quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Um Brasil inteirinho para mim


Enquanto os dias se consomem em notas tristes de corrupção, ilegalidades, violência; enquanto vemos crianças padecendo abusos de toda sorte e mães chorando a dor de filhos enfermos ou mortos;
enquanto assistimos, diariamente, jovens promessas saírem de nosso país, em busca de horizontes largos para a sua criatividade, imaginação e progresso, em distantes terras, assistimos igualmente a muito desânimo tomando conta das gentes.

Gente que se refere a um país adormecido que resolveu acordar e para o pior; uma nação que não tem jeito, que nada leva a sério.

Por isso e outras tantas coisas, pusemo-nos a pensar, neste Brasil amado. E as letras foram surgindo, como numa catadupa imensa, jorrando abundantes:

A minha terra tem o céu azul, é só olhar e ver... Sou do Sul do Brasil. Cresci no país da Amazônia, no país do Pantanal.

Aprendi a amar uma bandeira com várias estrelas! Cresci com um orgulho imenso da minha gente que grita em versos e prosa o meu Brasil.

Cresci imaginando o povo heroico que bradava às margens do Ipiranga. Tenho amor pelo contorno do meu país do livro de geografia em que estudei.

Não desejo estar em outro lugar a não ser no meu país. Seja de corpo presente, seja em pensamentos, seja em orações, sinto orgulho de ser brasileiro.

Não faço distinção entre as regiões, todas tão ricas em suas diversas nuances.

Se algo desejo para este país amado é que desapareça toda ação maldosa que impede o seu crescimento.

Desejo que diminua a distância que existe entre as urnas e a compreensão do processo democrático.

Desejo que os maus governantes e todos os que abusam da fé deste povo, visando apenas enriquecer, tomem consciência ou abandonem o poder.

Desejo que percam força o preconceito, os desmandos, a intolerância. Que aprendamos que somos todos filhos do mesmo chão, abrigados pelo céu de anil e pelas estrelas do Cruzeiro.

Desejo que olhemos para o pavilhão nacional e sintamos a emoção extravasar chuva pelos olhos, enquanto os versos do hino pátrio morrem na garganta.

Desejo me sentir brasileiro ao contemplar a baía de Guanabara aos pés da estátua do Cristo Redentor.

Não quero mudar a batida do meu coração que, por diversas vezes, pulsa no ritmo do samba, nem mudar as cores da minha alma que, além de um céu azul, tem as cores do frevo, as fitas coloridas do Senhor do Bonfim, e aqueloutras dos pau-de-fitas da dança gauchesca.

Meu mais puro sentimento diz que a minha essência patriota também está regada pela garoa de São Paulo e refrigerada pelo minuano dos pampas.

Diz ainda que a minha fome de justiça e minha esperança brotaram da fenda do chão rachado do sertão nordestino.

Quero que a Asa branca venha passar férias no Sul porque quer conhecer nossas belezas e que volte, sem passaporte, para um lar digno no sertão.

Neste torrão generoso, tenho certeza de que, enquanto houver essa mistura linda de povos e culturas, enquanto tivermos energia para encher a alma com beleza, ao invés de decepções, podemos lutar unidos.

E vencer.

Eu sou do Sul e tenho um orgulho imenso disso mas, por Deus, quero você, meu Brasil, inteirinho para mim.

Redação do Momento Espírita, com base em texto escrito por Luciana Goldschmidt Costa. Em 30.11.2017.
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Nunca reclame da vida


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Dádiva de viver


Por vezes, você caminha pela vida com o olhar voltado para o chão, pensamento em desalinho, como quem perdeu o contato com sua origem Divina.
Olha, mas não vê… Escuta, mas não ouve. Toca, mas não sente…
Perdido na névoa densa, que envolve os próprios passos, não percebe que o dia o saúda e convida a seguir com alegria, com disposição, com olhar voltado para o horizonte infinito, que lhe acena com o perfume da esperança.
Considere que seu caminhar não é solitário e suas dores e angústias não passam despercebidas diante dos olhos atentos do Criador, que lhe concede a dádiva de viver.
Sua vida na Terra tem um propósito único, um plano de felicidade elaborado especialmente para você.
Por isso, não deixe que as nuvens das ilusões e de revoltas infundadas contra as leis da vida tornem seu caminhar denso e lhe toldem a visão do que é belo e nobre.
Siga adiante refletindo na oportunidade milagrosa que é o seu viver.
Inspire profundamente e medite na alegria de estar vivo, coração pulsante, sangue correndo pelas veias e você, vivo, atuante, compartilhando deste momento do mundo, único, exclusivo. E você faz parte dele.
Sinta quão delicioso é o aroma do amanhecer, o cheiro da grama, da terra após a chuva, do calor do sol sobre a sua cabeça ou da chuva a rolar sobre sua face.
Sinta o imenso prazer de estar vivo, de respirar. Respire forte e intensamente, oxigenando as idéias, o corpo, a alma.
Sinta o gosto pela vida. Detenha-se a apreciar as pequeninas coisas que dão sentido à vida.
Aquela flor miúda que, em meio à urze sobrevive linda, perfumosa, a brilhar como se fosse grande.
Sinta-se vivo ao apreciar o voo da borboleta ou do pássaro à sua frente.
Escute os barulhos da natureza, a água a escorrer no riacho ou simplesmente aprecie o céu, com suas nuvens a formar desenhos engraçados, fazendo e desfazendo-se sob seus olhos.
Quão maravilhosa é a vida!
Mas, se o céu estiver escuro e você não puder olhá-lo, detenha-se no micro- universo, olhe o chão.
Quanta vida há no chão…
Minúsculos seres caminhando na terra, na grama…
A formiga na sua luta diária pela sobrevivência…
A aranha, a tecer sua teia caprichosamente e tantas coisas para ver, ouvir, sentir, cheirar, para fazer você sentir-se vivo.
Observar a natureza é pequeno exercício diário que fará você relaxar, esquecer por instantes as provas, ora rudes, ora amenas, que a vida nos impõe.
Somos caminhantes da estrada da reencarnação somando, a cada dia, virtudes às nossas vidas ainda medíocres mas que se tornarão luminosas e brilhantes.
Aprenda a dar valor à dádiva da vida. Isso fará o seu dia se tornar mais leve e, em silêncio, sem palavras, sem pensamentos de revolta, você terá tido um momento de louvor a Deus.
Aprenda a silenciar o íntimo agitado e a beneficiar-se das belezas do mundo que Deus lhe oferece.
A sabedoria hindu aprecia, na natureza, o que Deus desejou para ela: que fosse aliada do homem no seu progresso, oferecendo o alimento, dando-lhe os meios de defender-se das intempéries.
E, sobretudo, sendo o seu colírio diário suavizando as aflições da vida.

