sexta-feira, 25 de maio de 2018

A perda de um animal de estimação


Recém-acometido pelo processo de perder um grande companheiro de estimação, um amigão canino, que já estava há pelo menos 10 anos no seio da família e, portanto, tornando-se parte desta, refleti muito sobre todos os estudos e conhecimentos adquiridos, ainda que limitados, e tentei refletir sobre o ocorrido, tentando encontrar interpretações consoladoras, tais quais nossa Doutrina Espírita.

Como sabemos, os animais possuem espírito sim, porém são espíritos que têm características diferentes das nossas, já que estão num nível anterior de evolução. Estes espíritos não encarnam com provas e expiações de cunho moral e ainda não carregam uma bagagem existencial de seus atos praticados em vivências anteriores; portanto, não têm reajustes e nem reparos a ser realizados, o que já é uma mensagem muito otimista, já que nossos amados animais não poderão ser cobrados por vasos que destruíram, por sofás rasgados, pelas mordidas e arranhões praticados e nem por aquele dia de loucura que todos eles têm e que sempre ocasiona uma série de danos.

Então qual é o objetivo da jornada destes espíritos aqui entre nós, encarnados? Talvez, além de vivenciarem o reino animal, desenvolverem funções de automatismo em relação à alimentação e sobrevivência, conviverem “em família” com seres humanos e mais uma série de coisas que fogem ao nosso conhecimento, acredito seriamente que eles também venham, além de aprender, para nos ensinar, o que seria de certa forma, parte de suas missões.

Quando bem tratados, recebedores de nosso amor, carinho e atenção, tornam-se verdadeiros instrutores sobre estes sentimentos. Não se alteram como nós por acontecimentos do dia a dia, não são envolvidos pelo materialismo e nem por egocentrismos, não perdem a paciência por conta de problemas emocionais ou financeiros; pelo contrário, parece que sempre estão num estado “receptivo” constante a espera por nós, por nossas brincadeiras, por nossos afagos, enfim por nossa presença aos seus lados. Manifestam amor e carinho de forma incondicional e, por muitas vezes, o simples fato de estarmos com eles, traz-nos mais tranquilidade, mais paz, uma sensação de estarmos recebendo um colo aconchegante.

Mas, enfim, chegado o dia da separação com nossos amados animais, como devemos enfrentar a situação?
Devemos encarar como um desencarne humano com menos complicações, porém que exige de nós alguns cuidados. Serenidade inicial para controlarmos o nosso egoísmo e ao invés de acharmos que estamos perdendo o “nosso” companheiro, perceber que o mesmo estará se libertando de seu corpo físico, sem nenhum tipo de frustração ou demérito, por não ter necessidades provacionais. Que assim como nós, existe o amparo espiritual para eles, mas que, se ficarmos nos apegando de forma emocional negativa, negando-nos a aceitar o desencarne deles, estaremos atrapalhando o processo do desenlace de seus espíritos dos corpos já moribundos. Então tenhamos tranquilidade e lembremos que os desígnios de Deus são perfeitos, inclusive para eles.

Recordemos sim, com alegria e felicidade dos momentos vividos juntos e agradeçamos ao Senhor por isto. Oremos também por eles, isto não é blasfêmia, afinal, tudo que emana do amor é puro! Oremos sim, para que eles sejam bem recebidos no plano espiritual, que, se for necessário, que nos acompanhem por mais algum tempo, mesmo que não percebamos isto. Oremos para que caso eles necessitem permanecer como animais no plano espiritual, que possam ser úteis, que possam ser felizes e até trabalhar por lá ou quem sabe reencarnar e voltar ao nosso lar...

Dignifiquemos tudo de bom que nos trouxeram e desejemos que prossigam na jornada evolutiva, da maneira mais conveniente e adequada para eles, de acordo com o planejamento divino.

Fonte: André Franchi/ Blog Letra Espírita
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Orgulho


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O corpo é um reflexo da mente


Podemos então concluir que, diante de tudo quanto já abordamos, é compreensível dizer que a quebra da harmonia cerebral, em conseqüência de compulsoriamente se arredarem das aglutinações celulares do campo fisiológico os princípios do corpo espiritual, essas aglutinações ficam, então, desordenadas em sua estrutura e atividades normais, podendo surgir tumores e hemorragias conseqüentes de fenômenos mórbidos assediando a mente, porque o cérebro é o instrumento que traduz essa mente, manancial de nossos pensamentos, e é por isso que a dor do remorso não permite fácil acesso à esfera superior do organismo perispírito, onde se erguem as manifestações da consciência divina. O cérebro real é aparelho dos mais complexos, em que nosso “eu” reflete a vida.

Examinando o organismo que modela as manifestações do campo físico, reconheceremos que a célula nervosa é entidade de natureza elétrica que, diariamente, se nutre de combustível adequado. Há neurônios sensitivos, motores, intermediários e reflexos.
Existem os que recebem as sensações exteriores e os que recolhem as impressões da consciência. Em todo o cosmo celular agitam-se interruptores e condutores, elementos de emissão e de recepção. A mente é a orientadora desse universo microscópico, em que bilhões de corpúsculos e energias multiformes se consagram a seu serviço. Dela emanam as correntes da vontade, determinando vasta rede de estímulos, reagindo ante as exigências da paisagem externa, ou atendendo às sugestões das zonas interiores.

