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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

MENSAGEM DE MÃE MARIA Através de Elsa Farrus


Amado Ser de Luz Eu Sou Mãe Maria, uma mais de todas as Miriams do Universo, a esposa de Deus - como me chamaram algumas culturas, de tantas, uma de milhares.

Todas as mulheres entregues à Vida, ao Amor, e a sustentar a Luz na adversidade, são esposas do Eterno, são a chave viva da Unidade em Gaia.
E todos os homens, que durante séculos têm mantido a fé na coerência, na Verdade e no Amor, são os irmãos na Luz de Gaia, por mais anônimos que todos vocês possam ser.

Amamos-lhes profundamente, por todos estes séculos de entrega anônima, e às vezes sacrificando sua própria vida, tudo isso faz sentido nestes momentos, ou instantes universais, tudo tem um sentido, restaurar a sua própria Luz, entrar nela e vibrar, simplesmente, completamente, nós sabemos.....
O compromisso com a Luz, segue, vida após vida, plano após plano, e sempre em uma grande busca interna, é assim simplesmente, e lindo a cada vez...

Têm sido muito esperados, muito amados e sustentados, embora em uma vida linear, tudo parecesse ser mais intenso ou difícil do que em um tempo universal.
O Caminho De Volta Para Casa está restaurado, sintam os seus tempos de descanso e reorganização, e como aumenta a energia nas próximas horas, conforme se abrem mais estradas da Consciência Universal durante o mês de maio de 2019.

Mas intensamente o processo começa com o eclipse parcial do dia 6.

Nota da Elsa Farrus: Não importa onde eu esteja, aí é o meu lugar, pois o meu templo de Luz é interno, está em Meu interior, junto a mim.

Todos vocês, todos e cada um dos seres do planeta fazem parte de um caminho sagrado para reencontrar-se com o seu coração. Estão abrindo esse templo de luz, que é o seu chakra coração, e reativando esse templo sagrado de sabedoria.

Foram muitos os desafios, as lágrimas e os séculos de escuridão, mas assim era pactuado, sustentar a chama do amor, nas mais turvas ondas de energia do pensamento, o medo e a dor.
E essa chama sagrada abre-se agora em plena união ao elevado Ser de Luz, que todos são, e que gradualmente está entrando no seu dia-a-dia.

Obrigada a todos

por Patrizia Gardona
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Reflexão - Cristão



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Parentes


"Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel." Paulo (I Timóteo, 5:8)

A casualidade não se encontra nos laços da parentela.

Princípios sutis da Lei funcionam nas ligações consangüíneas.

Impelidos pelas causas do passado a reunir-nos no presente, é indispensável pagar com alegria os débitos que nos imanam a alguns corações, a fim de que venhamos a solver nossas dívidas para com a Humanidade.

Inútil é a fuga dos credores que respiram conosco sob o mesmo teto, porque o tempo nos aguardará implacável, constrangendo-nos à liquidação de todos os compromissos.

Temos companheiros de voz adocicada e edificante na propaganda salvacionista, que se fazem verdadeiros trovões de intolerância na atmosfera caseira, acumulando energias desequilibradas em torno das próprias tarefas.

Sem dúvida, a equipe familiar no mundo nem sempre é um jardim de flores. Por vezes, é um espinheiro de preocupações e de angústias, reclamando-nos sacrifício. Contudo, embora necessitemos de firmeza nas atitudes para temperar a afetividade que nos é própria, jamais conseguiremos sanar as feridas do nosso ambiente particular com o chicote da violência ou com o emplastro do desleixo.

Consoante a advertência do Apóstolo, se nos falha o cuidado para com a própria família, estaremos negando a fé.

Os parentes são obras de amor que o Pai Compassivo nos deu a realizar. Ajudemo-los, através da cooperação e do carinho, atendendo aos desígnios da verdadeira fraternidade. Somente adestrando paciência e compreensão, tolerância e bondade, na praia estreita do lar, é que nos habilitaremos a servir com vitória, no mar alto das grandes experiências.

XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 156.
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domingo, 13 de janeiro de 2019

Gratidão pelo Livro Espírita


Senhor Jesus!

Outorgaste-nos a inteligência, a fim de que pudéssemos entender a grandeza da vida e avançar no rumo da verdade.