Pense nisso, e aprenda a dar graças pela dádiva de viver.

Redação Momento Espírita
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Ilumina sua estrada


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Mensagens bíblicas


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Evangelho do dia



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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O Espiritismo é Cristão?

Eu acompanho muitas coisas no YouTube, não só espíritas mas também religiosas, teológicas, etc., porque tenho curiosidade... E deparei-me com este vídeo do Padre Paulo Ricardo, que tem um canal no YouTube muito conhecido no meio Cristão.



O Espiritismo é cristão?
Já conheciam? Qual a vossa opinião?

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Lição de vida


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Profissão(Reencarnação)


1 – Todos reencarnamos com uma profissão definida?
Pode acontecer, mas nem sempre há margem para escolha. Se o Espírito reencarna entre camponeses, em distante rincão, dificilmente deixará de ser um trabalhador do campo.

2 – Na vida urbana há mais opções?
Sim, mas levando-se em consideração as aquisições pretéritas. Seria pouco produtivo, por exemplo, vincular o reencarnante à cirurgia neurocerebral, área médica altamente especializada, se jamais foi discípulo de Hipócrates.

3 – A competência profissional teria algo a ver com reencarnações pretéritas?
Tendências inatas e habilidade para determinada atividade profissional revelam vivências passadas. O que fizemos com assiduidade no pretérito, faremos com desenvoltura no presente.

4 – Podemos dizer que o melhor profissional será sempre aquele vinculado a atividades que exercitou anteriormente?
É algo ponderável. Não obstante, mais importante que a habilidade conquistada no passado é o empenho do presente. O melhor profissional nem sempre é o mais experiente, mas o mais dedicado.

5 – Não seria produtivo que, além da dedicação, procurássemos nos vincular a atividades para as quais temos facilidade, em virtude das experiências do pretérito?
Em termos, considerando-se que a própria evolução da sociedade humana impõe novas opções. Isso ocorre particularmente na atualidade, em que o trabalho braçal vai sendo substituído pela tecnologia. Hoje somos chamados ao exercício da inteligência, em atividades ligadas à informática, a partir da revolução disparada pelos computadores. Isso tudo constitui novidade para nós.

6 – A genética tem algo a ver com a habilidade profissional?
Pode acontecer. Notamos que determinados profissionais possuem uma estrutura física adequada ao exercício de sua profissão. Grandes cirurgiões, por exemplo, têm um sistema nervoso bastante estável e grande habilidade manual, fundamentais à cirurgia.

7 – Isso seria determinado pelo acaso, na combinação dos elementos hereditários?
Deus não combina elementos hereditários como quem joga dados, mesmo porque a biologia é instrumento de Deus, não a sua limitação.

8 – Como Deus atua, biologicamente, para preparar o corpo de um cirurgião?
Técnicos da espiritualidade estudam os componentes genéticos dos pais e selecionam aqueles que melhor se ajustem às necessidades do reencarnante, dando-lhe uma estrutura física adequada à atividade que irá exercitar.

Richard Simonetti
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Por que matar seu filho?


Os três funcionários daquela seção eram bons amigos.

A senhora que ocupava o cargo de chefia era uma espécie de mãe para aqueles dois rapazes.

O horário de expediente não era próprio para intensificar a amizade. Por essa razão Ronaldo, casado, convidou o amigo para visitar sua casa.

Raul, o jovem solteiro, passou a frequentar o lar do colega e os laços do afeto se estreitaram também com sua jovem esposa.

Passado algum tempo, o casal comemorava o nascimento da primeira filha, Ana Cláudia.

O tempo passou. Certo dia, Ronaldo chegou ao trabalho meio cabisbaixo, o que não passou despercebido ao amigo, sempre atencioso e sensível.

