecemos que a verdadeira cura, vem de dentro...advém da nossa transformação moral, tem origem na nossa crença em Deus, depende de nossa atitude frente aos infortúnios. Não nos esqueçamos que o “processo de iluminação” é precedido pelo “processo de purga”!

Pouco ou nada adianta, procurarmos “centros” e/ou “terreiros”, buscando a nossa cura, se não estamos dispostos a nos analisar e melhorar! Já passamos da época em acreditar em milagres! Só nós podemos nos curar! Lembremo-nos da fala do nosso mestre maior: Jesus.... “Tua fé te curou,...vá e não peques mais.”

Pressupostos importantes para a consciência no processo de cura:

> Todos os males e doenças que refletem em nossos corpos (físico e perispirituais) tem origem no nosso ego em ignorância;

> A decisão sobre a cura está além de nossas possibilidades. Nós, terapeutas, devemos sempre estar prontos para o trabalho, em doação, a qualquer hora, para ajudar quem precise. O débito kármico do paciente poderá ser superado a qualquer momento, no futuro. Logo, trabalhe sem querer ver resultados!

> O mal e as consequentes doenças advém da ilusão de nossa existência separada de Deus. E, a sugestão e a auto-sugestão são, muitas vezes, condições necessárias para oportunizar a cura;

> Ego não cura ego. Persona não cura persona. A cura advém do paciente e do terapeuta saberem invocar o Deus dentro de nós, canalizando as energias fornecidas pela Espiritualidade maior;

> Quem se propõem a ser canal de cura espiritual, deve entender a necessidade de disciplina, reforma íntima, isenção de vícios, e crer que o sucesso no tratamento não está em nossas mãos... Depende da vontade de Deus!;

> A conexão entre o médium e os Espiritos benfeitores, acontece através do chakra da coroa conectado ao chakra cardíaco, e referidas glândulas e plexos nervosos; Portanto, estude anatomia e fisiologia do corpo sutil;

> Quando o pensamento do médium é consciente, sobre o processo de cura, seu conhecimento com fé e boa vontade é que estabelecem a base de sua atuação, potencializado pela Espiritualidade maior, na transmissão das energias curadoras;

> Na prece do “Pai Nosso”, quando: “o pão nosso de cada dia, nos dai hoje...” - Na realidade Jesus, se refere ao “pão do Espírito”, ao “alimento da alma”, que é o “prana ou fluido vital”, que nos dá vida e revigora, necessário ser renovado todos os dias! Todo curador tem que saber disso e refletir sobre isso, para bem agir!

> A verdadeira prece, não acontece com palavras ditas, antes do trabalho....E sim da intenção, ação e prontidão para ser útil, tendo o coração puro, e sempre entendendo que o trabalho seja feito pela vontade do Pai;

> O trabalho do “curador” não se limita somente a limpeza e energização do paciente, também é necessário o consolo, a explicação, a orientação, ou seja: a educação em campo mental, evidenciando a necessidade de transformação moral;

> Não temos dúvidas de que as energias curadoras, advindas dos espíritos benfeitores, passam pelo médium. Mas, ainda, podemos nos questionar: que conteúdos e crenças são indispensáveis estarem na mente do médium para facilitar, e serem potencializados nos processos de cura? E a resposta pode ser: A consciência dos processos de cura, a fé convicta, o amor incondicional e desinteressado em auxiliar o próximo, e o recolhimento em prece, pedindo ser parceiro útil dos espíritos... São esses procedimentos que permitem a transmissão das energias curadoras, advindas de Deus! Logo, a consciência para os processos de cura significa: identificar e entender como essas energias curadoras, passam pelo médium e chegam ao organismo do paciente! Então, ainda nos resta entender: como essas energias curadoras, chegam ao organismo do paciente? E na busca desse entendimento, Marlene Nobre, em “O passe como cura magnética”, cap.14, p.101, nos dá interessante explicação:

