quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Para dormir bem, pense no bem


Ideias de medo, indecisão, ódio, ganância são negativas.
Sobrecarregam o sistema nervoso.
Atrapalham o sono.
Pensamentos de confiança em Deus e em si mesmo, de bondade, tolerância, humildade aliviam o sistema nervoso.
Trazem bom sono.
Portanto, antes de dormir, acalme-se.
Tenha bons pensamentos.
Mentalize coisas belas.
Faça bons propósitos para o dia seguinte.
Agradeça o que passou.
Não pense em problemas.
Sinta-se leve e alegre.
Durante um bom sono aparecem soluções para os mais difíceis problemas.
 
fonte
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Valor do silencio


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A dor e o egoísmo – Como vencê-los


Deus nos criou perfeitos. As dores físicas ou morais que carregamos são frutos da nossa teimosia, do nosso orgulho, do egoísmo, da vaidade ferida, da falta do perdão, enfim de tantas outras mazelas. As pessoas tanto insistem em se sentirem vítimas que acabam por perpetuar a dor que sentem. 

Quando iremos aprender que só melhoraremos de todas as dores quando deixarmos de agir só com a emoção? Quando perceberemos que só a humildade, a caridade e o amor são as portas para a nossa salvação? Quando deixaremos de sermos egoístas para olharmos ao redor e perceber que há tantos que sofrem mais do que nós, e que ainda assim tem sempre um gesto de bondade e um sorriso no rosto para acalentar a dor de outros? Deus sabe o que está dentro de nós. 

Conhece todas as nossas dificuldades. Ele só espera que abramos uma brecha em nosso coração para que Ele possa nos auxiliar. Portanto, não se deixe vencer pela dor. Tudo passa. A dor é apenas um chamado para nos mostrar que algo está errado em nossa vida e que precisamos mudar. Observe e Pense. Deus está esperando o seu chamado!

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A uma oração de distancia


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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

JOANA D'ARC teria sido a reencarnação de Judas ? Leia essa psicografia de CHICO XAVIER !

A mensagem do espírito Humberto de Campos, o Irmão X, recebida pelo médium Chico Xavier em 19 de Abril de 1935, descreve seu encontro e diálogo com Judas:

“(…) Os espíritos podem vibrar em contacto direto com a história e buscando uma relação íntima com o passado vivo dos Lugares Santos. (…) Os espíritos apreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver atrás, visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram. (…) Judas costuma vir à Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de Nosso Senhor, meditando nos seus atos de antanho. (…)

Nas margens caladas do Jordão, não longe talvez do lugar sagrado, onde o Precursor (João Batista) batizou Jesus Cristo, divisei um homem sentado sobre uma pedra. (…)

– Sim! Sou Judas! – respondeu aquele homem triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longa túnica. – Como o Jeremias das Lamentações, contemplo, às vezes, esta Jerusalém arruinada, meditando nos juízos dos homens transitórios. (…) Ora, eu era um dos apaixonados pelas idéias do Mestre, porém, o meu excessivo zelo pela doutrina fez-me sacrificar o seu fundador. Acima do meu coração eu via a política como única arma com a qual poderia triunfar; e que Jesus não obteria nenhuma vitória com o seu desprendimento pelas riquezas. (…) Planejei então uma revolta surda como se projeta hoje, na Terra, visando a queda de um chefe de Estado. (…) Entregando, pois, o Mestre a Caifás, não julguei que as cousas atingissem um fim tão lamentável; e ralado de remorsos, presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.

– E chegou a salvar-se pelo arrependimento?

– Não! Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois de minha morte trágica submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus; e as minhas provas culminaram na fogueira inquisitorial, onde, imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. (…) Desde esse dia, em que me entreguei, por amor ao Cristo, a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência. (…) Pessoalmente, já estou saciado de justiça porque já fui absolvido pela minha consciência no tribunal dos suplícios redentores. Quanto ao Divino Mestre, infinita é a sua misericórdia e não só para mim, porque se recebi trinta moedas, vendendo-o aos seus algozes, há muitos séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo, a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões de ouro amoedado.

– É verdade! – concluí – e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-lo.

Judas afastou-se tomando a direção do Santo Sepulcro e eu, confundido nas sombras invisíveis para o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvens pardacentas e tristes, enquanto o Jordão rolava na sua quietude como um lençol de águas mortas procurando um mar morto.”
Humberto de Campos e Francisco Cândido Xavier

por Nilza Garcia
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A paz que penetra os corações






















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Nossos parentes e amigos vêm ao nosso encontro quando deixamos a Terra?

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.
289. Nossos parentes e amigos vêm ao nosso encontro quando deixamos a Terra?
“Sim, os Espíritos vão ao encontro da alma a quem são afeiçoados. Felicitam-na, como se regressasse de uma viagem, por haver escapado aos perigos da estrada, e ajudam-na a desprender-se dos liames corporais. É uma graça concedida aos bons Espíritos o lhes virem ao encontro os que os amam, ao passo que aquele que se acha maculado permanece em insulamento, ou só tem a rodeá-lo os que lhe são semelhantes. É uma punição.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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Bom dia!


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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

O Desânimo


Deus virou para um homem que estava muito desanimado e disse-lhe:
“Meu filho, tenho uma missão para você. Sabe aquela pedra enorme que está perto da sua casa? Quero que a empurre sem parar, faça chuva ou faça sol não pare de empurrá-la, empurre-a com toda tua força e toda a tua vontade."

E o homem respondeu: sim Senhor eu farei o que me pede.
E mesmo sem entender, o homem resolveu obedecer.
Dia a dia ele pelejava empurrando a pedra com toda a sua força, mas ela não se mexia.

E cada noite, retornava para a sua casa aborrecido, sentindo que seu esforço era em vão.

