domingo, 30 de abril de 2017

Não somos uma ilha

Em tudo que fazemos afetamos as pessoas de três modos: alteramos o seu tempo, a sua memória e as suas reações.

Os mínimos comportamentos podem interferir na História da Humanidade.

Quando um índio, em uma tribo isolada da Amazônia, abate um pássaro, ele afeta a História.

O pássaro não porá ovos, que não serão chocados e não gerarão descendentes. Isso afetará o consumo das sementes, dos predadores e toda a cadeia alimentar.

Afetará o ecossistema, a biosfera terrestre. A ausência do pássaro abatido afetará o processo de observação dos biólogos, interferindo em suas pesquisas, seus livros, sua universidade e sua sociedade.

Quando um aluno tem problemas na leitura, perante uma classe e é obrigado a repetir, muitas vezes, o mesmo trecho, sob o deboche dos colegas, registra a experiência.

Isso pode se transformar em um bloqueio da sua inteligência. Pode gerar gagueira, insegurança, afetando de forma drástica seu futuro como pai e como profissional.

Eventualmente, poderá nunca mais conseguir falar em público.

Uma pessoa que se suicida altera o tempo dos amigos e dos parentes.

Ele despedaçará a emoção e a memória deles. Terão lembranças tristes, pensamentos perturbadores que afetarão as suas histórias.

Consequentemente, cada um deles interferirá na história de outras pessoas, alterando o futuro da sociedade.

Quando Hitler se mudou para Viena, em 1908, tinha o objetivo de se tornar um pintor.

Rejeitado pelo professor da Academia de Belas Artes, ele teve afetada a sua afetividade, a sua emotividade.

Tudo isso influenciou sua compreensão do mundo, suas reações, sua luta no partido nazista, sua prisão e seu livro.

O processo interferiu na Segunda Guerra Mundial, afetando a Europa, o Japão, a Rússia, os Estados Unidos.

Os rumos da Humanidade foram alterados.

É possível que, se Hitler tivesse sido aceito na Escola de Belas Artes, tivéssemos um artista plástico medíocre. Mas não um dos maiores sociopatas da História.

Não que a sociopatia de Hitler seria resolvida pelo seu ingresso nas artes, mas poderia ter sido abrandada. Ou até mesmo deixado de se manifestar.

Não somos uma ilha. Somos uma grande família. Uma única espécie.

Dessa forma, cada um de nós é responsável, em maior ou menor proporção, pela violência do mundo, pelo terrorismo, pela fome.

O que fazemos influencia as pessoas que influenciam outras, que alimentam os sistemas e desencadeiam reações.

Somos mutuamente afetados pelas reações uns dos outros.

Assistir a um filme, conversar com um amigo, elogiar alguém, promover um ato cívico, auxiliar a outrem, acolher uma criança, pode mudar pouco ou muito o curso de nossas vidas.

O que fazemos afeta a nossa vida e a de outras pessoas.

Pensemos, assim, em tudo que dizemos e façamos.

Em meio a um incêndio, podemos usar nosso verbo para acalmar as pessoas ou para aumentar o desespero.

Da nossa forma de agir poderão resultar muitas mortes ou muitas vidas salvas.

Pensemos nisso, antes de agir, no próximo minuto.

Somos responsáveis pelo mundo.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 11,
do livro O futuro da Humanidade – a saga de
Marco Polo, de Augusto Cury, ed. Sextante.
Em 27.4.2017.
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Sinais de que o espírito de alguém querido está por perto.


É difícil perder alguém a quem nos sentíamos bastante chegados. Todos perdemos alguém em algum ponto de nossas vidas, é uma realidade da natureza e, infelizmente temos que encarar isso da melhor maneira possível.

No entanto, apesar de o corpo de alguma pessoa não estar mais entre nós, não significa que a pessoa tenha desaparecido para sempre de nossas vidas! Aqui estão alguns sinais que podem significar que os seus entes queridos que se foram não deixaram o seu lado definitivamente!

1. Você sente o seu cheiro
Quando o espírito de alguém querido está por perto, ele pode se manifestar de diversas maneiras. Uma das mais comuns é o olfato. O cheiro de uma pessoa é, frequentemente, uma das conexões mais fortes com ela. Pode ser o cheiro de tabaco do cigarro ou um perfume, ou até mesmo o aroma de sua comida preferida sendo preparada. Aprecie isso, é uma mensagem sendo enviada diretamente de seu amado falecido.

2. Eles aparecem nos seus sonhos
Essa é uma das maneiras mais comuns que os espíritos usam para interagir conosco. Nossas mentes subconscientes sempre são mais abertas ao mundo espiritual, frequentemente deixando ele entrar. Sonhos envolvendo espíritos são incrivelmente realísticos e nem um pouco como sonhos normais. Preste atenção ao que eles podem significar, pode ser uma mensagem.

3. Suas coisas somem
Você pode sentir como se tivesse se perdido quando percebe que itens do dia a dia somem dos locais usuais. Pode ser um parente ou amigo falecido brincando com você. Pode parecer bobo, mas não significa que eles perderam o desejo de brincar com você. Ria com eles!

4. Pensamentos incomuns
Você pode experienciar pensamentos que sente não serem seus, quase como se seu monólogo interno seja ocupado por outra pessoa. Pode ser um sinal de que as pessoas falecidas ainda estão com você. Se você se sente com pensamentos externos, preste atenção a eles, especialmente quando eles começarem a conversar com você.

5. Sinais no funeral
Segundo James Van Praagh, um renomado psíquico, os espíritos vão aos seus próprios funerais. Eles andam pela sala tentando confortar os seus amigos mais queridos e dar sinais de que está tudo bem. Frequentemente, por que as pessoas estão tão desconcertadas no luto, esses sinais passam desapercebidos. Quando for a um funeral fique aberto aos sinais que eles oferecem.

Autor: James Van Praagh

James Van Praagh é um medium, escritor e produtor de televisão. Ele já escreveu vários best-sellers e livros que tratam de espiritualidade, por intermédio da comunicação com espíritos, que foram traduzidos em mais de 50 línguas no mundo inteiro.

por Elieth Tavares Castro
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Chico Xavier


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sábado, 29 de abril de 2017

Você já teve intuições? Como saber se a intuição é fruto da inspiração de um Espírito ou da nossa própria mente?


