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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Perguntas e respostas


N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

461. Como distinguir os pensamentos que nos são próprios dos que nos são sugeridos?

“Quando um pensamento vos é sugerido, tendes a impressão de que alguém vos fala. Geralmente, os pensamentos próprios são os que acodem em primeiro lugar. Afinal, não vos é de grande interesse estabelecer essa distinção. Muitas vezes, é útil que não saibais fazê-la. Não a fazendo, age o homem com mais liberdade. Se se decide pelo bem, é voluntariamente que o pratica; se toma o mau caminho, maior será a sua responsabilidade.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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domingo, 6 de maio de 2018

Perguntas e respostas - Livro dos Espíritos


N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

421. Como se explica que duas pessoas, perfeitamente acordadas, tenham instantaneamente a mesma ideia?

“São dois Espíritos simpáticos que se comunicam e veem reciprocamente seus pensamentos, embora sem estarem adormecidos os corpos.”

Há, entre os Espíritos que se encontram, uma comunicação de pensamento, que dá causa a que duas pessoas se vejam e compreendam sem precisarem dos sinais ostensivos da linguagem. Poder-se-ia dizer que falam entre si a linguagem dos Espíritos.

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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sábado, 21 de abril de 2018

O fim do mundo

14 - Como compreender a afirmativa dos astrônomos relativamente à morte térmica do planeta?

- É certo que todo organismo material se transformará, um dia, revestindo novas formas. As energias do Sol, como as forças telúricas do orbe terrestre, serão esgotadas aqui, para surgirem noutra parte. Alguns astrônomos calculam a morte térmica do planeta para daqui a um milhão de anos, aproximadamente.

Já se disse, porém, que a vida é o eterno presente. E o nosso primeiro dever não é o de contar o tempo, demarcando, em bases inseguras, a duração das obras conhecidamente sagrada para as edificações definitivas do nosso espírito, as quais são inacessíveis a todas as transformações da matéria, em face do Infinito.

XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Questão 14.
fonte
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domingo, 15 de abril de 2018

Como o espiritismo encara os transplantes de órgãos?


O assunto não foi, evidentemente, tratado por Kardec, mas o Dr. Jorge Andréa, no seu livro Psicologia Espírita, págs. 42 e 43, examinando o tema, assevera que não há nenhuma dúvida de que, nas condições atuais da vida em que nos encontramos, os transplantes devem ser utilizados.
“A conquista da ciência é força cósmica positiva que não deve ser relegada a posição secundária por pieguismos religiosos. Por isso, chegará o dia em que poderemos avaliar até que ponto as influências espirituais se encontram nesses mecanismos, a fim de que as intervenções sejam coroadas de êxito e pleno entendimento”.

Perguntaram a Chico Xavier se os Espíritos consideram os transplantes de órgãos prática contrária às leis naturais.
Chico respondeu: “Não. Eles dizem que assim como nós aproveitamos uma peça de roupa que não tem utilidade para determinado amigo, e esse amigo, considerando a nossa penúria material, nos cede essa peça de roupa, é muito natural, aos nos desvencilharmos do corpo físico, venhamos a doar os órgãos prestantes a companheiros necessitados deles, que possam utilizá-los com segurança e proveito”.
Todos podemos doar nossos órgãos ou há casos em que isso não se recomenda?
É claro que todos podemos.
A extração de um órgão não produz reflexos traumatizantes no perispírito do doador.
O que lesa o perispírito, que é nosso corpo espiritual, são as atitudes incorretas perpetradas pelo indivíduo, e não o que é feito a ele ou ao seu corpo por outras pessoas.
Além disso, o doador desencarnado é, muitas vezes, beneficiado pelas preces e pelas vibrações de gratidão e carinho por parte do receptor e de sua família.
A integridade, pois, do perispírito está intimamente relacionada com a vida que levamos e não com o tipo de morte que sofremos ou com a destinação de nossos despojos.
Há casos, no entanto, que a doação ou a extração de órgãos não se recomenda.
No dia 6 de fevereiro de 1996, atendemos um Espírito em sofrimento, que recebera o coração de um jovem morto num acidente, o qual, sem haver compreendido que desencarnara, o atormentava no plano espiritual, reclamando o coração de volta.
Curiosamente, o Espírito que recebera o órgão sabia estar desencarnado e lembrava até haver doado as córneas a outra pessoa.
Indagaram a Chico Xavier:Chico, você acha que o espírita deve doar as suas córneas? Não haveria nesse caso repercussões para o lado do perispírito, uma vez que elas devem ser retiradas momentos após a desencarnação do indivíduo?”.
Respondeu o bondoso médium mineiro (“Folha Espírita”, nov/82, apud “Chico, de Francisco”, pág. 84):

“Sempre que a pessoa cultive desinteresse absoluto em tudo aquilo que ela cede para alguém, sem perguntar ao beneficiado o que fez da dádiva recebida, sem desejar qualquer remuneração, nem mesmo aquela que a pessoa humana habitualmente espera com o nome de compreensão, sem aguardar gratidão alguma, isto é, se a pessoa chegou a um ponto de evolução em que a noção de posse não mais a preocupa, esta criatura está em condições de dar, porque não vai afetar o perispírito em coisa alguma.
No caso contrário, se a pessoa se sente prejudicada por isso ou por aquilo no curso da vida, ou tenha receio de perder utilidades que julga pertencer-lhe, esta criatura traz a mente vinculada ao apego a determinadas vantagens da existência e com certeza, após a morte do corpo, se inclinará para reclamações descabidas, gerando perturbação em seu próprio campo íntimo. Se a pessoa tiver qualquer apego à posse, inclusive dos objetos, das propriedades, dos afetos, ela não deve dar, porque ela se perturbará”.

