terça-feira, 29 de novembro de 2016


A Doutrina Espírita nos explica que as famílias terrenas têm uma história pretérita em comum o que é ainda mais evidente no caso dos gêmeos. São espíritos unidos por grande sintonia ou por imensa repulsa.

Os gêmeos são seres unidos não só por sua consanguinidade óbvia, mas por uma longa história de convivência espiritual como encarnados ou desencarnados, fato que é ignorado pela ciência oficial. Geralmente são seres de grande afinidade que encontram nessa oportunidade de reencarne simultâneo um grande suporte para enfrentarem as incertezas em relação às tarefas e objetivos assumidos durante a fase de programação pré-encarnatória.

Não existem padrões em relação às conexões espirituais. A experiência dos gêmeos, entretanto, é muito intensa. Sei por vivê-la pessoalmente. Mesmo que um dos gêmeos não sobreviva à gravidez, ou à primeira infância, o vínculo parece persistir, como tenho ouvido em relatos tanto de encarnados quanto dos desencarnados (em nossos trabalhos de assistência espiritual mediúnica).
Os sobreviventes são pessoas que sempre parecem carregar uma pendência íntima, algo não resolvido, uma dor profunda. Isso pode gerar algumas dificuldades na vida física e nos relacionamentos.

A visão do filósofo Bert Hellinger é muito esclarecedora. A terapia por ele criada, a constelação familiar, tem ajudado muito as pessoas que perderam entes queridos de formas incomuns. O fato da perda ocorrer quando recém-nascidos faz com que se pressuponha que não haverá dor para o irmão que sobrevive, mas, a realidade é oposta.

O luto que não é adequadamente vivido e elaborado gera sentimentos confusos. E, até doença. Ainda mais em quem não sabe ainda expressar a dor. O fato da família considerar que uma perda precoce é de menor importância, ou de esquecer o morto, é muito penoso para a dupla energeticamente vinculada.

Por dois motivos: O sobrevivente fica com a impressão que se fosse ele aquele que faltasse ele também não faria diferença, que também seria esquecido. E ainda por cima se sente menos merecedor da vida em relação ao morto, como se devesse algo a ele. Não entende por que ele sobreviveu e o outro não, qual o critério de escolha?
Esses sentimentos são inconscientes e frutos de uma fantasia infantil, desconhecida pelos pais e pelo próprio gêmeo, mas que se for adequadamente elaborada vai dar novo impulso ao personagem em sofrimento.

A forma de elaborar isso é:
1- Primeiro: Reconhecer que sua irmã é sua irmã, é a segunda (terceira...ou quarta??) filha de seus pais, sua irmã gêmea que nasceu doente, viveu pouco tempo mas faz parte da família e deve ser reconhecida como membro dessa família.

2 - Segundo: Admitir que se isso aconteceu é por que a harmonia universal assim exigia, a experiência rápida na terra vivida por sua irmã foi importante e necessária.

3- Terceiro: O fato de sua mãe não a ter visto impediu que ela elaborasse essa dor e o luto adequadamente. Ela, portanto, deveria poder fazer isso, ainda que de forma simbólica.
(Esse era um erro que nós médicos cometíamos muito, achávamos que se não permitíssemos que a mãe visse seu filho morto, ou mal-formado, sua dor seria menor. Ledo engano.)

4- Quarto: O gêmeo sobrevivente também deveria viver o luto, após chorar a perda e reconhecer a dor dessa perda ele ficaria liberado para viver sua própria vida plenamente, sem culpa.

5 - Quinto: Na realidade, depois desse exercício simbólico de reconhecimento da perda você poderá sentir-se como representante de sua irmã na vida física. Uma missão que o tornará alegre, necessário e importante. E, tudo de bom que fizer e conquistar poderá dedicar a ela, em honra dela.
Funcionaria como se você tivesse sua força vital duplicada por desfrutar da experiência encarnatória, neste período, pelos dois. Depois de viver assim por algum tempo, lembrando e honrando sua irmã, ela se sentirá reconhecida e reverenciada, passará, então, a ser uma memória doce.
Esses exercícios são mentais, realizados com respeito e profundidade. Deve haver preparo pessoal e do ambiente para o exercício que corresponde à prece e à meditação. Esses exercícios permitem a nossa conexão com os nossos sentimentos mais elevados e com os espíritos queridos. Podem ser realizados de forma individual, mas se for um exercício vivido solenemente pela família será muito mais produtivo.

E, com a força desse amor, que você mal conhece mas te inunda o espírito, ela se libertará para novas experiências de aprendizado, lá no mundo espiritual ou, até mesmo aqui na terra, através da reencarnação.

E isso repercutirá em você como força, alegria, determinação, coragem, e principalmente esperança e confiança no futuro. O autoconhecimento é um caminho de libertação mas de difícil trânsito, pois exige coragem e persistência. Porém, tenha certeza, vale a pena.

Fonte: Giselle Fachetti Machado - Médica ginecologista
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Reflexões de um padre depois da morte

“Um homem que crê, tão-somente, nos valores materiais é pobre, porque percebe parcialmente a sua realidade. Deposita nos bens materiais, no seu acúmulo, a fonte da sua felicidade. Que pena! Até quando o homem continuará a se auto-enganar quanto à verdadeira razão da riqueza?

O homem moderno, muito preocupado com a manutenção das aparências, passa a dar valor a coisas pueris, superficiais, que não têm consistência alguma. As coisas em si não têm valor. O valor somos nós que damos a elas. Portanto, para uns, um objeto pode ser absolutamente valioso enquanto para outro nada representa.”

Espírito Dom Helder Camara, na obra “Novas Utopias – Reflexões de um padre depois da morte”, psicografia de Carlos Pereira.
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Avião, com time da Chapecoense, cai na Colômbia e provoca uma tragédia! Por quê ocorrem essas mortes coletivas?


Uma tragédia ocorreu essa madrugada ! Praticamente todos os passageiros e tripulantes morreram após queda de avião na Colômbia ! Por quê essas mortes coletivas ocorrem ?

A resposta a esta pergunta foi dada por Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, no livro O Consolador:
"Na provação coletiva, verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro.
O mecanismo da justiça, na lei das compensações, funciona então espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas na dívida do pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais “doloroso acaso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico, ou as mais variadas mutilações, no quadro de seus compromissos individuais."
Emmanuel, sob a psicografia de Chico Xavier, em O Consolador, pergunta 250.

por Henrique
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O amor, que sentimos por algumas pessoas, como fica no mundo espiritual? Aumenta ou diminui?