Concedeste-nos a visão, de modo a nos deslumbrarmos ante a grandeza da Criação.

Facultaste-nos a voz, para que a melodia vibrante nos ensejasse intercâmbio, e as maviosas combinações musicais cantassem em nossa garganta.

Doaste-nos os ouvidos, com os quais participamos dos murmúrios e das canções vivas da Natureza, para que entesourássemos belezas.

Enriqueceste-nos com as mãos, a fim de que se transformassem em estrelas após o trabalho edificante e redentor.

Favoreceste-nos com os pés humildes e submissos, que servem de veículos para a glória da locomoção.

Multiplicaste os sentimentos em nosso mundo íntimo, de forma que a caridade suplantasse a seiva de manutenção, libertando-nos do egoísmo e da impiedade...

Legaste-nos o livro espírita, a fim de que em hora alguma estivéssemos sem o valioso auxiliar para compreender a razão da existência, os percalços das lutas, as necessárias provações, e pudéssemos converter os tesouros transitórios do mundo em fortunas indestrutíveis da imortalidade.

Nele, Senhor, perpassem as Tuas Lições Superiores e Eternas quais de raras belezas que insculpem em nosso espírito as claridades libertadoras que nos apontam rumos felizes...

Depositário das belezas que se refletem de Mais Alto, é o companheiro abençoado da soledade e o mestre discreto, sempre às ordens para ajudar.

Agradecendo-Te todas as doações com que nos armastes para a vitória sobre nós mesmos, reconhecemos que no livro espírita encontramos o pão da vida e a água lustral para a total manutenção em nossa reencarnação salvadora.

Por tudo, louvado sejas sempre, Senhor!

FRANCO, Divaldo Pereira. Celeiro de Bênçãos. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. IDEAL. Capítulo 60.
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sábado, 12 de janeiro de 2019

Vida Feliz CXXIII


O teu serviço, aparentemente humilhante, que outras pessoas menosprezam, é o teu tesouro, o ganha-pão que te concede honradez.

Realiza-o consciente da sua importância, desincumbindo-te dele com nobreza.

O diamante que fulgura veio da entranha da terra onde confraternizava com os vermes, e o pão saboroso, que enriquece a mesa, nasceu do trigo que se desenvolveu no charco...

Trabalhar, constitui desafio para todos.

Enquanto o homem produz, a marcha do progresso não se interrompe.

Dignifica as tuas atividades, sendo-lhes fiel servidor.

FRANCO, Divaldo Pereira. Vida Feliz. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 18.ed. LEAL, 2015. Capítulo 123.
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Resignação


Na atual conjuntura intelectual do planeta e considerando-se o clima de rebeldia que irrompe virulenta por toda a parte, a resignação para os aficcionados da violência e do prazer é manifestação patológica que tipifica as personalidades anômalas.

Diante do conceito disparatado e frágil, muitos se auto-afirmam pelos desmandos, quando convidados às paisagens da reflexão, pelo sofrimento, gerando males muito mais danosos do que aqueles dos quais pretendem fugir - Porque os seus planos colimam resultados diversos aos que aguardavam, atiram-se ao desalento, quando não partem para as reações abastardantes da crueldade ou do cinismo.

Se as enfermidades chegam, exasperam-Se, bandeando para a revolta, intoxicando-se interiormente com as emanações venenosas do inconformismo. Quando os insucessos lhes drenam as ambições desmedidas, desgarram-se para os "sonhos róseos" dos estupefacientes e barbitúricos.

Diante das necessárias provações que os colocariam nas corretas engrenagens da máquina da vida, vituperam, ferozes e se destroçam nos abusos do sexo e do álcool, em dissipações inomináveis a que se arrojam. Suas resistências são todas comandadas pelos impulsos da ira ou da insatisfação, distantes das reações construtivas da inteligência que discerne, lógica e produz.

A resignação para eles é cobardia moral no entanto, fogem à realidade até que a desencarnação os surpreende tardiamente com as realidades verdadeiras da vida, das quais se afastaram, encetando a partir daí longos períodos de sombra, dor e desassossego inimaginável.

*

Tu que ouviste a voz da mansuetude do Cristo e que te encorajaste face à grandeza da Sua vida, resigna-te, fortalecendo o ânimo, ante qualquer cometimento que te produza dor e que seja rotulado como desgraça ou infortúnio.