Acreditamos que a intuição possa ser considerada como uma espécie de inteligência superior, fruto dos nossos conhecimentos acumulados, ainda que não tenhamos consciência deles. É uma manifestação da nossa “alma”, reflexo da Inteligência Divina que habita em nós. Por isso, transcende os limites da razão.

Mediunicamente considerada, é uma espécie de inspiração que os espíritos nos dão, captada psiquicamente, muitas vezes sem que nos damos conta. É algo que deveríamos utilizar com mais frequência, mas, na maioria das vezes, não conseguimos captar as mensagens que nossos guias ou amigos espirituais nos enviam, constantemente, com a intenção de nos auxiliar.
Se soubéssemos utilizar a intuição poderíamos resolver muitos problemas que nos afligem no dia-a-dia. Mas o problema maior é que, normalmente, pedimos ajuda espiritual em momento de aflição, e dessa forma, não conseguimos captar a inspiração com clareza.

No livro O Despertar da Intuição – Desenvolvendo o seu Sexto Sentido, do escritor e médium americano, James Van Praagh, ele explica que “intuição é uma sensação de saber, e isso vem de dentro. Essa sensação é espontânea, não é racional. Se você se esforçar muito para usar sua intuição, impedirá o processo. Em outras palavras: intuição não é uma coisa que você possa fazer acontecer. Ela simplesmente acontece. Você pode aprender a perceber quando ela ocorre. A intuição acontece quando nossas mentes estão relaxadas e não concentradas em um determinada tarefa”.
Precisamos estar com a mente tranquila e harmoniosa com o Alto para que possamos ter a intuição. Caso contrário, nossa sintonia estará vibrando em baixa frequência, sendo assim, a única intuição que receberemos é da espiritualidade das trevas ou de quem nos queira prejudicar.

A intuição em ambiente harmonioso é tão importante que escritores, compositores, pintores etc, somente conseguem exercer sua arte em lugares onde há tranquilidade e que possam trabalhar aproveitando sua intuição da melhor maneira possível.

Mas, como saber se a intuição é fruto da inspiração de um espírito ou de nossa própria mente? Van Praagh escreve que “para fazer contato com esse tipo de conhecimento, é preciso começar estabelecendo um relacionamento íntimo com você. Quanto mais compreender suas próprias razões, ideias e crenças, mais fácil se tornará separar o que é seu daquilo que é dos espíritos”.

Inspiração dos espíritos
Certa vez, uma amiga médium me disse que meu pai iria manter contato comigo. Ele já havia desencarnado há anos. Mas ela afirmou que ele faria contato em breve. Certo dia, minha esposa trouxe as correspondências para mim e o que nos espantou foi que, em uma delas, o destinatário estava no nome de meu pai. Ficamos espantados. Como aquilo havia acontecido? Lembrei-me que havia preenchido um cadastro em uma loja, com os meus dados e também o nome de meus pais. O impressionante é que ao invés da loja enviar a correspondência em meu nome, enviou no de meu pai. O que isto quer dizer? Que a médium, minha amiga, estava certa? Também! Mas meu pai quis me alertar que ele estava ao meu lado, para eu ficar atento, pois estava me inspirando no dia-a-dia. Às vezes, um ente querido ou um amigo já desencarnado nos envia uma mensagem similar, mas como estamos preocupados com nossos problemas, deixamos de captar o que poderia ser a solução de uma aflição.Van Praagh explica que “no nível mental, a intuição costuma manifestar-se em forma de imagens (...) Os inventores afirmam que suas invenções lhes chegam por devaneios, sonhos noturnos ou quando não estão concentrados nos problemas (...) Executivos com altos cargos administrativos costumam dizer que tiveram uma ‘sensação visceral’ ao tomar certa decisão (...) A capacidade de saber intuitivamente o que vai dar certo aumenta a possibilidade de sucesso de uma pessoa nos negócios”.

Confiando na voz interior
Isto explica alguma intuição que a pessoa tem e é considerada maluca, pois os outros acham absurda aquela ideia. Porém, a pessoa deverá se manter firme em sua convicção, afinal a intuição lhe mostrou uma imagem, o que dá a certeza de estar fazendo a coisa certa. Essa passagem me lembra Juscelino Kubitcheck. Quando idealizou Brasília, ele seguiu sua intuição e colocou em prática um projeto audacioso. Se ele não seguisse sua intuição, a imagem daquela cidade no planalto central não passaria de mera imagem.

Comecei a praticar as técnicas descritas na obra de James Van Praagh, afinal, os pequenos detalhes fazem a diferença. Assim, dia desses, quando voltava de carro de uma viagem a trabalho no norte de Goiás, pegando a BR 153, fiquei na dúvida se seguiria para Goiânia (onde poderia continuar a trabalhar) ou voltaria para Brasília, onde moro. Em determinado ponto da estrada, pedi auxílio aos meus guias espirituais que pudessem me inspirar o que seria melhor para mim. Estava chegando a um trevo onde seguir reto seria tomar um caminho logo à frente para Brasília ou virar a direita era ir para Goiânia. Quando mentalizava ao Alto pedindo uma intuição, uma viatura da polícia rodoviária veio na contramão em minha direção. Achei aquilo estranho. Quando a viatura chegou no trevo, parou. Perguntei se não podia seguir” e o policial respondeu: “Só se for para Goiânia” – apontando a estrada a minha direita, pois havia acontecido um acidente na outra estrada. Fiquei pasmo ao ouvir aquilo. Muitas pessoas vão dizer que é coincidência, mas não acredito em coincidências e penso que nada acontece por acaso. Segui viagem para Goiânia pensando no acontecido. Acabei fechando bons negócios naquela cidade. Neste caso soube ouvir e seguir a minha intuição.

James Van Praagh escreve que “a intuição também deve estar integrada ao intelecto para podermos traduzir as informações enviadas por ela. Médicos que passaram anos na faculdade sabem que combinar seu conhecimento médico com a intuição é a melhor forma de diagnosticar problemas difíceis de serem identificados por meios convencionais”.

Sendo assim, não basta pedir, temos que fazer a nossa parte. Para que a intuição funcione precisamos ter fé. Não adianta você pedir para ser inspirado em algo, se no fundo não acredita que seja possível. É a mesma coisa de orar sem fé, ou seja, o pedido é em vão. “Só é possível desenvolver a percepção mediúnica com que você nasceu através da prática e com persistência. É um processo de sintonia em que o instrumento é seu próprio sexto sentido”, finaliza Van Praagh.