Contrariamente ao que muitos pensam, as afeições na terra são apenas uma pálida imagem dos laços belos e permanentes que se estabelecem entre seres que comungam das mesmas inclinações para o bem, em estado semelhante de evolução intelecto-moral. Estando libertos das paixões que os ligam em vida e que fazem os homens agruparem-se em clãs familiares de pendor egoísta, social, de raça… eles se atraem e agrupam em famílias mais alargadas do que na terra, unidos por sentimentos sinceros, tendo em vista o aperfeiçoamento colectivo e alegrando-se, com as conquistas de cada um dos seus entes queridos em cada regresso a casa, após mais uma vida na Terra, plena de lutas e provações experimentadas e ultrapassadas.
“Se uns encarnam e outros não, nem por isso deixam de estar unidos pelo pensamento. Os que se conservam livres velam pelos que se acham em cativeiro. Os mais adiantados se esforçam por fazer que os retardatários progridam. Após cada existência, todos têm avançado um passo na senda do aperfeiçoamento.”
ESE –IV capítulo - item 18

2. Espíritos simpáticos
Muitas vezes, uns precedem os outros na mesma reencarnação, com programações conjuntas e elevadas, lutando pelo bem comum e criando as famílias onde reina a afeição sincera. Estes espíritos simpáticos encontram-se aparentemente “por acaso” e experimentam atracção espontânea e imediata, fruto de relações agradáveis vividas em outras eras. Que bela imagem nos transmite o Evangelho segundo o Espiritismo ao afirmar: "… é a atracção de dois Espíritos, que se buscam reciprocamente por entre a multidão.“
Daí também ser frequente encontrarmos filhos que se assemelham aos pais, irmãos gémeos de carácter similar, nos seus comportamentos de cariz moral.
São espíritos afins que se juntaram, pelas leis da atracção e gostam de estar juntos.
Embora nem todos os espíritos afins tenham necessariamente que se ter conhecido numa vida anterior, pois eles se atraem por inclinações semelhantes, isso frequentemente acontece: “A afeição que existe entre pessoas parentes são um índice da simpatia anterior que as aproximou….” ESE –IV capítulo - item 19
Quando regressam ao mundo espiritual, os espíritos se reconhecem e recordam todos os momentos que já viveram juntos. Se na Terra isso não sucede é porque isso lhes seria mais prejudicial que benéfico.

Há, pois, duas espécies de família:
as famílias unidas pelos laços espirituais e estáveis que se estimam,
se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma.
e as famílias unidas pelos laços corporais, frágeis como a matéria, e que se, mais nada as liga do que as paixões terrenas, se extinguem com o tempo e, muitas vezes, se dissolvem moralmente, já na existência atual.
("O Evangelho Segundo o Espiritismo", cap. XIV, item 8).

"Purificadas as afeições, acima dos laços do sangue, o sagrado instituto da família se perpetua no Infinito, através dos laços imperecíveis do Espírito. "
Emmanuel

por Ana Maria Teodoro Massuci
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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

VÍDEO-PALESTRA : Cura e Autocura



por Ana Maria Teodoro Massuci
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Comentários do Livro dos Espíritos

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.
308. O Espírito se recorda de todas as existências que precederam a que acaba de ter?

Todo o seu passado se lhe desdobra à vista, quais a um viajor os trechos do caminho que percorreu. Mas, como já dissemos, não se recorda, de modo absoluto, de todos os seus atos. Lembra-se destes em razão da influência que tiveram na criação do seu estado atual. Quanto às primeiras existências, as que se podem considerar como a infância do Espírito, essas se perdem no vago e desaparecem na noite do esquecimento.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A Reencarnação da Mãe de Chico Xavier (Emocionante História)


O ano era 1997, numa terça-feira à noite. Quando chegamos para visitá-lo, ele contou-nos o seguinte caso:
– Hoje minha mãe me apareceu e disse-me:
– Meu filho, após tantos anos de estudo no mundo espiritual estou-me formando assistente social. Venho me despedir e dizer que não mais vou aparecer a você.
– Mas a senhora vai me abandonar?
– Não meu filho. Imagine você que seu pai precisa renascer e disse que só reencarna se eu vier como esposa dele. Fui falar com a Cidália, sua segunda mãe, que criou vocês com tanto carinho e jamais fez diferença entre os meus filhos e os dela.

Ela contou-me que também precisa voltar à Terra. Então eu lhe disse:
– Cidália, você foi tão boa para meus filhos, fez tantos sacrifícios por eles, suportou tantas humilhações.
Nunca me esqueci quando você disse ao João Cândido que só se casaria com ele se ele fosse buscar
meus filhos que estavam espalhados por várias casas para que você os criasse.
Desde minha decisão de voltar ao corpo, tenho refletido muito sobre tudo isso e venho perguntar-lhe se você aceitaria nascer como nossa primeira filha?
Abraçamo-nos e choramos muito. Quando me despedi dela, perguntei-lhe:
– Cidália há alguma coisa que eu possa fazer por você quando for sua mãe?

Ela me disse:
– Dona Maria, eu sempre tive muita inclinação para a música e não pude me aproximar de um instrumento. Sempre amei o piano.
– Pois bem, minha filha. Vou imprimir no meu coração um desejo para que minha primeira filha venha com inclinação para a música. Jesus há de nos proporcionar a alegria de possuir um piano.
A essa altura da narrativa o Chico estava banhado em lágrimas e nós também. Mas continuou a falar de Dona Maria:
– Seu pai vai reencarnar em 1997. Vou ficar junto dele por aproximadamente três anos e renascerei nos primeiros meses do ano 2000.
– Mas a senhora já sofreu tanto e vai renascer para ser esposa e mãe novamente?
– São os sacrifícios do amor. Até um dia meu filho.
Neste momento, concluiu o Chico, também ela começou a chorar.

Extraído do livro MOMENTOS COM CHICO XAVIER, de Adelino Silveira, ed. GEP
por Ana Maria Teodoro Massuci
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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

DESDOBRAMENTO, o que acontece com o ESPÍRITO durante o SONO ?


Durante o sono o Espírito desprende-se do corpo; devido aos laços fluídicos estarem mais tênues. A noite é um longo período em que está livre para agir noutro plano de existência. Porém, variam os graus de desprendimento e lucidez.

Nem todos se afastam do seu corpo, mas permanecem no ambiente doméstico; temem fazê-lo, sentir-se-iam constrangidos num meio estranho (aparentemente).

Outros movimentam-se no plano espiritual, mas suas atividades e compressões dependem do nível de elevação. O princípio que rege a permanência fora do corpo é o da afinidade moral, expressa, conforme a explanação anterior, por meio da afinidade vibratória ou sintonia.

O espírito será atraído para regiões e companhias que estejam harmonizadas e sintonizadas com ele através das ações, pensamentos, instruções, desejos e intenções, ou seja, impulsos predominantes. Podendo assim, subir mais ou se degradar mais.

O lúbrico terá entrevistas eróticas de todos os tipos, o avarento tratará de negócios grandiosos (materiais) e rendosos usando a astúcia. A esposa queixosa encontrará conselhos contra o seu marido, e assim por diante.

Amigos se encontram para conversas edificantes, inimigos entram em luta, aprendizes farão cursos, cooperadores trabalharão nos campos prediletos, e, assim, caminhamos.