Nada ocorre por capricho pernicioso da vida. Recebemos conforme damos, assim como colhemos consoante a qualidade dos grãos que ensementamos.

Resignação significa coragem e fôrça na voragem do desespero. Somente os cristãos autênticos e os homens possuidores de elevados ideais se fazem capazes de resignar-se quando o desalento e a alucinação já se apossaram de outros seres.

Os que se encastelam nas chacinas e nos desvãos da anarquia, dizendo-se superiores, são meninos medrincas, que não dispõem de energias para se reorganizarem e prosseguirem na atitude reta.

Se te convidam ao revide - resigna-te e ora.

Se te convocam ao ódio - resigna-te e confia.

Se te afrontam com agressões - resigna-te e agradece a Deus.

Os dias sempre e inevitavelmente se sucedem para bons e maus, e ninguém se eximirá jamais ao amanhã que a todos alcança, refletindo na claridade forte e pujante do tempo a manifestação - resposta dos nossos atos nas mesmas expressões com que desde hoje as produzimos.

Resignação, também, é vida, e vida abundante, na direção da vida eterna.

*

"Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei." Mateus: capítulo 11º, versículo 28.

*

"O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao Espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserena e o corpo se forra aos desfalecimentos, por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado é o Espírito". - O ESPÍRITO DE VERDADE. (Havre, 1863). Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo 6º - Item 8.

FRANCO, Divaldo Pereira. Florações Evangélicas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 30.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Nossa Senhora da Assunção - Momento Mariano



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Obediência e Resignação


A doutrina de Jesus ensina, em todos os seus pontos, a obediência e a resignação, duas virtudes companheiras da doçura e muito ativas, se bem os homens erradamente as confundam com a negação do sentimento e da vontade. A obediência é o consentimento da razão; a resignação é o consentimento do coração, forças ativas ambas, porquanto carregam o fardo das provações que a revolta insensata deixa cair. O pusilânime não pode ser resignado, do mesmo modo que o orgulhoso e o egoísta não podem ser obedientes. Jesus foi a encarnação dessas virtudes que a antiguidade material desprezava. Ele veio no momento em que a sociedade romana perecia nos desfalecimentos da corrupção. Veio fazer que, no seio da Humanidade deprimida, brilhassem os triunfos do sacrifico e da renúncia carnal.

Cada época é marcada, assim, com o cunho da virtude ou do vício que a tem de salvar ou perder. A virtude da vossa geração é a atividade intelectual; seu vicio é a indiferença moral. Digo, apenas, atividade, porque o gênio se eleva de repente e descobre, por si só, horizontes que a multidão somente mais tarde verá, enquanto que a atividade é a reunião dos esforços de todos para atingir um fim menos brilhante, mas que prova a elevação intelectual de uma época. Submetei-vos à impulsão que vimos dar aos vossos espíritos; obedecei à grande lei do progresso, que é a palavra da vossa geração. Ai do espírito preguiçoso, ai daquele que cerra o seu entendimento! Ai dele! porquanto nós, que somos os guias da Humanidade em marcha, lhe aplicaremos o látego e lhe submeteremos a vontade rebelde, por meio da dupla ação do freio e da espora. Toda resistência orgulhosa terá de, cedo ou tarde, ser vencida. Bem-aventurados, no entanto, os que são brandos, pois prestarão dócil ouvido aos ensinos. - Lázaro. (Paris, 1863.)

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 9. Item 8. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Vida Feliz CXXII


Em qualquer circunstância, mantém-te tu mesmo.

Não te apresentes superior ao que és, nem te subestimes, a ponto de parecer o que não sejas.

Anelando por uma posição melhor, empenha-te para lográ-la.

Descobrindo imperfeições, luta por te aprimorares.

Mente todo aquele que exibe dotes que não possui, quanto o indivíduo que os esconde e os nega.

Ser autêntico é forma de adquirir dignidade.

A ascensão é lenta para todos.

Quem hoje triunfa, começou a batalha antes.

Quem está combatendo, logrará a vitória depois.

Não te constranjas por seres um Espírito em provação.

Os amigos de hoje atravessaram, oportunamente, o caminho por onde agora seguem os teus pés.