Percebendo o desânimo do homem, o inimigo decidiu entrar em cena colocando pensamentos negativos em sua mente desgastada tentando desanimá-lo para que desistisse da missão que Deus tinha confiado a Ele, e disse:

“Você tem empurrado essa pedra por tanto tempo, e ela ainda não se moveu. Não acha melhor desistir? Deixe essa tarefa para outro.”

Esses pensamentos minavam o seu espírito e davam-lhe a impressão de era um fracassado. Pensando em desistir, elevou seus pensamentos em oração e disse:

- “Senhor, tenho trabalhado duro fazendo exatamente aquilo que o Senhor me mandou, entretanto, após todo esse tempo não consegui mover a pedra nem por um milímetro.

O que está errado? Porque tenho falhado?
O Senhor, em sua infinita misericórdia e conhecendo a aflição que tomava conta daquele coração, respondeu-lhe:

- “Meu filho, quando eu lhe disse que tinha uma missão para você, você aceitou, expliquei-lhe que o seu trabalho seria empurrar a pedra todos os dias, e é o que você tem feito.

Eu nunca lhe ordenei que a movesse. Porque você pensa que falhou?
Olhe para os seus braços, suas mãos e pernas e veja como estão fortes e firmes. Todos esses atributos lhe fazem melhor do que antes, você está mais forte, observe que o seu chamado foi para empurrar a pedra exercitando sua força e confiança na minha Palavra. Você fez exatamente o que lhe pedi e quando chegar a hora, Eu mesmo moverei a pedra.

Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, ficamos tentando decifrar o que Ele quer de nós, quando na verdade o que Ele deseja é, apenas, nossa obediência, e fé.
Em todos os sentidos, exercite a fé que move montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.

Assim: Quando tudo lhe parecer errado, quando o trabalho te deixar pra baixo, quando as pessoas não agirem conforme você esperava, quando seu dinheiro ficar escasso, apenas empurre e confie no Senhor.

Então continue empurrando a pedra, e com o tempo, Deus revelará quais são os Seus propósitos em sua missão.

As adversidades vêm, mas a ordem é; empurre a pedra, com fé e confiança.

Persevere, continue, Deus moverá a pedra!

Deus abençoe você e sua família!

imagem:comunidade-sedesantos.blogspot.com
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Estante da Vida

“- Quando minha governanta bateu à porta do quarto, inquieta ao ver a luz acesa, acordei às súbitas da sonolência a que me confiara, sentindo-me duas pessoas a um só tempo… Gritei apavorada, sem saber, de imediato, identificar-me, porque lograva mover-me e falar, ao lado daquela outra forma, a vestimenta carnal que eu largara… 

Infelizmente para mim, o aposento abrigava alguns malfeitores desencarnados que, mais tarde, vim a saber, me dilapidavam as energias. Acompanhei, com indescritível angústia, o que se seguiu com o meu corpo inerme; entretanto, isso faz parte de um capítulo do meu sofrimento que lhe peço permissão para não relembrar…”

Espírito Marylin Monroe, na obra “Estante da Vida”, do Espírito Humberto de Campos (Irmão X), psicografia de Chico Xavier.
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O sofrimento de uma noite


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Você já teve a impressão de ter passado por algo que acabou de acontecer (Déjà Vu)? O que é esse fenômeno?

Sentir que já se viveu algo, que já se esteve em tal lugar e que se sabe o que vai acontecer em seguida...

Freud explica o déjà vu como produto de fantasias inconscientes, quando algo inconsciente emerge à consciência, provocando uma sensação de "estranheza".

Pensamos que se considerarmos que o psiquismo não é produto do orgânico (e aí entra a visão espírita), mas algo que o transcende e que trás a cada nova encarnação reminiscências psíquicas de existências anteriores (seja no corpo material ou fora dele), este material que emerge pode ser oriundo de muitas fontes (internas).

Pode até mesmo ser uma lembrança real, de algo vivido durante o sono fora do corpo, ou de antes da atual encarnação. Sim, muitas vezes sabemos o que nos espera no futuro, apesar de agirmos sobre ele e o modificarmos no presente. Nem sempre se trata de uma fantasia, propriamente dita. Às vezes se trata de uma lembrança genuína: estivemos em tal lugar em outra existência, ou durante o desdobramento (quando o espírito sai do corpo durante o sono).

“O Ser real é constituído de corpo, mente e espírito. Dessa forma, uma abordagem psicológica para ser verdadeiramente eficaz deve ter uma visão holística do ser, tratando de seu corpo (físico e periespirítico), de sua mente (consciente, inconsciente e subconsciente) e de seu espírito imortal que traz consigo uma bagagem de experiências anteriores à presente existência e está caminhando para a perfeição Divina.” (Joanna de Ângelis)queima 48h

por Ana Maria Teodoro Massuci
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Grandeza


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História para reflexão: Louis Braille


Uma bela história de superação, todos nós temos uma missão, não se deixe abalar pelas dificuldades encontradas, pois por de trás delas podem existir outras oportunidades bem maiores…

Um dia, um menino de três anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai.

Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.

Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.

Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores.

Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória.

Em verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas.

Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou a Paris, levado pelo pai e se matriculou no Instituto Nacional para crianças cegas.

Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.

Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas.

O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.

Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo.

O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.

Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.

Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro.

A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.

Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto.

Procurou o Capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.

Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.

Suportou muita resistência. Os donos do Instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.

Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do Instituto se interessavam.

À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos vinte anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.

O método Braille estava pronto.

O sistema permitia também ler e escrever música.

A ideia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo:

Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou.

Dois dias depois de completar quarenta e três anos, Louis Braille faleceu.

Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.

Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam.

Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.

Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir.

No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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Amigo brincalhão


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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Preces pelos desencarnados


Pai!... Ao longo da vida fui devolvendo à Ti muitos daqueles que amei...