Para esta maravilhosa doutrina, conforme tais considerações, o sonho é a recordação de uma parte da atividade que o espírito desempenhou durante a libertação permitida pelo sono.

Segundo Carlos Toledo Rizzini, interpretação freudiana encara o sonho como apontando para o passado, revelando um aspecto da personalidade.

Para o Espiritismo, o sonho também satisfaz impulsos e é uma expressão do estilo de vida, com uma grande diferença: a de não se processar só no plano mental, mas ser uma experiência genuína do espírito que se passa num mundo real e com situações concretas.

Como vimos, o espírito, livre temporariamente dos laços orgânicos, empreende atividades noturnas que poderão se caracterizar apenas por satisfação de baixos impulsos, como também, trabalhar e aprender muito.

Nesta experiência fora do corpo, na oportunidade do desprendimento através do sono, o ser, poderá ver com clareza a finalidade de sua existência atual, lembrar-se do passado, entrevê o futuro, todavia a amplitude ou não dessas possibilidades é relativa ao grau de evolução do espírito.

PREPARAÇÃO PARA O SONO
Verificando o lado físico da questão, vamos ver a importância do sono, pelo fato de passarmos 1/3 de nosso dia dormindo, nesta atividade o corpo físico repousa e liberta toxinas. Para o lado espiritual, o espírito liga-se com os seus amigos e intercambia informações, e experiências.

Façamos um preparo para o nosso repouso diário:

ORGÂNICO – refeições leves, higiene, respiração moderada, trabalho moderado, condução de nosso corpo quanto a postura sem extravagâncias.

MENTAL E ESPIRITUAL – leituras edificantes, conversas salutares, meditação, oração, serenidade, perdão, bons pensamentos.

Todavia não nos esqueçamos que toda prece se fortifica com atos voltados ao bem, pois então, atividades altruístas possibilitam uma melhor afinidade com os bons espíritos.

Irmãos da Nova Era Espírita
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Oração ao Senhor Nosso Deus


Senhor nosso Deus, que o senhor possa sempre nos mostrar o caminho da bondade e da paciência, não deixe que em momento de fúria façamos tudo errado por provocação ou vingança. 

Dai-nos prudência e sabedoria pra agirmos com calma, sem prejudicar a nós mesmos e nem as pessoas ao nosso redor. 

Jesus, faça de nós seres pelo qual sejamos exemplo de amor.

Dai-nos fé para recorrer a sabedoria que vem de Deus, e entender que o mal por si se destrói ,sem precisarmos sermos soberbos e nem vingativos. 

Senhor, venha em nosso auxílio, socorrei- nos e salvai-nos. Dai-nos decisões certas pra contigo sermos mais que vencedores. Amem.

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“COMPULSÃO ALIMENTAR NA VISÃO ESPIRITA"


A alimentação está associada, no psiquismo humano, a todo um conjunto de fatores emocionais que vão além da simples manutenção da vida orgânica. Ao sermos alimentados, nos primeiros anos de nossa existência física, somos também acalentados, em uma permuta de afeto do bebê com aqueles que se caracterizam como seus cuidadores.

Considerando, por sua vez, a compulsão como um ato direcionado por um impulso, que procura descarregar uma ansiedade inconsciente, podemos entender a compulsão alimentar como uma tentativa de solucionar um conflito interno.
Diante de algo que nos incomoda – seja a necessidade de afeto, seja a não aceitação do corpo ou de alguma circunstância vivida ou a não aceitação das próprias dificuldades emocionais por exemplo – através da compulsão alimentar fugimos, procurando algo que nos proporcione prazer momentâneo e postergando o encontro conosco mesmos.

Claro que a partir de uma perspectiva de psicologia espírita, não podemos esquecer o intercâmbio constante com o mundo espiritual, de modo que, afinizados conosco, desencarnados ainda muito ligados ao plano material, desejosos das sensações físicas, estimulam tais comportamentos dos quais pensam se beneficiar, assimilando as sensações dos encarnados.

André Luiz (nos livros “Nosso Lar” e “Missionários da Luz”, psicografados por Chico Xavier) exemplificou bem este fato ao mostrar que muitos desencarnados se compraziam “absorvendo gostosamente as emanações dos pratos fumegantes” de modo que sem a vigilância necessária deixamos à mesa “margem vastíssima à leviandade e à perturbação”. O nobre mentor, contando sobre os primeiros anos que se seguiram à sua desencarnação, diz que fora chamado de suicida no plano espiritual. Amargurado e sem entender, somente depois de certo tempo pode compreender que havia “desperdiçado patrimônios preciosos da experiência física” porque “todo o aparelho gástrico foi destruído à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas, aparentemente sem importância”.

Por isso urge nos vigiarmos com relação a todos os excessos a que nos permitimos.

Além das terapias convencionais e espirituais, a autoanálise é sempre de grande auxílio:
1º - procurando identificar os momentos de ansiedade que levam a buscar alimento em dose excessiva ou fora dos horários de alimentação.
2º - tendo identificado, procurando dar-se conta (tornar-se consciente) no próprio momento em que isto ocorre.
3º - tendo percebido no momento, procurando evitar o ato.
E é importante termos muita paciência conosco mesmos, pois toda mudança psíquica se dá gradativamente. Se conseguirmos identificar o conflito de que fugimos, tendo-o por etapa do nosso processo evolutivo (e não como “algo horrível, doentio e proibido”) nos colocamos na posição responsável daquele que luta para superar as próprias dificuldades.

*Psicologia Espírita.
por Ana Maria Teodoro Massuci
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terça-feira, 22 de novembro de 2016

A ÁGUIA E O CRISTÃO (Emocionante)


A águia é usada como símbolo dos que esperam no Senhor e nEle confiam. Essa ave é interessante desde sua origem. Um frango está pronto para ser vencido no mercado em nove semanas. Águias não, elas levam, como no caso da águia real, até um ano para voarem sozinhas. Verdadeiros cristãos são como águias: podem levar tempo para amadurecer. Primeiro trigo, depois erva verde, finalmente fruto.

Você pode ver pombos, andorinhas e periquitos voando em bandos. Águias, não, sempre estão sozinhas, no máximo duas. Ficam lá no alto, olhando o azul infinito.

É do alto que vem o poder do cristão, que muitas vezes tem que ficar sozinho por causa de seus princípios. Não tenha medo de ficar só. Geralmente, o cristão anda na contramão da vida. Este mundo não foi feito nos moldes presentes para o povo de Deus. Voe alto, embora os que voam alto não sejam compreendidos. Quando alguém não é compreendido é temido e quando alguém é temido é criticado e condenado.

Alguma vez já pensou aonde vão as águias quando a tormenta vem? Aonde é que elas se escondem? Elas não se escondem. Abrem suas asas, que podem voar a uma velocidade de até 90km por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que as nuvens negras, a tempestade, e os choques elétricos podem ter uma extensão de 30 a 50m, mas lá em cima brilha o sol. Nessa luta terrível podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima.

