
Da minha janela vejo pessoas passar... vejo uma imensidão de cor, desalinhada por entre olhares que não distingo. Da minha janela sinto vento em segredos, olho o esboço de baloiços onde outrora estive, gastos pelo tempo... Esquecimento. Em bolhas de azul me deito... olhando ao longe quem me inventou! Da minha janela vejo o fogo de ontem. Vejo o conjunto de um ser que não defino. Da minha janela sinto o vento sereno e cansado. Como queria adormecer....
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