O que está acontecendo? Perguntou.

Ronaldo disse-lhe que algo o estava preocupando muito e convidou Raul para tomar o cafezinho habitual, alguns minutos antes. Precisava desabafar.

Mal se sentaram à mesa e Ronaldo foi falando: Sabe que minha esposa está grávida outra vez?

E, rápido, completou, aborrecido: Eu não vou aceitar esse filho. Já marcamos o aborto para amanhã cedo. Vamos tirar a criança.

Raul sentiu como se o chão lhe faltasse sob os pés. Como cristão, não conseguia entender como um pai e uma mãe têm coragem de cometer um crime desses.

Ronaldo continuou: Não dá para aceitar um filho logo em seguida do outro. Nossa menina está com apenas dez meses...

Raul agora entendera melhor as razões do amigo e perguntou, com sincera vontade de obter uma resposta séria: Mas, por que você deseja matar seu filho?

A pergunta caiu como uma bomba no coração de Ronaldo. Ele pensara em abortamento, não no que ele representa: um homicídio.

Raul ainda lhe fez mais uma pergunta: E se sua filha vier a morrer, como ficarão as coisas?

Ronaldo ficou desconcertado, abaixou a cabeça, terminou de tomar seu café e voltaram, ambos, para o trabalho.

Naquela noite, Raul rogou com fervor a Deus para que salvasse aquela criança.

No dia imediato, embora ansioso, não teve coragem para perguntar nada. Temia a resposta.

Porém, Ronaldo tomou a iniciativa: Minha esposa e eu não conseguimos dormir esta noite...

O coração do amigo bateu acelerado...

Logo, Ronaldo concluiu: Resolvemos deixar que venha mais um...

Raul explodiu em lágrimas de profunda alegria. Meses depois estava na festa de um ano de Ana Paula, a segunda filha do casal, contemplando, feliz, o paizão exibindo as duas meninas, uma em cada braço.

O tempo passou. Então, retornando de breve viagem, Raul não encontrou o amigo na repartição, e quis saber o que havia acontecido.

A chefe lhe falou: Então, você ainda não sabe?

Não, me diga o que houve. E a notícia o abalou ao ouvir a resposta: A filha mais velha do Ronaldo morreu.

Raul dirigiu-se imediatamente para o lar dos amigos.

Ronaldo chorando, discretamente, com a segunda filha adormecida em seu colo, disse com profunda dor ao amigo:

Quero lhe agradecer por ter salvado minha vida. Se você não tivesse evitado que eu matasse Ana Paula, a essa hora eu já teria matado a mim, movido pelo remorso e pelo desespero.

Ambos se abraçaram e choraram juntos por algum tempo. Entretanto, Raul não esqueceu de agradecer a Deus por ter atendido as suas preces, poupando a vida daquela criança, que agora dormia, serena, no colo do pai, que um dia havia pensado em matá-la, no ventre da mãe.

Redação do Momento Espírita, com base em fato narrado por Raul Teixeira em palestra na Comunhão Espírita Cristã de Curitiba – PR, em 11.4.2002. Em 29.11.2017.
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ELE nos faz ser vencedor


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Evangelho do dia



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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Gente precisa de gente


A senhora chegou ao consultório sozinha. Com suas sete décadas de vida, era totalmente independente.

No entanto, embora o aparente vigor físico, as faces se mostravam emurchecidas, como flor que perdera o viço das manhãs.

Iniciada a consulta, após a descrição dos pequenos males que a incomodavam, o médico decidiu ir mais fundo.

Por que um olhar tão apagado, como se os dias não tivessem mais brilho?

Por isso, de forma sutil, foi inquirindo a paciente, a fim de que lhe dissesse como transcorriam os seus dias, como era sua vida.

Ela era viúva, disse. O marido se fora há alguns anos. Ela morava só. Tivera cinco filhos.

Todos haviam cursado os bancos universitários e exerciam profissões com carreiras exitosas.

Quatro deles eram casados, tinham filhos. A mais jovem, no entanto, não se consorciara.

Preocupara-se em atender aos seus sonhos acadêmicos e, perseguindo-os, deixara de lado o matrimônio. Morava em um pequeno apartamento e tinha, para lhe fazer companhia, um cachorro.

Entendia-se muito bem com ele, que a aguardava, toda noite, à porta, vigilante.

Era o momento em que ela descontraía, servia-lhe a refeição e conversava com ele, como se falasse a uma criança.

Aquilo até parecia estranho, dizia a senhora. Mas, então, marejando-lhe os olhos, confidenciou:

Vou lhe dizer uma coisa, doutor. Tenho netos de todos os filhos casados. Costumo visitá-los nos finais de semana, nos feriados, nos momentos em que sei que estão em casa.

Eu chego, vou logo anunciando: “Vovó chegou! Oi, criançada.”

Nenhum deles vem ao meu encontro. Se estão em frente à TV, não param de assistir ao que seja para me cumprimentar.

Se estão de olho no celular, continuam a digitar, a passar mensagens, a ler o que alguém distante lhes mandou.

É como se eu não existisse. E é sempre assim. Dói na alma, doutor. Nenhum sorriso, nenhum abraço, mesmo que eu me demore em suas casas.

Não largam do celular, não se afastam da TV.