Finalmente, as águias também morrem, mas alguma vez você achou por aí um cadáver de águia? De galinha talvez, de cachorro ou de pombo, quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reservas ecológicas, mas cadáver de águia, você não encontra. Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Procuram com seus olhos o pico mais alto, tiram as últimas forças de seus cansados corpos e voam aos picos inatingíveis e aí esperam resignadamente o momento final. Até para morrer elas são extraordinárias.

Talvez por isso o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor a águias. Quem sabe hoje você tem diante de si um dia cheio de desafios. Alguns deles podem parecer impossíveis de ser vencidos, mas lembre: descanse no Senhor, passe tempo com Ele e depois parta para a luta, sabendo que além daquela tormenta brilha o sol. (Alejandro Bullon)

“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Isaías 40:31).

por Nilza Garcia
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Qual o segredo de um casameneto de sucesso?


A faixa, estendida num ponto estratégico de rua de grande circulação de veículos, nos chamou a atenção. Após o nome de uma mulher, a inscrição dizia: Obrigado por esses quarenta anos de convivência. Te amo. E havia o nome de um homem.

Quarenta anos. Uma vida. Qual seria o segredo desse relacionamento profundo e duradouro?

Em quarenta anos, os filhos nasceram, cresceram e se foram, deixando o ninho vazio. Os dois estão agora como começaram: a sós.

Em quarenta anos, mudou a maneira de se entender muitas coisas, mudou a moeda, mudou o governo. Em quarenta anos, o país passou por crises financeiras diversas.

Faltou água, houve enchentes, faltou energia elétrica, amigos morreram, novas amizades surgiram.

Mas o amor dos dois permaneceu. Sobreviveu a tudo. A todas as crises. como?

Talvez a receita se encontre no respeito, no diálogo e na confiança que caracterizam o verdadeiro amor, tal como escreveu, um dia, Thomas Gordon:

Tu e eu vivemos um relacionamento que valorizo e quero conservar. No entanto, cada um de nós é uma pessoa diferente, com suas próprias necessidades e o direito de satisfazê-las.

Quando tiveres dificuldade para resolver teus problemas, tratarei de escutar-te cordialmente e ajudar-te, com o objetivo de que encontres tuas próprias soluções, ao invés de depender das minhas.

Da mesma maneira, tratarei de respeitar o teu direito de escolher as tuas próprias ideias e desenvolver teus próprios valores, mesmo que esses sejam diferentes dos meus.

Quando tua atividade interferir no que devo fazer para a satisfação das minhas necessidades, te comunicarei aberta e honestamente como me afeta a tua conduta, confiando que tu me compreenderás e ajudarás no que puderes.

Da mesma maneira, quando algum dos meus atos te for inaceitável, espero que me comuniques, com sinceridade, teus sentimentos. Escutarei e tratarei de mudar.

Nas ocasiões em que descobrirmos que nenhum dos dois pode mudar sua conduta para satisfazer as necessidades do outro, reconheçamos que temos um conflito que requer solução.

Comprometamo-nos, então, a resolver cada um desses conflitos, sem recorrer ao uso do poder ou da autoridade, para vencer, às custas da derrota do outro.

Esforcemo-nos para encontrar uma solução que seja aceitável para ambos. Tuas necessidades serão satisfeitas e também as minhas. Ambos venceremos e nenhum de nós será derrotado.

Nossa relação poderá ser suficientemente positiva para que, nela, cada um de nós possa esforçar-se para chegar a ser o que é capaz de ser.

E poderemos continuar nos relacionando um com o outro com respeito, amor e paz mútuos.

* * *

A finalidade do amor é amar. E amar significa doar, servir, renunciar.

Amar significa comprometer-se, entregar-se totalmente com a esperança de produzir amor na pessoa amada.

Todo ser humano deseja sentir-se amado, aquecido, acompanhado e bem cuidado por alguém.

Mas esse bem não se tem, se não se oferece outro semelhante, porque só o amor gera amor.

Redação do Momento Espírita,
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Ainda esta noite, pedirão tua alma! O que levarás para o invisível? Bens materiais?


"Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?" - Jesus (Lucas, 12:20)

Não basta juntar valores materiais para a garantia da felicidade.

A super-cultura consegue atualmente na Terra feitos prodigiosos em todos os ramos da Natureza física, desde o controle das forças atômicas às realizações da Astronáutica.

No entanto, entre os povos mais adiantados do Planeta avançam duas calamidades morais do materialismo corrompendo-lhe as forças: o suicídio e a loucura, ou, mais propriamente, a angústia e a obsessão.

O homem não se aprovisiona de reservas espirituais à custa de máquinas.

Para suportar os atritos necessários à evolução e aos conflitos resultantes da luta regenerativa, precisa alimentar-se com recursos da alma e apoiar-se neles.

Nesse sentido, vale recordar o sensato comentário de Allan Kardec no item 14 do Capítulo V de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", sob a epígrafe "O Suicídio e a Loucura":

"A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao Espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio.

Com efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar.

Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalos a razão, os quais, se não fora isso, a conturbariam".

Espíritas, amigos!

Atendamos à caridade que suprime a penúria do corpo, mas não menosprezemos o socorro às necessidades da alma!

Divulguemos a luz da Doutrina Espírita!

Auxiliemos o próximo a discernir e pensar.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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Espírito André Luiz em “Os Mensageiros”, psicografia de Chico Xavier.

“A colônia espiritual, que me abrigara generosamente, revelava novas expressões de indefinível beleza. O rumor das asas de um pássaro, o sussurro do vento e a luz do Sol pareciam dirigir-se à minha alma, enchendo-me o pensamento de prodigiosa harmonia.

A vida espiritual, inexprimível e bela, abrira-me os pórticos resplandecentes. Até então, vivera em “Nosso Lar” como hóspede enfermo de um palácio brilhante, tão extremamente preocupado comigo mesmo, que me tornara incapaz de anotar deslumbramentos e maravilhas.”

Espírito André Luiz em “Os Mensageiros”, psicografia de Chico Xavier.
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A música no plano espiritual


Hoje falaremos sobre a música do espaço, considerada como meio de transmissão do pensamento artístico. Sei que outro espírito, mais próximo a vocês (trata-se do espírito Massenet), já tentou fazê-los entender a maneira como as ondas, que vocês chamam de musicais, são criadas e em seguida transmitidas através do espaço para chegarem aos diferentes mundos. Já lhes disseram que o que vocês chamam de sonoridade é, para nós, comparável à coloratura que, transportadas sobre moléculas fluídicas, percorre os campos vibratórios e vai comunicar aos seres impressões comparáveis às que seus ouvidos percebem quando vocês ouvem uma gama de sons harmonizados neste ou naquele grau de vibrações.
Quando na Terra uma nota é tocada em tom maior, ela lhes transmitirá uma sensação de alegria plena e absoluta. Se ela é menor, ao
contrário, seu cérebro experimentará uma sensação de profundidade, algumas vezes de tristeza ou de grande dor, conforme a modulação dos acordes e o número de notas tocadas.

