segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Frase do dia

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” Rui Barbosa


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Imagine-se jovem e fixe essa imagem em sua mente.

Não se entristeça achando que está envelhecendo. Você deve visualizar a si próprio como pessoa jovem, pois manifesta-se o aspecto visualizado. Veja os jovens: estão sempre ativos. Eles sentem necessidade de estarem em constante atividade. O jovem é criativo, tem muita esperança no futuro e está em constante progresso. Ele é vigoroso porque avança com o coração cheio de esperança. Quem leva avante a vida com a mente criativa e construtiva permanece sempre jovem, independentemente da sua idade cronológica. Quando pára de avançar, a pessoa envelhece, qualquer que seja a sua idade. Para se renovar constantemente, dedique sempre amor ao próximo, realize alguma atividade criativa e construtiva, conservando sempre a mente alegre, luminosa, repleta de esperança no futuro.
Livro - Viver junto com Deus - a verdade em 365 preceitos / Masaharu Taniguchi

domingo, 30 de janeiro de 2011

Adivinha o quanto eu te amo!

imagem: portaldoprofessor.mec.gov.br
Era hora de ir para a cama e o coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do coelho pai.
Depois de ter certeza de que o papai coelho estava ouvindo, o coelhinho disse: Adivinha o quanto eu te amo!
Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar. - Respondeu o coelho pai.
Tudo isto. - Disse o coelhinho, esticando os braços o mais que podia.
Só que o coelho pai tinha os braços mais compridos, e disse: E eu te amo tudo isto!
Hum,isso é um bocado, pensou o coelhinho.
Eu te amo toda a minha a altura. - Disse o coelhinho.
E eu te amo toda a minha altura. - Disse o coelho pai.
Puxa,isso é bem alto, pensou o coelhinho. Eu queria ter braços compridos assim.
Então o coelhinho teve uma boa ideia. Ele se virou de ponta-cabeça apoiando as patinhas na árvore, e gritou: Eu te amo até as pontas dos dedos dos meus pés, papai!
E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés. - Disse o coelho pai balançando o filho no ar.
Eu te amo toda a altura do meu pulo! - Riu o coelhinho saltando de um lado para outro.
E eu te amo toda a altura do meu pulo. - Riu também o coelho pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore.
Isso é que é saltar! - Pensou o coelhinho. Bem que eu gostaria de pular assim.
Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio. - Gritou o coelhinho.
Eu te amo até depois do rio, até as colinas. - Disse o coelho pai.
É uma bela distância, pensou o coelhinho. Mas, àquela altura já estava sonolento demais para continuar pensando.
Então, ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite e concluiu: Nada podia ser maior que o céu.
Eu te amo até a lua! - Disse ele, e fechou os olhos.
Puxa, isso é longe - falou o papai coelho - longe mesmo!
O coelho pai deitou o coelhinho na sua caminha de folhas, inclinou-se e lhe deu um beijo de boa-noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo: Eu te amo até a lua... Ida e volta!
* * *
E você, já disputou alguma vez com seu filho quem gosta mais um do outro?
Geralmente as disputas são em torno de questões como quem joga futebol melhor, quem corre mais, quem vence mais etapas no vídeo game, quem coleciona mais troféus, etc.
A vida atarefada, o corre-corre, os inúmeros compromissos, por vezes nos afastam das coisas simples, como sentar na cama ao lado do filho e lhe contar uma história, enquanto o sono não vem.
Acariciar-lhe os cabelos, segurar suas mãozinhas, fazer-lhe companhia para que se sinta seguro.
Deitar-se, sem pressa, ao seu lado quando ele vai para a cama, falar-lhe das coisas boas, ouvir com ele uma melodia suave para espantar os medos que, tantas vezes, ele não confessa.
Falar-lhe do afeto que sentimos por ele, do quanto ele é importante em nossa vida. Dizer-lhe que um anjo bom vela seu sono e que Deus cuida de todos nós.
E se você pensa que isso não é importante, talvez tenha esquecido das muitas vezes que arranjou uma boa desculpa para se aconchegar ao lado do pai ou da mãe, nas noites de temporal...
* * *
Se, às vezes, é difícil se aproximar de um filho rebelde, considere que a sua rebeldia pode ser, simplesmente, um apelo desajeitado de alguém que precisa apenas de um colo seguro e um abraço de ternura.


Com base no livro Adivinha quanto eu te amo, de Sam Mcbratney, ed. Martins Fontes.
Disponível no livro Momento Espírita.