Um a um, às vezes os mais idosos, as vezes os mais jovens, foram retornando para casa, deixando para trás saudades que até hoje me é difícil suportar; flores que trocastes de jardim, deixando em seu lugar o silêncio e a solidão...

Hoje quero pedir por eles, a todos que de uma forma outra estiveram ligados à mim nesta encarnação, para que os abençoe e guarde, a fim de encontrem paz e serenidade no mundo espiritual.

Muitos deles, Senhor, não obstante o coração generoso, afastaram-se do corpo através de enfermidades dolorosas e incuráveis que lhes minaram as forças até o final, deixando na memória de todos o exemplo da coragem e da fé em Teus desígnios, sem esmorecimento...

Outros, desiludidos com a provas que lhes cabiam na derradeira existência, não suportaram e sucumbiram, afastando-se da carne pelo suicídio ou pelas drogas, arcando assim com o agravamento dos débitos que lhes diziam respeito e por isso mesmo infinitamente mais infelizes que antes...

Outros, Pai, deixaram para trás os mais belos e santos laços desencarnando em pleno vigor juvenil, desfazendo-se assim de pesados grilhões passados e retornando com a leveza das aves para os ninhos Superiores, para descansar e prosseguir...

Outros ainda, Senhor, deixaram o corpo como quem abandona fardo inútil após cumprida a tarefa, enveredando-se pelos caminhos da felicidade engalanados de luzes e valores, conquistados pelo trabalho santo a que se dedicaram na Terra, em favor de todos os seus semelhantes...

Representaram muito para mim... Para alguns eu pude dizer "te amo", para outros não... No entanto, pela importância que tiveram em minha vida, o meu amor há de lhes ser carinho constante no além, porque acredito que nada se desfaz com a morte do corpo, pelo contrário, se fortalece...

Que hoje, eu possa levar a todos eles o meu pensamento de ternura e gratidão, para que saibam, estejam onde estiverem, que não estão esquecidos na Terra, habitando em minha lembrança e em meu coração com a mesma força e a mesma sinceridade de antes!

Assim seja!

Psicografia recebida no Instituto André Luiz em 03.02.2003/Revista em 02.11.2011
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Quando desencarnamos, encontramos os entes queridos imediatamente?


A alma, ao atravessar o portal do túmulo, geralmente encontra os que lhe foram caros na Terra, bem como aqueles que a guiaram nos roteiros espirituais; no entanto, nem sempre isso acontece, devido a sua posição na escala espiritual. Compete a cada criatura trabalhar no seu aperfeiçoamento enquanto encarnada, aliviando o seu fardo e clareando sua mente para ter a felicidade de encontrar os seus parentes e amigos no limiar do túmulo. Por outro lado, nem sempre os seus parentes estão preparados para assistir a sua desencarnação e dar-lhe assistência. Tudo é relativo, na pauta da vida a que nos submetemos viver, mas, quando os que se foram antes estão bem postos no mundo dos Espíritos e os que desencarnam estão bem em consciência, eis que é uma festa de luz, onde o coração manifesta toda a alegria, com a evolução da própria vida.

Procuremos, pois, conhecer a Nosso Senhor Jesus Cristo, por ser Ele o caminho por onde encontramos as maiores alegrias da vida. Ele é a porta por onde nunca erramos as diretrizes que nos levam à paz. Ele é a verdade que sempre nos liberta da ignorância com todos os seus aspectos de infortúnios.

Podemos rever os nossos parentes e amigos que já passaram para o mundo dos Espíritos, sendo que, dos mais elevados, recebemos a ajuda para nos fortalecer, e aos mais infortunados prestamos auxílio, mesmo que eles não nos vejam.
Deus, a Bondade Absoluta, proporciona segurança a todos os Seus filhos. Criou o Senhor o Sol que sustenta a vida na Terra e mesmo em alguns planos do Espírito; no entanto, criou igualmente filtros para abrandarem a luz, de modo que ela não nos causasse danos nas condições de Espíritos ainda necessitados. Toda a natureza carrega consigo defesas que o amor de Deus sustenta, para que a vida vibre com todo o seu fulgor e harmonia.

No plano do Espírito, as defesas são as mesmas: somente recebemos o que merecemos. A justiça rege o universo, sustentando a paz em todos os ângulos. As criaturas recebem, do amor do Criador, a misericórdia capaz de aliviar todos os que sofrem, dotando-os de esperança rumo ao futuro. A nossa alegria é grandiosa ao atravessarmos o túmulo e encontrarmos do outro lado os nossos entes queridos nos esperando com ansiedade, para nos transmitir as lições sublimes de todas as suas experiências no mundo da verdade. Esse aconchego nos dá mais vida e faz crescer sobremodo a esperança, de sorte que as promessas crescem para o futuro, por reconhecermos que a morte não existe, que somente a vida brilha em todos os sentidos do Universo. A Doutrina dos Espíritos é um coadjuvante desta felicidade. Essa escola muito ajuda a alma na transição da Terra para o mundo dos Espíritos.

Não percas tempo, meu irmão. Procura melhorar, melhorando-te por dentro, corrigindo faltas e aprimorando ideias, iluminando sentimentos e trabalhando no bem comum, para que, no momento da mudança da Terra para o mundo espiritual, sejas iluminado e possas encontrar todos os companheiros que já regressaram e que estão em condições festejar a tua vitória.

Filosofia Espírita - Comentário de Miramez sobre a questão 0160 do Livro dos Espíritos.
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Desculpar os erros alheios


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O Ser Consciente

“Na análise diária e contínua dos atos, o amor (inclusive o autoamor) será decisivo para a avaliação. A oração e a meditação irão constituir recurso complementar para a fixação das conquistas.