“[...] a alma atua no citoplasma da célula. Neste, várias organelas, entre as quais a mitocôndria, o aparelho de Golgi, o centríolo, que são chamados de bióforos, recebem a influência direta do comando mental. São portanto, os fatores internos citoplásmicos que governam as funções complexas do genoma, com mecanismos automáticos e sofisticados. É a alma – o software – no comando dos trilhões de células do organismo, com capacidade de mudar o genoma – o hardware – em qualquer tempo. Sabemos, hoje, com o final da primeira parte do Projeto Genoma (Francis Collins, no livro A Linguagem de Deus), que a revelação está certa. O citoplasma envia ordens de comando ao núcleo celular, pedindo aos genes que sejam expedidas ordens para a fabricação de determinadas proteínas de seu interesse; obedecendo ao comando, eles – os genes – enviam os moldes de RNA que se constituem em mensageiros da resposta e que vão determinar a fabricação solicitada nos ribossomos do próprio citoplasma. Há muita coerência, portanto, entre a revelação feita em 1958 por André Luiz em ‘Evolução em Dois Mundos’ e a constatação da ciência divulgada em fevereiro de 2001, sobre a ascendência do citoplasma no comando da célula. Assim nossos sentimentos, ideias e atos passam a fazer parte dos centros de força, órgãos e células, plasmando os efeitos agradáveis e desagradáveis de nossa produção mental em todos os veículos de apresentação. Do corpo mental às células microscópicas, tudo é exteriorização da vontade do espírito, que tem características únicas. Com relação à circulação das forças radiantes, há ainda um ponto fundamental a ser considerado: a localização do duplo-etéreo no corpo físico.[...] é preciso não esquecer que o períspirito está fortemente radicado no sangue. É justamente aí, na corrente sanguínea, que circula o duplo-etéreo, [...]”

Sobre essa relação entre energias curadoras à serem canalizadas mentalmente para o sangue, André Luiz , em Mecanismos da mediunidade, cap.22, nos fornece excelentes subsídios, em trecho intitulado “Sangue e Fluidoterapia”:

"Sangue e Fluidoterapia - Salientando-se que o sistema hemático no corpo físico representa o conjunto das energias circulantes no corpo espiritual ou psicossoma, energias essas tomadas em princípio pela mente, através da respiração, ao reservatório incomensurável do fluido cósmico, é para ele que nos compete voltar a atenção, no estudo de qualquer processo fluidoterápico de tratamento ou de cura.

Relacionados com os centros psicossomáticos, os variados núcleos da vida sanguínea produzem as grandes coletividades corpusculares das hemácias, dos leucócitos, trombócitos, macrófagos, linfócitos, histiócitos, plasmócitos, monócitos e outras unidades a se dividirem, inteligentemente, em famílias numerosas, movimentando-se em trabalho constante, desde os fulcros geratrizes do baço e da medula óssea, do fígado e dos gânglios, até o âmago dos órgãos.

Fácil entender que todo desregramento de natureza física ou moral faz-se refletir, de imediato, por reações mentais consequentes, sobre as províncias celulares, determinando situações favoráveis ou desfavoráveis ao equilíbrio orgânico.

O pensamento é a força que, devidamente orientada, no sentido de garantir o nível das entidades celulares no reino fisiológico, lhes facilita a migração ou lhes acelera a mobilidade para certos efeitos de preservação ou defensiva, seja na improvisação de elementos combativos e imunológicos ou na impugnação aos processos patogênicos, com a intervenção da consciência profunda.

Deduzimos, sem dificuldade, que se é possível a hipnotização da mente humana, com vistas a certos fins, com mais propriedade operar-se-á a magnetização das entidades corpusculares, para efeitos determinados, no ajustamento das células.[...]”

Esses ensinamentos de André Luiz não nos deixam duvida sobre a possibilidade, de um “bom curador”, canalizar energias de: regeneração, destruição ou transmutação das células produzidas pelo sangue e/ou áreas específicas!

Considerando os ensinamentos de André Luiz, citados em: “Mecanismos da mediunidade”, “Evolução em dois mundos” e “Missionários da Luz”, Marlene Nobre conclui, p. 104:

“[...] Como vemos, o fluido vital estimula a fabricação de maior número de anticorpos, ao mesmo tempo em que favorece o combate aos processos patogênicos, diminuindo-os ou destruindo-os completamente, sendo, portanto, os passes magnéticos, tanto quanto a água fluidificada, bastante indicados para aumentar a eficácia do sistema imunológico. E todos sabemos quanto isso é importante na preservação da saúde mental e física, que inclui a luta contra o câncer e os processos infecciosos em geral. Como não é difícil deduzir, o sistema de defesa do organismo sofre igualmente graves desequilíbrios com os desregramentos de natureza física ou moral da criatura humana; do mesmo modo fica fácil compreender o inverso, o equilíbrio de suas funções nas mentes sadias e cumpridoras de seus deveres espirituais. Esse equilíbrio pode ser detectado em pesquisas médicas recentes, com as quais se constatou que pessoas praticantes de uma religião têm maior defesa imunológica e vivem mais.[...]”