Agora, eu lhe digo o seguinte: quando vou à casa da minha filha, basta que eu ponha os pés para dentro do apartamento, o cão corre ao meu encontro.

Ele salta, pula de alegria, me envolve as pernas com as suas patas como se fosse um abraço.

Sento-me à mesa para o café, o chá, uma conversa com minha menina. O cão deita aos meus pés e fica ali.

De vez em quando, ele roça suas patas em mim, como a dizer: “Oi, estou aqui.”

Pois é, doutor, até parece que o cão é o meu único neto. Dá para acreditar numa coisas dessas?

* * *

Todos desejamos ser amados. Todos precisamos de carinho, de atenção.

Quando a dor nos dilacerar a alma, quando nos sentirmos sós, quando desejarmos ardentemente que alguém nos abrace, não importarão os milhões de amigos que tenhamos em nosso Facebook, os que nos seguem no Twitter.

Ou as centenas de mensagens, fotos e vídeos que nos cheguem diariamente pelo Whatsapp.

Nada disso substitui um olhar de amor, uma carícia de ternura, um abraço envolvente.

Por isso, sirvamo-nos do que a tecnologia nos propicia mas não esqueçamos de que somos gente. E gente precisa de gente perto de si, de calor humano, de afago.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita,
com base em fato.
Em 27.11.2017.
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Evangelho do dia



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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Ignorantes


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O Cristão e o Mundo


"Primeiro a erva, depois a espiga e, por último, o grão cheio na espiga." - Jesus (Marcos, 4:28)

Ninguém julgue fácil a aquisição de um título referente à elevação espiritual.
O Mestre recorreu sabiamente aos símbolos vivos da Natureza, favorecendo-nos a compreensão.
A erva está longe da espiga, como a espiga permanece distanciada dos grãos maduros.
Nesse capítulo o mais forte adversário da alma que deseja seguir o Salvador, é o próprio mundo.

Quando o homem comum descansa nas vulgaridades e inutilidades da existência terrestre, ninguém lhe examina os passos.
Suas atitudes não interessam a quem quer que seja.
Todavia, em lhe surgindo no coração a erva tenra da fé retificadora, sua vida passa a constituir objeto de curiosidade para a multidão.
Milhares de olhos, que o não viram quando desviado na ignorância e na indiferença, seguem-lhe, agora, os gestos mínimos com acentuada vigilância.
O pobre aspirante ao título de discípulo do Senhor ainda não passa de folhagem promissora e já lhe reclamam espigas das obras celestes; conserva-se ainda longe da primeira penugem das asas espirituais e já se lhe exigem vôos supremos sobre as misérias humanas.

Muitos aprendizes desanimam e voltam para o lodo, onde os companheiros não os vejam.
Esquece-se o mundo de que essas almas ansiosas ainda se acham nas primeiras esperanças e, por isso mesmo, em disputas mais ásperas por rebentar o casulo das paixões inferiores na aspiração de subir.
Dentro da velha ignorância, que lhe é característica, a multidão só entende o homem na animalidade em que se compraz ou, então, se o companheiro pretende elevar-se, lhe exige, de pronto, credenciais positivas do céu, olvidando que ninguém pode trair o tempo ou enganar o espírito de sequência da Natureza.

Resta ao cristão cultivar seus propósitos sublimes e ouvir o Mestre: Primeiro a erva, depois a espiga e, por último, o grão cheio na espiga.

Chico Xavier / Emmanuel (Espírito)
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Enganando a si mesmo


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domingo, 26 de novembro de 2017

O que significa Apometria?


Apometria é uma técnica que permite com razoável facilidade, a um grupo de médiuns treinados, a indução para estados de desdobramento dos corpos mediadores; em especial o etérico, o astral e o mental. É também importante ferramenta de criação de campos de força. Não basta somente o conhecimento da técnica em si, mas é fundamental a egrégora que se forma durante os trabalhos, pois, é proveniente de cada elo da corrente, a sustentação mental para que “o lado de cá” possa agir em padrões vibracionais, que normalmente exigiriam grande dispêndio de energia e esforço das falanges socorristas, que dão apoio a esses trabalhos de cura desobsessivos”.
Ao utilizarmos a Apometria, abrimos imediatamente através de nossa forma pensamento, portais interdimensionais, que nos ligam ao Mundo Maior e, à toda Corrente Médica e Mentores do Espaço. O êxito da Apometria reside na utilização de nossa faculdade mediúnica, para entrarmos em contato com o mundo espiritual, da maneira mais fácil e objetiva, sempre que for necessário.
Na Apometria, o desdobramento acontece via indução,ou bilocação. Representa em essência o desdobramento, a separação entre o nosso corpo físico e nossa constituição espiritual.