Quem ora, fala; quem medita, ouve, dispondo dos recursos para exteriorizar-se e interiorizar-se.”

Espírito Joanna de Ângelis, na obra “O Ser Consciente”, psicografia de Divaldo Pereira.
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Amor invisível


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domingo, 11 de setembro de 2016

Nunca se esquece um amor, apenas aprende-se a viver sem ele

Não podemos permitir que a lembrança de um amor ruim nos impeça de crescer e voltar a ser feliz. Devemos assimilar o que aconteceu como um aprendizado que nos permite amadurecer.


Nenhum amor é igual, nem amamos sempre da mesma maneira. Cada relação que estabelecemos ao longo de nossas vidas é única e excepcional, ainda que seu final esteja, em alguns momentos, carregado de tristeza e decepção.

Há quem, após terminar uma relação, espere que a seguinte satisfaça todas as suas expectativas, todas as suas esperanças. No entanto, para que um casal possa conviver bem é preciso construir a relação dia após dia, respeitando as diferenças e amando as semelhanças.

O amor é a emoção mais complexa que o ser humano pode sentir. E seu impacto em nosso cérebro é tão intenso que é possível esquecer qualquer relação do nosso passado.

O amor se vive, às vezes se perde, mas nunca se esquece: simplesmente aprendemos a viver sem esta pessoa que um dia nos fez feliz.

Um amor que nunca se esquece

Começaremos falando das relações significativas que nos fizeram felizes em algum momento de nossas vidas. Você deve enxergá-las como um presente. Ainda que o final da mesma seja carregado de tristezas.

Fique com a experiência vivida. Toda época de nossas vidas que nos proporcionou alguma alegria e felicidade valeu a pena. Por isso é necessário saber fechar esta porta sem ressentimentos, sem amarguras.
Tente se lembrar sempre do lado positivo deste amor. Se você se limitar a lembrar apenas do final traumático, a dor pesará mais na sua mente do que a recompensa de ter vivido uma relação que lhe permitiu crescer em emoções positivas.
Leve em conta que as pessoas passam grande parte de suas vidas lembrando, que nossos olhares e pensamentos estão, muitas vezes, mais focados no ontem do que no “aqui e agora”.
Para que serve focar na parte triste se também existiram instantes de grande felicidade? Sorria e fique com a parte boa. É um legado que nem todas as pessoas são capazes de conservar ou ter em suas vidas: você tem sorte.

Amor que nos machucou no passado

Há amores que machucam porque romperam nossas ideias do que é o respeito, a convivência, e até o carinho. Devemos levar em conta que fechar as portas a novos amores só porque uma pessoa específica nos machucou é como se negar a se aproximar das rosas só porque o espinho de uma delas nos feriu.

Lembre-se de que o principal objetivo da vida é ser feliz. E não importa a maneira através da qual você alcança a felicidade, seja sozinha ou junto com outra pessoa. O que realmente importa é que não devemos negar novas oportunidades por ter tido uma única experiência ruim.
O amor que machuca nunca é esquecido, mas a cada dia ele doerá menos e você aprenderá a viver com uma lembrança que não paralisa, não limita.
Aceite que no amor, assim como na vida, há pessoas boas e pessoas que não são tão hábeis para abrir o seu coração e fazer parte de um relacionamento saudável.
Algo que você também não deve fazer é pensar que a responsabilidade é sua. Há pessoas que dizem que “sempre se atraem pelas pessoas erradas” e “eu sou o culpado pelo mal que os outros me causam, pelo fato de que a relação não funciona”.

Não leve a dor para o lado pessoal. Não se transforme no seu próprio inimigo e não alimente o seu próprio sofrimento. Uma relação passada é algo que você deve superar. Faz parte do passado, e é preciso aprender a eliminar cargas negativas: ressentimento, culpa, raiva…
Continue avançando com vigor pela escada da vida. Os amores se vivem, se sentem com toda a intensidade. Quando os perdemos, choramos e lamentamos por um tempo determinado, e isso e normal, mas logo deve ficar conosco apenas a lembrança.
E esta lembrança deve ser positiva. Como um amor que mereceu ser vivido, ou como um amor que lhe permitiu aprender e amadurecer. Tudo é experiência, tudo é vida vivida.

O amor é uma aventura que sempre vai valer a pena se for vivido de forma madura e consciente.

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A compaixão dissolve tudo


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A fábula dos irmãos e a saca de arroz

#mensagenssevero

Dois rapazes moravam na mesma fazenda quando o pai morreu. O que era solteiro ficou morando na casa em que o pai morreu. O casado morava na casa ao lado. Eles tinham uma plantação imensa de arroz e um celeiro em comum, e combinaram de trabalhar juntos e dividir tudo. Colheram dezenas de sacos de arroz, metade para um e metade para o outro, e assim fizeram dois celeiros. Fizeram uma boa colheita, estavam com os depósitos cheios. No final da tarde, o irmão solteiro começou a pensar que aquela divisão não estava certa. Pensava: “Eu sou solteiro e meu irmão é casado, tem mulher e filhos. Ele precisa de mais arroz que eu, pois sou sozinho.” À noite, ele se levantou, foi ao celeiro dele, pegou um saco de arroz, escondido, e colocou no celeiro do irmão.

O irmão acordou na manhã seguinte e começou a pensar: “Essa divisão não está justa, pois sou casado, tenho minha mulher e meus filhos. E eles vão crescer e poderão me ajudar. Mas meu irmão, coitado, ele é sozinho. E se ele não casar, não vai ter ninguém por ele. O certo é ele ganhar uma parte a mais que eu.” Levantou, foi ao seu celeiro, pegou um saco de arroz e colocou no celeiro do irmão. E assim foram vivendo: a cada colheita, um levava uma parte a mais para o outro. Só não entendiam como é que sempre ficava a mesma quantidade para cada um.

