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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Corrente do bem


As aulas deveriam iniciar na próxima semana, o que preocupava muito aquele menino de seis anos.
Devendo ingressar na segunda série do ensino fundamental, ele adorava ir à escola. No entanto, não tinha o material necessário.
Bom, ele guardara algo que sobrara do ano anterior: um apontador.
Vivendo com a avó, de sessenta e sete anos, que supre as necessidades básicas como catadora de recicláveis, Gabriel estava triste por não ter nem um simples caderno ou lápis.
Naquela manhã, bem cedo, ele e a avó estacionaram o carrinho em frente ao depósito de recicláveis, esperando que abrisse, a fim de entregar o que tinham recolhido e ganhar alguns trocados.

O carrinho estava muito pesado: setenta quilos de ferro.

Gabriel se sentou na calçada, examinando uma mochila velha que encontrara pela rua. Ela tinha um furo no fundo, mas, ainda assim, o garoto pensou que, talvez, pudesse utilizá-la para ir à escola.
O que colocaria dentro ainda era uma incógnita porque o dinheiro que seria recebido deveria ir para a compra de alimentos.
Não demorou muito, a alegria de Gabriel se esvaiu quando puxou a alça da mochila e ela se rompeu. Inviável a sua utilização.
Dois jovens policiais que faziam a ronda matinal acharam estranho, tão cedo, aquela senhora e o menino ali parados.

Desceram do carro e se aproximaram.

E foi assim, conversando com ambos, que eles ficaram sabendo do drama de Gabriel, o menino que desejava ir à escola mas não tinha material.
Os jovens não tiveram dúvidas. No horário do almoço, que deveria ser o do seu descanso, aproveitaram para adentrar em algumas lojas do comércio local.
Seu objetivo: pedir doações. E, na papelaria tiveram uma surpresa. O comerciante, sensibilizado pela história que eles contaram, ofertou cadernos, livros, lápis, lápis de cor, borracha e uma maravilhosa mochila.
Eles poderiam ter parado por aí, mas decidiram continuar para dar algo mais ao sonhador Gabriel.
E conseguiram roupas, tênis, tudo novinho. Um pouco aqui, um pouco ali.
Assim, no dia de ir para a escola, lá estava o menino, de camiseta e shorts azul, tênis amarelo, mochila às costas, cheia de materiais.
Quando lhe perguntaram como estava se sentindo, ele sorriu, comentou que o shorts tinha até bolsos e falou: Muito lindo!
Mas, insistiu a pessoa, se você tivesse que dizer o tamanho da sua felicidade, qual seria?
Ele abriu os dois braços e alargou ainda mais o sorriso: Tantão.

A história de Gabriel, que virou reportagem televisiva, nos emociona.
Emociona por saber de brasileirinhos que desejam estudar, aprender e ainda enfrentam dificuldades. E pensar que tantos de nós nem valorizamos os anos dos bancos escolares.
Emociona por verificar a ação de dois policiais, que se sentem responsáveis pela comunidade que patrulham e vão além do dever.
Emociona por constatar como o ser humano é bom, em sua essência. Basta que saiba de uma necessidade e se prontifica a auxiliar, o que fizeram os vários comerciantes.
Isso nos diz como é fácil fazer o bem. Basta, por vezes, a iniciativa de uma ou duas pessoas, para alterar o estado de carência de outrem, para resolver um problema, para realizar o sonho de uma criança, para iniciar uma corrente do bem.

Maravilhosa essência de seres criados pelo amor do Pai, prontos para amar.

Redação do Momento Espírita, com base na
história do menino Gabriel, da cidade
de Rio Verde, Goiás.
Em 5.5.2017.
Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A lição das gaivotas

Um enorme transatlântico partiu de movimentado porto rumo a outro continente. Do convés, os passageiros acenavam lenços e agitavam mãos, em manifestações de adeuses.

No porto, muitas pessoas acenavam igualmente e lançavam beijos ao ar, num misto de antecipada saudade e carinho.

Pouco depois, os que se encontravam no convés, ainda observando os que permaneciam em terra, puderam constatar uma nuvem de gaivotas prateadas acompanhando o imenso navio.

O seu voo atraiu a atenção de quase todos, tanto pela algazarra que promoviam, quanto pelo capricho de suas voltas, ao redor da enorme máquina concebida pelo homem.

Passada uma meia hora de viagem, o tempo se tornou ameaçador. Ondas de espuma se levantavam ao açoitar dos ventos violentos.