Nossa visão sobre possibilidades de cura pela inoculação do pensamento do curador, também é corroborada no livro “Biologia da crença” de Bruce Lipton. Abaixo uma síntese da “nova biologia – Epigenética:

A Ciência explica o poder do pensamento e sua ação sobre a matéria. Novas e surpreendentes descobertas científicas demonstram que as células do corpo são influenciadas pelo nosso pensamento, ajudando a explicar a reencarnação. O cientista Bruce Lipton, renomado biólogo norte-americano, descreve as reações químicas do processo celular e comprova cientificamente suas descobertas que revolucionaram a biologia. Best-seller nos Estados Unidos, a “Biologia da Crença” é um livro ilustrado, escrito em linguagem simples e direta, repleto de exemplos que demonstram, na prática, como a nova biologia está mudando o modo de pensar de milhares de pessoas em todo o mundo. Os estudos de Lipton foram precursores da “epigenética” – estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética. Sua vasta pesquisa comprova que o DNA é controlado pela energia que emana dos pensamentos, o que simplesmente significa que nossas projeções mentais influenciam diretamente em nossa saúde. Finalmente, o poder do pensamento é evidenciado à luz da ciência: trata-se de um salto quântico, o qual deu origem àquela que está sendo denominada a “nova biologia”.

Centro de Estudos Caminhos da Luz
por Marco Bechara
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Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

378. De que modo a alteração do cérebro reage sobre o Espírito depois da morte?

“Como uma recordação. Um peso oprime o Espírito e, como ele não teve a compreensão de tudo o que se passou durante a sua loucura, sempre se faz mister um certo tempo, a fim de se pôr ao corrente de tudo. Por isso é que, quanto mais durar a loucura no curso da vida terrena, tanto mais lhe durará a incerteza, o constrangimento, depois da morte. Liberto do corpo, o Espírito se ressente, por certo tempo, da impressão dos laços que àquele o prendiam.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Previsões da Semana Astral 07 a 13/08 - Eclipse Total do Amor!



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O meu amor


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Cadeados


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Evangelho do dia



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domingo, 6 de agosto de 2017

Previsões semanal dos signos: de 06 a 12 de agosto



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Evangelho do dia



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sábado, 5 de agosto de 2017

Oração do dia



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Colheita


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Escapamos da morte


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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Árvores despedaçadas


A tormenta agressiva atravessou a árvore, despedaçando-a, e prosseguiu rugindo, em desalinho.

A árvore ferida, no entanto, segura de si através da seiva, respondeu ao golpe violento derramando óleo perfumado pelo corte, e em breve, reverdecida, se multiplicou em flores e frutos. Era a resposta da paz da natureza ao rigor do desespero das forças desgovernadas...

Quantas vezes somos despedaçados pelas tempestades dos dias. Elas chegam, muitas vezes, sem avisar. Não temos tempo nem de observá-las em aproximação no horizonte. Inundam nossas raízes, carregam as folhas mais frágeis e nos cortam, ferindo-nos profundamente. Tormentas fazem parte desse mundo, assim como os dias de sol, alternando-se descompassadamente, tal como o clima interno no coração dos homens. Porém, a natureza, que sempre nos traz ricas lições, apresenta-nos uma proposta dignificante. A árvore que está segura de si, através de sua seiva, derrama perfume pelo local do corte, e se revigora em tempo breve. A alma que está segura de si, segura de seus destinos futuros, segura do amparo do Pai e certa de que as tormentas são necessárias, apresenta em seu interior uma seiva poderosa, rica, que a alimenta em abundância. Assim, sabe se recuperar sempre que preciso, mesmo que ofendida e maltratada. E sua resposta às agressões do mundo é a outra face, a face da paz de espírito.

Não permitamos que as forças desgovernadas do planeta em guerra nos façam pequenos, através da infelicidade que nos causam. A árvore continua crescendo após suportar a tormenta, e cresce mais forte, mais resistente. Mantenhamos os galhos voltados para o alto, assim como faz a araucária, recebendo o auxílio do Criador sempre que necessário. Mantenhamo-nos confiantes do nosso destino futuro: a felicidade. E trabalhemos, incansavelmente, por alcançá-lo. Se percebermos que as coisas fogem do nosso controle, lembremos que, na verdade, muitas coisas estão além de nossa compreensão atual. Não podemos controlar tudo. Aceitemos. Mas, não numa postura derrotista e paralisante. Aceitemos compreendendo, aceitemos trabalhando, com fé e com a esperança de que tudo passa. Quando alvejado pelas loucuras do globo em transição, respondamos com o perfume da compreensão, da calma, da paciência.