Uma bela noite, o relógio biológico se confundiu. Horário de verão e os dois se levantaram na mesma hora e se encontram no meio do caminho. Um olhou para o outro. Colocaram o arroz no chão, se abraçaram, e choraram. A partir daquele dia, fizeram um único celeiro.

É preciso partilhar os dons, é preciso dinamizar. Para quem pensa só em si resta somente a estagnação. É preciso frutificar os dons.
Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que divide, que cura e transforma sua história.

Dá-me, Senhor, a graça de aprender partilhar. Amém!
(Buscai as coisas do alto).

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Divino poder


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sábado, 10 de setembro de 2016

Deus no coração


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Allan Kardec


Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido para o movimento espírita como Allan Kardec, nasceu em Lion, França, a 3 de Outubro de 1804. Seus pais eram Jean Baptiste Antoine Rivail e Jeanne Louise Duhamel, Kardec em tenra idade revelou uma inteligência brilhante, inclinando-se para as ciências e para assuntos filosóficos.

Foi aluno de Pestalozzi no Instituto de Yverdon (Suíça), uma das mais renomadas escolas da época. Cercado por colegas tão brilhantes como ele, em seus momentos de descanso o futuro Codificador do Espiritismo, aos 14 anos ensinava o que aprendia aos seus colegas menos adiantados. Essa particular atenção para os problemas educacionais chamou a atenção de Pestalozzi, o que lhe conquistou a simpatia e admiração. Conquistou diversos diplomas e tornou-se membro de diversas Sociedades e Institutos durante sua carreira de professor e diretor de colégio.

A sua postura pedagógica o fazia um pesquisador de extrema erudição. Viveu numa época em que os estudos ganhavam cunho empírico. Essa herança de formação foi primordial para, no futuro, o trabalho da Codificação ser realizado, notadamente em seu tempo. O professor Rivail ganhou notoriedade invulgar, sendo detentor das seguintes honrarias:

-Diploma de fundador da Sociedade de Previdência dos Diretores de Colégios e Internatos de Paris (1829).
-Diploma da Sociedade para a Instrução Elementar (1847). Secretário Geral: H. Carnot.
-Diploma do Instituto de Línguas, fundado em 1873. Presidente: Conde Le Peletier- Jaunay.
-Diploma da Sociedade de Ciências Naturais de França (1835). Presidente: Geoffrey de Saint-Hilaire.
-Diploma da Sociedade de Educação Nacional, constituída pelos diretores de Colégios e de Internatos da França.
-Diploma da Sociedade Gramatical, fundada em Paris, em 1807, por Urbain Domergue (1829).
-Diploma da Sociedade de Emulação e de Agricultura do Departamento do Ain (1828). Rivail fora designado para expor e apresentar em França o método de Pestalozzi.
-Diploma do Instituto Histórico, fundado em 24 de Dezembro de 1833 e organizado a 6 de Abril de 1834. Presidente: Michaud, membro da Academia Francesa.
-Diploma da Sociedade Francesa de Estatística Universal, fundada em Paris, a 22 de novembro de 1820, por César Moreau.
-Diploma da Sociedade de Incentivo à Industria Nacional, fundada por Jomard, membro do Instituto.
-Diploma da Academia Real das Ciências de Arrás.

Inúmeros textos biográficos afirmam que Kardec era médico, mas acreditamos que este equívoco tenha sido causado por sua formação humanista. Na verdade, não há registros oficiais que garantam que ele tenha cursado medicina.

Kardec e o Espiritismo
Homem de espírito empírico e racional, pensamento vigente em sua época, Rivail, ao entrar em contato pela primeira vez com os fenômenos espirituais, procurou observar-lhes as características lógicas. Não poderia ser diferente quando um amigo, Sr. Fortier lhe revela que, em certa casa, as mesas não eram apenas girantes, mas também falantes. A primeira reação de Rivail foi constatar a veracidade do fato. Ele era profundo conhecedor do Magnetismo e, como outros observadores e magnetistas, acreditava que os fenômenos eram apenas manipulação de fluido magnético.

Quando frente a frente com os fatos, o perspicaz professor logo observou com seriedade o que muitos utilizavam como passatempo. Fruto de suas árduas pesquisas e profundo estudo, esse extraordinário pesquisador concluiu que a causa inteligente por trás daqueles fenômenos, era os espíritos dos que já haviam partido, deduzindo, assim, as leis que regem esses fenômenos.

A partir daí, trouxe todo um corpo de doutrina, explicitado na Filosofia Espírita, plena de conhecimento superior, esperanças e consolações. Com essa percepção, Rivail, futuro Allan Kardec, passou a freqüentar inúmeras reuniões, levando perguntas sistematizadas sobre diversos problemas, às quais os Espíritos respondiam com “precisão, profundeza e lógica”.

Em casa do Sr. Roustan, 30 de abril de 1856, a médium Japhet lhe transmitiu a primeira revelação positiva da missão que teria de desempenhar. Humildemente Kardec recebeu uma página do Espírito de Verdade que lhe confirmava as dúvidas de ter sido escolhido para tão grandiosa missão. “Confirmo o que foi dito, mas recomendo-te discrição, se quiseres sair-te bem. Tomarás mais tarde conhecimento de coisas que podes triunfar, como podes falir. Neste último caso, outro te substituiria, porquanto os desígnios de Deus não assentam na cabeça de um homem.”

Segue-se o trabalho e a 18 de abril de 1857 é finalmente lançado O Livro dos Espíritos contendo a base para a Doutrina Espírita, as Leis Morais, Esperanças e Consolações.

