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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Causa e efeito


Embora muitos de nós não entendamos o funcionamento das Leis de Deus, elas se manifestam a cada instante da vida, como mensageiras da Justiça e do Amor Divinos.

Aquele parente difícil, que nos exige constantes sacrifícios, pode ser o companheiro de ontem, a quem atraiçoamos e induzimos à derrocada moral.

A filha incompreensiva e rebelde pode ser a jovem que ontem nos amava, e a quem abandonamos, inclinando-a ao vício. Hoje ela retorna necessitada do nosso amor e da nossa compreensão.

Ontem colocamos o orgulho e a vaidade no peito de um irmão que nos seguia os exemplos menos felizes. Hoje, talvez, o tenhamos de volta, na feição de esposo mandão ou de filho problema, para sorvermos juntos o cálice da redenção.

Ontem, esquecemos compromissos nobres, arrastando alguém ao suicídio. Hoje, possivelmente, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste.

Ontem, abandonamos a companheira inexperiente, à míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da delinquência. Hoje, moramos no espinheiro em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinho e fidelidade.

O marido faltoso de hoje é aquele mesmo homem que, um dia, inclinamos à crueldade e à mentira.

Assim, cada elo de simpatia ou cada sombra de desafeto, que encontramos na família ou na atividade profissional, podem ser forças do passado a nos pedirem mais amplas afirmações de trabalho e dedicação ao bem.

Tenhamos sempre em mente que todos os delitos que cometemos não desaparecerão, no silêncio do túmulo, porque a vida prossegue, além da morte, desdobrando causas e consequências.

Assim sendo, diante de toda dificuldade e de toda prova, façamos o melhor ao nosso alcance.

Ajudemos aos que partilham conosco as experiências, e oremos pelos que nos perseguem, desculpando todos aqueles que nos infelicitam.

A humildade é a chave de nossa libertação. Dessa forma, sejam quais forem os nossos obstáculos, lutemos por superá-los com dignidade e honradez. E não nos esqueçamos de que a conquista da nossa felicidade começa nos alicerces invisíveis da luta dentro do próprio lar.

Sócrates, um dos filósofos mais conhecidos da Humanidade, sintetizou o que pensava sobre a Lei de causa e efeito numa frase de grande sabedoria. Disse simplesmente: A justiça conduz aos nossos lábios a taça que nós mesmos envenenamos.

Ele se referia apenas aos atos infelizes do ser humano, mas nós podemos acrescentar, sem medo de errar, que a justiça também nos devolve em forma de bênçãos felizes todas as boas ações que praticamos.

Assim é a Lei de causa e efeito: justa e sábia como o próprio Criador.

Momento Espírita
por Ana Maria Teodoro Massuci
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sábado, 2 de junho de 2018

Valiosos ensinamentos de André Luiz


Nunca se diga inútil mecanismo da vida.

A usina é um centro gigantesco de força, mas é a lâmpada que dosa em casa a luz de que carecemos.

Determinada moradia será provavelmente um palácio, mas é a chave que lhe resguarda a segurança.

Realmente, não somos indispensáveis, porque a Providencia Divina não pode falir quando falhamos transitoriamente, mas, em verdade, segundo a Sabedoria do Universo, Deus não criaria, se não tivesse necessidade de nós.

Trabalhe e o serviço conferir-lhe á respostas exatas.

Ofensas e injúrias? Perdoe sinceramente, sejam quais sejam,
e deus auxiliará você a esquecê-las.

Procure agir no bem incessante a alegria ser- lhe - á preciosa salário.

Não importa quando você disponha para agir e servir, a benefício de outrem.

Vale o que fizer e como fizer daquilo que o Senhor já confiou a você.

Por onde você passe e do tamanho que possa, deixe um rastro de alegria.

Você voltará, mais tarde, para colher- lhe a bênção de luz.

Indiferença ou desprezo de alguém? Trabalhe e olvide.

Não ore por vida fácil.

Roguemos a Deus ombros fortes, não só para carregar o bendito fardo das obrigações que nos competem, como também para sermos mais úteis.

Cada coração pode ser um manancial de bênçãos.

Incompreensões te envolvem a estrada, dificultando-te os passos...
Paciência e coragem.

Desgostos francamente inesperados aparecem-te de súbito...
Coragem e paciência.

Notícias fulminantes esfogueiam-te os ouvidos...
Paciência e coragem.

Enfermidades sitiam-te a casa, conturbando-te a vida...
Coragem e paciência.