Colocada entre objetivo e subjetivo, é obrigada, pela lei divina, a aprender, verificar, escolher, repelir, aceitar, recolher, guardar, enriquecer-se, iluminar-se, progredir sempre.
Ainda que permaneça aparentemente estacionária, a mente prossegue seu caminho, sem recuos, sob atuação das forças visíveis ou invisíveis.
Lembremos que toda a energia gerada tem que se manter de forma bem equilibrada, porque tanto o bloqueio do fluxo de energia quanto o excesso desse fluxo podem produzir desequilíbrios e, conseqüentemente, uma doença física.

Hoje, ainda não encontramos na medicina tradicional os recursos necessários para esse entendimento, mas felizmente, surgem na atualidade novas opções terapêuticas, tanto no campo da psicologia como na chamada medicina alternativa, com estudos que comprovam a cura de determinadas patologias através dessas novas abordagens, como é o caso das técnicas de regressão de memória.
Assim sendo, observemos a necessidade de nos reunir cada vez mais para estudar sob esta nova visão, pois somente quando os homens da ciência se permitirem, com mais flexibilidade, atravessar a porta do entendimento do amor, como homens comuns e de fé, é que conseguiremos chegar mais rapidamente à solução de enfermidades que até os dias atuais a ciência não consegue equacionar.
Trabalhando as energias de forma positiva

Por Wagner Borges Leia mais no site www.ippb.org.br

Antes de mais nada, eleve o pensamento ao Alto e abra o coração na sintonia da fraternidade. Pense no bem de todos os seres. Imagine que o seu corpo é todo feito de água. No alto da sua cabeça, no chacra coronário, pingam gotas luminosas vindas do Alto.
Quando essas gotas tocam o seu “corpo d’água”, elas reverberam nele como quando jogamos pedrinhas em um lago de águas calmas. E essas reverberações luminosas vão se expandindo suavemente para além da extensão de seu corpo e alcançando seus familiares, as pessoas de suas relações e expandindo-se para toda a humanidade. Essas reverberações seguem carregadas de puro sentimento e vão melhorando as pessoas que são tocadas por elas.

Visualização criativa
Posição física: deitado em decúbito dorsal, com as mãos relaxadas e voltadas para cima.
Perspectiva psíquica: consciência aberta, coração generoso e vontade de ser pacífico e feliz.
Objetivo: simplesmente soltar-se no fluxo natural das energias e afrouxar a tensão psicofísica.
Resultado: inspiração, alegria interna, relaxamento, aumento da criatividade e descanso mental.

1. Leve a atenção pacificamente para a planta do pé esquerdo e visualize ali o surgimento de uma rosa amarela em botão. Suavemente, vá desabrochando até abri-la completamente.
2. Faça a mesma coisa na planta do pé direito.
3. Permaneça carinhosamente prestando atenção nessas duas rosas abertas nas plantas dos pés por cerca de 1 minuto.
4. Leve a atenção para as palmas das mãos e também visualize nelas a abertura de duas rosas amarelas. Fique assim por 1 minuto.
5. A seguir, visualize mais duas rosas amarelas desabrochando, dessa feita, nos dois ouvidos. Fique assim por 1 minuto.
6. Leve a atenção para o chacra coronário (situado no meio do alto da cabeça) e visualize surgindo de dentro dele apenas uma imensa flor amarela. Ela desabrocha no alto da cabeça, mas o seu talo está baseado na glândula pineal (epífise), situada no interior da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Fique assim por cerca de 2 minutos.
7. Finalmente, leve a atenção para o centro do peito (chacra cardíaco) e também faça surgir ali uma imensa rosa amarela.
Enquanto ela desabrocha, pense ternamente em amor, luz, alegria e paz para todos os seres de todas as dimensões. Fique assim por vários minutos.
8. Sinta-se bem e agradeça silenciosamente aquele Amor Onipresente que permeia a tudo e a todos.
9. Por favor, e por amor, faça isso com simplicidade, lucidez e alegria. Não deixe seu ego capturar seu bom humor no alçapão da ansiedade. Trabalhe com serenidade e exonere carinhosamente suas angústias internas.

Viver aqui na Terra não é fácil. Mas, é possível entrarmos na sintonia da harmonia íntima usando as flores de nossos pensamentos criativos a favor da paz, de nós e de todos! Faça essa prática simples todos os dias. Seja feliz, pois, apesar dos problemas diários, viver ainda é uma maravilha. Precisamos seguir e sorrir...

Dentro ou fora do corpo, somos imortais! Isso é motivo de uma grande alegria.
Alguém pode assassinar ou atropelar nosso corpo, mas continuaremos vivos, em frente, sempre... Que essa simples prática possa ser em você a síntese de PAZ e LUZ em todos os seus pensamentos, sentimentos e energias.
Sem mais palavras:
AMOR, AMOR, AMOR...

Esta prática pode ser feita sentado, desde que as plantas dos pés não estejam aderidas ao chão e as mãos estejam com as palmas livres.
Postado por Daniel de Almeida Giroto às 10:57

TDM e MAGNETISMO
por Nilza Garcia
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Decepção


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Estado de saúde de Zíbia Gasparetto


Zibia Gasparetto continua internada com a mesma doença que matou seu filho Luiz !