O surgimento de Allan Kardec
“No momento de publicá-lo – diz Henri Sausse, biógrafo de Kardec – o autor ficou muito embaraçado em resolver como assinaria, se com o seu nome – Hippolyte Léon Denizard Rivail, ou com um pseudônimo. Sendo seu nome muito conhecido do mundo científico, em virtude dos seus trabalhos anteriores e podendo originar equívocos, talvez até mesmo prejudicar o êxito do empreendimento, ele adotou o alvitre de passar a assinar com o nome de Allan Kardec, nome que, segundo lhe revelara um espírito, ele tivera ao tempo dos Druidas.” Para melhor elucidar o internauta, Rivail em encarnações passadas fora um sacerdote Druida de nome Allan Kardec – veja-se também estudos sobre o assunto na obra Allan Kardec, o druida reencarnado, de Eduardo de Carvalho Monteiro, editora EME.

Após o lançamento de O Livro dos Espíritos (1857) seguiram-se outros:
Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas – O que é Espiritismo – Carta sobre o Espiritismo – O Livro dos Médiuns (1861) – O Espiritismo na sua expressão mais simples – Viagem Espírita em 1862 – Resposta à mensagem dos Espíritos Lioneses por ocasião do Ano Novo – Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas, ou Primeira Iniciação – Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo, daí originando O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864)- Coleção de composições inéditas extraídas de O Evangelho Segundo o Espiritismo – A Gênese (1868) – O Céu e o Inferno (1865) – Coleção de Preces espíritas – Estudo acerca da poesia medianímica – Caracteres da Revelação Espírita – Obras Póstumas (1890) – Revista Espírita.

Nos seus últimos anos de vida, Kardec tornara-se um homem universal – segundo o Sr. André Moreil (La Vie et l´Oeuvre d´Allan Kardec, Paris, 1961). Em preparativos de mudança de residência, em 31 de março de 1869, aos 65 anos incompletos, é vítima de um aneurisma que o leva ao desenlace. Em seu enterro, no Cemitério de Montmartre, dentre outros oradores o astrônomo Camille Flammarion, destacou a contribuição de Allan Karde para o mundo científico e filosófico. Atualmente, os despojos mortais de Kardec podem ser encontrados no centro do monumento druida no Cemitério Père-Lachaise, em Paris.

Fonte: www.nossolar.org.br
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Beleza


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Fé, Caridade e Kardec


Com Allan Kardec aprendemos que fé é exercício de caridade, e caridade é luz acesa sobre o combustível da fé, norteando passos. Kardec nos trouxe a metodologia para atingir a meta.

Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Divaldo Franco
imagem:www.verdadeluz.com.br
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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Momentos de Saúde e de Consciência

“Jesus, em todo o Evangelho, exalta a harmonia moral e emocional da criatura perante a Vida, como fator essencial para a sua salvação — o estado de saúde integral.

Psicoterapeuta incomum, propôs o autoexame em forma de receita para a aquisição da paz, como decorrência das propostas do amor a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Síntese de ímpar sabedoria, o amor é a chave para o enigma da enfermidade-saúde.”

Espírito Joanna de Ângelis, na obra “Momentos de Saúde e de Consciência”, psicografia de Divaldo Franco.
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Amar é e sempre será uma intensa e sincera entrega

#mensagenssevero
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Se você ama uma pessoa, então tenha cuidado, para que ela não se sinta abandonada. Não permita que ela se entristeça por não receber a devida atenção merecida. Não dê oportunidades para que ela esgote a admiração que ainda sinta por você. Não perca a espontaneidade na hora de fazer um elogio. Não seja indiferente num momento em que ela precise do seu apoio. Não deixe de reconhecer todo o empenho que ela tenha por você. E, por fim, não aceite que - aparentemente - o seu amor tenha se enfraquecido, ao ponto de não ser mais capaz de fazer com que ela se sinta amada, pois o seu interesse em agradá-la, em ser gentil, diminuiu. Pois amar é sinônimo de uma árdua, porém prazerosa, conquista diária. Quem ama quer ser o motivo da felicidade do outro e não o lamento. Quem ama se encanta, a todo momento, com a presença, com o cheiro, com o toque, com o olhar, apesar do tempo. Quem ama, oferece segurança, oferece certezas... E a tudo aquilo quer ter de volta, pois amar é e sempre será uma intensa e sincera entrega em meio a uma justa recíproca.

Jacqueline Cury
imagem:belas-frases-de-amor.blogspot.com
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20 Serviços que o espiritismo faz por você!


01 Integra você no conhecimento de sua posição e criatura eterna e responsável, diante da vida.

02 Expõe o sentido real das lições do Cristo e de todos os outros mentores espirituais da Humanidade, nas diversas regiões do Planeta.

03 Suprime-lhe as preocupações originárias do medo da morte provando que ela não existe.

04 Revela-lhe o princípio da reencarnação, determinando o porquê da dor e das aparentes desigualdades sociais.

05 Confere-lhe forças para suportar as maiores vicissitudes do corpo, mostrando a você que no instrumento físico nos reflete as condições ou necessidades do espírito.

06 Tranqüiliza você com respeito aos desajustes da parentela, esclarecendo que o lar recebe não somente os afetos, mas também os desafetos de existências passadas, para a necessária regeneração.

07 Demonstra-lhe que o seu principal templo para o culto da Presença Divina é a consciência.

08 Liberta-lhe a mente de todos os tabus em matéria de crença religiosa.

09 Elimina a maior parte das suas preocupações acerca do futuro além da morte.

10 Dá-lhe o conforto do intercâmbio com os entes queridos, depois de desencarnados.

11 Entrega-lhe o conhecimento da mediunidade.

12 Traça-lhe providências para o combate ou para a cura da obsessão.

13 Concede-lhe o direito à fé raciocinada.

14 Destaca-lhe o imperativo da caridade por dever.

15 Auxilia você a revisar e revalorizar os conceitos de trabalho e tempo.

16 Concede-lhe a certeza natural de que, se beneficiamos ou prejudicamos alguém, estamos beneficiando ou prejudicando a nós próprios.