FRANCO, Divaldo Pereira. Vida Feliz. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 18.ed. LEAL, 2015. Capítulo 122.
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Reflexão - Tarde demais



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domingo, 6 de janeiro de 2019

Reflexão - Amor próprio



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sábado, 5 de janeiro de 2019

Equilíbrio


"Equilíbrio é a habilidade de olhar para a vida a partir de uma perspectiva clara - fazer a coisa certa no momento certo. Uma pessoa equilibrada será capaz de apreciar a beleza e o significado de cada situação seja ela adversa ou favorável. Equilíbrio é a habilidade de aprender com a situação e de prosseguir com sentimentos positivos. É estar sempre alerta, ser totalmente focado, e ter uma visão ampla. Equilíbrio vem do entendimento, humildade e tolerância. O mais elevado estado de equilíbrio é voar livre de tudo e, ainda assim, manter-se firmemente enraizado na realidade do mundo."

(Brahma Kumaris)
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A fé da natureza


A natureza é nosso maior exemplo de fé, ela segue firme sem desistir crendo que a chuva sempre vem, que o sol sempre brilha, que as flores sempre vão desabrochar, que o céu sempre vai se encher de estrelas a noite e claridade de dia. A natureza é um belo exemplo de Fé. A fé raciocinada nos conduz sempre a voos mais altos. Imperioso lembrar sempre que da mesma forma que a natureza, confia que nada está inerte, somos convidados a acreditar, que nenhum dia será igual ao outro. Temos todos os dias uma oportunidade de recomeçar e consertar aquilo que não foi feito corretamente.

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Adversidades


Seja muito grato às adversidades que apareceram na sua vida. Sem elas você não teria chegado onde chegou. Elas lhe ensinaram a tolerância, a simpatia, o autocontrole, a perseverança e outras qualidades que, sem adversidades, você jamais teria progredido, e estaria estacionado no tempo e no espaço. Com orgulho ou humildade, com egoísmo ou altruísmo, com tristezas e alegrias, fizeram de sua vida um motivo a mais, para buscar novas perspectivas e um novo amanha. Com as boas companhias você aprendeu a ser melhor, e com as más descobriu o que não deve ser feito.

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Reflexão



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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O sono e o desdobramento espiritual! O que acontece, como funciona o processo ?


Todos as noites de nossa vida em que conseguimos dormir, realizamos o que o espiritismo chama de desdobramento, ou seja, nosso espírito se liberta do corpo físico, que descansa, e nessa libertação “retorna” ao seu habitat natural. Esse desdobramento também acontece em outras situações como hipnose, meditação, traumas violentos, anestesia… mas nosso foco hoje é o desdobramento induzido pelo sono.

O que faz o espírito nesses momentos?

No livro dos espíritos, codificado por Allan Kardec, vemos no capítulo VIII, na parte que fala sobre a emancipação da alma essas duas questões:

O sono e os sonhos

400. O Espírito encarnado permanece de bom grado no seu envoltório corporal?

“É como se perguntasses se ao encarcerado agrada o cárcere. O Espírito encarnado aspira constantemente à sua libertação e tanto mais deseja ver-se livre do seu invólucro, quanto mais grosseiro é este.”

401. Durante o sono, a alma repousa como o corpo?

“Não, o Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos. ”

Aliada a essas informações trazidas por Kardec, Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco, são ricos em dados sobre o desdobramento. Durante esses momentos do sono obtemos o que procuramos durante o dia, ou seja, podemos aproveitar nossas noites em companhia dos mentores e amigos espirituais, assim como podemos nos transportar para regiões infelizes do astral inferior, onde nos localizamos por afinidade energética. Em uma ou outra ocasião colhemos os frutos de nossas ações, obtendo nessas regiões de ventura ou de sofrimento, o que procuramos.

Uma oração antes de dormir, com um pedido sincero de proteção, nos livraria de muitas dificuldades que nós mesmos criamos. A questão é que como pedirmos uma coisa a noite enquanto fazemos o oposto o dia inteiro ?
A nossa saída do corpo durante a noite pode ser direcionada pela ação da nossa vontade sincera, dessa forma podemos participar de aulas, cursos, tratamentos espirituais, aproveitando também nossas noites para nosso desenvolvimento espiritual.