Revista Cristã de Espiritismo
Autor desconhecido
por Ana Maria Teodoro Massuci
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2 Carros passam por cima de menina e nada acontece? Anjo da guarda?



Surveillance video cameras have captured a scary moment when an unattended toddler was hit and ran over twice while crossing a road in southwest China's Sich...

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Perguntas e respostas

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

354. Como se explica a vida intra-uterina?

“É a da planta que vegeta. A criança vive vida animal. O homem tem a vida vegetal e a vida animal que, pelo seu nascimento, se completam com a vida espiritual.”

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Nos caminhos da evolução: transformação planetária

O nosso planeta está em processo de mudança e isso nos levou a pensar em alguns aspectos desse processo.

Estudando Kardec temos a pergunta que ele fez aos Espíritos sobre os elementos gerais do universo:
[1] Há então dois elementos gerais no Universo: a matéria e o espírito?

(Espírito): – “Sim e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas, ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o espírito possa exercer ação sobre ela. Embora, de certo ponto de vista, seja lícito classificá-lo com o elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o espírito não o fosse. Está colocado entre o espírito e a matéria; é fluido, como a matéria é matéria, e suscetível pelas suas inumeráveis combinações com esta e sob a ação do espírito, de produzir a infinita variedade das coisas de que não apenas conheceis uma parte mínima. Esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que o espírito se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá".

Numa análise superficial sobre a estrutura da matéria, poderíamos pensar um pouco sobre fluido cósmico universal e, juntamente com a mão do Criador, que provavelmente deram origem às partículas elementares, ainda desconhecidas pelo homem, para então gerar o que chamamos de partículas subatômicas. Da junção dessas partículas subatômicas formaram-se os átomos, e dos átomos as moléculas, e por fim delas a matéria bruta que deu forma e estrutura a tudo que conhecemos.

Segundo o Bioquímico Russo Oparin, a vida na Terra teria começado através de reações químicas sob uma atmosfera propícia para tal:
“Na atmosfera primitiva do nosso planeta, existiriam metano, amônia, hidrogênio e vapor de água. Sob altas temperaturas, em presença de centelhas elétricas e raios ultravioletas, tais gases teriam se combinado, originando aminoácidos, que ficavam flutuando na atmosfera. Com a saturação de umidade da atmosfera, começaram a ocorrer as chuvas. Os aminoácidos eram arrastados para o solo. Submetidos a aquecimento prolongado, os aminoácidos combinavam-se uns com os outros, formando proteínas”.

O início da vida na Terra ainda requer muito estudo, mas sabemos que toda essa evolução sempre foi conduzida pelos Espíritos superiores partindo dessas proteínas, aminoácidos e toda a estrutura física da Terra para que ocorresse o início da vida.
Assim, partindo do momento que a vida se instalou na Terra estagiando em diferentes formas de vida, por milhões de anos, como nos ensinam os Espíritos superiores através de Kardec, chegou-se ao homem atual aqui na Terra.

Nesse processo de evolução herdamos dos nossos antepassados, os símios, e do homem primitivo, todas as nossas aptidões, tais como a luta pela sobrevivência, o egoísmo na busca do melhor para nós, a violência para manter as nossas conquistas e toda forma de sentimentos que foram agregados ao nosso ser durante esses milhões de anos.

Claro que isso nos leva a pensar que o Criador jamais plantaria no nosso ser características que, depois de milhares de anos, seriam combatidas por Ele mesmo numa reação de oposição às suas próprias leis, como a Lei Mosaica, e também algumas estruturas religiosas que teimam em criar o “Pecado Original”. Precisamos entender essas nossas características primitivas como ferramentas da própria evolução através da descoberta, passo a passo, do nosso eu mais profundo que é o Espírito imortal.

Em um dado momento desperta no homem primitivo a razão que vai passo a passo desenvolver a consciência de si e do mundo à sua volta.

Necessários milhares de anos para iniciar o desenvolvimento das emoções inferiores e, em seguida, as emoções superiores para chegar aos nossos sentimentos mais nobres.
Com o advento do nosso Mestre Maior, Jesus, vamos iniciar então a jornada para trabalhar esses sentimentos, agora mais nobres em comparação aos sentidos primitivos, rumo a uma nova fase que nos espera, que seria o homem do terceiro milênio. Vivemos ainda hoje sob a luta das expiações e provas, ainda como um processo muito eficaz de aprendizagem e mudanças íntimas.
Aparece então Kardec juntamente com os Espíritos, nos convidando a uma fé raciocinada para aliar razão e sentimento, que a ciência oficial ainda não consegue aceitar plenamente. Os Espíritos vêm nos ensinar tudo que Jesus nos trouxe há 2000 anos numa ótica atual e frente a frente com a razão, como nos ensina o mestre de Lion, para aprendermos a confrontar nosso intelecto com os nossos mais profundos sentimentos e ações.

Na atualidade temos a benfeitora Joanna de Ângelis que nos convida a uma introspecção profunda em nosso ser numa busca incessante de conhecer nossa psique aliada ao espírito imortal. Para a realização dessas mudanças, em função do complexo que é o nosso ser. Ela nos mostra que tudo parte do Espírito, passando pelo perispírito e os diversos “corpos espirituais “ainda pouco conhecidos pelos estudiosos da Doutrina Espírita, e chegando ao corpo físico para interagir com o mundo físico. Nesse corpo físico carregamos todo esse potencial para através das sucessivas reencarnações chegarmos ao ser integral, completo e realizado.

Quando Joanna nos ensina que:
[2] “A consciência adquirida – a perfeita identificação do conhecimento e do fazer, do saber e do amar – faculta a ampliação das próprias possibilidades para penetrar em dimensões metafísicas”, podemos ver o quanto a proposta de Kardec se faz presente dentro da nossa evolução nos aspectos do conhecimento, com o sentimento maior que é amar para nos tornar capazes de uma vida plena, e a preparação interior para esse novo milênio.
A Terra está passando por uma transformação de planeta de expiações e provas para um planeta de regeneração e isso está provocando muita agitação e distúrbios como ocorre em toda e qualquer mudança.