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Oração da Medalha de São Bento




A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão meu guia.
Retira-te, satanás!
Nunca me aconselhes coisas vãs.
É mal o que tu ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!
Amém.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Experiências fora do corpo

A experiência que muda a vida de quem vivencia


O fenômeno de vivência fora do corpo geralmente ocorre no limiar da morte, e aqueles que retornaram relatam uma extraordinária sensação de eternidade e de um místico bem-estar. Será isso uma evidência de uma vida depois da morte?

Embora muitas pessoas aleguem ser capazes de alcançar uma experiência fora do corpo (OOBE) voluntariamente, a maioria dessas experiências parecem ocorrer de uma maneira espontânea e sem nenhum esforço consciente. Entretanto, as circunstâncias em que a OOBE ocorre são em geral incomuns – durante uma cirurgia, por exemplo, ou quando o corpo sofre um choque muito forte num acidente. E tudo indica que esse fenômeno não está restrito aos místicos ou aos sensitivos. Uma pesquisa realizada em 1975 com mil pessoas, estudantes e moradores de Charlottesville, Virgínia, revelou que 25% dos estudantes e 14% dos moradores disseram ter tido uma OOBE – dados que confirmam estudos anteriores que afirmam que a experiência ocorre a uma de cada quatro pessoas.


Naturalmente, isso não significa que essa experiência seja freqüente para um quarto da população. Para a maioria, a experiência ocorre quando menos se espera, embora certamente cause um profundo efeito sobre o indivíduo. Em seu livro The study and practice of astral projection ("Teoria e prática da projeção astral"), Robert Crookall conta um desses casos, relatado em 1937 por Sir Auckland Geddes num relatório à Royal Medical Society de Edimburgo. Eis como o próprio doutor relata a experiência, ocorrida assim que ele percebeu que estava sofrendo um envenenamento agudo: "Eu queria pedir ajuda, mas não pude. Então, desisti tranqüilamente dessa tentativa. Percebi que estava muito mal... Daí em diante, em nenhum momento senti uma perda de consciência, mas subitamente percebi que minha consciência estava separada de uma outra consciência que também era eu...

"Aos poucos fui percebendo que podia ver não apenas meu corpo e a cama em que estava deitado, mas toda a casa e o jardim, e então notei que estava vendo não só o que acontecia em minha casa, mas em Londres e na Escócia, em qualquer lugar para onde eu voltasse minha atenção... A explicação que recebi (não sei de que fonte, mas a quem chamei de meu mentor), foi que eu estava livre da dimensão de tempo e espaço, e que o agora correspondia ao aqui no espaço tridimensional da vida diária.
"Em seguida, percebi que a visão incluía... as coisas do lugar de quatro ou mais dimensões onde eu me encontrava.
"Quando estava começando a entender tudo isso, vi 'A' entrar em meu quarto. Notei que ela sentiu um terrível choque e correu a buscar um telefone. Vi meu médico deixar seus pacientes e vir rapidamente, e li seu pensamento: 'Ele está quase morto'. Ouvi claramente o médico falar comigo na cama, mas eu não estava em contato com meu corpo e não pude responder-lhe.
"Fiquei realmente irritado quando ele pegou uma seringa e a injetou em meu corpo... Assim que meu coração começou a bater com mais força, fui trazido de volta, e estava muito chateado, porque era tudo tão interessante e eu estava apenas começando a entender onde estava e o que estava venda. Voltei a meu corpo, realmente zangado de ter sido puxado de volta, e, assim que retornei, toda a clareza da visão do nada e do tudo desapareceu e tudo o que me restou foi um fraco lampejo de consciência que logo se fundiu à dor."

* Sem medo da morte


Outros disseram que, no transcorrer da experiência fora do corpo, quando pareciam estar fisicamente mortos, perderam qualquer medo que pudessem ter da morte. Um deles declarou: "Parecia que eu tinha a opção de voltar ao corpo ou continuar e morrer. Eu sabia que estaria perfeitamente seguro, quer meu corpo morresse, quer não". Outro, que sentiu uma extraordinária alegria durante a experiência, recebeu a ordem de retornar ao corpo – que naquele momento jazia sobre uma mesa de cirurgia, sofrendo um ataque cardíaco – porque "meu trabalho na terra não estava concluído". A semelhança entre os muitos casos registrados nos leva inevitavelmente a uma questão: será que a experiência fora do corpo constitui uma prova da veracidade de um dos mais antigos e profundos desejos do homem – a sobrevivência depois da morte física?