É o nosso livre arbítrio operando novamente. Basta escolhermos o caminho mais curto.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Não pedi para nascer!


Já ouvimos essa frase ou mesmo já dissemos, especialmente num repente de rebeldia na adolescência: – Não pedi para nascer!!

Será mesmo?

O escritor espírita Richard Simonetti aduz com muita propriedade:

“Ledo engano. No Plano Espiritual não só pedimos como, não raro, imploramos a casais em disponibilidade que nos dêem a oportunidade de um retorno às experiências humanas, reconhecendo-as indispensáveis à nossa edificação e à solução de problemas cármicos.”

Nossa reencarnação se dá com vistas ao nosso adiantamento, nosso progresso e à reparação de erros cometidos no passado – que implicam em reconciliações com antigos desafetos (que prejudicamos), eis que é impossível avançar com segurança e liberdade deixando rastros de dores para trás: sem consciência limpa não adquirimos a “asa” da libertação.

Dessa forma, é muito frequente a reencarnação entre afetos e desafetos.

Qual o papel de cada um deles na nossa nova existência?

Nossos amados, espíritos com os quais possuímos laços de afetividade, serão o porto seguro, pessoas da família ou amigos que nos ajudarão a superar as dificuldades e a passar pelas provações, tornando a nossa vida mais leve e feliz.

E os adversários? Eles são os parentes difíceis, a exigir de nós constantes sacrifícios. Não sentiremos simpatia por eles e a convivência fraterna será um grande desafio. Mas será por meio dessa convivência que teremos a possibilidade de transformar os sentimentos de aversão, ressentimento, mágoa, em amor e perdão.

O palco da vida, dessa forma, é preparado para nos receber. E quando estamos desencarnados, no intervalo entre uma existência e outra, sentimos em profundidade a importância de estarmos todos reunidos novamente.

Assim, solicitamos aos benfeitores amigos que nos reúna novamente sob o mesmo teto para que possamos nos reajustar com os adversários, aprimorar o amor por aqueles com os quais já possuímos afinidade, desenvolver o amor genuíno por todos e avançar na senda do progresso, apoiando-nos naqueles que nos amam.

Sim, pedimos para nascer. E como desejamos estar exatamente nesse lar que muitas vezes negligenciamos na atualidade….

Reencarnar não é difícil não. Ocorrem 77 milhões de nascimentos por ano no mundo. Na Índia ocorrem 33 partos por minuto e deve ultrapassar a população da China em 2035.

Difícil mesmo é retornar nessas condições “ideais”: estar com as pessoas certas, na hora certa.

Juntar todos os envolvidos não é tarefa fácil. Quase sempre existem outros espíritos na fila, antes de nós, aguardando e necessitando da mesma oportunidade: reencarnar junto daqueles que serão seus pais, irmãos, avós, tios, amigos….

E aí, o que ocorre? Reencarna primeiro aquele que tiver mais preparado e estiver mais tempo aguardando a sua hora chegar.

Por isso, valorizemos a grande oportunidade que temos de conviver bem com aqueles que Deus nos ofereceu como familiares nessa existência, e façamos por merecer futuros empreendimentos ao lado de criaturas amadas, promotoras de bem-estar e alegria aos nossos corações.

Fernando Rossit
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O molho de pimenta


“Os Espíritos antipáticos entre si, quando se reencontram na família, unidos pela consanguinidade, expressam essa animosidade de muitas formas, o que gera transtornos cuja gravidade tem a dimensão dos problemas vivenciados.” – Joanna de Ângelis.


Um dia desses, por mero acaso, ouvi e vi a notícia em um canal de televisão sobre as mães que tiveram filhos microcéfalos devido ao zika vírus que contraíram durante a gestação.

Era de se admirar o amor com que essas mulheres, na maioria muito pobres, tratavam esses filhos marcados definitivamente pela enfermidade.

O que lançava tristeza sobre o fato era o abandono a que os seus companheiros tinham relegado a mãe e o filho devido à sequela produzida pela doença. Sumiram e abandonaram a companheira e o descendente à mercê da própria sorte ou da caridade alheia.

Imediatamente comecei a analisar à luz da reencarnação as consequências de tais atitudes por esses homens.