Esboçou-se no firmamento uma tremenda tempestade. Com suas possantes máquinas, o navio cortava as vagas agitadas e parecia fazê-lo com dificuldade, dada a presença dos elementos da natureza em convulsão.

Um dos poucos viajantes que até então permanecia no tombadilho, contemplou as aves a voejar e as lastimou.

Como podiam elas, com suas asas tão débeis, lutar contra o tufão, desamparadas nos céus? Elas nada tinham além do próprio corpo para o enfrentar.

Suas asas resistiriam ao vento implacável, se o possante navio, com suas máquinas que representam milhares de cavalos resistia com dificuldade ao tempo torrencial?

De repente, aquele homem que estava tão compadecido das avezinhas do mar, ficou perplexo. É que as pequenas gaivotas, estendendo as asas que Deus lhes deu, abandonaram o navio na tempestade e se ergueram acima da tormenta, passando a voar numa região serena dos ares.

E a máquina, representando a ciência humana, prosseguiu na sua luta penosa para resistir à fúria dos elementos.

* * *


Em nossas vidas ocorre de forma semelhante. Quando pretendemos lutar unicamente com nossos próprios meios, encontramos o fustigar dos ventos das dificuldades atrozes, que vergastam a alma e maceram o corpo.

Contudo, se utilizarmos os recursos da oração alcançaremos as possibilidades das asas das gaivotas.

Pelas asas poderosas da prece, o homem pode se elevar acima das tempestades do cotidiano e voar placidamente.

Envolvidos pelas luzes da prece, alcançaremos regiões que o vendaval das paixões inferiores não alcança.

Fortificados pela oração, enfrentaremos o mar agitado dos problemas, a fúria das vicissitudes, e chegaremos ao porto seguro que todos almejamos.


Quando o triunfo nos alcançar ou quando sofrermos aparentes quedas, busquemos Jesus e falemos sem palavras ao Seu coração de Mestre e Amigo.

Condutor vigilante de nossas almas, Ele assumirá o leme da frágil embarcação das nossas vidas, permitindo-nos singrar o mar agitado das nossas dores, com coragem e segurança.

A medida ideal será sempre orar antes de agir, a fim de evitar que procedamos de forma imprevidente, o que nos conduziria ao desespero e a maior soma de dores.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Bebê moribundo protagoniza lição sobre o valor da vida

17 março 2011

NOVA IORQUE, 17 Mar. 11 / 11:23 am (ACI)

O Padre Frank Pavone da organização Sacerdotes pela Vida explicou que a luta por proteger o pequeno Joseph Maraachli, o bebê com uma enfermidade neurodegenerativa que foi resgatado de um hospital canadense onde estava condenado a morrer por uma ordem judicial, é uma lição para a cultura atual.

O sacerdote e líder pró-vida ajudou os pais de Joseph a transladar seu filho a um hospital católico de St. Louis, Missouri. Em declarações à ACI Prensa em 14 de março, o Padre Pavone afirmou que o novo giro no caso é uma “vitória para a família“.

Os pais de Joseph pediram ajuda aos Sacerdotes pela Vida logo que os médicos do London Health Sciences Centre de Ontario se negaram a transferir a criança a outro centro porque uma corte local decidiu que os médicos podiam retirar os tubos de respiração e alimentação que auxiliam o bebê, causando-lhe uma morte por asfixia.

Os médicos não aceitaram o pedido dos pais de submeter o menino a uma traqueotomia para que seu filho pudesse passar seus últimos dias em casa, tal como ocorreu com a filha maior dos Maraachli que faleceu pela mesma enfermidade.

“Junto à família sentíamos que se estava fazendo um juízo de valor sobre sua vida”, indicou o Padre Pavone. “Uma coisa quer dizer que um tratamento seja inútil. Outra coisa é dizer que uma vida não vale nada”, explicou.

A Organização Sacerdotes pela Vida arrecadou os 150 mil dólares necessários para transferir Joseph ao Hospital Infantil Cardeal Glennon de St. Louis e pagar os exames médicos posteriores.

Robert Wilmott, chefe de pediatria no centro, disse em um comunicado na segunda-feira que é provável que pratiquem em Joseph uma traqueotomia este fim de semana.

O Padre Pavone esclareceu que o bebe não se encontra em estado vegetativo como sustenta certa imprensa, porque “se move e reage. É (um bebê) encantador”.