Se vivemos tempos de luta constante, é sinal de que uma grande mudança se aproxima. Observemos, aprendamos, entendamos o que as adversidades querem dizer em altos brados ao nosso coração aprendiz. O que faz uma árvore majestosa e forte não são os dias de sol que desfruta, mas sim os dias de vento e chuva que lhe desafiam a capacidade de se manter em pé. Flores e frutos chegam quando menos se espera. Ninguém sabe o tempo exato da colheita, a não ser o grande Semeador, que é nosso Pai Maior.

Lembremo-nos de que Ele está no comando de tudo.

Redação do Momento Espírita, com transcrição do cap. Junho,
item 27, do livro Poemas de paz, pelo Espírito Simbá,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 3.8.2017.
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O Sublime Peregrino


“O menino Jesus sentia dificuldades para estudar à maneira dos alunos comuns, que aceitam e decoram, sem protestos, tudo o que lhes diz o mestre-escola. Custava-lhe absorver-se na nomenclatura convencional do mundo, quanto ao sistema primitivo de memorização maquinal. Assim, ele mal tomava contato com as lições áridas da escola hebraica, quase desatento aos símbolos das ciências terrenas, nos quais seu espírito ilimitado sentia-se embaraçado, como pequeninas teias que lhe cerceavam o voo pelo Cosmo. No entanto, à simples observação de uma bolota, ele concebia o carvalho florescente e ante o fiapo de nuvem que passava célere pelo céu, não lhe era difícil antever o fragor da tempestade.”

Espírito Ramatís na obra “O Sublime Peregrino”, psicografia de Hercílio Maes.
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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Conquistas


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“Farinha do mesmo saco”

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;” (Rm. 3:23)

A expressão popular refere-se a iguais que estão juntos. Pode ser pejorativa ou selecionadora. Esse texto da Carta aos Romanos aponta para várias configurações “separatistas” no contexto: 1- o rito religioso; 2-a verdade de cada um; 3-a incompreensão sobre a vontade de Deus; e, resumidamente seremos ou somos avaliados em igual condição (11- 22). Diria que uma atenta leitura do texto pode esclarecer a questão. A revelação bíblica é de que há uma igualdade ainda não bem entendida ou aceita.

Por este tempo pessoas pensam em separações, classificando, de uma forma ou de outra as outras pessoas, quer pela autoridade de que se revestem ou por eventuais simpatias partidárias; por paixão do seu time; pela opção sexual; pela cor; e ainda, pelo local de moradia, e etc. e tal. O fato é que, ainda estamos vivendo tempos de declarações discriminatórias.

O Jornal Extra, em sua página Casos de Polícia, de 28/07/17 aborda essa situação com o tema Um Rio de ódio, informando sobre diferentes manifestações – terreiro de candomblé é atacado com pedras, ovos e legumes podres; jogadores de futebol chamados de “comedores de banana”; mulher negra tida como ladra em um supermercado; e vai por aí… Eu tenho mostrado para minha esposa o quanto a discriminação racial é gritante, até por vários momentos que tenho vivido, e pior, até em nosso meio cristão.

A afirmativa de que “todos somos farinha do mesmo saco”, se dá pela declaração que conclui esse texto: “porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas; isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há distinção. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus “(20-24).

“Todos pecaram” coloca todos na mesma condição sem olhar raças, círculo social, condição financeira ou se desse ou daquele outro credo religioso. Todos farinha do mesmo saco, sem que haja saco algum com pessoas selecionadas, se melhores ou piores; se salvas ou perdidas. Há sim o condicionamento pela fé salvadora no único Salvador que é Jesus Cristo.

O fato bíblico faz suas considerações e observações, porém, há um enfrentamento preparado para todos, conforme Mt. 25:31- 34: “Quando, pois, vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; e, o Julgamento do Grande Trono Branco – “E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” (Ap 20:11-15).

“Farinha do mesmo saco” todos somos, pois, reprovados por Deus todos estamos. Se salvos ou perdidos, firmados estamos no que fazemos, sentimos e vivemos. Entendimentos à parte, antes de julgar temos o dever de “amar ao Senhor Deus de todo o coração, de toda a alma, de toda a nossa força e de todo o nosso entendimento, e ao nosso próximo como a nós mesmo”…Dibemcomavida!

Pr. Mário Silva
Igreja Batista Central de Italva-RJ
prmarisil@gmail.com
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