O mesmo raciocínio me surge à mente quando ouço ou leio ou escuto a notícia de que filhos arquitetam a morte dos próprios pais dentro do lar que deveria ser o local sagrado para eles.

Também não posso deixar de raciocinar da mesma forma quando a notícia é sobre pais que dão cabo da vida de seus filhos a quem deveriam cuidar com o maior dos zelos devido à responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e é ignorada por eles, de que nossos filhos, na realidade, são criaturas de Deus entregues aos nossos cuidados e pelos quais prestaremos severas e duras contas.

Esses envolvidos se reencontrarão sem a menor dúvida ou discussão porque as Leis de Deus existem independentemente de acreditarmos nelas ou não.

Muitas pessoas dizem que não renascerão de novo porque não acreditam na reencarnação.

Se excluirmos a reencarnação para analisar as aparentes injustiças da vida, não conseguiremos explicar a Justiça e a Misericórdia do Criador. Posto isso, deduzimos sem nenhum raciocínio forçado que a reencarnação é uma Lei que harmoniza as aparentes injustiças da existência e valida a Justiça soberana que a tudo e a todos contempla, dando a cada um segundo as suas obras. Excluída essa possibilidade do retorno inapelável a um novo corpo onde cada um colhe da vida exatamente aquilo que nela semeou, a existência de Deus é posta em xeque-mate!

Xeque-mate e não apenas em xeque!

Relembremos alguns ensinamentos de Emmanuel encontrados no livro Ideal Espírita, capítulo 53:

Ninguém foge à lei da reencarnação.

Ontem, abandonamos a jovem que nos amava, inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício.

Hoje, temo-la de volta por filha incompreensiva necessitada do nosso amor.

Ontem, esquecemos compromissos veneráveis, arrastando alguém ao suicídio.

Hoje, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia.

Irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste.

Ontem, dilaceramos a alma sensível de pais afetuosos e devotados, sangrando-lhes o Espírito a punhaladas de ingratidão.

Hoje, moramos no espinheiro, em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinhos e fidelidade.

E não adianta dizer que não acredita em nada disso porque as Leis de Deus existem e pairam acima de qualquer religião e até mesmo do mais convicto dos materialistas! Por acaso Deus precisa de nossa crença Nele para existir? Coitado Dele se precisasse!...

Diante dessa realidade irrevogável, fico pensando, como disse no início, em como ficará o tempero desse molho nesses futuros lares onde esses Espíritos, endividados pelo exercício do livre-arbítrio, violentaram as Leis de Amor do Universo, tendo que se reencontrar com quem injuriaram de maneira grave para a devida reparação!

Se Deus fosse colocar a quantidade de pimenta que merecemos para a devida quitação da consciência endividada, não suportaríamos.

A misericórdia Divina tempera o molho colocando Espíritos que são nossos afetos de existências anteriores para atenuar a pimenta representada pelos Espíritos perante os quais somos devedores pelos desatinos do passado.

Ficamos com Joanna de Ângelis quando ela nos ensina que a família, a mais valiosa célula do organismo social, é nela que se encontram os Espíritos necessitados de entendimento, de intercâmbio de sentimentos e de experiências, de forma que no lar se faz sempre a escola na qual os hábitos irão definir todo o rumo existencial do ser humano.

Portanto, convém não semearmos muita pimenta em nosso relacionamento do presente para que o tempero do futuro lar seja mais ameno.

Ricardo Orestes Forni
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A família universal unificada

A FAMÍLIA UNIVERSAL UNIFICADA - MÃE MARIA - Através de Gabriel RL

Gabriel: Por favor, queridos, leiam na sintonia dessa música abaixo. Eu particularmente recomendo que coloquem a música em uma altura agradável e leiam em seguida a mensagem em voz alta. Poderão sentir maravilhosas vibrações de luz em seus corpos.

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Amados Filhos!

Que as bênçãos do Amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.

O mundo está a se renovar, filhos, ainda que os gemidos constantes dos seus egos tentem abafar as transformações inevitáveis. Grita a alma pela sua nova vida! Vida esta mais cheia de aventuras, edificantes aventuras! Aquelas que virão com um sorriso, com serenidade, com paz, pois chegou a hora de sorrirdes sem culpa, medo ou vergonha destes feitos.