Portanto, a esses dois grandes princípios: maior e menor, correspondem duas sensações, alegria e dor. Entre essas notas há uma
infinidade de combinações que, por isso mesmo, formarão imagens. Assim como um escultor forma uma imagem virtual, o grupo de nota, os acordes, segundo sejam modulados em maior ou menor, formarão por seu estilo uma série de pensamentos que se tornam mais ou menos compreensíveis de acordo com a evolução dos tipos de música. Eis, portanto, um ponto estabelecido: as artes plásticas formam imagens e a arte das ondas musicais forma, igualmente, imagens, porém uma imagem mais sutil, cujo conteúdo é mais frágil e a compreensão mais delicada.
Conforme o grau de evolução dos seres, essa compreensão será mais ou menos profunda. É por isso que freqüentemente no globo terrestre um ser de cultura média será impressionado, enquanto que seu cérebro permanecerá refratário quando ele quiser utilizar o alfabeto para expressar seus pensamentos por meio das ondas que vocês classificam como musicais.

No espaço, como vocês sabem, não possuímos instrumentos, são nossos perispíritos que recebem as ondas transmissoras do pensamento musical.

Dessa forma será preciso impregnar diretamente os seres que devem receber ondas dessas naturezas. Assim como os outros artistas, o espírito evoluído no sentido musical, e que pode experimentar sensações infinitamente suaves e sutis, pode também transmiti-las com o auxílio dos seus instrumentos, e por intermédio do cérebro de um dos seus intérpretes.

A matéria, para ser posta em movimento pelas ondas fluídicas, necessita de um intermediário, que será o cérebro de vocês, que, no
caso, age como um pólo atrativo e uma placa sensível de onde parte toda a irradiação que emana dos fluidos.

Os grandes músicos terrestres podem, como os outros artistas, receber a inspiração, seja do espaço, seja como resultante de trabalhos anteriores. Trata-se exatamente do mesmo fenômeno que se produz com os outros artistas.

No espaço nossos meios são muito mais rápidos do que os da Terra; não necessitamos de instrumentos para permutar nossos pensamentos, e nossa música é toda de impressões, agindo diretamente sobre a parte mais sensível de nosso ser fluídico, aquela que contém, em graus diversos, a centelha divina e que, no plano terrestre, é representada pelo órgão do coração.

As outras artes se refletem por imagens esculturais e picturais que são os meios de transmissão do pensamento e que substituem, para nós, a palavra. A música é uma impressão especial que invade todo o nosso ser fluídico, mergulha-o no êxtase, na beatitude, e faz com que ele experimente sensações de júbilo, de quietude, de alegria, de angústia, de desgosto, de dor, de pesares, de remorsos. Tal é, mais ou menos, a gama de todas as sensações ascendentes e descendentes, que vão do rosa ao preto; o preto representando o nada.

A partir de então vocês podem compreender, do ponto de vista puramente artístico, que sensações infinitas podem agir sobre um
espírito já evoluído. Vocês já podem, na Terra, preparar-se para receber no Além essas sensações, afastando qualquer satisfação material ou sensual. Busquem as atrações artísticas, por mais pobres que sejam; enriqueçam o pensamento, dêem aos nervos alimento de cálidas vibrações; encham o cérebro de sensações que se traduzem, nesse plano, por estudos analíticos de suas vidas terrestres.
Tudo isso repercutirá um dia no espaço, em cêntuplo, pois as vibrações armazenadas no ser carnal despertarão e, como uma lira de mil cordas, chamarão todas as sensações atrativas que podem proporcionar os sentimentos mais harmoniosos, mais elevados, que circulam nas correntes que emanam diretamente da esfera divina.
É o apogeu da arte, uma infinita sensação artística.

As pobres criaturas terrestres não podem experimentar as alegrias inefáveis que nos cobrem quando essas sensações vêm tocar nossos extasiados espíritos.
O que são essas sensações? Tentarei como conclusão dizer-lhes, com a permissão de Deus, o que elas podem ser. Não será fácil, pois seria abrir-lhes uma visão direta sobre a obra divina. Seus guias vão orar. Espero poder dar-lhes, em poucas palavras, uma idéia dessa grande obra de beleza, de luz e de harmonia.

Pelo Espírito “O Esteta”.
(Do Livro “O Espiritismo na Arte” – Léon Denis)
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Podemos estudar no plano Espiritual durante o sono?


No livro "Missionários da luz", André Luiz narra no capítulo 8, que no plano espiritual onde ele se encontra há um centro de estudos, com número superior a 300 associados, no entanto, apenas 32 conseguem romper as teias inferiores das mais baixas sensações fisiológicas, para assimilarem as lições.

Muitos faltam aos estudos porque atendem a seduções comuns, reduzindo-se ainda mais a freqüência geral.

Certa madrugada de estudo (2:00h), percebeu-se que faltavam apenas 2 companheiros: Vieira e Marcondes.

Alexandre, o orientador, recomendou ao auxiliar Sertório, que fosse saber o que se passava com os faltosos. André Luiz o acompanhou.

Primeiro foram à residência de Vieira. Ao adentrar o quarto, perceberam que Vieira estava sofrendo um pesadelo cruel. Ao seu lado, permanecia uma entidade trajando vestes absolutamente negras. Vieira soltava gritos agudos, e sufocava-se, angustiadamente, enquanto a entidade escura fazia gestos que André Luiz não compreendia. Esta entidade estava li tirando satisfação com Vieira. Ela disse ser velho conhecido de Vieira e que este o acusava de faltas que, dizia ele, não ter cometido. Que já sofria muito após a morte para ter que ouvir falsos testemunhos de amigos maledicentes. Decepcionado com o amigo, que ele achava de confiança, resolveu esperar Vieira nos momentos de sono, a fim de prestar-lhe os necessários esclarecimentos.

Em seguida, foram visitar Marcondes. Segundo André Luiz, o quadro agora era muito mais triste e constrangedor. Marcondes não estava sob impressões de pavor, como aconteceu com Vieira, mas estava acompanhado de 3 entidades femininas de galhofeira expressão que permaneciam em atitudes menos edificante. As entidades atrevidas e nervosas afirmavam que estavam ali porque Marcondes as chamou, por isso, elas não permitiriam seu afastamento.
Apesar de envergonhado, Marcondes não conseguia reagir. Sertório então, resolveu ir embora dizendo:
- CADA QUAL ESCOLHE AS COMPANHIAS QUE PREFERE. FUTURAMENTE VOCÊ COMPREENDERÁ QUE SOMOS SEUS AMIGOS LEAIS E QUE DESEJAMOS TODO O BEM.