Para o sacerdote, os pais de Joseph, Moe e Sana Maraachli, ele muçulmano e ela católica, são “pessoas de grande fé” que “acreditam em um Deus que não só responde às orações, mas também é o Senhor da vida e da morte.”

“São gente muito humilde e agradecida,” e estão “muito felizes ao saber que outras pessoas os estão ajudando”, explicou.

O Padre Pavone acrescentou que “casos como este ocorrem o tempo todo, mas só alguns que são feitos públicos são suficientes para proporcionar uma plataforma, se quiserem, para a reflexão de toda a Igreja e a sociedade em geral”.

“E isso é o que estivemos fazendo com este caso. Mostrar às pessoas que não se trata só deste bebê, mas realmente de todos nós”, assinalou e considerou a luta desta família nos “oferece uma oportunidade para falar e refletir sobre estas questões tão importantes que afetam a todos”, e “sobre como tomar decisões médicas para nós e para nossos seres queridos”.

Não é um meio extraordinário

Ante os questionamentos dos críticos do pedido dos pais de submeterem o bebê a uma traqueotomia, o Padre Pavone explicou ao grupo ACI que os Maraachli “estão muito familiarizados” com os benefícios do procedimento pela experiência que viveram com sua filha Zina, e essa é “uma das razões pelas que estive lutando muito” por obter o procedimento.

Também esclareceu que o tratamento do Joseph não deve ser considerado como um meio “extraordinário” no qual se refere ao ensino da Igreja sobre o final da vida.

“Neste caso, a traqueotomia estenderia a vida do bebê” embora não cure sua enfermidade “e os pais não estão esperando que o faça”, só pedem “meios ordinários que beneficiem o paciente”.
http://blog.bibliacatolica.com.br


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Quem teme o fracasso, fracassará com frequência

Se ficarmos observando o sol nascente numa manhã de céu azul, não será possível imagi­narrnos que neste mundo existem infelicidades. Parece que tudo está abençoando-nos e que o mundo está em paz. Entretanto, na realidade, grande número de pessoas não vivem em "paz", e estão sofrendo por diversos problemas. Isso porque é demasiadamente grande o número de pessoas que se preocupam desnecessariamente. Preocupando-se e sofrendo, a preocupação aumentará eada vez lnais e a situação não melhora de ma­neira nenhuma, porque existe a lei mental segundo a qual "manifesta-se em forma aquilo que desenhamos na mente".
Tudo neste mundo é criado pela nossa "mente". Achamos bela a paisa­gem formada por montanhas, rios, relva e árvores, porque a observamos com a "mente" humana, pois uma lesma olha isso de outro modo.
Conseguimos ir ao local desejado e também ingerir o que desejamos comer. Entretanto, surge simultaneamente aquilo que tememos. Se a pessoa teme o fracasso, fracassará com frequência. E justamente a pessoa que teme a doença adoece com maior frequência. Isso é uma prova de que este mundo é criado pela "'mente". O pensamento gravado inten­samente na mente acaba se concretizando­. Dizer que tudo é criado pela mente não significa que tudo acontece de acor­do com o nosso desejo. Se todo desejo fosse atendido, todas as pessoas que se candidatassem a deputado deveriam ser eleitas e, se alguém pensasse "Fulano deveria morrer", este teria de morrer de fato. Por outro lado, como a família dele teria desejo de que ele vivesse por muitos anos, isso também deveria ser atendido, não chegando a nenhuma conclusão.
Entretanto, na realidade, está de­finido que aquilo que pensamos com in­tensidade se concretiza. Portanto, mes­mo o que tememos se concretiza, como também a nossa oração. Por isso não devemos temer a infelicidade nem nos preocuparmos pensando nos fracassos.

Não devemos também deixar bro­tar sentimento de "combate" ou "discór­dia", pois tais mentalidades sempre se concretizam. Pessoa doente que demora para conseguir a cura está demasiada­mente preocupada com o fato de estar doente. Não se cura porque fica cons­tantemente preocupada com os sinto­mas da doença. Deve abandonar tal te­mor e acreditar que é "filho(a) de Deus dotado(a) de força infinita". Se assim fi­zer no mesmo momento se descortinará diante dela uma nova vida.

Dessa forma, conseguirá ter uma brilhante "alvorada da alma". Isso não se limita às doenças. Nenhuma infelici­dade pode ocorrer a uma pessoa que se livrou totalmente dos temores, porque o ser humano é originalmente um filho de Deus, dotado de força infinita.
www.yesachei.com


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sábado, 17 de abril de 2010

A vida é como um tecido brocado.