Indicações da Apometria
A Apometria é indicada para os casos de cirurgias astrais, incluindo transplantes de órgãos comprometidos, remoção ou desintegração de miomas por exemplo, obsessão e indução espiritual , auto-obsessão, pseudo-obsessão, parasitismo, vampirismo, estigmas espirituais, remoção de chips e parasitas no corpo astral, arquepadias, (magia originada em passado remoto), goécia (magia negra), tratamentos especiais para magos negros, tratamento de espíritos em templos do passado, utilização dos espíritos da natureza, condução dos espíritos encarnados, porém desdobrados, para Hospitais do Astral Superior. Indicado para criação de campos de força magnéticos. Perfeito para tratar de síndrome da ressonância vibratória com o passado, que é a cura e eliminação de traumas vividos em vidas passadas, através de terapia de vidas passadas.

por Ana Maria Teodoro Massuci
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Fascínio


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Temos tempo


Numa das leituras da madruga, nos deparamos entre tantos conteúdos com o que explicava que Jesus nunca forçou alguém a segui-lo e nem impunha por qualquer meio constrangedor de que as pessoas da época aceitasse a mensagem que Ele trazia ao mundo. Também nunca deixou de acreditar em Pedro, mesmo que ele lhe negasse às vezes mencionadas, pelo contrário, até deu-lhe tarefa de grande responsabilidade nos dias que se seguiram.
Por outro lado, apensar de ser traído por Judas, não lhe guardou rancor algum.

Infelizmente a maioria de nós não exercita tais condutas, embora passado quase 2000 anos do exemplo não conseguimos ainda mostrar indícios da capacidade de amar ao próximo como a nós mesmos, pois vemos pelo andar do mundo em geral que não alcançamos este intento. Estão todos os dias pessoas praticando o mal, drogando-se, e, portanto envolvendo-se numa energia tão pesada acabando fazer eclodir doenças que vão tirar-lhes o sossego de terem uma vida menos atribulada.

Temos o livre arbítrio que faz parte da Misericórdia Divina para decidir os caminhos a tomar, mas preferimos enveredar por labirintos tortuosos de desamor, que certamente nos gerará grandes angustias. Esquecemo-nos de questionar os motivos pelos quais estamos aqui neste pequeníssimo Planeta, e quando percebemos, o tempo na Terra termina para nós e retornamos ao Plano Espiritual sem ter realizado os principais objetivos pelos quais viemos aqui, e apesar de vermos exemplos tristes que acontecem na maioria das famílias a nossa volta, ou mesmo na nossa, continuamos a cometer erros. Se nos traem ou nos ofendem, queremos logo revidar, demonstrando o orgulho, este que é o pior dos defeitos.

Muitos querem a perfeição de outrem, mas faz pouco para se melhorar. Não são capazes de dar bons exemplos, e apesar do tempo que passou que Jesus esteve aqui e deixou a mensagem compilada no Evangelho, as pessoas de um modo geral pouco mudaram em relação àquela época, e certamente não entenderam ou não lhes convém à mensagem do Cristo. Temos visto que é muito difícil à caminhada no sentido do melhoramento, requer um exercício diário com muita disciplina e perseverança, mas acabamos fraquejando, mesmo que tenhamos boas intenções e estarmos num Planeta onde ainda predomina o mal.

Mas é neste clima adverso que temos de domar nossas ruins tendências para enxergarmos à Luz Maior. Jesus continua com o mesmo propósito, não nos constrange e deixa-nos a vontade no sentido de segui-lo ou não. O bom disso tudo é que temos tempo noutras vidas futura para recuperarmos a caminhada perdida, já que uma única vida como pensam alguns ter, é impossível exteriorizar uma resignação necessária.


Temos tempo.
Muita paz amigos.


por Nilton Moreira
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O tempo


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Feliz domingo


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Evangelho do dia



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sábado, 25 de novembro de 2017

5 maneiras de evitar a energia negativa dos outros!


Independente de religião ou doutrina, você é o autor de seu próprio estado energético. Sabemos que empatia é a capacidade de reconhecer e sentir as emoções de outras pessoas. Simpatia, sentir compaixão por outras pessoas. Muitas vezes para ser um “empata” significa que você estará absorvendo grande parte da dor e sofrimento em seu ambiente, o que pode sacrificar sua capacidade de se expandir a um nível mais elevado.

Se você convive frequentemente com uma pessoa negativa, você sabe o quão tóxica a sua energia pode ser. Aprender a não absorver as energias de outras pessoas é uma grande habilidade espiritual a se desenvolver. Aqui estão cinco maneiras de parar de absorver a energia negativa de outras pessoas.

1) Lembre-se, você não pode agradar a todos
Se alguém lhe assediar moralmente, reclamando sobre você, ou desrespeitar você, não faça de sua missão tentar convencer essa pessoa a gostar de você. Isso só vai sugar você ainda mais o seu campo de energia e vai fazer de você energeticamente dependente da opinião deles.

Nem todo mundo vai gostar de você. Todos estamos, aqui na terra, vivendo com um propósito diferente. Ao amar a si mesmo em primeiro lugar, você irá criar um campo de força em torno de outras pessoas que irá protegê-lo de ser tão esgotado por suas opiniões.

Também lembre-se: você não pode mudar ninguém. Não faça de sua missão tentar corrigi-los nesse momento também. Às vezes, a melhor coisa que você pode fazer é não tentar mudá-los, pois, agindo assim, você não vai alimentar a energia que eles estão projetando em você.

2) Tenha cuidado com quem você convida para a sua vida
Seu corpo, sua mente e o seu ambiente são o seu templo. Quem você está convidando para eles? É um convite aberto? Será que as pessoas ainda limpam os pés antes de caminhar ao redor deles, ou arrastam-lhe a lama de sua alma?