Percebemos que estão ocorrendo mudanças em todos os níveis, sejam elas mudanças físicas, estruturais, comportamentais, e acima de tudo morais. Conflitos de todos os níveis podemos ver a todos os momentos, mas isso não é o fim, como afirmam alguns, mas sim o começo de uma nova era.
Precisamos ficar firmes, atentos para não cairmos em nossos desequilíbrios, não nos deixando levar pela onda de pessimismo que assola as pessoas nessa hora. Precisamos hoje, mais do que nunca, sentir e viver os ensinos de Jesus. A hora é agora, pois o momento chegou. A luta hoje é de dentro para fora, orar, amar, trabalhar e seguir em frente.

A evolução da Humanidade chegou a um ponto que não dá mais para retroceder, estacionar e questionar se devemos ou não prosseguir. As vozes do Além nos convidam a reflexões mais profundas de nosso ser, mudanças nas nossas atitudes e a nos conhecer mais a cada dia, procurando viver o amor ao próximo como nos pede o nosso Mestre Jesus.

Bibliografia:
[1] O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
[2] O ser consciente, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco.
Wagner Ideali
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sábado, 22 de abril de 2017

É hora de recomeçar!


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terça-feira, 18 de abril de 2017

Não há mal que dure para sempre.


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sábado, 15 de abril de 2017

Ante a calúnia


É inevitável ser vítima da calúnia, que faz parte do orçamento moral de muitas pessoas, a fim de ser apresentada no mercado da leviandade humana.

Muitos se comprazem em urdi-la e desferi-la, por inveja, ciúme ou, simplesmente, por doença moral.
Outros se encarregam de divulgá-la, alegrando-se em fazê-lo, porque também atormentados.
Não sintonizes com aqueles que vivem nessa faixa.
Igualmente não te permitas atingir pelas farpas caluniosas que te arrojam.
Vive de tal forma, que o caluniador fique desmoralizado por falta de provas.
Cada dia é lição que se transforma em vida, ao longo do teu caminho eterno.
Diariamente surgem episódios de calúnia, intentando alcançar alguém.
Assim, perdoa o caluniador. Ele não fugirá de si mesmo.

Contam que uma caluniadora buscou o seu confessor e narrou, arrependida, a sua insensatez.
Pedindo a absolvição para o triste delito, perguntou ao ouvinte atento qual era a sua penitência.
Aquele reflexionou e pediu-lhe que fosse ao lar e trouxesse uma almofada de plumas, subisse à torre da igreja e dali as espalhasse ao vento com máximo cuidado, e, após, viesse receber a competente liberação.

Tão logo terminou de fazê-lo, a confessa retornou e perguntou:
— E agora?
— Volta lá — respondeu o sacerdote — recolhe todas as plumas e refaze a almofada.
A calúnia são plumas ao vento que vão sempre adiante para a amargura do caluniador.

Pelo Espírito: JOANNA DE ÂNGELIS
Psicografia: Divaldo Pereira Franco
Livro: "Episódios Diários" - EDITORA LEAL
Postado pelo site EU, ESPIRITA!
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Meu Pai


Todos os que fomos acalentados pelo amor paterno, com certeza, recordamos nosso velho com saudade. Particularmente, quando nós mesmos nos tornamos pais, as lembranças acodem aos atropelos.

Na acústica da alma, ainda ouvimos os passos firmes nas noites de trovoadas, a conferir em sua ronda, janelas, trancas, cortinas, o sono da criançada.

Se fecharmos os olhos, podemos sentir o deslizar da sua mão levemente pelo nosso rosto e o puxar cuidadoso do cobertor.

Vemos sua silhueta se perdendo na penumbra e ouvimos o último abrir e fechar da geladeira.

Recordamos da criança que fomos e que ficava à espera da sua volta do trabalho. Aqueles que tivemos pais cujo trabalho exigia muitos dias fora do lar, podemos sentir outra vez o coração aos atropelos, lembrando o som do carro dele, chegando, na madrugada.

Será que lembrou de trazer um presente? Será que a sua barba está por fazer e vai espetar o nosso rosto?

Recordamos o passeio dos fins de semana, do presente de aniversário, da ceia de Natal. Até das broncas após as nossas malandragens.

Igualmente lembramos dos carinhos à chegada de nosso boletim, a alegria após passar de ano. A comemoração em família pelas nossas vitórias: fundamental, ensino médio, vestibular, faculdade.

E quando chegamos à adolescência? Quantos cuidados! Quem são os seus companheiros?Com quem você vai sair? Aonde vai?

Não fume. Não beba. Não exceda a velocidade. Respeite os sinais de trânsito.

É hora de chegar? Não falei para chegar antes da meia-noite?

Filho, respeite os mais velhos. Faça um carinho nos seus avós. Quando, afinal, vai se decidir a trabalhar?

Garoto, vou lhe cortar a mesada.

Olhando as rugas estampadas no rosto de nosso pai, somos tomados de carinho e nos curvamos diante dele. Quantos anos vividos no calor do lar paterno. Quantas lições!

Lições que hoje repassamos para os nossos próprios filhos e, sem nos darmos conta, vamos repetindo os mesmos gestos dele. Daquele que há sessenta, setenta anos renasceu e um dia se tornou nosso pai.

Olhamos nossos filhos e, lembrando de como a generosidade de nosso pai, os seus cuidados nos fizeram bem ao caráter, nos esmeramos no atendimento aos nossos próprios rebentos.

Por tudo isso, outra vez, é que a nossa gratidão cresce no peito e explode em uma grande manifestação de afeto. E, como se nosso pai fosse uma criança pequena, abraçamos o velho e o embalamos em nossos braços, com a mesma canção de ninar que um dia ele embalou a nossa infância.

As mensagens repassadas às crianças calam profundamente em suas almas. Embora o tempo, a distância, as circunstâncias mais adversas, tudo o que as aninhou e animou nos anos infantis repercute pela vida afora.

Eis porque a infância tem um caráter de primordial importância ao ser humano. É nesse período de repouso para o Espírito, que se prepara para as lutas do mundo, que o ser se abastece de energias, vigor, valores reais que são, em verdade, as únicas heranças autênticas que os pais legam aos filhos.

Redação do Momento Espírita.
Postado pelo Redação do Momento Espírita, a partir do texto Pai, de autoria desconhecida. Disponível no cd Momento Espírita, v. 19, ed. Fep. Em 01.02.2012. em 14/08/2016
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Estar vivendo um relacionamento ruim? aqui está a solução!