Sertório explicou para André Luiz que não poderia agir ali do mesmo modo que agiu com Vieira. Marcondes deveria demorar-se em tal situação para que outro dia a lembrança desagradável mais duradoura, fortificando-lhe a repugnância pelo mal.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Até Quando


Até quando vamos deixar que a incredulidade nos afaste do objetivo;
Até quando vamos deixar que a raiva e a mágoa domine o nosso coração;
Até quando vamos deixar que o desamor nos acompanhe;
Até quando vamos deixar que a maldade alheia afete a nossa caminhada;
Não há tempo para deixarmos nos abater sem reagir, somos capazes de superar nossas dificuldades e vencê-las , desde que tenhamos a confiança em nós e principalmente em Deus, que nos guia e nos protege sempre.
Sejamos firmes em nossos propósitos de melhora, só assim teremos condições reais de conquistar a nossa evolução espiritual.

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Quanto mais...

Abençoai sempre as vossas dificuldades e não as lastimeis, considerando que Deus nos concede sempre o melhor e o melhor tendes obtido constantemente com a possibilidade de serdes mais úteis.

Quanto mais auxiliardes aos outros, mais amplo auxílio recebereis da Vida Mais Alta.

Quanto mais tolerardes os contratempos do mundo, mais amparados sereis nas emergências da vida, em que permaneceis buscando paz e progresso, elevação e luz.

Quanto mais liberdade concederdes aos vossos entes amados, permitindo que eles vivam a existência que escolheram, mais livres estareis para obedecer a Jesus, construindo a vossa própria felicidade.

Quanto mais compreenderdes os que vos partilham os caminhos humanos, mais respeitados vos encontrareis, de vez que, quanto mais doardes do que sois em benefício alheio, mais ampla cobertura de amparo do Senhor assegurará a tranquilidade em vossos passos.

Continuemos buscando Jesus em todos os irmãos da Terra, mas especialmente naqueles que sofrem problemas e dificuldades maiores que os nossos obstáculos, socorrendo e servindo e sempre mais felizes nos encontraremos sob as bênçãos dele, nosso Mestre e Senhor.

Bezerra de Menezes / Francisco Cândido Xavier. In: Caridade
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Não te detenhas

A calúnia afetou o teu comportamento, desanimando-te, porque lhe deste ouvido.

A maledicência causou-te danos porque lhe permitiste consideração.

A perturbação alcançou os teus ideais, porque fizeste uma pausa para conceder-lhe cidadania.

O ódio te macerou, porque o agasalhaste no amor-próprio ferido.

A disputa desgostou-te o trabalho, porque te permitiste engalfinhar na peleja imprópria.

A dúvida se estabeleceu em teus painéis mentais, porque paraste na ação, perdendo tempo de alto valor.

Os acusadores estão sempre em faixa inferior de vibração.

Concedeste-lhes atenção demasiada, esperando que a opinião geral fosse a teu favor e descuraste de auscultar a opinião de Deus.

Se trabalhas no bem e te acusam; se és generoso e te denominam estroina; se és humilde e te chamam parvo; se és disciplinado e te apontam como rigoroso; se és cumpridor dos deveres e te execram por isso; se insistes na prece e na ação evangélica, e te menosprezam, esta é a opinião dos ociosos e dos fiscais da vida alheia, no entanto, não é o conceito que de ti faz o Pai de Misericórdia.

Não te detenhas.

Não te deixes afligir pelas opiniões desencontradas que te chegam, gerando sombra ou tumulto.

Acata as sugestões que conclamam à ordem, que inspiram a paz e fomentam o progresso, sem extravagância nem acusação.

Sempre houve e haverá aqueles que produzem e aqueloutros que apenas opinam, acusam e perseguem.

Todos passam, mas a obra dos realizadores permanece, desafiadora, tempos a fora, felicitando as vidas em nome do Bem.


Joanna de Ângelis
(Divaldo Pereira Franco. In: Viver e Amar)
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Serviço de Caridade


Calemo-nos diante da ofensa.

Auxiliemos aos companheiros de experiência, quanto se nos faça possível.

Abstenhamo-nos de maldizer, onde não possamos auxiliar.

Evitemos ressentimento ou azedume, quando o mal nos alveje.

Busquemos a conciliação fraterna, amparando, ainda mesmo de longe, aqueles que nos firam.

Desculpemos quantas vezes se fizerem necessárias, cada dia, exercitando-nos na prática do verdadeiro perdão.

Olvidemos os caprichos do “eu” que tantas vezes nos escravizam a escuras ilusões.

Aprendamos com a vida, para sermos mais úteis.

Multipliquemos as bênçãos do serviço, no campo das horas, conscientes de que o tempo é um empréstimo inestimável da Providência Divina.

Assim procedendo, estejamos certos de que cultivaremos a caridade para com o próximo e para conosco, de vez que, corrigindo em nós aquilo que nos aborrece nos outros, seguiremos, dia a dia, nos passos de Jesus, em nosso esforço de ascensão.

Emmanuel
In: ‘Recados da vida’ - Francisco Cândido Xavier
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Reconciliar-se com os adversários

“Concerta-te sem demora com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele, para que não suceda que ele te entregue ao juiz, e que o juiz te entregue ao seu ministro, e sejas mandado para a cadeia. Em verdade te digo que não sairás de lá, enquanto não pegares o último ceitil.” (Mateus, V: 25 e 26)

Há, na prática do perdão e na prática do bem em geral, além de um efeito moral, um efeito também material. A morte, como se sabe, não nos livra dos nossos inimigos. Os Espíritos vingativos perseguem sempre com o seu ódio, além da sepultura, aqueles que ainda são objeto do seu rancor. Daí ser falso, quando aplicado ao homem, o provérbio: “morto o cão, acaba a raiva”. O Espírito mau espera que aquele a quem quer mal esteja encerrado em seu corpo, e assim menos livre, para mais facilmente o atormentar, atingindo-o nos seus interesses ou nas suas mais caras afeições.

É necessário ver nesse fato a causa da maioria dos casos de obsessão, sobretudo daqueles que apresentam certa gravidade, como a subjugação e a possessão. O obsedado e o possesso são, pois, quase sempre, vítimas de uma vingança anterior, a que provavelmente deram motivo por sua conduta. Deus permite a situação atual, para os punir do mal que fizeram, ou, se não o fizeram, por haverem faltado com a indulgência e a caridade, deixando de perdoar.

Importa, pois, com vistas à tranquilidade futura, reparar o mais cedo possível os males que se tenham praticado em relação ao próximo, e perdoar aos inimigos, para assim se extinguirem, antes da morte, todos os motivos de desavença, toda causa profunda de animosidade posterior. Dessa maneira, se pode fazer, de um inimigo encarnado neste mundo, um amigo no outro, ou pelo menos ficar com a boa causa, e Deus não deixa ao sabor da vingança aquele que soube perdoar.