Surpresas amargas te procuram, às vezes, por dentro do próprio lar...
Paciência e coragem.

Entes queridos se te transformam em aflitivos problemas.
Paciência e coragem.

Conflitos e tentações assomam-te ao pensamento, ameaçando-te a consciência tranquila...
Coragem e paciência.

Sejam quais forem os obstáculos que te desafiem, aciona essas duas alavancas da paz, porque a coragem te manterá o coração ligado à fé no Divino Poder que nos rege os dias e a paciência é a luz da esperança que nasce de nós, assegurando-nos a vitória sobre
nós mesmos nas lutas edificantes do dia-a-dia.

Se você não consegue evitar a irritação, use o silêncio.

Os defeitos mais arraigados são aqueles que tomamos à feição de qualidades.

É preciso discernir:
apresentação e vaidade;
brio e orgulho;
serenidade e indiferença;
correção e frieza;
humildade e subserviência;
fortaleza e segurança de coração.

Quando algum sentimento nos induzir a parecer melhor ou mais forte que os outros, é chegado o momento de procurar a nossa própria realidade, para desistir da ilusão.

De que serve a felicidade dos felizes quando não diminui a infelicidade dos que se sentem menos felizes?

Nunca se diga inútil nos mecanismo da vida.

Quando você estiver à beira da inconformação, conte as
bênçãos que já terá recebido.

Riqueza, nas essências, é o aproveitamento real das oportunidades que a vida nos oferece em nome do Senhor.

Não esmoreça, ante os obstáculos do caminho de elevação.

Ninguém foge aos princípios de causa e efeito, mas ninguém está privado da liberdade de renovar o próprio caminho, renovando a si mesmo.

Cada um de nós onde se encontre agora permanece em meio da colheita daquilo que plantou, com a possibilidade de efetuar novas sementeiras.

Em nossas próprias tendências de hoje será possível entrar no conhecimento do que fazíamos ontem.

Achamo-nos todos presentemente no lugar certo, com as criaturas certas e com as obrigações exatas, a fim de realizarmos o melhor ao nosso alcance.

Quando você puder:
movimente-se, fale,trabalhe ou escreva para fazer o bem.

Não pergunte.
Sirva.

Alguém está precisando.
Quem é, saberá você depois.

Desgostos e contratempos?
Entregue-se ao serviço, em favor dos semelhantes, e Deus lhe dissipará qualquer sombra no coração.

Terá você cometido algum erro? Procure conscientemente reparar a própria falta e Deus lhe dotará o coração com as oportunidades e meios de corrigenda.

Algum problema difícil? Busque atuar invariavelmente para o bem e Deus lhe orientará os pensamentos e os passos para a melhor solução.

Efetivamente, você ainda não conquistou a alegria permanente, todavia, consegue endereçar um sorriso de simpatia aos que necessitam de esperança.

Não despreze seu corpo.

Viver para que?

Para aprendermos a viver bem e a viver para
bem e a viver para o bem.

O dinheiro que estimula o bem, nas suas variadas formas, é missionário do Céu.

O dinheiro que alivia é bálsamo da Vida Superior.

O dinheiro que cura é alimento divino.

O dinheiro que gera trabalho digno é dínamo do progresso.

O dinheiro que restaura o bom ânimo é fraternidade em ação.

O dinheiro que planta alegria e fé renovadora é criador de benções imortais.

Tristeza e desânimo?

Trabalhe reconfortando aqueles que experimentam provações maiores do que as nossas.

Desafios e problemas?
Trabalhe e espere.

Ódio sobre os seus dias?
Trabalhe, estendendo o bem.

Desarmonia e discórdia?
Trabalhe pacificando.

Incompreensão e ignorância?
Trabalhe e abençoe.

Reprovação e crítica?
Trabalhe melhorando as suas tarefas.

Contratempos e desilusões?
Trabalhe e renove-se.

Tentações e quedas?
Trabalhe e afaste-se.

Crueldade e violência?
Trabalhe e desculpe.

Cada oração pode ser um manancial de benções.

Seu cérebro vive cheio de perguntas?
Trabalhe e o serviço conferir-lhe-á respostas exatas.

Suas mãos permanecem paralisadas pelo desânimo?
Insista no trabalho e o movimento voltará.

Seu coração vive pesaroso e sem luz?
Procure agir no bem incessante e a alegria ser-lhe-á preciosos salário.