PARA TER SORTE NO AMOR
Compre sete rosas branca no sábado de Aleluia e coloque dentro de um vaso sem água, deixando ali até que as rosas sequem totalmente. Depois faça um pacote com as rosas e deposite na porta de uma igreja que realize bastante casamento.

PARA CURAR DOR DE COTOVELO DE MULHER OU DE HOMEM
Escreva na areia da praia o nome da pessoa amada 12 vezes, um atrás do outro. Em seguida, vá e volte pisando firme sobre os nomes escritos na areia. Depois, dê um mergulho no mar que a dor de cotovelo ficará nas profundezas da água do mar.

PARA ESQUECER UM PASSADO DESAGRADÁVEL
Se há uma coisa que está lhe pesando no peito, faça o seguinte: pegue um caderninho ou uma folha de papel e escreva tudo o que você não gosta, ou que está lhe fazendo mal. Leia e releia tudo, depois jogue dentro dum mar bem impetuoso, e diga: "mar, leve com o teu ímpeto tudo o que está em minha mente e na lembrança do passado, que atrapalhando o meu presente".

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Nunca foi entre você e os outros


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O Evangelho


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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Eutánasia – uma visão espírita

Juntamente com o tema Aborto, a Eutanásia é um assunto difícil de ser ensinado a Luz do Espírito da Verdade ou do Espiritismo, devido às idéias materialistas que hoje em dia prevalecem. Consultamos quatro livros, daremos os capítulos e as paginas para que se os leitores desejarem interpretar o assunto de acordo com as fontes citadas por sua conta, que o façam.

Felizmente no Brasil, ao contrário de outros países que até já estão legalizando a eutanásia (Holanda foi a primeira) não existem pressões da opinião pública para oficializar este tipo de crime contra a vida que só Deus dá e só Ele pode tirar. 1º. Livro consultado – E.S.E. capitulo V – Item: Bem Aventurados os aflitos – ítem 28.
Este é o sumário de uma comunicação feita pelo Espírito de S. Luís na cidade de Paris, no ano de 1860, durante a elaboração dos livros da codificação Espírita por Allan Kardec. Perguntaram a S. Luís: Um homem está agonizando, vitima de cruéis sofrimentos de saúde. O seu estado não permite nenhuma esperança. É permitido poupar-lhe alguns dias de agonia, apressando o seu fim, ou seja, podemos praticar a eutanásia?

Resposta de São Luís (sumarizada): Quem dá direito a vocês de prejulgarem os planos de Deus? Disse mais São Luís: Deus pode levar um homem até a beira de um abismo e depois retira-lo de lá! Ele assim pode fazer para que o homem volte-se para o seu interior e mude seus pensamentos em direção à pensamentos mais sublimes!
Mesmo que vocês pensem que o momento final do moribundo tenha chegado, ninguém poderá dizer com certeza que sua hora terá chegado. Quantas vezes a ciência médica terrena não já se enganou em previsões de dias de vida para um moribundo?

Disse também São Luís: Existem muitos casos, que com razão vocês podem considerar desesperadores. Mas, se não existe nenhuma esperança de retorno definitivo a vida e a saúde, vocês já não viram incontáveis exemplos de que, no momento de dar o ultimo suspiro, o doente se reanima, recobra sua lucidez por alguns instantes? (nós conhecemos como a melhora da morte).

Pois bem, disse mais São Luís: Essa graça que lhe é concedida pode ser, e é em muitas das vezes, da maior importância, pois vocês ignoram os pensamentos que o espírito de um doente agonizante pode ter nos momentos finais da sua agonia e ignoram os muitos tormentos de sofrimentos futuros, que podem ser poupados em um minuto a mais de vida, quando o doente tem os seus momentos de arrependimento. Aqueles instantes podem ser o momento da redenção do espírito e da sua conseqüente salvação!

As pessoas materialistas só vêem o corpo e não dão conta, de que suas almas, não podem compreender estes momentos e suas conseqüências. Mas o Espírita, que sabe o que acontece após a morte, conhece (ou pelo menos deveria conhecer) o valor do último pensamento.

São Luís nos esclarece também: Devemos suavizar tanto quanto pudermos os últimos sofrimentos, mas jamais pensar em encurtar a vida, que seja por apenas um minuto, pois este minuto pode poupar muitas lágrimas no futuro de todos nós.

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A Proteção do Evangelho


fonte
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Deixe seu relacionamento a mil com essas simpatias

PARA ARRUMAR CASAMENTO (PARA MULHERES)
Adquira uma imagem de Nossa Senhora dos Navegantes, bem pequenina, coloque-a na barra da saia ou dentro de um bolso, durante 21 dias. Depois disso, coloque-a dentro de uma vasilha virgem com água. A Santa deve ficar de cabeça para baixo até arrumar casamento. Vá trocando a água de 7 em 7 dias.

PARA AFASTAR ALGUÉM DE SEU MARIDO OU DE SUA MULHER
Durante três sexta-feiras seguidas, quando o marido estiver dormindo, pegue uma agulha com linha branca e, na direção do coração, como se estivesse costurando, diga três vezes: assim como São Jorge dominou o dragão, eu dominarei este coração, que será fechado para todas as mulheres (ou para todos os homens) e ficará aberto só para mim". Em seguida, reze três Pai-Nossos para o anjo da guarda do marido (ou esposa) e também para o da própria pessoa.

PARA HOMEM CONQUISTAR UMA MULHER DIFÍCIL
O homem deve conseguir três fios de cabelo da mulher, sem que ela perceba, e amarrar os fios no pênis. Esta simpatia deverá ser feita até que a mulher esteja totalmente dominada, ou seja, repeti-la sempre.