Quando Jesus recomenda que nos reconciliemos o mais cedo possível com o nosso adversário, não quer apenas evitar as discórdias na vida presente, mas também evitar que elas se perpetuem nas existências futuras. Não saireis de lá, disse ele, enquanto não pagardes o último ceitil, ou seja, até que a justiça divina não esteja completamente satisfeita.

O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
(Cap. X – Bem-Aventurados os Misericordiosos)
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Não acrediteis em todos os espíritos


“Caríssimos, não acrediteis em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus, porque são muitos os falsos profetas, que se levantaram no mundo.” (João, Epístola I, cap. IV: 1)

Os fenômenos espíritas, longe de confirmarem os falsos cristos e os falsos profetas, como algumas pessoas gostam de dizer, vêm, pelo contrário, dar-lhes o último golpe. Não soliciteis milagres nem prodígios ao Espiritismo, porque ele declara formalmente que não os produz. Da mesma maneira que a Física, a Química, a Astronomia, a Geologia, revelaram as leis do mundo material, ele vem revelar outras leis desconhecidas, que regem as relações do mundo corpóreo com o mundo espiritual. Essas leis, tanto quanto as científicas, pertencem também à natureza. Dando, assim, a explicação de uma ordem de fenômenos até agora incompreendidos, o Espiritismo destrói o que ainda restava do domínio do maravilhoso.


Como se vê, os que fossem tentados a explorar esses fenômenos em proveito próprio, fazendo-se passar por enviado de Deus, não poderiam abusar por muito tempo da credulidade alheia, e bem logo seriam desmascarados. Aliás, como já ficou dito, esses fenômenos nada provam por si mesmos: a missão se prova por efeitos morais, que nem todos podem produzir. Esse é um dos resultados do desenvolvimento da ciência espírita, que pesquisando a causa de certos fenômenos, levanta o véu de muitos mistérios. Os que preferem a obscuridade à luz, são os únicos interessados em combatê-la. Mas a verdade é como o Sol: dissipa os mais densos nevoeiros.


O Espiritismo vem revelar outra categoria de falsos cristos e de falsos profetas, bem mais perigosa, e que não se encontra entre os homens, mas entre os desencarnados. É a dos Espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos e pseudo-sábios, que passaram da Terra para a erraticidade e se disfarçam com nomes veneráveis, para procurar, através da máscara que usam, tornar aceitáveis as suas ideias, frequentemente as mais bizarras e absurdas. Antes que as relações mediúnicas fossem conhecidas, eles exerciam a sua ação de maneira mais ostensiva, pela inspiração, pela mediunidade inconsciente, auditiva ou de incorporação. O número dos que, em diversas épocas, mas sobretudo nos últimos tempos, se apresentaram como alguns dos antigos profetas, como o Cristo, como Maria, e até mesmo como Deus, é considerável.


São João nos põe em guarda contra eles, quando adverte: “Meus bem amados, não acrediteis em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus; porque muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”. O Espiritismo nos oferece os meios de experimentá-los, ao indicar as características pelas quais se reconhecem os bons Espíritos, características sempre morais e jamais materiais. (Ver o Livro dos Médiuns, Caps. 24 e segs.). É sobretudo ao discernimento dos bons e dos maus Espíritos, que podemos aplicar as palavras de Jesus: “Reconhece-se a árvore pelos seus frutos; uma boa árvore não pode dar maus frutos, e uma árvore má, não pode dar bons frutos”. Julgam-se os Espíritos pela qualidade de suas obras, como a árvore pela qualidade de seus frutos.

Do 'Evangelho Segundo o Espiritismo' – Allan Kardec (Capítulo 21)
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Amor pelo próximo


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Conceitos e preconceitos


Desde sempre em existências continuas, alimentamos em nossas concepções uma infinidade de conceitos arraigados que acabam muito facilmente se transformando em preconceitos capazes de agredir moralmente aqueles que ao nosso redor decidem optar por uma determinada forma de vida. Nosso livre arbítrio nos permite acreditar que a forma como agimos é o melhor para nós.

A vida nos propõe os meio adequados para nossa sobrevivência, nossas escolhas acabam transformando as oportunidades provedoras de esclarecimentos em atitudes reprovativas, daí gerando assim meios para que a maioria se coloque na condição de juízes, não compreendendo que ainda necessitamos passar por grandes percalços na vida para de fato aprendermos a aceitar a condição de vida de cada um.

Para os que já detêm o conceito que o corpo vem corpo, mas o espírito não vem do Espírito, não se faz justo interpretar de forma errônea as atitudes alheias.

A doutrina espírita nos ensina e exemplifica com muita clareza que não devemos em momento algum desprezarmos aqueles que não conseguem ainda aceitar esses exemplos, somos todos filhos de Deus, que nos proporcionou o poder de decisão, por isso mesmo devemos seguir o conceito que Jesus nos prega “Cada um à suas Obras” e completa, “A semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória”; sigamos então esses ensinos e busquemos a aceitação da forma de vida de cada um, se tivermos que criar conceitos, que sejam para o benefício dos que julgamos e ao notarmos que estamos sendo preconceituosos, oremos e nos esclareçamos mais e melhor para que esse mal sentimento desapareça de nossa consciência.

Estudemos, assimilemos, internalizemos e coloquemos em prática os conceitos e ensinos do Cristo, afinal, Ele é, foi e é o maior criador de conceitos extremamente benéficos para todos nós.
Paz a Todos.

Pedro Aguiar.
por Eline Falcão
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Palestra - A vingança.




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Prece poderosa a Jesus


Jesus, legitimo advogado da paz, distinto defensor da reconciliação, tuas vitorias ecoam harmoniosamente, ensinaste-me o caminho da paz. Tu me ensinaste a carregar a luz da paz, que, com teu auxilio, permanecerá em meu coração e se irradiará ao meu redor. Pela graça de teu poder, essa paz pode transformar o mundo em paraíso. Tu és a única esperança da humanidade: Tu és o mais gracioso Criador da paz!.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Como a espiritualidade do bem se comporta diante do terrorismo?


Como podemos ver esses acontecimentos à luz do Doutrina Espírita?

A causa da guerra, segundo a orientação dos Espíritos, é devido à predominância da natureza animal sobre a espiritual. Ela deverá desaparecer da face da Terra quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus. Dizem ainda que a Providência Divina, ao tornar a guerra necessária, visa promover a liberdade e o progresso da humanidade, pois a fará caminhar mais rapidamente.

Haveria a possibilidade da dizimação da humanidade através de ataques bacteriológicos? Como fica o livre-arbítrio? Ele é absoluto? E a Providência Divina? Por mais que nos consideremos os poderosos da Terra, há o anseio da Providência Divina a nosso respeito. Nesse sentido, o nosso livre-arbítrio é relativo, pois se aquilo que pretendemos fazer contrariar sobremaneira a lei de Deus, por certo seremos vetados nesse projeto.