Anos depois dessa resposta, registrou-se o caso Wladimir, o jovem suicida que foi aliviado em seus sofrimentos post-mortem graças às preces decorrentes da doação de córneas por ele feita, mostrando que, mesmo em mortes traumáticas como essa, a caridade da doação, quando praticada pelo próprio desencarnante, é largamente compensada pelas leis de Deus.

(O caso Wladimir é narrado no livro “Quem tem medo da morte?”, de Richard Simonetti.)
Do site “O Consolador” - Estudos Espíritas
fonte
por Ana Maria Teodoro Massuci
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sábado, 14 de abril de 2018

O fim do mundo

14 - Como compreender a afirmativa dos astrônomos relativamente à morte térmica do planeta?

- É certo que todo organismo material se transformará, um dia, revestindo novas formas. As energias do Sol, como as forças telúricas do orbe terrestre, serão esgotadas aqui, para surgirem noutra parte. Alguns astrônomos calculam a morte térmica do planeta para daqui a um milhão de anos, aproximadamente.

Já se disse, porém, que a vida é o eterno presente. E o nosso primeiro dever não é o de contar o tempo, demarcando, em bases inseguras, a duração das obras conhecidamente sagrada para as edificações definitivas do nosso espírito, as quais são inacessíveis a todas as transformações da matéria, em face do Infinito.

XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Questão 14.
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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

406. Quando em sonho vemos pessoas vivas, muito nossas conhecidas, praticarem atos de que absolutamente não cogitam, não é isso puro efeito de imaginação?

“De que absolutamente não cogitam? Que sabes a tal respeito? Os Espíritos dessas pessoas vêm visitar o teu, como o teu pode visitar os deles, e nem sempre sabes aquilo em que eles pensam. Além disso, não é raro atribuirdes, de acordo com o que desejais, a pessoas que conheceis, o que se deu ou se está dando em outras existências.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Necessidade da encarnação

É um castigo a encarnação e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la?

A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encarnação para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. E uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso que farão do livre arbítrio. Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo. - S. Luís. (Paris, 1859.)

NOTA. - Uma comparação vulgar fará se compreenda melhor essa diferença. O escolar não chega aos estudos superiores da Ciência, senão depois de haver percorrido a série das classes que até lá o conduzirão. Essas classes, qualquer que seja o trabalho que exijam, são um meio de o estudante alcançar o fim e não um castigo que se lhe inflige. Se ele é esforçado, abrevia o caminho, no qual, então, menos espinhos encontra. Outro tanto não sucede àquele a quem a negligência e a preguiça obrigam a passar duplamente por certas classes. Não é o trabalho da classe que constitui a punição; esta se acha na obrigação de recomeçar o mesmo trabalho.

Assim acontece com o homem na Terra. Para o Espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados. Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores.

Não poderiam os Espíritos encarnar uma única vez em determinado globo e preencher em esferas diferentes suas diferentes existências? Semelhante modo de ver só seria admissível se, na Terra, todos os homens estivessem exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças que há entre eles, desde o selvagem ao homem civilizado, mostram quais os degraus que têm de subir. A encarnação, aliás, precisa ter um fim útil. Ora, qual seria o das encarnações efêmeras das crianças que morrem em tenra idade? Teriam sofrido sem proveito para si, nem para outrem. Deus, cujas leis todas são soberanamente sábias, nada faz de inútil. Pela reencarnação no mesmo globo, quis ele que os mesmos Espíritos, pondo-se novamente em contacto, tivessem ensejo de reparar seus danos recíprocos. Por meio das suas relações anteriores, quis, além disso, estabelecer sobre base espiritual os laços de família e apoiar numa lei natural os princípios da solidariedade, da fraternidade e da igualdade.

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 4. Itens 25 e 26. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br.
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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

403. Por que não nos lembramos sempre dos sonhos?

“Em o que chamas sono, só há o repouso do corpo, visto que o Espírito está constantemente em atividade. Recobra, durante o sono, um pouco da sua liberdade e se corresponde com os que lhe são caros, quer neste mundo, quer em outros. Mas, como é pesada e grosseira a matéria que o compõe, o corpo dificilmente conserva as impressões que o Espírito recebeu, porque a este não chegaram por intermédio dos órgãos corporais.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Perguntas e respostas

402. Os sonhos são efeito da emancipação da alma, que mais independente se torna pela suspensão da vida ativa e de relação. Daí uma espécie de clarividência indefinida que se alonga até aos mais afastados lugares e até mesmo a outros mundos. Daí também a lembrança que traz à memória acontecimentos da precedente existência ou das existências anteriores. As singulares imagens do que se passa ou se passou em mundos desconhecidos, entremeados de coisas do mundo atual, é que formam esses conjuntos estranhos e confusos, que nenhum sentido ou ligação parecem ter.