Quanto tempo, amados, desejastes ser livres para ser, ir e vir em todas as direções? Quanto tempo, amados, palmilhastes nos caminhos dolorosos guiados pelos vossos egos, sedentos por controle e mesmices? E eis que bate a vossa porta o anjo da mudança, o anjo que vos entrega uma chave, e ela abrirá todas as portas trancadas dos vossos corações.

Queridos do meu coração, lembro-me do meu lado, Jeshua, nos seus 11 anos, quando carinhosamente pediu-me para brincar com os seus amigos, vizinhos nossos. Eu olhei para ele, mergulhei na serenidade daqueles olhos de suavidade. Perguntei-lhe se ele não queria ir um pouco mais tarde, pois aquela era a hora natural em que ele orava.

Ele sorriu-me e falou “Mãe, em verdade, sei que não queres me dizer isso, mas falas porque teu coração agoniza por saber já, o que me passará em anos vindouros…”

E, de fato, amados filhos, eu temia e queria tê-lo junto a mim o máximo de tempo que pudesse. Oh, amados, ainda que meu coração de Mãe o amasse e o quisesse proteger com todo meu ser, o ego saltava-me inquieto e temeroso, mas sabia que a mudança temida viria, e não havia nada que eu pudesse fazer senão harmoniza-me com ela.

Filhos, lembrai-vos de que tudo está em constante mudança e transformação, e não podeis impedir isso. Tenteis o que tenteis, é em vão.

Aos pais, mães e cuidadores, a vós me dirijo agora, queridos meus: não cerceeis vossos filhos e filhas, não os diminuais, de nenhuma maneira. Quantos dos vossos filhos tiraram suas próprias vidas na angústia de não serem ouvidos por quem mais amavam? Quantos buscaram apoio nos braços dos seus entes queridos e foram massacrados por condutas morais ultrapassadas e distorcidas?

Oh, amados!… É tempo de dissolverdes esses velhos padrões sociais construídos para separardes-vos. “Amai-vos uns aos outros, sem distinção”, disse meu amado, Jeshua, e nessa máxima frase - como “é uma tradição a ser seguida pelo bem da família” – dissolve-se na luz do não preconceito, pois a família chamada tradicional será desmantelada para que emirja a Família Universal.

Amados, bem disse também meu amado Jeshua, quando questionado sobre sua família:

“Olha que tua mãe e teus irmãos te buscam aí fora.” - E ele respondeu, dizendo: “Quem é minha, e quem são meus irmãos?” - E olhando para os que estavam sentados à roda de si: “Eis aqui” - disse-lhes - “minha mãe e meus irmãos. Porque o que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.”

Entendam essa máxima, filhos queridos do meu coração. Jeshua diz que não há distinção entre os povos. O tempo chega e anuncia que os laços sanguíneos não diferem dos demais, pois quantos corpos já tivestes, quantos tipos de sangue correram em vossas veias? Logo, a Alma é Eterna e o Laço Imutável - o que a morte física não traga.

Deixai, amados filhos, que a Luz vos dê esse entendimento, banhe os vossos corações, abrindo-vos para essa unidade, pois muito mais filhos, filhas, irmãos, pais e mães aguardam pelo vosso amparo e Amor. Eis que eles clamam nas ruas, nos albergues, nos presídios, nos hospícios, nos hospitais por Amor e atenção. Lembrai-vos também: “EU E DEUS SOMOS UM”.

Compreendais, amados do meu coração, que vossa família sanguínea não está sendo convidada a desmanchar-se, muito pelo contrário, mas unificar-se à universal.

Amados, que diríeis se um familiar vosso, das Estrelas, se apresentasse a vós com um aspecto diferente do vosso simplesmente dizendo que é “vosso irmão”? Que diríeis se aquele que considerais o vosso maior inimigo dissesse o mesmo? Não importa a situação, amados! Sois todos irmãos e aí está mais algo que não podereis mudar, tenteis o que tenteis.

Queridos, não há mais nada que venha a sustentar os velhos padrões, ainda que os gemidos do velho teimem e tentem fazer-se ouvir. Acalmai-vos, e honrai-os nos seus suspiros finais, abençoando-os em sua ida e agradecendo-os por todos os ensinamentos trazidos por forças de resgates comportamentais de passados transmutáveis.