O "acaso não existe". O atentado terrorista teve uma causa e terá um efeito. Qual a causa? Do lado dos terroristas, o fanatismo religioso; do lado dos Estados Unidos, a prepotência econômica e material. Qual a conseqüência? Do lado dos terroristas, uma melhor compreensão que seja a verdadeira religião; do lado dos Estados Unidos, uma revisão da visão materialista da vida.

Qual a situação, no mundo dos Espíritos, daqueles que desencarnaram nesse trágico acontecimento? Todos os Espíritos, tanto os que provocaram como os que sofreram o atentado, serão recebidos por algum parente ou amigo, pois Deus não desampara nenhum de seus filhos. Contudo, os que cometeram esse ato brutal deverão sofrer-lhes as conseqüências, permanecendo por longo tempo em regiões de reparação e reajustamento de seu corpo perispiritual e mental.

Vislumbremos um raio de luz ante as trevas. Se houve o fato, este já está consumado, e deve servir de lição para toda a humanidade. Procuremos, sim, enviar vibrações de paz e harmonia para as pessoas que irão decidir sobre mais essa luta armada.

Site portal do espírito
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Os exilados de Capela e a Formação "Extraterrestre" da raça humana!


A Constelação do Cocheiro apresenta uma grande estrela que recebeu o nome de Cabra ou CAPELA. A constelação é formada por um grupo de várias estrelas com grandezas diferentes, entre as quais se encontra CAPELA, que é de primeira grandeza, ou seja, a alfa da Constelaçao.

CAPELA é muitas vezes maior que o nosso Sol e se ele trocasse de lugar com Capela, nós mal o perceberíamos devido á distância que nos separa do Cocheiro. A constelação do Cocheiro dista cerca de 45 anos-luz da Terra, que transformados em quilômetros nos levaria ao número 4.527 seguido de 11 zeros,.

CAPELA está situada no hemisfério boreal e limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.

Conhecida desde a antigüidade, CAPELA é uma estrela gasosa, de matéria tão fluiídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos, segundo afirmou o astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddigton (1882-1944).

A caminhada do homem em seu processo evolutivo tem sido longa e árdua. Para atingir o complexo de suas perfeições biológicas na Terra, teve o concurso de Espíritos exilados de um mundo melhor para o orbe terráqueo, Espíritos esses que se convencionou chamar de componentes da raça adâmica, que foram em tempos remotíssimos desterrados para as sombras e para as regiões selvagens da Terra, porque a evolução espiritual do mundo em que viviam não mais a tolerava, em virtude de suas reincidências no mal.

Naquela época a Terra era habitada pelos "Primata hominus", vivendo dento de cavernas, usando instrumentos de sílex e por seu aspecto se aproximavam bastante do "Pithecantropus erectus". Foram então, as entidades espirituais que levando em consideração a necessidade de evolução do planeta, imprimiram um novo fator de organização às raças primigênias, dotando-as de novas combinações biológicas, visando o aperfeiçoamento do organismo humano. Quando essa operação transformadora se consumou fora da Terra, no astral planetário ou em algum mundo vizinho, estava criada a raça humana, com todas as características e atributos inciais, a PRIMEIRA RAÇA-MÃE, que a tradição espiritual oriental definiu como : "espíritos ainda inconscientes, habitando corpos fluídicos, pouco consistentes".

A SEGUNDA RAÇA-MÃE o planeta já se encontrava no final do seu terceiro período geológico, e já oferecia condições de vida favoráveis para seres humanos encarnados, uma vez que o trabalho de integração de espíritos animalizados nos corpos fluídicos já se processara. A SEGUNDA RAÇA- MÃE é descrita pela tradição esotérica como : "espíritos habitando formas mais consistentes, já possuidores de mais lucidez e personalaidade", porém ainda não fisicamente humanos. Esta segunda raça deve ser considerada como pré-adâmica. Eram ainda grotescos como seus antecessores símios, animilizados, peludos, enormes cabeças pendentes para a frente, braços longoss que quase tocavam os joelhos, andar trôpego e vacilante e olhas inexpressivo, onde predominavam a desconfiança e o medo. Alimentavam-se de frutas e raízes; viviam isolados, escondidos nas matas e rochas, fugindo uns dos outros. Não havia ainda laços de afetividade entre eles e procriavam-se indistintamente- ainda não eram humanos.

Sua evolução durou milênios, até que houvesse adaptação ao meio ambiente e um lento e custoso desabrochar da inteligência. Não havia ainda noção de família, não possuindo ainda qualquer noção de construção de abrigos, viviam em grutas e cavernas. Mais, tarde a necessidade de defenderem-se das feras e ou de outros grupos, levou-os a criar laços mais fortes entre aqueles que compartilhavam a mesma caverna ou grupos de cavernas e grutas, vindo assim a surgir a primeira noção de tribo ou grupo familiar. Regras começam a ser estabelecidas para o convívio visando a subsitência, procriação e defesa comum.

Em pleno período quaternário, ocorreu um resfriamento súibito da atmosfera, formando-se geleiras que cobriam a Terra. O homem ainda mal adaptado ao ambiente hostil, teve seus sofrimentos agravados com o frio intenso que adveio. Passou então a cobrir-se com peles de animais que abatia. Foi então que o institnto e as inspirações dos Asistentes Invisíveis levaram o homem à descoberta providencial do fogo. Esse elemento precioso ofereceu ao homem novos recursos de sobrevivência e conforto.

Prosseguindo o homem em sua caminhada evolutiva,, aperfeiçoando-se, deu ensejo ao surgimento da TERCEIRA RAÇA- MÃE, - com características físicas diferentes- porte agigantado, cabeça mais bem conformada e mais ereta, braços mais curtos e pernas mais longas, que caminhavam com mais aprumo e segurança. Em seus olhos surgem aogra mais acentuados lampejos de entendimento. Nasceram eles principalmente na Lemúra e na Ásia, eram nômades, prevalencendo entre eles a lei do mais forte. Porém, formavam já sociedades mais estáveis e numerosas, com chefes ou patriarcas. No que diz respeito ao aspecto religioso, eram ainda absolutamente ignorantes e fetichistas, pois adoravam por temor ou superstição as forças ou fenômenos que não podiam explicar, transformando-os em elementos bons ou maus- a serem idolatrados ou temidos.

Com a identificação de núcleos de homens primitivos já biologicamente apurados e prontos para receber os capelinos, foi iniciada então a série de "reencarnações punitivas " dos capelinos que veio a provocar sensível modificação no ambiente terrestre e o contraste material e intelectual entre os recém-encarnados e os homens , levou estes últimos a considereram os capelinos como super-homens, semideuses e este passaram a dominar os "terrícolas". No entato, o impulso trazido pelos capelinos logo se fez notgar em toda a incipiente civilização terrestre. Cidades começaram ser construídas, costumes mais brandos foram adotados, primeiros rudmentos de leis surgiram, utilização dos metais,etc.

Extraído do livro "Os Exilados da Capela", Edgar Armond, Editora Aliança.
por Ana Maria Teodoro Massuci
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