A incoerência dos sonhos ainda se explica pelas lacunas que apresenta a recordação incompleta que conservamos do que nos apareceu quando sonhávamos. É como se a uma narração se truncassem frases ou trechos ao acaso. Reunidos depois, os fragmentos restantes nenhuma significação racional teriam.

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?

“...O sonho é a lembrança do que o Espírito viu durante o sono. Notai, porém, que nem sempre sonhais. Que quer isso dizer? Que nem sempre vos lembrais do que vistes, ou de tudo o que haveis visto, enquanto dormíeis. É que não tendes então a alma no pleno desenvolvimento de suas faculdades. Muitas vezes, apenas vos fica a lembrança da perturbação que o vosso Espírito experimenta à sua partida ou no seu regresso, acrescida da que resulta do que fizestes ou do que vos preocupa quando despertos. A não ser assim, como explicaríeis os sonhos absurdos, que tanto os sábios, quanto as mais humildes e simples criaturas têm? Acontece também que os maus Espíritos se aproveitam dos sonhos para atormentar as almas fracas e pusilânimes.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?

“...Graças ao sono, os Espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos Espíritos. Por isso é que os Espíritos superiores assentem, sem grande repugnância, em encarnar entre vós. Quis Deus que, tendo de estar em contato com o vício, pudessem eles ir retemperar-se na fonte do bem, a fim de igualmente não falirem, quando se propõem a instruir os outros. O sono é a porta que Deus lhes abriu, para que possam ir ter com seus amigos do céu; é o recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio...”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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domingo, 14 de janeiro de 2018

Perguntas e respostas


N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?

“...O sono liberta a alma parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se acha por algum tempo no estado em que fica permanentemente depois que morre. Tiveram sonos inteligentes os Espíritos que, desencarnando, logo se desligam da matéria. Esses Espíritos, quando dormem, vão para junto dos seres que lhes são superiores. Com estes viajam, conversam e se instruem. Trabalham mesmo em obras que se lhes deparam concluídas, quando volvem, morrendo na Terra, ao mundo espiritual. Ainda esta circunstância é de molde a vos ensinar que não deveis temer a morte, pois que todos os dias morreis, como disse um santo.

Isto, pelo que concerne aos Espíritos elevados. Pelo que respeita ao grande número de homens que, morrendo, têm que passar longas horas na perturbação, na incerteza de que tantos já vos falaram, esses vão, enquanto dormem, ou a mundos inferiores à Terra, onde os chamam velhas afeições, ou em busca de gozos quiçá mais baixos do que os em que aqui tanto se deleitam. Vão beber doutrinas ainda mais vis, mais ignóbeis, mais funestas do que as que professam entre vós. E o que gera a simpatia na Terra é o fato de sentir-se o homem, ao despertar, ligado pelo coração àqueles com quem acaba de passar oito ou nove horas de ventura ou de prazer. Também as antipatias invencíveis se explicam pelo fato de sentirmos em nosso íntimo que os entes com quem antipatizamos têm uma consciência diversa da nossa. Conhecemo-los sem nunca os termos visto com os olhos. É ainda o que explica a indiferença de muitos homens. Não cuidam de conquistar novos amigos, por saberem que muitos têm que os amam e lhes querem. Numa palavra: o sono influi mais do que supondes na vossa vida...”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Desdobramento do Espírito, da consciência, como fazer?


Trabalhos em desdobramento

Quando se fala em desdobramento, unicamente se pensa em desdobramento do espírito. Porém, não é apenas esta a única modalidade funcional para este tema. Por exemplo, existe o desdobramento da consciência, onde é possível que o médium esteja consciente em um determinado trabalho e atuante em outro, porém semiconsciente.

Evidente que tudo depende do preparo do médium. Na verdade, não somente médiuns, como a denominação que conhecemos exprime, podem realizar tais desdobramentos de consciência. É possível que outras pessoas também possam realizar, de maneira consciente ou não. Quanto mais consciente, maior o preparo a ser feito.

Porém, de uma forma geral, desdobramentos são ferramentas úteis para a comunicação entre os encarnados e os desencarnados. Pois que, mesmo uma pessoa não sendo médium, pode se comunicar com seus entes desencarnados ou com seus guias espirituais ou com bons amigos astrais através do desdobramento durante o sono. Este é o mais usual e o mais fácil e seguro. Visto que a maioria quase absoluta da população hoje encarnada na Terra pratica esta modalidade de desdobramento.

Porém, é importante lembrar também da necessidade em se precaver dos perigos que os desdobramentos podem representar.

Em caso de ataques de irmãos trevosos, por exemplo, se um irmão despreparado tentar realizar um desdobramento, seja qual for, com exceção do sono, pode correr risco inclusive de desencarne, dependendo da intensidade do ataque e dos objetivos do grupo trevoso responsável.

Falamos acima que o desdobramento durante o sono é o que traz menos riscos de desencarne, porém, também representa riscos. Obviamente, as pessoas podem dormir tranquilas, não há motivo para pânico. Apenas é importante ressaltar, pois que muitas vezes durante o sono é feito o desdobramento de consciência também, e isso sim, representa perigo. Por isso é que sempre dizemos que muitos acabam por desencarnar durante o sono. E ouvimos as pessoas dizerem “morreu dormindo”.