A autora brasileira mundialmente conhecida e seu filho foram diagnosticados com uma grave doença.
Mesmo quem não gosta ou simplesmente nunca leu um livro espirita já ouviu falar em Zíbia Gasparetto. A autora é mundialmente conhecida por seus best sellers e já teve vários Livros transformados em peças teatrais no Brasil. Ao todo a escritora já escreveu mais de 30 livros. A maior parte deles teria sido ditado por um espírito que Zíbia diz que se comunica com ela e lhe conta histórias reais do passado.

https://br.blastingnews.com/tv-famosos/2018/05/zibia-gasparetto-con...

fonte
por Henrique
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A vida é uma sucessão de dias diferentes


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Evangelho do dia



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terça-feira, 22 de maio de 2018

Santificação maternal


Quando percebeste as sublimes vibrações da maternidade no teu seio, foste tomada pela aflição, considerando-se a magnitude do evento para o qual não te sentias preparada.

Não desejavas um filho, nem esperavas que o incidente sexual de que participaste, resultasse na concepção...

De imediato surgiu-te a ideia infeliz do aborto criminoso como solução para o que se te apresentava como problema desafiador.

Anelavas por um futuro rico de oportunidades e de triunfos, o que então se tornaria difícil em razão da presença do filhinho não programado e que nasceria em circunstâncias desfavoráveis.

Quando comunicaste ao companheiro responsável pela tua gravidez, de maneira cruel e cínica, ele escusou-se a qualquer responsabilidade, informando que eras adulta e conhecias os métodos impeditivos da concepção, havendo-te permitido a fecundação com intenções secundárias e infamantes...

A seguir, desapareceu da tua existência, deixando-te abatida e insegura, dominada pelo medo de enfrentar a família e a sociedade que te não compreenderiam a conduta.

Felizmente, na circunstância aflitiva, resolveste buscar refúgio na oração em que leniste a alma sofrida, tomando a decisão de prosseguir corajosamente.

Aqueles eram dias de muita hipocrisia e intolerância.

Nada obstante, aceitaste o desafio, pagando o preço da atitude impensada, quando te facultaste a comunhão sexual irresponsável, e enfrentaste todos os empecilhos que se te apresentaram...

...E renasceu nos teus braços o anjo filial que santificou a tua maternidade.

Embora as dificuldades que advieram, os sacrifícios que te impuseste na condição de mãe solteira e solitária, conseguiste avançar com decisão, amparando o filhinho amado que se transformou na razão mais nobre da tua atual existência.

Transformaste as noites insones ao seu lado febril em experiências de iluminação, entregue ao desvelo e à meditação.

Acompanhaste todos os teus passos inseguros e tentativas de crescimento, oferecendo-lhe ternura, autoconfiança e amor.

O tempo transcorreu lento, mas feliz.

Hoje, quando recordas a jornada vivenciada, emocionas-te e agradeces a Deus haver-te concedido a bênção da maternidade, que soubeste santificar através do amor e da abnegação.

Nunca te arrependeste da decisão de tornar-te mãe.

Aureolada pelos júbilos do dever cumprido, sorris, jubilosamente, e, ditosa, bendizes o filhinho que se transformou em cidadão e ao teu lado está construindo o mundo novo de esperanças e realizações edificantes pelo qual todos lutamos.

Deus te abençoe, mãe abnegada e feliz!

*

A maternidade, em qualquer circunstância em que se apresente, é dádiva sublime do amor de Deus para todas as criaturas.

Por mais perversa apresente-se a situação em que se concebeu, jamais se permita o aborto criminoso, ceifando a vida do ser inocente que necessita experienciar a oportunidade de crescimento para Deus e para si mesmo.

Ser mãe é tornar-se cocriadora com a Divindade, em sublime oportunidade de santificação.

Viver, portanto, a maternidade em todas as suas expressões, é conquista sublime da criatura humana no seu processo antropopsicológico da evolução.

Divaldo Pereira Franco. Pelo Espírito Amélia Rodrigues. Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na manhã de 4 de março de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, BA. Fonte: http://www.divaldofranco.com.br/mensagens.php?not=226.
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O amor é fundamental


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Guarda a Paciência


"Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a Vontade de Deus, possais alcançar a promessa." Paulo (Hebreus, 10: 36)

Provavelmente estarás retendo, há muito tempo, a esperança torturada.

Desejarias que a resposta do mundo aos teus anseios surgisse, imediata, agasalhando-te o coração entretanto, que paz desfrutarias no triunfo aparente dos próprios sonhos, sem resgatares os débitos que te encadeiam ao problema e à dificuldade?

Como repousar, ante a exigência do credor que nos requisita?

Descansará o delinqüente, antes da justa reparação à falta cometida?

Sabes que o destino materializar-te-á os planos de ventura, que a vitória te coroará, enfim, a senda de luta, mas reconheceste preso ao círculo de certas obrigações.

O lar convertido em forja de angústia...

A instituição a que serves, onde sofres a intromissão da calúnia ou o golpe da crueldade...

O parente a que deves respeito e carinho, do qual recolhes menosprezo e ingratidão...

A rede dos obstáculos...

A conspiração das sombras...

A perseguição gratuita, a enfermidade do corpo, a imposição do ambiente...

Se as provas te encarceram nas grades constringentes do dever a cumprir, tem paciência e satisfaze as obrigações a que te enlaçaste!...

Não renuncies ao trabalho renovador!

Recorda que a Vontade de Deus se expressa, cada hora, nas circunstâncias que nos cercam! Paguemos nossas contas com a sombra, para que a Luz nos favoreça!

Em verdade, alcançaremos a concretização dos nossos projetos de felicidade, mas, antes disso, é necessário liquidar com paciência as dívidas que contraímos perante a Lei.

XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 129.
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Decisões


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A misericórdia de Deus


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Evangelho do dia



fonte
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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Facciosismo


"Mas se tendes amarga inveja e sentimento faccioso, em vosso coração, não vos glorieis nem mintais contra a verdade." - (TIAGO, 3:14.)

Toda escola religiosa apresenta valores inconfundíveis ao homem de boa-vontade.

Não obstante os abusos do sacerdócio, a exploração inferior do elemento humano e as fantasias do culto exterior, o coração sincero beneficiar-se-á amplamente, na fonte da fé, iluminando-se para encontrar a Consciência Divina em si mesmo.

Mas, em todo instituto religioso, propriamente humano, há que evitar um perigo - o sentimento faccioso, que adia, indefinidamente, as mais sublimes edificações espirituais.

Católicos, protestantes, espiritistas, todos eles se movimentam, ameaçados pelo monstro da separação, como se o pensamento religioso traduzisse fermento da discórdia.

Infelizmente, é muito grande o número de orientadores encarnados que se deixam dominar por suas garras perturbadoras. Espessos obstáculos impedem a visão da maioria.

Querem todos que Deus lhes pertença, mas não cogitam de pertencer a Deus.

Que todo aprendiz do Cristo esteja preparado a resistir ao mal; é imprescindível, porém, que compreenda a paternidade divina por sagrada herança de todas as criaturas, reconhecendo que, na Casa do Pai, a única diferença entre os homens é a que se mede pelo esforço nobre de cada um.

XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz. Pelo Espírito Emmanuel. 14.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1996. Capítulo 36.
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Levamos da vida só o que nos toca


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Um sábio ambicioso


Posto nunca tivesse provado as cruciantes angústias da miséria, a Sra. B..., de Bordéus, teve uma vida de martírios físicos, em conseqüência de inumerável série de moléstias mais ou menos graves, a contar da idade de 5 meses. Vivendo 70 anos, quase que anualmente batia às portas do túmulo. Três vezes envenenada pela terapêutica de uma ciência experimental e duvidosa, em ensaios feitos sobre o seu organismo e temperamento, arruinada, ao demais, pelos remédios tanto quanto pela doença, assim viveu entregue a sofrimentos intoleráveis, que nada podia atenuar. Uma sua filha, espírita-cristã e médium pedia sempre a Deus para suavizar-lhe as cruéis provações. Foi porém aconselhada pelo seu guia a pedir simplesmente a fortaleza, a calma, a resignação para as suportar, fazendo acompanhar esse conselho das seguintes instruções:

"Nessa vida tudo tem sua razão de ser: não há um só dos vossos sofrimentos, que não corresponda aos sofrimentos por vós causados; não há um só dos vossos excessos que não tenha por conseqüência uma privação; não há uma só lágrima a destilar dos olhos, que não seja destinada a lavar uma falta, um crime qualquer.

"Suportai, portanto, com paciência e resignação as dores físicas e morais, por mais cruéis que elas se vos afigurem. Imaginai o trabalhador que, amortecidos os membros pela fadiga, prossegue no trabalho, porque tem diante de si a dourada espiga, outros tantos frutos da sua perseverança. Assim, a sorte do infeliz que sofre nesse mundo; a aspiração da felicidade, que deve constituir-se em fruto de sua paciência, torná-lo-á resistente às dores efêmeras da Humanidade. Eis o que se dá com tua mãe. Cada uma das suas dores acolhida como expiatória, corresponde à extinção de uma nódoa do passado; e quanto mais cedo as nódoas todas se extinguirem, tanto mais breve ela será feliz.

"A falta de resignação esteriliza o sofrimento, que, por isso mesmo, teria de ser recomeçado. Convém-lhe, pois, a coragem e a resignação, e o que se faz preciso é pedir a Deus e aos bons Espíritos que lha concedam. Tua mãe foi outrora um bom médico, vivendo num meio em que fácil se lhe tornava o bem-estar, e no qual lhe não faltaram dons nem homenagens. Sem ser filantrópico, e, por conseguinte, sem visar o alívio dos seus irmãos, mas cioso de glória e fortuna quis atingir o apogeu da Ciência, para aumentar a reputação e a clientela. E na consecução de tal propósito não havia consideração que o detivesse.

"Porque previa um estudo nas convulsões que investigava, sua mãe era martirizada no leito de sofrimentos, enquanto que o filho se submetia a experiências que deveriam explicar uns tantos fenômenos; aos velhos abreviava os dias e aos homens vigorosos enfraquecia com ensaios tendentes a comprovar a ação de tal ou qual medicamento. E todas essas experiências eram tentadas sem que o infeliz paciente delas soubesse ou sequer desconfiasse. A satisfação da cupidez e do orgulho, a sede de ouro e de renome, foram os móveis de tal conduta. Foram precisos séculos de provações terríveis para domar esse Espírito ambicioso e cheio de orgulho, até que o arrependimento iniciasse a obra de regeneração. Agora termina a reparação, visto como as provas dessa última encarnação podem dizer-se suaves relativamente às que já suportou. Coragem, pois, porque se o castigo foi longo e cruel, grande será a recompensa à resignação, à paciência, à humildade.

"Coragem, a todos vós que sofreis; considerai a brevidade da existência material, pensai nas alegrias eternas.

"Invocai a esperança, a dedicada amiga dos sofredores; a fé, sua irmã, que vos mostra o céu, onde com aquela podeis penetrar antecipadamente. Atrai também a vós esses amigos que o Senhor vos faculta, amigos que vos cercam, que vos sustentam e amam, e cuja solicitude constante vos reconduz para junto dAquele a quem haveis ofendido, transgredindo as suas leis."

