sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Seus olhos

Se você me perguntasse qual é o versículo que melhor caracteriza o livro de Juízes, te responderia rapidamente: “Naqueles dias cada um fazia o que parecia bom aos seus próprios olhos” (Jz 21.25). Porém o pior para se ler não é isto, mas sim a descrição contrastante que se repete no livro: “Os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor” (Jz 2.11).

Por que, muitas vezes, o que parece bom aos meus próprios olhos, é mau aos olhos do Senhor? Por que o que penso ser legal, não é aceitável a Deus? Por que faço tantas coisas que, ao mesmo tempo que me agradam, desagradam ao Pai?
Perguntas assim já foram feitas tanto por um teólogo do século I, o Apóstolo Paulo,: “Por que não consigo fazer o bem que eu quero e faço o mal que eu não quero?” (Rm 7.19) quanto por um filósofo do século XXI, o professor Mário Sérgio Cortella,: Por que o que quero, não devo? O que devo, não posso? E o que posso, não quero?”.

A resposta está no começo da história da humanidade, quando Adão e Eva desobedeceram a Deus e embaçaram a imagem e semelhança do Senhor, que possuíam ao serem criados (Gn 1.26). Desde então “a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façamos o que queremos” (Gl 5.17).

Temos uma natureza carnal, que nos induz ao pecado, nos leva a errar o alvo, nos tenta a desobedecer. Porém a nossa tendência para o mal, explica, mas não justifica o nosso pecado. Assim como ele é repudiado por Deus, precisa o ser também por nós.
É necessário se “achegar a Deus” (Tg 4.8), procurar alcançar a “mente de Cristo” (1 Co 2.16) e ir em busca “da plenitude do Espírito” (Ef 5.18).

Enfim, recorrer à ajuda dos nossos 3 amigos, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, para termos condições de vencer os nossos 3 inimigos: o mundo, a carne e o diabo. Temos total recurso para alcançar a vitória, pois “maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo” (1 Jo 4.4) na certeza de que “se Deus é por nós, quem será contra nós” (Rm 8.31).

Aquilo que é ruim pra Deus, não pode, de modo algum, ser bom pra nós. Precisamos tomar muito cuidado para não permitirmos que a nossa consciência diminuía ou relativize o pecado. Precisamos conhecer bem a Bíblia, a fim de saber o que é mau aos olhos do Senhor, e evitar a todo custo fazê-lo.

Quero ter a sabedoria e a postura necessárias para viver de tal modo que aquilo que parecer bom aos meus próprios olhos, seja também bom aos olhos de Deus.

Vou buscar isso pra minha vida. Sugiro você a fazer isso também.

Pr. Josué de Siqueira
Terceira Igreja Batista de Campos dos Goytacazes
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Um dia descobrimos que...


Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem. Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável…
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples…
Um dia saberemos que ser classificado como “bonzinho” não é bom…
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você…
Um dia saberemos a importância da frase: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas…”
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso…
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais…
Enfim…

Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito…
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras…
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

por Mário Quintana
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A mágoa


Existem pessoas que se sentem ofendidas, magoadas por qualquer coisa: à mais leve contrariedade, se sentem humilhadas. Ora, nós não viemos a este mundo para nos banhar em águas de rosas.
Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar. As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito.”

Quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca.
Sabemos que precisamos de certos recursos, mas o Senhor não nos ensinou a pedir o pão, mais dois carros, mais um avião. Não precisamos de tanta coisa para colocar tanta carga em cima de nós. 

Podemos ser chamados hoje à Vida Espiritual.
Tudo que criamos para nós, de que não temos necessidade, se transforma em angústia, em pressão.
Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo.

A amizade é uma dádiva de Deus...
Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar solidão!
A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Quando os espíritos nos recomendam, com insistência a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico.

Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar... Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal. Ninguém tem o direito de se omitir.
Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”

O exemplo é uma força que repercute, de maneira imediata, longe ou perto de nós... Não podemos nos responsabilizar pelo que os outros fazem de suas vidas; cada qual é livre para fazer o que quer de si mesmo, mas não podemos negar que nossas atitudes inspiram atitudes, seja no bem quanto no mal.
Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor.
Magoar alguém é terrível!...”

Tudo tem seu apogeu e seu declínio. É natural que seja assim; todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!... Novas folhas, novas flores, na indefinida bênção do recomeço!...”

Luiz Carlos Mazinni
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Pra ser Feliz - Linda reflexão Pe Fábio de Melo


fonte
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O Ser Consciente

“... as pressões psicossociais — ambiente, educação, lutas e atividades — aparecem contribuindo, de uma ou de outra forma, para a realização das metas ou reparação delas, em razão dos processos de mérito ou débito de que cada um se faz portador. Todos nascem ou renascem nos núcleos familiares e sociais de que necessitam para aprimorar-se, e não conforme se assevera tradicionalmente: que merecem.

As cargas de genes e cromossomas, as condições psicossociais e econômicas, formam o quadro dos processos de burilamento moral-espiritual, resultantes da reencarnação caldeadora dos dispositivos individuais para a evolução.

Tal razão prepondera na elucidação das diferenças psicológicas dos indivíduos, mesmo entre os gêmeos univitelinos, defluentes das conquistas anteriores.

A maturidade psicológica tem um curso acidentado, feito de sucessos e repetições, por formar um quadro muito complexo na individualidade humana.”

Espírito Joanna de Ângelis, na obra “O Ser Consciente”, psicografia de Divaldo Pereira.
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Felicidade


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Contágio do bem


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