Evidentemente que apenas o desdobramento em sono pode levar ao desencarne, mas é muito raro. Porém, se houver o rompimento do cordão de prata, pode sim acontecer. Durante o sono outros perigos, como o sequestro de duplo etérico, podem acontecer e preocupam mais. Porém, para tranquilizar a todos, apenas digo que uma vida reta e pensamentos em Deus e em Jesus garantem a segurança em vigília e durante o sono. Digo isto, pois que muitos, ao lerem estas linhas, podem estar reclamando e me acusando de blasfemador, mas são os primeiros que ao dormir não tardam em procurar prazeres nos vales do sexo e dos prazeres fáceis. Evidente, que nesses lugares, o perigo é maior. Pensem nisso. E mais um aviso: eles procuram estes lugares porque seus pensamentos durante o dia não são muito diferentes. É preciso orar e vigiar, sempre.

Desdobramentos são úteis, como dissemos, e muito precisos, porém nem todos conseguem se lembrar conscientemente de tudo. Contudo, ficam com as impressões gravadas no inconsciente e, aos poucos, elas vão se fazendo descobrir.

Dentro de uma casa mediúnica, a importância dos desdobramentos é ainda maior, visto que são amplamente praticados. Porém, a maioria dos médiuns não faz ideia do que se passa com eles. Obviamente, quando ocorrem, a espiritualidade amiga garante que tudo aconteça dentro de total segurança.

É muito comum que, durante as sessões, muitos médiuns possam parecer “desligados” do ambiente. Antes de taxá-los de relapsos, lembrem-se de que provavelmente estão em desdobramento realizando trabalhos paralelos importantes, até para a segurança da própria sessão.

Perguntas sobre desdobramento

35- É cediço que o desdobramento do espírito decorre de um estado de emancipação da alma, na qual o perispírito, ou corpo astral, desprende-se parcialmente do corpo físico (permanecendo a ele vinculado através do cordão de prata) e passa a atuar na dimensão astral. Nesse contexto, indagamos qual é o fundamento do desdobramento da consciência e o que o distingue do desdobramento do espírito? Estaria o desdobramento da consciência ligado à projeção de algum dos corpos do espírito, como, por exemplo, o corpo mental, ou seria uma propriedade do espírito?

A principal diferença entre o desdobramento do espírito e o desdobramento da consciência é que, para o segundo, não existem limitações. Durante o desdobramento do espírito, o homem fica em torpor na carne. Porém, no desdobramento da consciência, o homem ainda guarda alguma ação onde está sua matéria, visto que o inconsciente também atua. O desdobramento da consciência é, como o nome diz, propriedade das faculdades mentais e todas as suas ramificações.

36- O que é projeção do pensamento? Qual a sua utilidade para os encarnados? Existe a projeção consciente do pensamento para o espírito encarnado?

Há quem defenda a bandeira de que a comunicação com os espíritos desencarnados seja uma farsa, sustentando a tese da projeção do pensamento. Que nada mais é do que a ida pelo espaço dos pensamentos de um indivíduo. O pensamento se propaga infinitamente pelo espaço, portanto, pode alcançar facilmente a velocidade da luz e chegar a qualquer ponto do universo. Isso, certamente, auxilia de forma positiva a comunicação entre os planos. Quanto à projeção consciente, sim, é possível, mas que exige maior preparo mental, porém, sem a necessidade de ser médium.

37- A “duplicata” gerada através do desdobramento da consciência é tangível na dimensão astral, tal como o é o perispírito? E poderia também materializar-se na dimensão física?

Sim, é visível da mesma maneira. Em certos casos, sim, também ocorre a materialização na dimensão física. Porém, aí são necessários anos de treinamento na aplicação das técnicas.

38- No intuito de oferecer ao leitor uma explicação mais técnica acerca da materialização, no plano físico, da “duplicata” decorrente do desmembramento da consciência, o irmão poderia esclarecer se esse fenômeno também exige o concurso do ectoplasma, assim como os demais fenômenos de efeitos físicos já conhecidos na doutrina espírita ou haveria outra explicação? Seria possível abordar também na resposta o processo de formação dos agêneres, considerando que a pergunta envolve um tipo de aparição tangível?

Quanto à pergunta sobre a “duplicata”, sim, exige ectoplasma. E quanto à formação de agêneres, como disse, existe muito ainda a se saber sobre os laboratórios trevosos e magia negra. E estes relatos cabem em vários livros. Não nos cabe aqui discorrer sobre temas tão tenebrosos. Mas apenas digo que o poder mental de alguns irmãos trevosos é tão forte que é capaz de dar uma pseudo-vida, mesmo que breve, com duração de minutos, a pequenos pedaços de duplo etérico, por exemplo. Não podemos nunca subestimar a força mental de magos negros.

39- Existe risco, durante o sono, de ocorrer um desdobramento involuntário da consciência e, a partir daí, ficar o espírito sujeito a ataques e até desencarnar?

Sim, existe risco. Porém, caso o espírito esteja com boas intenções e acompanhados de amigos, sofre a proteção necessária. Mas, apesar de existir, não é tão fácil de acontecer.