A soberania do Amor e unidade brilhará, inevitavelmente brilhará, e sustentar-se-á nos corações das novas gerações já manifestadas na Terra. Cabe a vós, os Povos das Estrelas conscientes e em experiência na fisicalidade terrestre, que prepareis o terreno para isso.

Sois aqueles que cavais os grandes alicerces profundos e seguros, para que a nova geração venha a fincar os pilares da mais alta ética, verdade, Amor, sabedoria e justiça. Depois, retornareis a este palco novamente, quantas vezes mais forem precisas, pois é a vontade mais profunda do vosso ser que assim seja.

Aproveiteis estes tempos intensos de grandes Ondas de Energias Transformacionais para que possais firmar-vos com os vossos novos Eus, assegurados em verdades internas tão profundas e inabaláveis, que nada nem ninguém, mesmo assegurado com protocolos da velha ordem, tenham qualquer argumento destrutivo contra vós, pois não podem suster-se diante da vossa Luz.

Lembrai-vos, filhos amados do meu coração, que estou sempre à vossa disposição, para que possais me chamar. Chamai-me, chamai-me, chamai-me! E eu vos atenderei.

Bem-amados, eu vos deixo agora, derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos em meu manto de proteção, porque...

Eu Sou Maria, a Vossa Mãe.

Gabriel RL: Gratidão sempre, amada Mãe!

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Formatação - DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
por Patrizia Gardona
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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Apoios esquecidos


Charles Plumb era piloto e, certa vez, seu avião foi derrubado, durante uma missão de combate.

Ele saltou de paraquedas, salvando a vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro.

Sobreviveu e ao retornar ao seu país, começou a fazer palestras, relatando a sua odisseia e o que a prisão lhe ensinara.

Certo dia, em um restaurante, foi saudado por um homem:

Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo?

Sim, respondeu. Como você sabe?

Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?

O piloto ficou boquiaberto. Muito grato, afirmou:

Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.

Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e pensando.

Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse “Bom dia”? Eu era um piloto arrogante e ele, um simples marinheiro.

Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos, tão senhores de si, como ele próprio se considerava.

Pensou que o marinheiro teve em suas mãos habilidosas, que enrolavam os fios de seda dos paraquedas, as vidas de tantos que nem conhecia.

Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver.

Todos os que haviam precisado de um paraquedas, um dia.

Hoje, quando Plumb inicia as suas palestras, o faz perguntando à plateia:

Quem dobrou o seu paraquedas hoje?

Porque a vida é assim. Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante.

Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: físicos, emocionais, mentais, espirituais.

Precisamos do coletivo e o motorista nos conduz, tendo nas suas mãos as nossas vidas. Mas nem o olhamos.

Na repartição, aguardamos o cafezinho com quase ansiedade, desejando realizar a pausa entre as tarefas e saboreá-lo, com calma.

No entanto, nos esquecemos de olhar nos olhos da funcionária que o serve, de a cumprimentar, de perguntar se está bem. Sequer lhe sabemos o nome.

Entramos no elevador, dizemos o andar que desejamos, sem desejar um Bom dia ao ascensorista que passa horas, dentro daquela caixa, que sobe e desce, sem parar.

Por vezes, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante.

Esquecemos das pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Dos que nos suportam, dos que nos oferecem o ombro amigo para chorar. Dos que ouvem as nossas lamurias e as nossas alegrias.

Deixamos de saudar, de agradecer, de dizer algo amável, de sorrir.

E que dizer dos amigos espirituais? Nosso anjo de guarda que se desvela em cuidados?

Deus, que todos os dias, pinta quadros novos de beleza para nosso deleite?

Deus, cujo amor nos sustenta, cuja misericórdia nos alcança.

Lembremos de mostrar nossa gratidão.

Um telefonema, um sorriso às pessoas. Um pequeno cartão. Um mimo inesperado em invólucro delicado.

Um instante de reflexão. Uma prece. Uma oração de gratidão.

Obrigado, Senhor, por tudo que eu tenho. Por tudo que me dás. Pelo pão, pelo ar, pela paz. Por minha vida. Pela vida dos meus amores.

Pelo dia de hoje, obrigado, Senhor.

Redação do Momento Espírita, com base em palestra de Divaldo Pereira Franco.
Em 17.10.2018.
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