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Mundos de Regeneração

Entre essas estrelas que cintilam na abóbada azulada, quantas delas são mundos, como o vosso, designados pelo Senhor para expiação e provas! Mas há também entre elas mundos mais infelizes e melhores, como há mundos transitórios, que podemos chamar de regeneradores. Cada turbilhão planetário, girando no espaço em torno de um centro comum, arrasta consigo mundos primitivos, de provas, de regeneração e de felicidade. Já ouvistes falar desses mundos em que a alma nascente é colocada, ainda ignorante do bem e do mal, para que possa marchar em direção a Deus, senhora de si mesma, na posse do seu livre-arbítrio. Já ouvistes falar das amplas faculdades de que a alma foi dotada, para praticar o bem. Mas ai!, existem as que sucumbem! Então Deus, que não quer aniquilá-las, permite-lhes ir a esses mundos em que, de encarnações em encarnações podem fazer-se novamente dignas da glória a que foram destinadas.
Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de expiação e os felizes. A alma que se arrepende, neles encontra a paz e o descanso, acabando por se purificar. Sem dúvida, mesmo nesses mundos, o homem ainda está sujeito às leis que regem a matéria. A humanidade experimenta as vossas sensações e os vossos desejos, mas está isenta das paixões desordenadas que vos escravizam. Neles, não há mais o orgulho que emudece o coração, a inveja que o tortura e o ódio que os asfixia. A palavra amor está escrita em todas as frontes; uma perfeita equidade regula as relações sociais; todos manifestam a Deus e procuram elevar-se a Ele, seguindo as suas leis.
Nesses mundos, contudo, ainda não existe a perfeita felicidade, mas a aurora da felicidade. O homem ainda é carnal, e por isso mesmo sujeito às vicissitudes de que só estão isentos os seres completamente desmaterializados. Ainda tem provas a sofrer, mas estas não se revestem das pungentes angústias da expiação. Comparados à Terra, esses mundos são mais felizes, e muito de vós gostariam de habitá-los, porque representa a calma após a tempestade, a convalescença após uma doença cruel. Menos absorvido pelas coisas materiais, o homem entrevê melhor o futuro do que vós, compreende que são outras as alegrias prometidas pelo Senhor aos que tornam dignos, quando a morte ceifar novamente os seus corpos, para lhes dar a verdadeira vida. É então que a alma liberta poderá pairar sobre os horizontes. Não mais os sentidos materiais e grosseiros, mas os sentidos de um perispírito puro e celeste, aspirando às emanações de Deus, sob os aromas do amor e da caridade, que se expandem do seu seio.
Mas, ah!, nesses mundos o homem ainda é falível, e o Espírito do mal ainda não perdeu completamente o seu domínio sobre ele. Não avançar é recuar, e se ele não estiver firme no caminho do bem, pode cair novamente em mundos de expiação, onde o esperam novas e mais terríveis provas. Contemplai, pois, durante a noite, na hora do repouso e da prece, essa abóbada azulada, e entre as inumeráveis esferas que brilham sobre as vossas cabeças, procurai as que levam a Deus, e pedi que um mundo regenerador vos abrisse o seu seio, após a expiação na Terra. 
Autor: Santo Agostinho
Fonte:http://www.mensagemespirita.com.br/tags/santo-agostinho

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Ação e reação.


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Traga de volta o seu amor pra sua vida.

PARA PRENDER UMA PESSOA
Se você quer ter para sempre a pessoa amada, é só pegar uma fotografia dela e escreva seu nome atrás. Depois, coloque a foto dentro de um copo com água bem açucarada, deixando-a ali por 7 dias. Logo a pessoa se entregará totalmente a você e por todo o tempo. Atenção: só faça esta se você tiver certeza de que quer a pessoa definitivamente, caso contrário, vai se aborrecer quando não mais a quiser.

PARA ATRAVESSAR O CAMINHO DE ALGUÉM NO AMOR
Se você está interessado na garota de alguém, e tem coragem para fazer esta simpatia, vá em frente: Pegue três pimentas vermelhas. Dê um jeito de colocar as pimentas no bolso do namorado da garota que você quer para si. Dizem que esta simpatia é infalível.

PARA NÃO PERDER UM NAMORADO (A)
Se você sentir que seu namorado(a) anda meio frio e distante, já não lhe dando a mesma atenção de antes, pegue um fio de linha vermelha e um sabugo de milho. Amarre o sabugo com a linha, fazendo 3 nós bem apertados e coloqueo dentro de um pote de barro. Só retire dali quando seu namorado voltar ao que era antes.

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terça-feira, 11 de abril de 2017

Depressão – uma visão espírita


“A depressão é hoje um dos maiores fatores de ausência no trabalho no mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê para 2025 que ela seja a terceira maior causa de morbidade e mortalidade entre as patologias, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares e os cânceres, onde a própria depressão tem importante ação nos seus surgimentos”.

A constatação é do psiquiatra e vice-presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil (Ame-Brasil), Dr. Roberto Lúcio V. de Souza. Ele explica que não há sintomas que caracterizem claramente se existe alguma predisposição biológica para o surgimento do quadro depressivo, embora já se tenha percebido que filhos de pais (ou parentes diretos) deprimidos ou portadores de Transtorno Bipolar têm maior propensão para a depressão.

Em entrevista, o psiquiatra explica quais são as causas verificadas da depressão, a sua relação com o estresse e a diferença entre depressão e tristeza.
A depressão é uma doença de caráter primário biológico ou psicológico?

ROBERTO LÚCIO V DE SOUZA – A depressão, como qualquer patologia, tem sua origem no desrespeito às leis divinas, causando alterações nas estruturas perispirituais do espírito. Ao buscar a reencarnação, o espírito se liga energeticamente a um óvulo e a um espermatozoide que carreia uma carga genética compatível com as suas necessidades de aprendizado e reparação. Sendo assim, grande parte dos quadros psiquiátricos que apresentam os sintomas depressivos de maneira mais acentuada são, para a ciência oficial, de caráter hereditário. Os quadros depressivos mais graves apresentam alterações anatômicas cerebrais e comprometimento neuroquímico importante; no entanto, o comportamento da criatura, a sua aceitação ou não das dificuldades da vida e a sua imaturidade espiritual podem gerar, diante de determinadas situações – pela permanência da culpa e da mágoa – sintomas depressivos, os quais podem ter um caráter emocional, não necessitando do uso de medicamentos.

Quais são as causas conhecidas da depressão, de acordo com a ciência?

Para a ciência oficial, a depressão tem sua origem em alterações dos níveis de determinados neurotransmissores, em especial, a serotonina e a adrenalina, causados por alterações na recaptação destas substâncias pelos neurônios. Hoje, estudos já consideram alterações de algumas áreas cerebrais, mas estas hipóteses necessitam de outros estudos. São considerados também os fatores sócio-familiares e emocionais como desencadeadores ou agravadores desses quadros. Para a maioria dos estudiosos, em especial, nos quadros de Depressão Maior e da depressão no Transtorno Afetivo Bipolar, o componente genético é de fundamental importância.