17 Garante-lhe serenidade e paz diante da calúnia ou da crítica.

18 Ensina você a considerar adversários por instrutores.

19 Explica-lhe que, por maiores sejam as suas dificuldades exteriores, intimamente você é livre para melhorar ou agravar a própria situação.

20 Patenteia-lhe que a fé ilumina o caminho, mas ninguém fugirá da lei que manda atribuir a cada qual segundo as obras pessoais.

Essas são vinte das muitas bênçãos que o Espiritismo realiza em nosso favor. Será curioso que cada de nós pergunte a si mesmo o que estamos nós a fazer por ele.

Autor: André Luiz
Psicografia de Waldo Vieira, em 22-10-65, em Uberaba, Minas Gerais
por Ana Maria Teodoro Massuci
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A Justiça da reencarnação


Questão 171 - Sobre o que se funda o dogma da reencarnação?

Sobre a justiça de Deus e a revelação, pois não nos cansamos de repetir: um bom pai deixa sempre aos filhos uma porta aberta ao arrependimento. A razão não diz que seria injusto privar para sempre da felicidade eterna daqueles cujo melhoramento não dependeu deles mesmos? Todos os homens não são filhos de Deus? Somente entre os homens egoístas é que se encontram a iniqüidade, o ódio implacável e os castigos sem perdão.
Comentário de Kardec: Todos os Espíritos também tendem a perfeição, e Deus lhes proporciona os meios de consegui-la, com as provas da vida corpórea. Mas, na sua justiça, permite-lhes realizar, em novas existências, aquilo que não puderam fazer ou acabar numa primeira prova.

Não estaria de acordo com a equidade, nem segundo a bondade de Deus, castigar para sempre aqueles que encontraram obstáculos ao seu melhoramento, independentemente de sua vontade, no próprio meio em que foram colocados. Se a sorte do homem fosse irrevogavelmente fixada após a sua morte, Deus não teria pesado as ações de todos na mesma balança e não os teria tratado com imparcialidade.

A doutrina da reencarnação, que consiste em admitir para o homem muitas existências sucessivas, é a única que corresponde a ideia da justiça de Deus, com respeito aos homens de condição moral inferior; a única que pode explicar o nosso futuro e fundamentar as nossas esperanças, pois oferece-nos o meio de resgatarmos os nossos erros através de novas provas. A razão assim nos diz, e é o que os Espíritos nos ensinam.
O homem que tem consciência da sua inferioridade encontra na doutrina da reencarnação uma consoladora esperança. Se crê na justiça de Deus, não pode esperar que, por toda a eternidade, haja de ser igual aos que agiram melhor do que ele. O pensamento de que essa inferioridade não o deserdará para sempre do bem supremo e que ele poderá conquistá-lo através de novos esforços o ampara e lhe reanima a coragem. Qual é aquele que, no fim da sua carreira, não lamenta ter adquirido demasiado tarde uma experiência que já não pode aproveitar? Pois esta experiência tardia não estará perdida: ele a aproveitará numa nova existência.

Postado por LETRA ESPIRITA
por Ana Maria Teodoro Massuci
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Novos sonhos, novos caminhos


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Onde está o meu mentor espiritual?


Nota-se certa tendência, na atualidade, das pessoas incorporarem, às suas vidas, novas idéias ou conhecimentos relativos à vida espiritual.

Estamos na "nova era" e todos já devem estar cansados de ouvir - e ler- que as coisas estão mudando e que o intercâmbio entre os mundos físico e espiritual tende a aumentar.

Nosso povo, conhecido pela facilidade de familiarizar-se com todos e com tudo, tem feito muitas "amizades" com os irmãos do "lado de lá". Como a Doutrina Espírita é muito difundida por aqui, e diversas são as lições aprendidas por nós, alguns fatos têm se tornado muito popularizados e tratados de uma forma interessante - para quem se atenta a observar. Dentre vários desses assuntos, o que nos chama mais a atenção, nesse momento, é o relacionado com o Mentor.

Anjos da Guarda, Guias, Mestres interiores, etc, nunca estiveram tão popularizados e tão íntimos como atualmente, na visão espírita de Mentor.

Quando, em "O Livro dos Espíritos" de Allan Kardec, lemos as observações relativas a esses nossos amigos e protetores invisíveis observaram a seriedade e o respeito com que Kardec se dirige a eles. No livro "Nosso Lar", ditado pelo espírito de André Luiz a Chico Xavier, esse respeito e seriedade ficam muito mais evidentes, principalmente quando nos mostram o trabalho desses abnegados servidores do Cristo, de uma forma mais abrangente.

Observem que conotamos os mentores como "Servidores do Cristo", e não "nossos servidores". Embora possa parecer o óbvio, não é o que acontece na prática. Somos surpreendidos, às vezes, ouvindo alguém dizer: "meu mentor é meu amigo, ele fecha os olhos para algumas coisas"; ou, "onde estava meu mentor para deixar isso acontecer?" Ou ainda: "se faço algo errado, não há problema, pois meu mentor me conhece e sabe que não fiz por mal".

Há também aqueles que, por estudarem superficialmente a Doutrina, acabam confundidos - ou não - sua própria vontade e decisões com o que supõem ser a vontade do mentor. Tentam impor suas idéias e conceitos e, para dar o cunho de "ordem superior", concluindo seus argumentos com a célebre frase: "quem me pede para assim dizer é o meu mentor!"

Kardec demonstrou-nos, pela sua obra e, principalmente pela sua conduta, que a razão deve ser sempre utilizada quando tratar-se de intercâmbio entre os planos, pois além de ser um campo que necessita de muito estudo de nossa parte, podemos ainda, receber a influência de entidades espirituais que se aproveitem desse nosso descuido e causem danos a nós e aos outros.