40- Tendo em vista que o tema pode causar polêmica e a intranquilidade de alguns, o irmão poderia citar um exemplo no qual uma pessoa em desdobramento da consciência pode vir a desencarnar? Poderia nos dar outro exemplo de risco de rompimento do cordão de prata durante o desdobramento do sono, sem que nele tenha havido desdobramento da consciência?

Quando há desdobramento da consciência, não é possível romper o cordão de prata, pois que não há cisão entre espírito e matéria. Os ataques são feitos através da mesma frequência. Ou seja, o espírito trevoso que ataca percebe que o desdobramento da consciência está existindo e também se desdobra na mesma frequência, estando assim, de igual para igual, podendo atacar com sucesso. Porém, o que ele faz é mapear o alvo, procurando pontos fracos e limitações físicas. O exemplo clássico para isso é o ataque cardíaco.

Digamos que a pessoa em desdobramento tenha problemas do coração e seja propenso a ataques. Durante o mapeamento pelo espírito trevoso, esta limitação física irá surgir. Então, com habilidade, este irmão irá causar uma indução mental dizendo que a pessoa está tendo um ataque cardíaco e ficará repetindo. Porém, estas impressões, se recebidas, serão absorvidas pelo inconsciente. E quando a pessoa volta ao seu estado normal, o inconsciente irrompe na consciência e a informação do infarto ganha a dimensão consciente e, não raras vezes, a pessoa realmente enfarta e pode desencarnar. Porém, notem que é necessário muita habilidade e conhecimento do irmão trevoso para conseguir seu objetivo.

Em relação ao rompimento do cordão de prata, por vezes, médiuns julgando-se capazes de excursionar por regiões umbralinas, sem a presença de irmãos desencarnados aptos para tais visitas, podem sofrer ataques de trevosos, e houve casos de desencarne, onde o socorro, infelizmente, não chegou a tempo.

41- Quanto à possibilidade de desencarne em desdobramento da consciência, o exemplo oferecido é de hialina clareza. Já no desdobramento do espírito entendemos ser possível a ruptura do cordão de prata por ataque das trevas, mas não foi possível compreender como. Em face do exposto, seria possível revelar alguns procedimentos adotados pelas trevas que podem culminar no rompimento do cordão de prata daqueles que se propõem a viagens astrais de forma irresponsável?

Antes de saber como fazem as trevas para romper o cordão de prata, seria melhor evitar se aventurar e procurar alguma atividade mais útil, como a reforma íntima, por exemplo. É certo que a pergunta é para fins de estudo e conhecimento, mas saber tais procedimentos não ajuda muito, no meu curto entender. O importante é procurar evitar se expor a situações como essa. Porém, posso responder dizendo mais uma vez: não podemos subestimar o poder mental dos magos negros. Através de induções mentais e manipulação de certos fluidos energéticos, é possível o rompimento do cordão de prata. Mas, permitam-me o comentário: De que adiantaria esta informação se vós estivésseis na presença de um mago negro e este lhe ameaçasse romper o cordão de prata? Por acaso acreditais que só por saber como ele irá se comportar lhes trará defesa suficiente?

42- Como entender esse risco de desencarne prematuro por ataque das trevas à luz dos postulados que regem a lei de causa e efeito e a Justiça Divina?

Uma vez que o espírito se ponha em situação de risco por conta própria, está se utilizando de seu livre arbítrio.

43- Os desdobramentos provocados pela apometria geram riscos aos médiuns ou aos pacientes?

Somente quando são praticados por médiuns inexperientes ou curiosos.

44- Que tipo de proteção a espiritualidade oferece aos médiuns para que os trabalhos de desdobramento por ela provocados sejam realizados em total segurança?

Primeiro é feita uma fluidificação para garantir relaxamento mental, depois outra fluidificação proporcionando maior segurança à consciência. E sempre que isso ocorre, um maior número de falangeiros do bem é convocado e os irmãos médiuns nunca estão sozinhos. Há sempre intensa proteção e planejamento. Nunca houve desencarne ou prejuízo aos médiuns em trabalhos deste tipo que participamos.

45- É possível que as inteligências do mal se utilizem também do desdobramento da consciência para atacar simultaneamente vários pontos? Isso é comum?

Sim, e é comum. Mas apenas espíritos com muita prática e conhecimento conseguem tal objetivo.

46- As técnicas de meditação orientais podem facilitar ou provocar o desdobramento da consciência, do espírito ou de ambos? Explique, por gentileza.

Sim. Porque tanto o desdobramento de espírito e consciência necessitam de concentração e relaxamento mental, justamente dois pilares importantes das técnicas de meditação orientais.

47- Querido Klaus, temos conhecimento que, por ocasião do sono, nos foi autorizado acesso a uma dada cidade espiritual, para que pudéssemos aprender junto a irmãos de maior conhecimento e envergadura moral. Embora saibamos que algo diferente e melhor tem acontecido durante o sono, o fato é que não conseguimos lembrar de absolutamente nada ao acordarmos, sequer sabemos que conhecimentos têm sido objeto de nosso estudo neste abençoado local, e isso acaba sendo um pouco frustrante, já que se verifica no dia seguinte que nada foi agregado. O senhor poderia comentar essa situação e dizer se há algum exercício, técnica ou qualquer outra coisa que se possa fazer para desenvolver a capacidade de fixação, no plano consciente, das informações adquiridas no desdobramento espiritual durante o sono?