E do ponto de vista espiritual?

Do ponto de vista espiritual, amigos espirituais, que orientam os trabalhos do Grupo de Estudos de Espiritismo e Psiquiatria da Associação Médico-Espírita de Minas Gerais, são enfáticos em dizer que a principal causa da depressão é a rebeldia. Que a depressão, em sua sintomatologia, é como uma resposta do espírito à ‘vida de não vida’, com uma recusa de viver quaisquer aspectos da sua caminhada na crosta. É como se o espírito dissesse: ‘Se eu não tenho a vida que quero, eu não quero a vida que tenho’. No meio religioso e dentro do campo espírita, não é diferente. Muitos preferem responsabilizar um terceiro por suas dificuldades e adoecimento.

Existe alguma relação entre estresse e depressão?

As condições de estresse nas quais a população em geral vem se submetendo são grandes fatores do surgimento das doenças e não seria diferente com a depressão. Em especial, nos quadros sem aparente componente biológico e para os quais os medicamentos praticamente não fazem efeito, as condições de pressão e sofrimento às quais o homem moderno é submetido são fatores, com a persistência no tempo, do surgimento da depressão.

Qual a diferença entre depressão e tristeza?

É importante diferenciar tristeza e depressão. Tristeza é uma emoção natural, presente na vida do homem, diante de determinados sofrimentos, que busca levar o indivíduo para dentro de si mesmo, para refletir sobre como vem agindo diante da vida e a sua necessidade de renovação e aprimoramento. Tristeza não é doença e não responde aos tratamentos farmacológicos e biológicos utilizados pela medicina.

Sendo enfermidade da alma (depressão), como o Espiritismo – e os centros espiritas – pode colaborar para que os casos de depressão sejam sanados, controlados ou até mesmo evitados?

O Espiritismo tem todos os recursos para atuar na causa básica da doença, auxiliando o indivíduo em sua reforma íntima. O tratamento através da fluidoterapia é auxiliar e de grande benefício para o doente. No entanto, esta terapia deve ser complementar ao tratamento clínico e psicológico, pois a criatura já apresenta lesões nas estruturas cerebrais que necessitam da intervenção medicamentosa, biológica e/ou psicológica. O Movimento Médico-Espírita reconhece na reforma íntima o verdadeiro caminho da cura do espírito, mas não prescinde dos recursos já conquistados pela ciência oficial para o tratamento dos doentes, entendendo que estes são instrumentos de alívio e auxílio até que o ser consiga alcançar um patamar evolutivo que o livre do adoecimento. No estágio atual em que se encontra a humanidade, precisamos de inúmeras ‘muletas’ para conseguirmos continuar a nossa estrada evolutiva.

A partir da Revista SER Espírita (Ed. 19 – Junho/2012)
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Abnegação

A evolução espiritual é um fenômeno bastante complexo, que se dá em sucessivas fases.

No começo, predomina a natureza corpórea.

Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades comezinhas.

Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupações.

Nesse período, o egoísmo é marcante.

Os instintos de conservação da vida e da preservação da espécie têm absoluta preponderância.

Com o tempo, o ser começa a desvincular-se de sua origem.

A inteligência se desenvolve, o raciocínio se sofistica e o senso moral desabrocha.

As invenções tornam possível gastar tempo com questões não diretamente ligadas à sobrevivência.

Viver deixa de ser tão difícil, sob o prisma material.

Em compensação, começam os dilemas morais.

Com a razão desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.

O que antes era admissível passa a ser um escândalo.

A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realizações intelectuais e afetivas.

Essa nova sensibilidade também evidencia que o próximo é seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.

Gradualmente se evidencia a igualdade básica entre todos os homens.

Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, não se distinguem no essencial.

Uma chama divina os anima e a todos conduzirá aos maiores cimos da evolução.

Contudo, o abandono dos hábitos toscos das primeiras vivências não é fácil.

Séculos são gastos na árdua tarefa de domar vícios e paixões.

As encarnações se sucedem enquanto o Espírito luta para ascender.

O maior entrave para a libertação das experiências dolorosas é o egoísmo, que possui forte vínculo com o apego às coisas corpóreas.

Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.

O Espírito necessita libertar-se do apego a coisas transitórias.

Apenas assim ele adquire condições de viver as experiências sublimes a que está destinado.

Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da matéria.

O melhor meio para isso é praticar a abnegação.

Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.

A ação abnegada importa na superação das tendências egoístas do agente.

Age-se em benefício de uma causa, pessoa ou princípio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.

Certamente não é uma virtude que se adquire a brincar.

Apenas com disciplina e determinação é que ela se incorpora ao caráter.

Mas como ninguém fará o trabalho alheio, é preciso principiar em algum momento.

Comece, pois, a praticar a abnegação.

Esforce-se em realizar uma série de atitudes com foco no próximo.

Esqueça a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.

Esse esforço inicial não tardará a dar frutos.

O gosto pelo transitório lentamente o abandonará.

Ele será substituído pelos prazeres espirituais.

Você descobrirá a ventura de ser bondoso, de amparar os caídos e de ensinar os ignorantes.

Esses gostos suaves e transcendentes o conduzirão a esferas de sublimes realizações.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 17.6.2013.

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O Deus dos novos começos


Eis que faço coisa NOVA, que está saindo à LUZ; porventura, não o percebeste?
Isaías 43:19

Sim, nosso DEUS é o DEUS DOS NOVOS COMEÇOS. Quando estamos ao lado de DEUS os NOVOS COMEÇOS são possíveis. DEUS dá NOVOS COMEÇOS quando nos aproximamos ainda mais dEle. Por intermédio do profeta Isaías DEUS encorajou os exulados judeus a terem uma perspectiva de um NOVO COMEÇO. 

DEUS disse: "Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas". DEUS lhes disse para deixarem de viver lembrando da punição que sofreram até mesmo da demonstração do poder divino quando houve o ÊXODO do Egito. Isaías queria que a atenção do povo estivesse focada em DEUS, que com certeza lhes daria um NOVO COMEÇO, levando-os da Babilônia para casa, em um NOVO ÊXODO. Com DEUS ao nosso lado os NOVOS COMEÇOS são possíveis em nosso CORAÇÃO. 