A vida, quando encarnados, é de suma importância para o nosso progresso evolutivo. Toda ela é planejada exaustivamente pelos espíritos superiores, preocupados em que tenhamos um bom aproveitamento. Além disso, para que tenhamos sempre uma orientação segura no nosso caminho, permitem, por determinação do Altíssimo, que Espíritos sérios, evangelizados e cientes das realidades eternas, nos acompanhem na caminhada terrena.

Desnecessário deveria ser, enfatizar o respeito e gratidão que todos nós devemos a esses irmãos. Ensinaram-nos os espíritos, através da razão de Kardec, que quando atribulações se apresentem às nossas vidas, devemos ter a certeza de que será apenas um remédio amargo, mas necessário para a saúde do espírito, e que, com a fé e a paciência que o Evangelho nos ensina (e que os mentores fazem o possível para lembrar-nos), em breve passarão.

Quem é nosso mentor, é uma curiosidade que muitos têm e desnecessária, por sua vez. Grandes espíritos passaram anônimos pelo planeta, realizando grandes tarefas pela humanidade e muitos outros continuam realizando da mesma forma. O importante é entendermos - e praticarmos- os ensinamentos contidos na doutrina que abraçamos.

Respeitar e amar o nosso próximo são um dos grandes ensinamentos de Jesus, e pelo que aprendemos no Espiritismo, será que existe alguém mais próximo a nós do que o mentor?

REVISTA CRISTÃ DE ESPIRITISMO – POR HUMBERTO PAZIAN
por Nilza Garcia
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Aprenda a viver


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Ajuda dos mentores nas dificuldades da vida!


Assistência dos espíritos nas dificuldades da vida.

Confusões entre o meio e o fim acarretam decepções doutrinárias – O que importa no Espiritismo é o Reino de Deus e a sua Justiça.

Um dos fatores mais frequentes de decepções, na prática espírita, é o utilitarismo dos praticantes. Há pessoas que só compreendem as coisas do ponto de vista da utilidade imediata. Essas pessoas não se dirigem ao Espiritismo na procura de uma visão mais ampla da vida, de melhor compreensão, de maior equilíbrio psíquico.

Desejam, pelo contrário, obter benefícios imediatos: cura, solução de problemas financeiros ou amorosos, arranjo da vida. Pretendem fazer do Espiritismo um meio de conquista de vantagens pessoais. Os resultados dessa atitude só podem ser negativos.

Não é missão do Espiritismo “arranjar a vida” de quem quer que seja. Os Espíritos superiores não estão a serviço dos pequeninos e passageiros interesses humanos. Dessa maneira, a pessoa que deseja benefícios acaba perdendo a assistência dos Espíritos superiores e sofrendo o assédio dos inferiores. Estes, sim, estão sempre prontos a atender a todos os pedidos, mesmo os mais injustos. E, se às vezes fazem alguns benefícios imediatos, não raro cobram muito caro o que fizeram, causando, mais tarde, amargas decepções.

O que se deve buscar no Espiritismo é a elevada compreensão do processo da vida, que ele oferece a todos os estudiosos. Buscando essa compreensão, colocamo-nos em sintonia espiritual com os Mensageiros do Alto, que por sua própria benevolência nos atendem e nos socorrem em tudo o que é possível. Cumpre-se aquele ensinamento de Jesus, que todos os cristãos estudiosos conhecem: “Busca primeiramente o Reino de Deus e a sua Justiça, e tudo o mais te será dado por acréscimo”.

Os interesses, as paixões e as angústias humanas servem, muitas vezes, como meios de condução da criatura ao Espiritismo. Mas, não podem transformar-se em finalidade da prática espírita. É justo que a mão angustiada procure um Centro, um médium ou um doutrinador espírita, para solucionar o problema do filho enfermo. É justo que o homem de negócios, aturdido pelos insucessos, busque uma orientação no meio espírita, como é justo que a criatura atormentada por questões amorosas procure uma palavra de consolo na comunicação mediúnica. Mas, uma vez socorridas pelos Espíritos do Senhor, essas criaturas devem beneficiar-se com as luzes da doutrina, em vez de permanecerem na estagnação dos sentimentos comuns.

Não é somente no Espiritismo que isso acontece. Nas várias religiões, os sacerdotes enfrentam o mesmo problema, com os crentes interessados em transformar as práticas do culto em instrumentos de benefícios pessoais. Nas correntes ideológicas, nos partidos políticos, nos movimentos sociais, há sempre os que procuram apenas a satisfação de seus próprios interesses. Erram, pois, os que pensam que somente no Espiritismo somos assediados por essas questões, que não são privilégio de nenhum movimento, mas decorrem da própria natureza humana, em seu atual estado evolutivo.

O Espiritismo ensina que a vida tem um objetivo e, esse objetivo é o aperfeiçoamento espiritual. O que importa, pois, do ponto de vista espírita, como ensinava Jesus, é o Reino e sua Justiça, e não o bem-estar imediato, a felicidade passageira e ilusória. Pessoas que se aproximam do Espiritismo, tangidas por necessidades e interesses, mas não lhe absorvem os ensinamentos superiores, são as que acabam por decepcionar-se com a doutrina. Elas mesmas causam as suas decepções. De outro lado, como são felizes as que se servem da oportunidade de uma angústia ou de uma dificuldade, para assimilarem a mensagem renovadora do Espiritismo!

Essas são as que não se aproximam da luz de olhos fechados, e nunca se decepcionarão. Para elas, o Espiritismo se transforma naquilo que os místicos chamam, e com muita razão – a luz no caminho.

Escrito por Herculano Pires no Livro “O Mistério do Bem e do Mal”
por Nilza Garcia
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