Nota - Depois de haver desencarnado, a Sra. B... veio dar, tanto por sua filha como na Sociedade de Paris, muitas comunicações, nas quais se refletem as qualidades mais elevadas, confirmando os seus antecedentes.

KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. FEB. Capítulo 8. Segunda parte. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br.
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Guarde só o que lhe faz crescer


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Atmosfera de amor em casa


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domingo, 20 de maio de 2018

Pacto de amor universal


Pede a evolução para que você se faça veterano da experiência terrestre. Não se amedronte diante do erro, mas não caminhe desprevenido.

A estrada humana conserva armadilhas, a cada passo, colhendo almas invigilantes, contudo, só na crosta planetária obterá você as conquistas que lhe melhorem o ser à luz da imortalidade.

Há espíritos que, por muitas vezes, partem da carne através da morte e à carne voltam através de berço, quais estátuas inermes que, depois de enterradas durante séculos, volvem ao exame de outrem, sem qualquer aspecto novo que lhes altere os esgares fixos.

Domine as próprias tendências inferiores que lhe pareçam insubjugáveis.

Você é soberanamente livre na intimidade do próprio espírito.

Apenas você decifrará os enigmas que transporta na consciência.

Somente você destorcerá as meadas de sombra que lhe surjam no pensamento.

Não tente sufocar a sua sede de infinito, porém, não se renda às ilusões da maioria.

Se a taça das espetaculares vitórias humanas quase sempre se destaca repleta de lágrimas alheias, a taça das legítimas vitórias do espírito transborda suor individual.

Você será sempre o principal sobrevivente de seus dias.

A sepultura é o nível das medidas terrenas, mas a vida é multiface, no Mais Além; à vista disso, na realidade substancial as suas atitudes e ações meritórias é que constituem a base de sua felicidade e a sua prédica irresistível.

Cale gemidos e suspiros frustrados, decidindo-se a realmente servir.

O amor puro é a síntese de todas as harmonias conhecidas

A fraternidade é o pacto de Amor Universal entre todas as criaturas perante o Criador.

Nossa alegria somente viceja em conjunto com a alegria de muitos.

De que vale a alguém o título de herói numa tragédia? Onde o benefício de uma santidade que terá brilhado no deserto, sem ser útil a ninguém?

Com o Espiritismo nasceu na Terra a fé raciocinada.

Você, portanto, interiormente está livre para ajudar a você mesmo, consciente qual se encontra de que auxiliar com desinteresse aos outros é interpretar vivamente a filosofia de Cristo e consolidar a segurança do próprio bem.

Pelo Espírito André Luiz
XAVIER, Francisco Cândido. Ideal Espírita. Espíritos Diversos. CEC.
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Felicidade


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Na esfera íntima


"Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons dispensadores da multiforme graça de Deus." Pedro (I Pedro, 4:10)

A vida é máquina divina da qual todos os seres são peças importantes, e a cooperação é o fator essencial na produção da harmonia e do bem para todos.

Nada existe sem significação.

Ninguém é inútil.

Cada criatura recebeu determinado talento da Providência Divina para servir no mundo e para receber do mundo o salário da elevação.

Velho ou moço, com saúde do corpo ou sem ela, recorda que é necessário movimentar o dom que recebeste do Senhor, para avançares na direção da Grande Luz.

Ninguém é tão pobre que nada possa dar de si mesmo.

O próprio paralítico, atado ao catre da enfermidade, pode fornecer aos outros a paciência e a calma, em forma de paz e resignação.

Não olvides, pois, o trabalho que o Céu te conferiu e foge à preocupação de interferir na tarefa do próximo, a pretexto de ajudar.

Quem cumpre o dever que lhe é próprio, age naturalmente a benefício do equilíbrio geral.

Muitas vezes, acreditando fazer mais corretamente que os outros o serviço que lhes compete, não somos senão agentes de desarmonia e perturbação.

Onde estivermos, atendamos com diligência e nobreza à missão que a vida nos oferece.

Lembra-te de que as horas são as mesmas para todos e de que o tempo é o nosso silencioso e inflexível julgador.

Ontem, hoje e amanhã são três fases do caminho único.

Todo dia é ocasião de semear e colher.

Observemos, assim, a tarefa que nos cabe e recordemos a palavra do Evangelho: - "Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons dispensadores da multiforme graça de Deus", para que a graça de Deus nos enriqueça de novas graças.

XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 130.
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Dê-se tempo


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A fé dentro de você


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Evangelho do dia



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sábado, 19 de maio de 2018

Uma paga de amor


Quando a chispa do ódio lavrou o Incêndio da malquerença, deixaste-te carbonizar pelas chamas do desespero...

Quando o veneno da intriga te visitou a casa do coração, permitiste-te a revolta que se converteu em injustificada aflição...

Quando o chicote da calúnia estrugiu nas tuas intenções nobres, concedeste-te a insensatez do desânimo que se transformou em enfermidade difícil...

Quando a nuvem da discórdia sombreou o grupo feliz das tuas amizades, julgaste-te abandonado, destroçando os planos superiores da edificação da alegria, onde armazenavas sonhos para o futuro...

Quando o fel do ciúme tisnou o sol do amor que te iluminava, resvalaste na alucinação morbífica que te aniquilou as mais belas expressões de amparo pelo caminho redentor...