Se compararmos a nossa vida à tecelagem, o homem seria o tecelão. Os fios verticais seriam a esperança, o ideal que atravessa toda a nossa vida. Os fios horizontais, que se cruzam com os verticais, correspondem aos acontecimentos que cruzamos na caminhada da nossa vida. Qualquer que seja o aspecto em que se apresentem os fios horizontais, os verticais os cruzam infalivelmente para formar o tecido e criarem variados e belos  desenhos. Quando assim pensamos, não temos necessidade de lamentar nem odiar coisa alguma, quaisquer que
sejam os acontecimentos que passem pela nossa vida. Todos os acontecimentos da vida constituem materiais para fazer da vida um lindo tecido.

Livro: “Convite à Felicidade vol. 1”

(Dr. Masaharu Taniguchi)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O Bem Maior



Não existe maior bem do que fazer a felicidade de alguém.

Nem nada menos caro, nem mais fácil,

pois que a felicidade é algo que se pode oferecer

em gestos, e atenções.

Se olhamos à nossa volta, percebemos

que a carência humana está no fato das pessoas

terem perdido os valores imateriais a favor dos materiais.

Compra-se quase tudo em nossos dias...

mas o bem ninguém compra.

Compra-se até companhia, mas não a sinceridade.

Compra-se conforto, mas não a paz de espírito,

não a tranqüilidade, menos ainda a felicidade.

Esta a gente oferece.

Há uma grande diferença entre o dar e o oferecer.

Quando damos, estendemos a mão,

mas quando oferecemos...

é nosso coração que entregamos junto,

é um pedacinho de nós que vai caminhando

na direção do outro

e o bem que ele provoca retorna ao nosso interior.

Tornamos pessoas felizes quando damos de nós mesmos.

E damos de nós quando oferecemos

o que quer que seja de coração escancarado.

O grande mal do mundo consiste no fato das pessoas

guardarem coisas para si.

Guardam bens, guardam sentimentos,

guardam declarações, guardam ressentimentos,

falam ou calam na hora errada.

Vivem de aparências

com as gavetas da alma repletas de coisas inúteis.

E quando morrem, tornam-se pó, como todo mundo,

sem ter aproveitado o tempo para compartilhar,

com honestidade, o bem que a vida lhes ofereceu.

A maior herança que podemos deixar à humanidade

é o amor que oferecemos de várias formas,

são as pequenas felicidades do dia-a-dia

que vamos distribuindo aqui e acolá,

a compreensão que acalma as almas inquietas

e a ternura que abranda os desenganos da vida.

E o que representa a felicidade hoje

pode não representar amanhã.

Por isso ela é tão múltipla,

tão incompreendida e tão necessária.

Por isso é tão importante distribuir sorrisos,

plantar flores, fazer visitas, dar bom dia e boa noite,

não se esquecer dos abraços e dos te amo

imprescindíveis ao coração.
Letícia Thompson

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Lição de vida

Estes meninos não são notícias de jornal... Afinal, eles não são testemunhas da CPI, do DETRAN, nenhum deles têm cartão corporativo, apenas foram tomados por um sentimento que anda meio fora de moda... SOLIDARIEDADE

 
 
 


Que o dia de hoje tenha bastante calor humano e que a iniciativa de ajudar esteja sempre presente em nossas vidas.



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Só observando !

Autor desconhecido

O pastor de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.
A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.

O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do pastor crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.

Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que
ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.

E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

O pastor, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O pastor ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.
Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...

'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

Certo dia, o pastor notou que Jim não havia aparecido.
Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.

A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!

Ao encontrá-lo, o pastor colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:
- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!


Parecendo surpreso, o velho virou-se
para o pastor e disse com um largo sorriso:

- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:

'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... e cuidando! '

Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'


Jesus é sempre o melhor amigo.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Sábio chinês


Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.

Ele se vira para o chinês e pergunta:

- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?

E o chinês responde:

- Sim, quando o seu vier cheirar as flores!!!

'RESPEITAR AS OPÇÕES DO OUTRO, EM QUALQUER ASPECTO, É UMA DAS MAIORES VIRTUDES QUE UM SER HUMANO PODE TER.' 'AS PESSOAS SÃO DIFERENTES, AGEM DIFERENTE E PENSAM DIFERENTE. NUNCA JULGUE. APENAS COMPREENDA!!'