Seus ideais encontram sombra e gelo no grande caminho da vida?

Dê seu concurso às boas obras sem desfalecer a claridades novas brilharão no céu de seus pensamentos.

A parada que não significa descanso construtivo para recomeçar as atividades úteis é alguma cousa semelhante à morte
.
Senhor!
Ante as ofensas que, porventura, me firam, auxilia-me a lembrar quantas vezes já recebi o perdão alheio, diante de minhas próprias faltas.

Senhor!

Deixa-me perceber quanto tenho incomodado aos outros com os meus erros, para que os prováveis erros dos outros não me façam desanimar.

André Luiz
por Ana Maria Teodoro Massuci
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Tratamento Espiritual durante o sono! Sabia que você recebe e nem sabe ?


Muitas vezes somos operados espiritualmente durante o sono sem saber. Muitas das nossas doenças podem ser curadas durante o sono com a ajuda de bons espíritos quando a cura é importante.

Pelo sono e desligado a consciência da vigília ou consciente físico, assim há uma facilidade maior de se trabalhar o nível do corpo astral e os demais níveis de consciência para que desdobrados, os espíritos trabalhem essas situações e liberem através do magnetismo algumas memórias ou mesmo sanar as mazelas do corpo.

As criaturas que normalmente adormecem profundamente nessa espécie de tratamento, teriam dificuldade maior de expandir a consciência (entrar em estado alterado) para verificação de seu passado, caso não estivessem em processo de sono.

Produzido o sono, a expansão e o trabalho em nível interno ficam facilitados e a criatura terá condições de entrar em contato com as situações de passado, não trazendo nada para a memória consciente. Mas haverá da mesma forma, a libertação do problema e resolução da dificuldade.

O ser humano manifesta-se em múltiplas dimensões de vida e suas dificuldades procedem ou tem sua raiz encravada nessas mesmas dimensões, que por enquanto são invisíveis. Insuspeitadas ou não admitidas para uma gama grande de pesquisadores das ciências humanas.

Site Verdade e Luz
por Ana Maria Teodoro Massuci
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Espiritismo pago?


Estamos num mundo material em que vivemos na matéria, com a matéria, da matéria, mas não objetivamos viver para a matéria. É uma questão de bom senso, e também doutrinária, já que, como espíritas, sabemos que a vida não se esgota na realidade física. O que tem isto a ver com o título “Espiritismo pago”?

Quem é espírita sabe que as atividades espíritas de divulgação doutrinária são gratuitas, palestras, passe espírita (fluidoterapia), desobsessão, atendimento, educação espírita infantil, apoio social a carenciados etc.

Quem é espírita também sabe que os livros espíritas custam dinheiro e, portanto, têm de ser vendidos, o que é óbvio.

Já não é tão óbvio o lucro que algum centro espírita possa ter na venda desses livros, se dificultar a compra dos mesmos por pessoas menos endinheiradas.

O mesmo se passa com os jornais espíritas.

Uma questão mais polêmica começa, por exemplo, nos congressos espíritas, cujos ingressos começam a criar uma elitização dentro do Espiritismo: uns podem pagar e vão, e outros não podem pagar e não vão.

Seria desejável que os eventos fossem a um preço mínimo, de modo a que todos pudessem ter acesso, cortando as despesas dos eventos ao mínimo possível, havendo sobriedade nas ofertas aos participantes, criando inclusive condições de acesso a pessoas que não possam pagar.

Há tempos, fomos convidados para, no âmbito de uma organização à qual pertencemos, efetuarmos um programa de televisão para uma conhecida televisão por internet, que vai passar a ter canais pagos.

Alertamos os responsáveis pelo departamento de divulgação dessa entidade estrangeira para o fato de que o conhecimento espírita via internet não pode, moralmente falando, ser pago, pois só os endinheirados teriam acesso ao conhecimento, e os pobres não, repetindo, mais uma vez, os erros que os católicos cometeram com o cristianismo primitivo. A resposta foi que, se o canal não fosse pago, não suportariam as despesas e teriam de fechar esse canal (entre outros que são de livre acesso). Retorquimos que se não se consegue pagar, é melhor não fazer nada do que fazer asneira.

Pagar conhecimento espírita é atraiçoar o trabalho enorme de Allan Kardec, e a essência de todo o ensinamento dos bons Espíritos.

O Espiritismo não pode ser um comércio para os centros espíritas, nem um modo de ganhar a vida

No Brasil, começam agora a aparecer plataformas espíritas com conteúdos pagos.