Quando o ácido da irritabilidade alheia te foi atirado à face, foste dominado pela fúria da reação desvairada, fazendo-te perder abençoada ocasião de ajudar...

*

Tudo porque esqueceste da justa e necessária dose de amor.

Uma baga apenas teria sido suficiente.

Se amasses, todavia, com legítima qualidade de amor, o ódio cederia lugar à expectativa do bem, a intriga se desagregaria, a calúnia seria dissipada, a discórdia se apaziguaria, o ciúme se teria anulado, a irritabilidade se dulcificaria e a vida, então, adquiriria a sua santificante finalidade.

Com a moeda do amor se adquirem todos os bens da Terra e os incomparáveis tesouros do Céu.

O amor persevera - insistindo nos propósitos superiores que o vitalizam. Convence - produzindo pela fôrça da sua magnitude a excelência dos seus propósitos.

Transforma - pela natureza dulcificadora de que se constitui.

Dignifica - em razão do conteúdo de que se faz mensageiro.

Liberta - por ser o poder da vida de Deus transladada para tôda a Criação.

O amor - alma da vida e vida da alma -é a canção de felicidade que vibra do Céu na direção da Terra, sem encontrar, por enquanto, ouvidos atentos que lhe registrem a incomparável melodia, de modo a se transformar em harmonia envolvente que penetra até onde cheguem as suas ressonâncias...

*

Ele se misturou às massas sofridas, e era a Saúde por Excelência; se submeteu a arbitrário interrogatório, e era Juiz Supremo; se permitiu martírio infamante, e era o Embaixador Sublime de Deus; se deixou assassinar, e era a Vida Abundante - por amor. E pelo amor retornou aos que o não amaram para ensinar a supremacia da Verdade sobre a ignorância e do bem sobre o mal, oferecendo-se pelos séculos porvindouros, porque o amor é a manifestação de Deus penetrando tudo e tudo sublimando.

*

"Tratai todos os homens como quereríeis que eles vos tratassem". Lucas: capítulo 6º, versículo 31.

*

"Não acrediteis na esterilidade e no endurecimento do coração humano; ao amor verdadeiro, êle, a seu mau grado, cede. É um Imã a que não lhe é possível resistir". Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 11º - Item 9, parágrafo 5.

FRANCO, Divaldo Pereira. Florações Evangélicas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 40.
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Não fazer o mal


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Os últimos serão os primeiros


O obreiro da última hora tem direito ao salário, mas é preciso que a sua boavontade o haja conservado à disposição daquele que o tinha de empregar e que o seu retardamento não seja fruto da preguiça ou da má-vontade. Tem ele direito ao salário, porque desde a alvorada esperava com impaciência aquele que por fim o chamaria para o trabalho. Laborioso, apenas lhe faltava o labor.

Se, porém, se houvesse negado ao trabalho a qualquer hora do dia; se houvesse dito: "tenhamos paciência, o repouso me é agradável; quando soar a última hora é que será tempo de pensar no salário do dia; que necessidade tenho de me incomodar por um patrão a quem não conheço e não estimo! quanto mais tarde, melhor"; esse tal, meus amigos, não teria tido o salário do obreiro, mas o da preguiça.

Que dizer, então, daquele que, em vez de apenas se conservar inativo, haja empregado as horas destinadas ao labor do dia em praticar atos culposos; que haja blasfemado de Deus, derramado o sangue de seus irmãos, lançado a perturbação nas famílias, arruinado os que nele confiaram, abusado da inocência, que, enfim, se haja cevado em todas as ignominias da Humanidade? Que será desse? Bastar-lhe-á dizer à última hora: Senhor, empreguei mal o meu tempo; toma-me até ao fim do dia, para que eu execute um pouco, embora bem pouco, da minha tarefa, e dá-me o salário do trabalhador de boa vontade? Não, não; o Senhor lhe dirá: "Não tenho presentemente trabalho para te dar; malbarataste o teu tempo; esqueceste o que havias aprendido; já não sabes trabalhar na minha vinha. Recomeça, portanto, a aprender, quando te achares mais bem disposto, vem ter comigo e eu te franquearei o meu vasto campo, onde poderás trabalhar a qualquer hora do dia.

Bons espíritas, meus bem-amados, sois todos obreiros da última hora. Bem orgulhoso seria aquele que dissesse: Comecei o trabalho ao alvorecer do dia e só o terminarei ao anoitecer. Todos viestes quando fostes chamados, um pouco mais cedo, um pouco mais tarde, para a encarnação cujos grilhões arrastais; mas há quantos séculos e séculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que quisésseis penetrar nela! Eis-vos no momento de embolsar o salário; empregai bem a hora que vos resta e não esqueçais nunca que a vossa existência, por longa que vos pareça, mais não é do que um instante fugitivo na imensidade dos tempos que formam para vós a eternidade. - Constantino, Espírito Protetor. (Bordéus, 1863.)

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 20. Item 2.
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Propagação do amor


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Deus em minha vida


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Evangelho do dia



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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Façamos nossa luz


"Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens." - Jesus. (MATEUS, capítulo 5, versículo 16.)

Ante a glória dos mundos evolvidos, das esferas sublimes que povoam o Universo, o estreito campo em que nos agitamos, na Crosta Planetária, é limitado círculo de ação.

Se o problema, no entanto, fosse apenas o de espaço, nada teríamos a lamentar.

A casa pequena e humilde, iluminada de Sol e alegria, é paraíso de felicidade.