A maioria das autoridades que estudaram esse fenômeno concordam que ele parece indicar que a vida não é meramente física.
No entanto, não é apenas durante uma crise ou no limiar da morte que a OOBE pode ocorrer. Pat, uma florista de vinte anos que dividia um apartamento em Canterbury, Inglaterra, com um primo que era músico, conta que em abril de 1970 "eu estava descansando no sofá por alguns minutos, ouvindo meu primo tocar piano. Estava completamente relaxada e prestes a pegar no sono. Senti um peso pressionando meu rosto e de repente tive consciência de que... tinha subido até o teto. Dei uma cambalhota e senti que flutuava .. podia ver tudo na sala claramente, e eu mesma deitada no sofá... Então vi algo que só posso descrever como uma porta colorida flutuando à minha frente. Uma voz dentro de mim me dizia: 'Abra a porta do conhecimento'. Assim que fui em direção à porta, ela se abriu e revelou uma outra por-ta colorida. Lembro de ter pensado que, se queria encontrar uma resposta (para quê, eu não sabia), eu tinha que cruzar aquela porta. Perdi a conta de quantas portas atravessei, mas de repente me vi flutuando no céu, acima de Canterbury. Mas não era mais abril; era um dia de verão. Eu não queria voltar; na verdade, sentia uma enorme alegria, mas ao mesmo tempo um leve medo. O que aconteceria se eu atravessasse para o desconhecido? Enquanto estava pensando nisso, me vi olhando de novo para o meu corpo lá embaixo. Não, eu não podia fazer aquilo, decidi. O curioso é que, assim que tomei essa decisão, voltei imediatamente ao meu corpo".

Tudo indica que, durante uma OOBE, o corpo astral, ou alma, ou consciência separada, se torna consciente de outras dimensões da existência. Em junho de 1974 a sra. "T" estava num hospital na Líbia, recuperando-se de uma operação delicada, quando sentiu que saía de seu corpo:
"Parece que eu tinha a resposta para absolutamente tudo o que está ao alcance de cada um de nós. Também senti que... se não retornasse ao meu corpo, teria que partir... Alguém me disse que ainda não era hora de ir, que eu devia voltar por algum tempo mais, porque ainda tinha algo a fazer. Mas não me disseram o que era. Enquanto estive fora do meu corpo entendi que o tempo não existia, que a eternidade ou uma fração de segundo eram a mesma coisa". Esses relatos sugerem que as dimensões metafísicas da existência talvez sejam mais importantes do que as físicas. E que esse estado "mais avançado" de ser funciona como um refúgio quando o corpo físico é pressionado a limites intoleráveis. Em The twenty-fifth man ("O vigésimo quinto homem"), Ed Morrell descreve suas experiências na Penitenciária Estadual do Arizona – um relato confirmado pelo escritor Jack London, que conheceu Morrell intimamente. Na prisão, Morrell foi várias vezes torturado: era amarrado em duas camisas-de-força e então colocado debaixo d'água para que elas encolhessem. Ele conta que uma vez sentiu que ia ser "lentamente esmagado até a morte" quando se viu flutuando, livre do corpo em agonia. Nesse estado, Morrell não viu apenas o ambiente mais imediato, mas viajou pelo mundo e, aparentemente, pelo tempo: dentre as muitas pessoas que viu durante a experiência fora do corpo estava a mulher com quem mais tarde veio a se casar.

* Os mais profundos anseios da humanidade


Viajar no tempo, a sensação da eternidade, a sobrevivência do indivíduo depois da morte, um profundo conhecimento do significado e do propósito da existência – estes são os anseios nutridos pela humanidade desde o princípio dos tempos. Algumas pessoas alegam – entre elas a dra. Susan Black-mere – que a OOBE talvez seja uma criação da mente, um mundo que existe apenas na imaginação. Em outras palavras, é uma experiência que tem a mesma origem de nossos desejos mais antigos, uma outra forma de expressão de nosso anseio de nos vermos livres dos limites da existência terrena. No entanto, esse desejo não explica fenômenos como a capacidade de viajar no "astral" e – sob condições de laboratório – ler com total exatidão um número que não está visível para o corpo físico. Mas foi o que aconteceu durante uma experiência conduzida por Charles Tart: contrariando todas as expectativas, um sujeito, monitorado por um eletroencefalógrafo e outros equipamentos, leu o número 25132. Portanto, a experiência fora do corpo continua sendo um enigma. As teorias psicológicas não conseguem explicar a capacidade de um Ingo Swann de sair do corpo e descrever lugares distantes. E os Dados científicos de que dispomos – por exemplo, as alterações das ondas cerebrais registradas por um EEG quando ocorre uma experiência fora do corpo – nos fornecem apenas uma descrição do fenômeno, e não uma explicação.
comunidademib.blogspot.com


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Cromoterapia - Realidade ciência ou misticismo?