No Brasil existe uma gíria chamada folgado. O significado direto é “solto” ou “preguiçoso”, mas que realmente significa “freeloader”. Não é exato no Inglês equivalente pois é mais uma mentalidade do que um estilo de vida.

Se você dá a uma pessoa um pedaço de pão, um dia, eles vão pedir pão todos os dias. Se você deixar alguém ficar em sua casa para um fim de semana, então eles vão tentar ficar a semana toda (ou duas!).

Uma vez eu pensei que minha esposa estava ficando fria e com um espírito mesquinho para com alguns dos nossos vizinhos. Depois que eu percebi que ela estava apenas respeitando a si mesma e a sua casa! Eu valorizava sua postura e adotei o estilo como meu, a partir daí.

É ótimo ser generoso, mas há uma linha tênue a trabalhar para que você  não seja pisoteado, assim, optando por ajudar aqueles que realmente precisam. Aprenda a dizer “não” é estar bem com isso.

3) Parar de prestar atenção
Um parasita precisa de um hospedeiro para sobreviver. Quando você presta atenção em alguém, você está dando-lhe energia. Ou seja, se você se concentrar em vampiros de energia, eles vão entrar em sua mente e vão roubar seus pensamentos, diminuindo drasticamente seus níveis de energia.

Algumas pessoas vão despejar sua energia em você e então dirigir para o próximo “pit stop“. Um ouvido amigo pode ser uma coisa maravilhosa, mas é, necessariamente, uma linha que precisa ser cuidado se se quiser manter a saúde de sua energia.

Talvez você encontrou-se como uma fonte de uma pessoa para retransmitir as suas frustrações no trabalho, um relacionamento ou mesmo realizações bem-sucedidas. Todas estas emoções podem drenar você de várias maneiras e fazer com que você comece a limitar a sua própria vida de maneiras não produtivas.

Ame-se o suficiente para ajustá-los, dizer-lhes para parar, ou dizer-lhes que você não pode lidar com isso agora. Não economize em rejeitar sua energia tóxica.

4) Inspire natureza
Vá para a natureza meditar, relaxar e respirar. Purifique a água dentro de você, exercite e flutue fácil.

Esteja como uma borboleta, flutue suavemente, mas mova-se rapidamente. A respiração aumenta a circulação do fluxo sanguíneo ao redor do corpo e ajudará a evitar que você absorva a energia daqueles que o rodeiam. Caminhe com confiança, mantenha a cabeça erguida e não permita que ninguém faça você se sentir inferior. A lagarta come tudo em torno dela e se torna gorda, imóvel.

Deve-se primeiro tornar-se luz, a fim de voar.

5) Tome 100% de responsabilidade por seus pensamentos e emoções
Como você se sente é 100% sua própria responsabilidade. O universo está enviando pessoas para a nossa vida para nos testar. A percepção que temos de nós mesmos é maior do que a percepção que os outros têm de nós.

Você não é uma vítima, ninguém tem poder sobre você.

Considere como seus pensamentos ou expectativas podem ter manifestado a situação que está incomodando você. E se a resposta estiver dentro de seu nível de paciência, irritabilidade ou compaixão? A menos que tomemos um tempo para nos observar, nós inconscientemente afirmamos nossa própria vitimização para o mundo que nos rodeia.

Uma vez que você se torna responsável pela maneira que você escolhe responder a algo, você se conecta com você mesmo a um nível mais profundo. Quando você está conectado a si mesmo a um nível mais profundo, você começa a não ser abatido nem projetado para fora de seu centro tão facilmente.

Coloque-se em situações que aumentam as suas próprias energias.

Esta pessoa faz com que você se sinta bem? Você faz essa pessoa se sentir bem?

Você é merecedor de uma experiência brilhante e é hora de perceber isso! Aprenda a proteger-se contra as energias de outras pessoas e comece com o amor-próprio.

Lembre-se de que é importante para você estar feliz e em paz. Esteja pronto para dizer não.

Você é o autor de seu próprio estado energético.
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Fonte: Alegria Sempre
Mensagem Espírita.
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Lei do retorno


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Perguntas e respostas

399. Chegado ao termo marcado pela Providência para sua vida na erraticidade, o próprio Espírito escolhe as provas a que deseja submeter-se para apressar o seu adiantamento, isto é, escolhe o gênero de existência que julga mais apropriado a fornecer-lhe os meios de adiantar-se, e tais provas estão sempre em relação com as faltas que deve expiar. Se delas triunfa, eleva-se; se sucumbe, tem de recomeçar.

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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Você é livre


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Exemplo do rio


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Evangelho do dia



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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Essência imortal


Um homem adquiriu uma casa antiga. Mais de um século de construção, mas bem conservada.
Contudo, logo que entrou na edificação, se deu conta de que muitos consertos eram necessários. Um detalhe aqui, outro ali.

E, com certeza, ela precisava de uma pintura nova. Por isso, ele decidiu retirar a tinta antiga e começou a raspar as paredes, a cor velha, um azul sujo e desbotado.
Para sua surpresa, na medida em que ia retirando a cor azul, foi aparecendo por baixo uma outra cor, rosa, mais velha do que a anterior.