A angústia de nosso plano procede da sombra.

A escuridão invade os caminhos em todas as direções. Trevas que nascem da ignorância, da maldade, da insensatez, envolvendo povos, instituições e pessoas. Nevoeiros que assaltam consciências, raciocínios e sentimentos.

Em meio da grande noite, é necessário acendamos nossa luz. Sem isso é impossível encontrar o caminho da libertação. Sem a irradiação brilhante de nosso próprio ser, não poderemos ser vistos com facilidade pelos Mensageiros Divinos, que ajudam em nome do Altíssimo, e nem auxiliaremos efetivamente a quem quer que seja.

É indispensável organizar o santuário interior e iluminá-lo, a fim de que as trevas não nos dominem.

É possível marchar, valendo-nos de luzes alheias. Todavia, sem claridade que nos seja própria, padeceremos constante ameaça de queda. Os proprie tários das lâmpadas acesas podem afastar-se de nós, convocados pelos montes de elevação que ainda não merecemos.

Vale-te, pois, dos luzeiros do caminho, aplica o pavio da boa-vontade ao óleo do serviço e da humildade e acende o teu archote para a jornada. Agradece ao que te ilumina por uma hora, por alguns dias ou por muitos anos, mas não olvides tua candeia, se não desejas resvalar nos precipícios da estrada longa!...

O problema fundamental da redenção, meu amigo, não se resume a palavras faladas ou escritas. É muito fácil pronunciar belos discursos e prestar excelentes informações, guardando, embora, a cegueira nos próprios olhos.

Nossa necessidade básica é de luz própria, de esclarecimento íntimo, de auto-educação, de conversão substancial do "eu" ao Reino de Deus.

Podes falar maravilhosamente acerca da vida, argumentar com brilho sobre a fé, ensinar os valores da crença, comer o pão da consolação, exaltar a paz, recolher as flores do bem, aproveitar os frutos da generosidade alheia, conquistar a coroa efêmera do louvor fácil, amontoar títulos diversos que te exornem a personalidade em trânsito pelos vales do mundo...

Tudo isso, em verdade, pode fazer o espírito que se demora, indefinidamente, em certos ângulos da estrada.

Todavia, avançar sem luz é impossível.

XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28.ed. Brasília: FEB, 2009. Capítulo 180.
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Verdade nua e crua


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O barro desobediente


Houve um oleiro que chegou ao pátio de serviço e reparou com alegria em pequeno bloco de barro. Contemplou-o, enlevado, em face da cor viva com que se apresentava e falou:

- Vamos! Farei de ti delicado pote de labo­ratório. O analista alegrar-se-á com teu con­curso valioso.

Imensamente surpreendido, porém, notou que o barro retrucava:

- Oh! não, não quero! Eu, num laborató­rio, tolerando precipitações químicas? por favor, não me toques para semelhante fim!

O oleiro, espantado, considerou:

- Desejo dar-te forma por amor, não por ódio. Sofrerás o calor de forno para que te faças belo e útil... Entretanto, porque te recusas ao que proponho, transformar-te-ei numa caprichosa ânfora destinada a depósito de perfumes.

- Oh! nunca! nunca!... - exclamou o barro - isto não! Estaria exposto ao prazer dos inconscientes. Não estou inclinado a suportar essências, através de peregrinações pelos móveis de luxo.

O dono do serviço meditou muito na desobe­diência da lama orgulhosa, mas, entendendo que tudo devia fazer por não trair a confiança do Céu, ponderou:

- Bem, converter-te-ei, então, num prato honrado e robusto. Comparecerás à mesa de meu lar. Ficarás conosco e serás companheiro de meus filhinhos. - Jamais! - bradou o barro, na indisciplina - isto seria pesada humilhação... Trans­portar arroz cozido e agüentar caldos gordurosos na face? assistir, inerme, às cenas de glutonaria em tua casa? não, não me submetas!...

O trabalhador dedicado perdoou-lhe a ofensa e acrescentou:

- Modificaremos o programa ainda uma vez. Serás um vaso amigo, em que a límpida água repouse. Ajudarás aos sedentos que se apro­ximarem de ti. Muita gente abençoar-te-á a co­operação. Despertarás o contentamento e a gra­tidão nas criaturas!... - Não, não! - protestou a argila - não quero! Seria condenar-me a tempo indefinido nas cantoneiras poeirentas ou nas salas escuras de pessoas desclassificadas. Por favor, poupa-me! poupa-me!...

O oleiro cuidadoso considerou, preocupado:

- Que será de ti quando te conduzirem ao forno? Não passarás de matéria endurecida e informe, sem qualquer utilidade ou beleza. Sem sacrifício e sem disciplina, ninguém se eleva aos planos da vida superior.

O barro, todavia, recusou a advertência, bra­dando:

- Não aceito sacrifício, nem disciplina...

Antes que pudesse prosseguir, passou o en­fornador arrebanhando a argila pronta, e o barro desobediente foi também conduzido ao forno em brasa.

Decorrido algum tempo, a lama vaidosa foi retirada e - ó surpresa! - não era pote de laboratório, nem ânfora de perfume, nem prato de refeição, nem vaso para água e, sim, feio pedaço de terra requeimada e morta, sem qual­quer significação, sendo imediatamente atirada ao pântano.