Mesmo que com preços simbólicos, tal situação não se nos afigura enquadrada dentro da doutrina espírita, pois que tal contribui para a sectarização e discriminação no acesso à informação.

Numa altura em que o acesso livre à informação é uma realidade cada vez maior, em que inclusive já se consegue fazer um curso superior, em ensino a distância, gratuito, oferecer conteúdos doutrinários pagos é, no mínimo, um retrocesso evolutivo, depreciando o caminho da evolução, bem como perdendo oportunidade de avançar moralmente, dando o exemplo.

Na nossa opinião, não são os espíritas que devem seguir os exemplos de uma sociedade de mercado (o Espiritismo não está à venda, dá-se, pratica-se), mas sim deveria ser a sociedade consumista a seguir os bons exemplos dos espíritas, se estes fossem o bom exemplo.

Num assunto tão melindroso como este, muitas ideias diferenciadas aparecerão, comparando serviços pagos com os livros, jornais, o que não é comparável.

No entanto, aqui fica um ponto de reflexão para todos nós, espíritas, para que reflitamos o que estamos a fazer com a doutrina espírita.

O nosso papel é esclarecer e consolar, estudar, vivenciar e divulgar a doutrina dos Espíritos, mas não a qualquer preço, e muito menos vivendo à custa do Espiritismo.

Os fins não podem justificar os meios e, com o devido respeito por quem pensa de maneira diferente, uma coisa é certa: a cada um de acordo com as suas obras, conforme nos refere o Evangelho de Jesus de Nazaré.

por José Lucas
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O amor nos salvará


Em toda a Bíblia, não há melhor síntese para a nossa chamada salvação, do que aquela descrita no último julgamento que teremos depois da morte (Mateus 25: 31-46), onde Jesus fala-nos, simbolicamente, que somente se assentarão, à direita de um rei (lado representativo do bem, do bom, do certo), aqueles que agirem com benevolência quanto ao seu próximo.

Jesus pautou seus ensinamentos no amor fraternal e na humildade.

Ele nos narra que serão venturosos os que forem pobres pelo Espírito, puros de coração, brandos, pacíficos e misericordiosos (Mateus 5: 3 e 5; 7-9). Menciona também, que temos de amar ao próximo como a nós mesmos (Mateus 22: 39), fazer aos outros o mesmo que quereríamos para nós (Mateus 7: 12), amar aos inimigos (Mateus 5: 44), perdoar indefinidamente (Mateus 18: 21-22), praticar o bem sem ostentação (Mateus 6: 1-2) e julgarmo-nos antes e ao invés de fazê-lo aos outros (Mateus 7: 5).

O Divino Nazareno mostra-nos, em suas palavras, que o amor é "condição sine qua non" para que obtenhamos grandes venturas.

Em João 13: 34, o Divino Nazareno, em seu próprio mandamento, concita-nos a amarmo-nos mutuamente e, no versículo seguinte, revela que seus discípulos serão reconhecidos pelo amor que tiverem dado uns aos outros.

O Mandamento Maior (Mateus 22: 37-40) concita-nos a fazer o bem. Afinal de contas, quem realmente ama a Deus acima de tudo reconhece que todos os dias foram feitos iguais para servirem ao homem, ama ao próximo como a si mesmo, honra pai e mãe, não mata, não comete adultério, não levanta falso testemunho e não cobiça coisa alguma de quem quer que seja. O Meigo Mestre Galileu estava correto quando asseverou, ao fariseu orgulhoso, que amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo é um mandamento que resume admiravelmente toda a lei de Moisés e tudo o que disseram os profetas.

Paulo demonstra que compreendera exatamente os dizeres do Cristo, ao afirmar que mesmo se ele falasse com os anjos, se conhecesse toda a ciência, se conseguisse transportar os montes, se repartisse os seus bens ou fosse queimado - trocando em miúdos: se tudo fizesse, mas não tivesse o amor dentro de si, não adiantaria nada (1 Coríntios 13, 1-7). E conclui revelando-nos que o amor é superior à fé e à esperança (1 Coríntios 13,13).

Assim, deduzimos tranquilamente que a nossa chamada salvação, facilmente, pode ser alcançada. Esta depende unicamente de nós, bastando que os atos que fizermos baseiem-se no amor (Tito 3,14).

Não seremos julgados segundo nossas obras? (Mateus 16: 27). Então?

por Hugo Alvarenga Novaes
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