Em primeiro lugar, queremos pedir licença aos amigos leitores e fazer um pequeno à parte. Sabemos qual médium redigiu esta pergunta e a ele nos reportamos. Amigo, conhecemos seu interesse e vontade em aprender e evoluir, estamos acompanhando de perto. Saiba que é notória sua evolução em padrões de conhecimento mediúnico. Porém, o que ainda vos falta é um menos enrijecimento mental. Entenda que o irmão utilizase muito da razão, porém, para se recordar destes eventos narrados, é preciso maior emoção, maior ênfase aos sentimentos.

Não estamos aqui dizendo que isto lhe falte, mas dizemos que precisa um pouco mais. E isto serve para todos. A razão ajuda e é fundamental, mas em certos momentos, somente o relaxamento emocional pode proporcionar a subida para o consciente do conteúdo inconsciente.

48- E o que seria aconselhável para se alcançar maior emoção e ênfase nos sentimentos?

Olhe as misérias humanas e tente se compadecer. Por enquanto, o que mais se vê na Terra são homens ignorando homens. Como esperam sentir amor assim?

49- Embora tenha sido dito que as informações obtidas ficam gravadas no inconsciente e que o mesmo vai liberando aos poucos ao consciente, não haveria risco de que essas informações cheguem truncadas, distorcidas ou até imperceptíveis, tendo em vista as limitações de cada indivíduo no contexto de suas experiências na matéria?

Não. Tal risco não existe. O inconsciente ainda é uma grande interrogação para os homens, mas não é desorganizado.

50- Já conhecemos o desdobramento de espírito, e o já citou outra maneira de desdobramento, o da consciência, existem outros tipos?

Sim. Quase tudo que conheces pode se desdobrar. Existem os desdobramentos involuntários, letárgicos, catalépticos e os mais sutis, como do corpo mental, por exemplo. Porém, é bom que se interessem e saibam que existe. Mas ainda não aprenderam o desdobramento da consciência, que é o próximo passo para os encarnados. Preocupem-se com ele, por enquanto.

51- Que tipo de desdobramento enseja a leitura dos registros akáshicos que alguns médiuns dizem ser capazes de fazer? O irmão poderia discorrer um pouco mais sobre o tema, abordando a possibilidade de os encarnados vencerem a barreira espaço-tempo através do desdobramento?

Acessar tais registros, onde se encontram todas as informações universais, é possível. Mas por poucos. Diria que se o irmão usa o termo “médium” para falar apenas de espíritas, eu respondo com segurança de que atualmente nenhum médium espírita é capaz de acessar tais registros. Entenda que este procedimento é algo raro e muito sutil e elevado; é quase uma comunhão com Deus. Respondam vocês: Acreditam mesmo que algum médium espírita é capaz de realizar uma comunhão com Deus de forma tão intensa? Eu digo que é possível, sim. Mas não acontece atualmente. Posso dizer que alguns têm potencial para isso, mas ainda não chegaram ao ponto necessário. Para tal, recomendamos novamente a meditação oriental séria.

52- O Trabalho em desdobramento da consciência, o que é necessário para melhorá-lo?

Concentração e relaxamento. Sugerimos a prática da meditação. Através dela, muito se aprenderá. Sem ela, fica muito difícil conseguir tal desdobramento sem ajuda da espiritualidade.

53- Existe um limite de desdobramentos de consciência?

Não. Porém a quantidade é determinada pela experiência e habilidade do espírito.

54- É possível estar consciente e atuante, plenamente, em dois trabalhos ao mesmo tempo?

Sim, mas ainda os ocidentais não chegaram neste ponto.

55- O que seria necessário para se alcançar esse “preparo do médium” para se ter consciência e atuação em ambos os trabalhos?

Prática da meditação ensinada pelos orientais. Atualmente não é difícil de ser encontrada. Porém, é necessário encontrar um local sério e bem intencionado.

56- Poderia explicar como ocorre o desdobramento da consciência durante o sono?

Pode ser voluntário ou involuntário. O voluntário é mais difícil e quase ninguém faz porque não se julga em condições de fazer, com razão. Nesta modalidade, é preciso extrema concentração no ponto para o qual se deseja deslocar e com quem deseja se comunicar. É preciso realizar um profundo relaxamento mental antes de dormir e uma respiração acompanhada de meditação intensa. Mas é muito perigoso e não indicamos que seja feita. Quanto à involuntária, pode ser provocada pelos espíritos amigos com algum fim útil, para que, por exemplo, informações importantes sejam registradas ao menos no inconsciente.

Ou pode ser provocada por espíritos trevosos, então se corre perigo. Mas, em poucos casos eles pretendem o desencarne, pois que os irmãos são mais úteis aos seus propósitos maléficos na carne. Eles os levam para laboratórios e outros ambientes para infiltrar pensamentos e informações malévolas também no inconsciente, de acordo com seus propósitos.

57- É possível um desdobramento de consciência juntamente com um desdobramento do espírito?

Sim. Nada na obra do Pai tem limites. Mas isso ainda não é assunto a ser abordado.

58- Falamos de desdobramento de consciência em trabalhos mediúnicos, mas já tive oportunidade de fazer desdobramento de consciência para orientações e estudos, poderia falar mais a esse respeito?