Assim acontece a muitas criaturas no mun­do. Revoltam-se contra a vontade soberana do Senhor que as convida ao trabalho de aperfei­çoamento, mas, depois de levadas pela experiên­cia ao forno da morte, se transformam em ver­dadeiros fantasmas de desilusão e sofrimento, necessitando de longo tempo para retornarem às bênçãos da vida mais nobre.

XAVIER, Francisco Cândido. Alvorada Cristã. Pelo Espírito Neio Lúcio. FEB. Capítulo 29.
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Não é tristeza


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Caminhos não se cruzam por acaso


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Evangelho do dia



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quinta-feira, 17 de maio de 2018

Como sofres?


"Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte." - Pedro. (I PEDRO, 4:16.)

Não basta sofrer simplesmente para ascender à glória espiritual. Indispensável é saber sofrer, extraindo as bênçãos de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz.

Muita gente padece, mas quantas criaturas se complicam, angustiadamente, por não saberem aproveitar as provas retificadoras e santificantes?

Vemos os que recebem a calúnia, transmitindo-a aos vizinhos; os que são atormentados por acusações, arrastando companheiros às perturbações que os assaltam; e os que pretendem eliminar enfermidades reparadoras, com a desesperação.

Quantos corações se transformam em poços envenenados de ódio e amargura, porque pequenos sofrimentos lhes invadiram o circulo pessoal? Não são poucos os que batem à porta da desilusão, da descrença, da desconfiança ou da revolta injustificáveis, em razão de alguns caprichos desatentidos.

Seria útil sofrer com a volúpia de estender o sofrimento aos outros? não será agravar a divida o ato de agressão ao credor, somente porque resolveu ele chamar-nos a contas?

Raros homens aprendem a encontrar o proveito das tribulações. A maioria menospreza a oportunidade de edificação e, sobretudo, agrava os próprios débitos, confundindo o próximo e precipitando companheiros em zonas perturbadas do caminho evolutivo.

Todas as criaturas sofrem no cadinho das experiências necessárias, mas bem poucos espíritos sabem padecer como cristãos, glorificando a Deus.

XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz. Pelo Espírito Emmanuel. 14.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1996. Capítulo 80.
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Pedras no caminho


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Os sentimentos alheios


Em tempos em que a ordem é produzir, conquistar mercado, superar o concorrente, algumas atitudes verdadeiramente surpreendem.

É comum entrarmos em lojas e observarmos a ansiedade do atendente, quando se pede para ver outro produto e outro mais.

Se acompanharmos o seu olhar, possivelmente descobriremos que ele se dirige ao cliente em potencial, que adentra a loja.

Cliente que tem seu perfil rapidamente identificado, na mente do funcionário, conforme esteja vestido, sua postura diante da vitrina olhando esse ou aquele artigo.

É um mundo apressado, em que parece que todos desejam usufruir do que está para vir esquecendo-se do presente, do que está ocorrendo.

Por isso mesmo, frisamos, algumas atitudes nos causam surpresa.

Como o caso daquela mãe que levou o filho ao Walt Disney World Resort. Fã da animação Toy Story, depois de muito se divertir, o garoto ganhou o Slinky, o cachorro-mola.

Como toda criança que tem nas mãos o objeto da sua idolatria, não o largou mais: enquanto dormia, enquanto passeava, enquanto se alimentava.

Findo o período de férias, deixaram o hotel e se encaminharam para o aeroporto.

No carro, foi dada a falta do Slinky. Onde estava? Em certo momento, ele fora esquecido dentro de uma loja, enquanto pai e filho se divertiam com os brinquedos.

A mãe fez alguns telefonemas e, para consolar o filho disse que, como os personagens Buzz e Woody, no filme, o Slinky, possivelmente, haveria de encontrar o caminho de casa.

Quando, afinal, chegaram em seu lar, receberam uma ligação da loja. O cachorro-mola fora encontrado.

De imediato, a mãe perguntou quanto custaria para enviá-lo via postal.

Os funcionários responderam que não custaria nada e que o Mickey estava tomando todas as providências.

Somente haveria que ter paciência porque demoraria uns dez dias para Slinky chegar.

Quando, finalmente, a encomenda foi entregue, nova surpresa. Uma carta esclarecia o sumiço de Slinky: Parece que ele não estava pronto para o fim da viagem! Nós o encontramos brincando com alguns amigos.

Esperamos que você não se importe, mas eles queriam acompanhar o Slinky na viagem para casa.

E quando o garoto abriu o pacote lá estava o cachorro com seus amigos: o boneco do Woody e mais alguns soldadinhos.

* * *

Quando alguém, em meio aos seus tantos afazeres e interesses comerciais, faz um staccato para se preocupar com um brinquedo esquecido, em momento de distração, é algo que nos fala que este mundo está, sim, melhor a cada dia.

O importante, em verdade, não era o brinquedo, que poderia, quem sabe, em outro momento, em outra viagem, vir a ser substituído. Eram os sentimentos da criança que envolviam aquela perda.

E exatamente nisso é que pensaram os funcionários e gerente daquela loja.

Por isso, se esmeraram em tudo providenciar e até alimentar um tanto mais a fantasia da criança, inventando uma historinha.

Oxalá fôssemos todos nós assim. Preocuparmo-nos com os sentimentos do outro, criança ou adulto.

Quantas vezes dizemos que certas atitudes são pura tolice. Perda de tempo.

E, no entanto, se constituem em pequenos gestos que produzem felicidade, que alegram o coração de uma criança, felicitam um adulto, tornam um dia inigualável...

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, a partir de nota colhida na Internet.Em 17.5.2018.
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