Raspou tudo. Aí apareceu uma terceira camada de tinta, cor creme. Depois o branco.
Ele foi descobrindo que cada morador que por ali passara, pintara a casa da cor que lhe agradava, sempre cobrindo a anterior.
Constatando isso, ele decidiu descobrir qual seria a cor original daquela velha casa.
Obstinado, pacientemente, foi retirando camada por camada. Finalmente, quando acabou o seu trabalho, teve uma grande surpresa.
Mais bonita do que qualquer tinta, havia uma madeira linda, o maravilhoso pinho de riga, com nervuras formando arabescos cor castanha contra um fundo marfim.
Ficou encantado e profundamente feliz – pinho de riga puro, sem nenhuma mão de tinta. Um tesouro para ser admirado.
* * *
Nós somos como a casa velha, com camadas e camadas de tintas de cores diversas.
Para cada ocasião, apresentamos uma das cores: o azul para os momentos de alegria, o rosa para aqueles serenos, harmoniosos, o vermelho para as horas turbulentas...
As pessoas, que privam do nosso cotidiano, nos conhecem de uma ou de outra forma, dependendo das horas que estejam conosco.
Alguns dirão que somos alegres, outros que somos muito sérios, outros ainda, que somos agitados, tensos.
Tantas são as cores para os períodos mais diversos que, por vezes, nós mesmos temos dificuldades em descobrir como somos realmente.
Somos o amarelo do intelecto, o verde das festas ruidosas, o branco envelhecido dos dias de cansaço?
Quem somos, afinal? Como somos, de verdade?
Importante que nos autoconheçamos, que saibamos em profundidade dos nossos sentimentos, das nossas aspirações, dos nossos pensamentos.
Autoconhecimento. E, com um detalhe muito importante: saber que não somos um corpo que anda, fala, trabalha, executa tarefas, se locomove de um para outro lado.
Somos um Espírito imortal. Sim, o pinho de riga puro. A essência imortal.
E esse Espírito imortal é quem sente, pensa, idealiza e conduz o corpo com todas suas camadas grossas ou finas de diferentes pinturas.
Definirmo-nos como ser humano integral é o que nos compete. Permitir que apareça, com toda sua beleza, esse pinho de riga puro, com seus arabescos maravilhosos.
Descobrir que precisamos retirar a camada rude da nossa indiferença para deixar que o fundo marfim do amor se apresente.

Extravasar em ação nossa vontade de aprender, nosso intuito de melhorar, de apresentar o que tenhamos de melhor para esse mundo maravilhoso em que se movimenta o corpo que comandamos.

Essência imortal, filhos de Deus, herdeiros da Sua luz e do Seu amor.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 5, pt. 1,do livro Um céu numa flor silvestre, de Rubem Alves,ed. Verus.
Em 24.11.2017.
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Mulher inteligente


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Faça do seus sonhos, seu objetivo


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Deus me acolhe com seu amor


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Evangelho do dia



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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Missionários do amor


Quando se fala em missionário, a primeira imagem que nos acode à mente é a de um religioso devotado ao bem, alguém que dedique seus dias e noites, de forma integral, para o bem dos seus irmãos, para a Humanidade.

No entanto, missionários existem de diversos portes. E alguns muito próximos a nós.

Por vezes, pais amorosos, que recebem nos braços filhos deficientes e os sustentam por toda uma vida, com seus cuidados e extremada ternura.

De outras, amigos excepcionais, que estendem mãos de veludo para aplacar as dores dos espinhos nas carnes alheias.

Filhos dedicados que nascem para iluminar nossas vidas, à semelhança de astros luminíferos em nosso céu borrascoso.

Recordamos de uma família que conhecemos. O segundo filho do casal nasceu portador de séria enfermidade que, a pouco e pouco, lhe foi retirando a mobilidade.

Primeiro foi o andar impreciso, depois somente com amparo forte, até à imobilidade dos membros inferiores.

Da dificuldade de coordenação motora à dependência total para as mínimas necessidades: beber um copo d'agua, levar o alimento à boca.

Enquanto o drama era vivido e sofrido pelos pais, a esposa engravidou pela terceira vez.

O diagnóstico nada animador prescrevia um abortamento, dadas as complicações cardíacas da gestante, além da possibilidade do bebê ser portador de microcefalia.

Estribado na fé, o casal aguardou o tempo. O bebê nasceu perfeito. Garoto feliz, demonstrou, desde os primeiros momentos, o quanto era grato por estar vivo.

Mais de uma vez, deixava dos folguedos para correr ao pescoço da mãe, abraçá-la e dizer: Eu amo a minha vida, amo a minha casa, amo todos vocês.

A nota mais interessante começou a ser observada quando o pequeno não tinha mais que ano e meio.

Colocava-se em pé em sua cadeirinha e, com cuidado, ajudava colocar a alimentação na boca do irmão.

Na sua linguagem infantil, pronunciava: Eu judo o mano.

E na medida em que cresceu, a ajuda se tornou mais constante e efetiva.

Hoje, quase aos sete anos, o pequeno é o guardião do seu irmão. Dormem no mesmo quarto, por insistência dele.

Não são raras as madrugadas em que ele se levanta do leito, atravessa o corredor, se dirige ao quarto dos pais para pedir ajuda para o mano, que precisa alguma atenção maior.