Só com ajuda de DEUS nós podemos abrir mão do passado e começarmos a nos apegar a Ele. Um relacionamento íntimo e pessoal com DEUS nos proporcionará um NOVO COMEÇO repleto de ESPERANÇA. Nós só precisamos CONFIAR em DEUS.

Acabei de ORAR por você

Pr. Jadson Rocha

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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Suicídio – uma grande ilusão

“A Ciência Espírita ensina que, pelo suicídio sempre se perde o que se queria ganhar. O suicídio é o corolário da covardia moral, que por sua vez é o resultado a que leva a incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro e as idéias materialistas.” Allan Kardec. Afirma ainda o Mestre Lionês:

“(…) Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou lê em que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-as a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor não lhes resta senão se matarem? Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa consequência? Que compensação lhes podem oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada…

Daí se deve concluir que, se o nada é o único remédio heróico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não mais tarde, para sofrer por menos tempo. A propagação das doutrinas materialistas é, pois, o veneno que inocula a idéia do suicídio na maioria dos que se suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes doutrinas assumem tremenda responsabilidade.

Com o Espiritismo, tornada impossível a dúvida, muda o aspecto da Vida. O crente sabe que a existência se prolonga indefinidamente para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, a coragem moral.

O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo e talvez mais decisivo: apresenta-nos os próprios suicidas a informar-nos da situação desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impunemente a Lei de Deus, que proíbe ao homem encurtar a sua Vida. Entre os suicidas, alguns há cujos sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de natureza a fazerem refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja ordenado.

O suicídio tem sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhes apontem. Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a Vida humana, com relação à Eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para o que não crê na Eternidade, e julga que com a Vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.

fonte
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Rabi da Galileia

A cidade de Jerusalém se estendia magnífica nas montanhas, entre o Mar Mediterrâneo e o norte do Mar Morto. Era primavera e os muros que a protegiam estavam tomados por flores multicoloridas.

Nas ruas, o povo ocupava-se de seus afazeres. O burburinho incessante da população contrastava com o silêncio bucólico do deserto que a rodeava.

Contudo, naquele dia, algo estava dissonante da rotina da cidade. Um aglomerado de pessoas reunia-se em torno de uma figura peculiar, que pregava nas escadarias do templo.

Sua fala era grave. Logo se via que ele tratava de assuntos de suma importância. Porém, Seus olhos eram ternos e transmitiam uma serenidade capaz de apaziguar os mais revoltos corações.

Aqueles que O escutavam, facilmente nEle reconheciam uma admirável fortaleza: Vinde a mim vós que estais cansados e eu vos aliviarei.

NEle encontravam respostas para as questões profundas: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E também esperanças de dias melhores: Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados.

Alguns O chamavam Rabi, palavra judaica cujo significado é professor, mestre. Outros O consideravam um agitador público, cujas ideias revolucionárias deveriam ser combatidas.

A verdade era que Esse Galileu, filho de um carpinteiro e de uma dona de casa, era ciente, desde a mais tenra idade, de Sua missão para com o nosso planeta.

Em torno dos trinta anos, conforme os relatos evangélicos, convocou doze companheiros para que, junto dEle, pudessem levar a mensagem consoladora de Seu Pai.

Falou com simplicidade, levou esperança aos aflitos, curou os doentes. Estendeu a mão para os marginalizados, secou lágrimas, saciou a fome do corpo e, principalmente, da alma.

Ensinou a orar de maneira a conjugarmos menos o verbo pedir e mais o agradecer: Pai nosso que estais no céu...

Aconchegou as crianças em Seu colo e orientou a que tornássemos nossos corações semelhantes aos delas, pois que, se agíssemos com a pureza e a simplicidade das criancinhas, conheceríamos o Reino dos Céus.

Ensinou a importância de não julgar. Antes, a de agir de acordo com a lei de caridade: O que fizerdes ao menor dos meus irmãos, a mim o fazeis.

Recomendou, ainda, a vigilância, para que não acabemos por sucumbir através das tentações oriundas dos vícios morais que ainda trazemos em nosso íntimo.

Doou-se inteiramente à Humanidade. Entretanto, vítima inocente do orgulho e da mesquinhez humana, foi-lhe destinado o madeiro da cruz, que aceitou resignadamente.

Antes, todavia, deixou-nos a maior lição acerca do perdão, quando, num gesto de total doação, perdoou Seus algozes: Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem.

Seu nome é Jesus Cristo. Filho de Maria e de José, filho de Deus Pai. Irmão de toda a Humanidade e de cada um em particular.

É Ele o Mestre Divino, o melhor amigo, aquele que permanece ao nosso lado, auxiliando-nos na caminhada que nos conduz a Deus, à luz, à eterna felicidade.

Mais de dois mil anos depois, o convite se repete: Eis que estou à porta e bato.

Teremos coragem para abrir as portas de nossos corações e permitir que nele o bondoso Amigo faça morada?

Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita.
Em 19.12.2012.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

A Última viagem


Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Dirigiu-se para a rua e número indicados.

Tratava-se de um prédio simples, com uma única luz acesa no andar térreo.

Ele pensou, logo, em buzinar e aguardar. Mas também pensou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade.

Por isso, saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Ele ouviu som como de algo se arrastando, uma voz débil dizer:

Estou indo. Um momento, por favor.

Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta.

Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise.

Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.

Pode me ajudar com a mala? Disse a senhora.

Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e pediu:

Podemos ir pelo centro da cidade?

Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo, observou o taxista.

Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez.

Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve.

O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou:

Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?

E ele a levou até um prédio, na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando era ainda mocinha.

Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes.

De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício.

Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava.

Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço:

Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.

Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes.

Logo mais, já numa cadeira de rodas, ela se despediu do taxista.

Quanto lhe devo?

Nada, disse ele. É uma cortesia.

Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!

Há outros passageiros, respondeu ele.

E, sensibilizado, inclinou-se e a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão:

Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.

Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: E se ele, como muitos, apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora?

E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora?

E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?

Deu-se conta da riqueza que é ser gentil, dedicar-se a alguém.

Dois dias depois, retornou à casa de repouso. Desejava saber como estava a sua passageira.

Ela havia morrido, na noite anterior.

Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos.

Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida.

O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.

Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite.

Pense nisso! E esteja atento para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes.

Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.

Redação do Momento Espírita com base em mensagem do site
www.rico.com.br, assinada por Don Rico, e datada de 26.7.2005.
Em 29.05.2009.
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