Durante o sono, quer dizer? Desculpe, mas não entendi a pergunta. O senhor a poderia reformular? Obrigado.

59- Desculpe. Esse desdobramento aconteceu durante a vigília e de maneira consciente, através de um irmão da cidade espiritual citada na pergunta 48. Esse irmão fez vários apontamentos a respeito de magnetização, por cerca de 45 minutos. Achei interessante o fato de não estar em uma casa espírita e em trabalho mediúnico. Sobre esse fato que gostaria que comentasse.

Bem, se o médium já foi até tal cidade outras vezes, é seguro. É possível ser feito, não é comum e não aconselho sem uma breve preparação, com orações e leituras edificantes, além do auxílio do guia espiritual. Mas pode ocorrer em caso de necessidade. Se não existir urgência no repasse de informações, desconfie. Peça sempre ao seu guia espiritual para estar junto. Se alguém lhe disser que o guia não pode estar, saia o mais rápido possível.

60- Como pode ocorrer o sequestro do duplo etérico durante o desdobramento?

Quando se está sujeito a ataques das trevas de tudo pode acontecer. Sequestro de duplo etérico não é a mais recorrente prática. Induções mentais são as preferidas, pois que propiciam ações a médio e longo prazo. Ocorrem, os sequestros de duplo etérico, por pura e simples invigilância dos homens.

61- Como identificar que houve o sequestro do duplo etérico e qual a maneira de resgatá-lo?

Um encarnado não ficará sem seu duplo etérico. O principal objetivo nesta prática é causar depressão no homem e esta depressão levará a outras ações de interesses das trevas. A melhor maneira de identificar é quando ao acordar, sente-se mal, cansado, com dores no corpo ou na cabeça, com profunda vontade de continuar deitado e como se não tivesse força ou vontade para nada.

62- O sequestro do duplo etérico é um procedimento passível de ocorrer tão somente durante o repouso do corpo físico? Em suma, o despertar é capaz de imantar novamente o duplo etérico ao corpo físico?

Em pouquíssimos casos algum encarnado fica sem seu duplo etérico, pois que isso lhe consome a vida, através da perda da saúde física. Muito se fala dentro do espiritismo sobre duplo etérico, mas pouco do que se diz é realidade. Porém advirto de que tudo pode acontecer, pois o poder mental dos magos negros é muito grande e eles são capazes de verdadeiros feitos maléficos.

63- Sinceramente, essa distinção nos era um pouco confusa. Até porque, em função de um trabalho em que participamos na casa espírita, nos foi mostrado um local, talvez um laboratório, onde irmãos das trevas mantinham dezenas de “duplos etéricos” presos. Depois foi mostrado que alguns eram apenas “cascões” ou corpos artificiais, mas outros eram “corpos” ligados a irmãos encarnados, muitos de irmãos médiuns. Neste sentido, o irmão poderia nos esclarecer o que seriam exatamente esses corpos mostrados nesse trabalho?

Alguns eram duplo etérico, mas de irmãos encarnados de outras partes do mundo, que estavam desfrutando do sono físico. Outros eram cascões e corpos artificiais e outros eram apenas projeções para ilustrar mais o cenário, tentando intimidar pela quantidade.

64- De que maneira utilizam, os irmãos das trevas, o duplo etéreo sequestrado?

O duplo etérico é sugado e parte dele serve para experimentos em laboratórios. Veja que tratamos aqui apenas do sequestro, isto implica que o espírito anima um encarnado. A apropriação indébita de duplo etérico de desencarnados requer outra explicação. Normalmente são usados para atormentar entes dos desencarnados e levá-los a praticar atos de acordo com os objetivos dos irmãos trevosos.

65- Poderia nos explicar melhor como se dá a apropriação indébita do duplo etérico de um recém-desencarnado? Tínhamos a impressão de que os guardiões seriam os responsáveis por assegurar a desintegração natural do duplo, que é muito cobiçado pelas inteligências do mal. Neste caso, eles conseguem evitar a desintegração?

Os guardiões ajudam, mas nem sempre é possível, devido aos desígnios de Deus, que são misteriosos. Uma vida desregrada, apática ou cheia de mentiras, traições e todos os tipos de desvios morais traz consequências de todos os tipos após o desencarne. As inteligências do mal não conseguem evitar a desintegração, mas a protelam. Durante esse tempo, utilizam o duplo etérico como matéria prima para alcançar outras formas, ou como aparições tangíveis aos encarnados, para os mais diversos fins trevosos e pavorosos.

66- O desdobramento da consciência permite a canalização dos fluidos mais densos do médium para os trabalhos em que ele esteja envolvido? Seria essa a utilidade do desdobramento da consciência nos médiuns, para a realização de trabalhos paralelos em regiões astrais umbralinas?

Sem dúvida. É muito mais fácil trabalhar com a consciência do que com o espírito, neste caso citado.

67- É comum o desdobramento de consciência em reuniões de desobsessão? Caso afirmativo, com qual finalidade?

Não é muito comum, mas pode acontecer. A finalidade é a mesma de outras sessões.

fonte - Trabalhos Mediúnicos na Casa Espírita (psicografia Fabio Bento - espírito Klaus) Cap.2
por ana maria teodoro massuci
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?