Nenhuma queixa, nenhuma reclamação. Deixa de brincar com os amigos para se dedicar ao irmão. Busca água, conduz a cadeira de rodas, joga vídeo-game, assiste filmes, comenta futebol.

Dia desses, na sua inocência infantil, olhou para a mãe e lhe disse: Mãe, sabe por que eu nasci?

E, ante a surpresa da genitora, aduziu: Eu nasci para cuidar do mano.

* * *

Missionários existem, sim, em nossos lares. Anônimos, ocultos, realizam sua tarefa.

Missionário é todo aquele que se entrega em totalidade à tarefa de amor, na obscuridade da estrada ou nos palcos da ciência, da filosofia ou da religião.

Missionário é todo aquele que traz a consciência do seu dever de servir além e acima de qualquer circunstância.

Movido pelo amor, é qual chama ardente que não se extingue. Sol de primeira grandeza que ilumina outras vidas, em barracos infectos ou em mansões suntuosas.

Sua missão é amar e servir. Como a violeta escondida na ramagem do jardim, exala seu perfume e se esconde na capa humilde de servidor.

* * *

Quem ama, coroa as horas de luz. Quem serve, adorna o coração de ventura imorredoura.

Saiamos na direção do sol para servir.

Redação do Momento Espírita, com pensamento final do verbete Servir, do livro Repositório de sabedoria, v. 2, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia
de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 23.11.2017.
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Evangelho do dia



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Deus consola


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Amor e ódio


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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Evolução em Dois Mundos

“METABOLISMO DO CORPO E DA ALMA — O metabolismo Subordina-se (...) à direção espiritual, tanto mais intensa e exatamente, quanto maior a quota de responsabilidade do ser pelo conhecimento e discernimento de que disponha, e, em plena floração da inteligência, podemos identificá-lo não apenas no embate das forças orgânicas, mas também no domínio da alma, porquanto raciocínio organizado é pensamento dinâmico e, com o pensamento consciente e vivo, o homem arroja de si mesmo forças criadoras e renovadoras, forjando, desse modo, na matéria, no espaço e no tempo, os meandros de seu próprio destino.”

Espírito André Luiz na obra “Evolução em Dois Mundos”, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
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Ser luz


O crepúsculo descia num deslumbramento de ouro e brisas cariciosas. Ao longo de toda a encosta, acotovelava-se a multidão.

Centenas de criaturas se aglomeravam ali, a fim de ouvirem a palavra do Senhor, na paisagem que se aureolava dos brilhos singulares de todo o horizonte pincelado de luz.
Eram velhinhos trêmulos, lavradores simples e generosos, mulheres do povo agarradas aos filhinhos. Entre os mais fortes e sadios, viam-se cegos e crianças doentes, homens maltrapilhos, exibindo os vermes que lhes corroíam as mãos e os pés.
Todos se comprimiam ofegantes. Ante os seus olhares esperançosos, a figura do Mestre surgiu na eminência enfeitada de verdura, onde sopravam brandamente os ventos amigos da tarde.
Deixando perceber que se dirigia aos vencidos e sofredores do mundo inteiro, Jesus, pela primeira vez, pregou as bem-aventuranças celestiais.

Sua voz caía como bálsamo eterno, sobre os corações desditosos.

Aila estava entre eles. Nunca ouvira alguém falar assim. Algo naquele estrangeiro a encantava. O filho pequeno que carregava nos braços, antes agitado, assustado com os ruídos externos da multidão, agora estava calmo, de olhos abertos, como se também prestasse atenção nas palavras do Mestre.
Em determinado momento, ela teve a impressão de que seus olhares se entrecruzaram. Ele lhe parecia familiar... De onde O conhecia?

Sentiu algo singular que lhe tocou as cordas íntimas da alma. Parecia um convite... mas, um convite para quê?

Nesse exato instante, a voz marcante deixava no ar as palavras inesquecíveis:

Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre o monte.
Nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e ilumina a todos que estão na casa.
Assim, resplandeça a vossa luz adiante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

Ela, então, compreendeu o suave chamado: Ele queria que ela fosse luz ao Seu lado.

Num planeta onde se fala de tanta sombra, de tantas dificuldades, de tamanha noite na alma, temos ideia do que significa ser a luz do mundo?

Parece algo pretensioso? Algo apenas para grandes Espíritos?

Não, não se trata de ser a luz do mundo, isto é, uma única luz que iluminará todas as trevas do globo. O que o Mestre quis dizer foi que a claridade na Terra virá de cada um de nós, de nossas potencialidades, de nosso esforço individual, de nossas virtudes.
Ele via em nós, em gérmen, tudo que tínhamos ainda por desenvolver. Via na semente pequenina a certeza da árvore frondosa.
Seu recado era simples: Brilhe, deixe sair essa luz que você já dispõe, não a esconda, não permita que suas imperfeições, suas mazelas, o impeçam de irradiar essa luminescência grandiosa.

E Ele foi e é a prova viva de que isso é possível, pois iluminou o mundo naqueles momentos benditos em que esteve entre nós.
Ele se fez Luz do mundo e veio nos convidar a sermos igualmente luz.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.11,do livro Boa Nova, pelo Espírito Humberto de Campos,psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 22.11.2017.
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