“Pelos sonhos. Quando o corpo repousa, acredita-o, tem o Espírito mais faculdades do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o futuro. Adquire maior potencialidade e pode entrar em comunicação com os demais Espíritos, quer deste mundo, quer do outro. Dizes frequentemente: Tive um sonho extravagante, um sonho horrível, mas absolutamente inverossímil. Enganas-te. É amiúde uma recordação dos lugares e das coisas que viste ou que verás em outra existência ou em outra ocasião. Estando entorpecido o corpo, o Espírito trata de quebrar seus grilhões e de investigar no passado ou no futuro.

Pobres homens, que mal conheceis os mais vulgares fenômenos da vida! Julgai-vos muito sábios e as coisas mais comezinhas vos confundem. Nada sabeis responder a estas perguntas que todas as crianças formulam: Que fazemos quando dormimos? Que são os sonhos?...”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

401. Durante o sono, a alma repousa como o corpo?

“Não, o Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Resposta do livro dos Espíritos

399. A natureza das vicissitudes e das provas que sofremos também nos podem esclarecer acerca do que fomos e do que fizemos, do mesmo modo que neste mundo julgamos dos atos de um culpado pelo castigo que lhe inflige a lei. Assim, o orgulhoso será castigado no seu orgulho, mediante a humilhação de uma existência subalterna; o mau rico, o avarento, pela miséria; o que foi cruel para os outros, pelas crueldades que sofrerá; o tirano, pela escravidão; o mau filho, pela ingratidão de seus filhos; o preguiçoso, por um trabalho forçado, etc.

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Perguntas e respostas

399. As vicissitudes da vida corporal são, ao mesmo tempo, expiação das faltas passadas e provas para o futuro. Elas nos purificam e nos elevam, se as suportamos com resignação e sem murmurar.

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Profissão(Reencarnação)


1 – Todos reencarnamos com uma profissão definida?
Pode acontecer, mas nem sempre há margem para escolha. Se o Espírito reencarna entre camponeses, em distante rincão, dificilmente deixará de ser um trabalhador do campo.

2 – Na vida urbana há mais opções?
Sim, mas levando-se em consideração as aquisições pretéritas. Seria pouco produtivo, por exemplo, vincular o reencarnante à cirurgia neurocerebral, área médica altamente especializada, se jamais foi discípulo de Hipócrates.

3 – A competência profissional teria algo a ver com reencarnações pretéritas?
Tendências inatas e habilidade para determinada atividade profissional revelam vivências passadas. O que fizemos com assiduidade no pretérito, faremos com desenvoltura no presente.

4 – Podemos dizer que o melhor profissional será sempre aquele vinculado a atividades que exercitou anteriormente?
É algo ponderável. Não obstante, mais importante que a habilidade conquistada no passado é o empenho do presente. O melhor profissional nem sempre é o mais experiente, mas o mais dedicado.

5 – Não seria produtivo que, além da dedicação, procurássemos nos vincular a atividades para as quais temos facilidade, em virtude das experiências do pretérito?
Em termos, considerando-se que a própria evolução da sociedade humana impõe novas opções. Isso ocorre particularmente na atualidade, em que o trabalho braçal vai sendo substituído pela tecnologia. Hoje somos chamados ao exercício da inteligência, em atividades ligadas à informática, a partir da revolução disparada pelos computadores. Isso tudo constitui novidade para nós.

6 – A genética tem algo a ver com a habilidade profissional?
Pode acontecer. Notamos que determinados profissionais possuem uma estrutura física adequada ao exercício de sua profissão. Grandes cirurgiões, por exemplo, têm um sistema nervoso bastante estável e grande habilidade manual, fundamentais à cirurgia.

7 – Isso seria determinado pelo acaso, na combinação dos elementos hereditários?
Deus não combina elementos hereditários como quem joga dados, mesmo porque a biologia é instrumento de Deus, não a sua limitação.

8 – Como Deus atua, biologicamente, para preparar o corpo de um cirurgião?
Técnicos da espiritualidade estudam os componentes genéticos dos pais e selecionam aqueles que melhor se ajustem às necessidades do reencarnante, dando-lhe uma estrutura física adequada à atividade que irá exercitar.

Richard Simonetti
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sábado, 25 de novembro de 2017

Perguntas e respostas

399. Chegado ao termo marcado pela Providência para sua vida na erraticidade, o próprio Espírito escolhe as provas a que deseja submeter-se para apressar o seu adiantamento, isto é, escolhe o gênero de existência que julga mais apropriado a fornecer-lhe os meios de adiantar-se, e tais provas estão sempre em relação com as faltas que deve expiar. Se delas triunfa, eleva-se; se sucumbe, tem de recomeçar.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Perguntas e respostas

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

399. Sendo as vicissitudes da vida corporal expiação das faltas do passado e, ao mesmo tempo, provas com vistas ao futuro, seguir-se-á que da natureza de tais vicissitudes se possa deduzir de que gênero foi a existência anterior?

Muito amiúde é isso possível, pois que cada um é punido naquilo por onde pecou. Entretanto, não há que tirar daí uma regra absoluta. As tendências instintivas constituem indício mais seguro, visto que as provas por que passa o Espírito o são, tanto pelo que respeita ao passado, quanto pelo que toca ao futuro.”

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