O poder das cores


A nossa alma necessita de certas cores, que dependem da atividade energética dos chackras. Assim diz os adeptos:
Se estamos em perfeita consonância com a ordem divina e em harmonia com as leis da criação, nossa aura encontra-se branca ou branco-dourada, e passamos a não precisar mais das cores. Isto, porém, é muito difícil de acontecer. Até chegarmos a esse estágio o caminho a percorrer é muito longo, e até lá devemos aprender a trabalhar com as qualidades emocionais e mentais, e com a correspondência que existe entre as cores e as vibrações de nossos sentimentos e pensamentos.
É exatamente isso a cromoterapia.

Vamos ver, então, do que se trata: as cores básicas são o verde, o vermelho e o violeta.
As cores secundárias são o amarelo, o azul e o magenta.
As demais cores são apenas intermediárias entre essas cores principais. Cada cor tem uma característica própria, um significado próprio e estimula uma determinada reação na pessoa que a está usando.

O VERDE é a cor mais harmoniosa e calmante de todas. Esta cor significa crescimento terreno e representa as energias da natureza. A cor verde também significa esperança e satisfação. É a cor mais importante da aura.

O VERMELHO e a cor mais quente. Significa vida física e é muito bom para dar vitalidade para quem a usa. Além disso fortalece o corpo e dá mais energia física e senso de auto-estima, ativando os processos iminentes de transformação. Se usado em excesso, o vermelho torna a pessoa agressiva e briguenta.

O VIOLETA é uma cor artística e metafísica. É também a cor da alquimia e da magia. Ela é vista como a cor da energia cósmica e da inspiração espiritual. A cor violeta e excelente para purificação e cura dos níveis físico, emocional e mental. Ajuda a encontrar novos caminhos para a espiritualidade e a elevar nossa intuição espiritual. Quando usada em excesso acaba provocando depressão.

Os efeitos terapêuticos da luz e das cores são conhecidos há milênios. Não sei se funciona, mas, mal é que não faz... kkkkk. Já fiz uma sessão e me senti bem melhor, no meu caso funcionou, ou será que foi o fator pasicológico? Sei lá, pelo menos me fez bem e um dia voltarei a fazer mais.

* Alguns exemplos das aplicações terapêuticas das cores são:


A cor VERMELHA intensifica as funções do corpo estimulando o sistema nervoso e fortalecendo a atividade do fígado.

A cor VERDE harmoniza as flutuações do estado de espírito e provoca melhor equilíbrio nos casos de insatisfação e impaciência.

A cor VIOLETA purifica o organismo atuando de modo calmante sobre os músculos do coração e sobre os outros músculos do corpo. Também acalma a superexcitação nervosa.

A cor AZUL ajuda a baixar a pressão arterial.; assim como acalma e traz clareza mental.

A cor AMARELA desperta novas esperanças no caso de resignação de doentes que desistiram da cura; alguns terapeutas afirmam que o amarelo fortalece os olhos e os ouvidos além de ajudar na cura da artrite.
comunidademib.blogspot.com


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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A figueira que secou

Foto: batistasriachao.blogspot.com
Conhecida passagem do Evangelho narra que Jesus teve fome e foi buscar alimento junto a uma figueira que se encontrava ao longe.

Nela chegando, achou apenas folhas, visto não ser tempo de figos.

Então, o Messias disse à figueira que ninguém dela comesse fruto algum.

No dia seguinte, Jesus e os apóstolos passaram novamente pelo local e viram que a figueira secara até à raiz.

Esse trecho da Boa Nova costuma causar perplexidade.

Afinal, enseja espanto que o amoroso e sábio Messias tenha se agastado com uma árvore.

Especialmente porque não era mesmo tempo de frutos.

Contudo, do evento é possível extrair um raciocínio coerente com o conjunto da mensagem cristã.

O cerne da questão não parece residir em uma espécie vegetal destituída de vontade.

O ponto chave a se considerar é o hábito humano tão comum de esperar a situação perfeita para agir no bem.

É como se os homens esperassem, à semelhança de uma árvore, a estação perfeita para darem frutos.

Enquanto todos os fatores não se associam, eles persistem ociosos, quando não reclamões.

Alguns aguardam ficarem ricos para abrir um pouco a bolsa em favor dos miseráveis.

Outros afirmam que a falta de um grande amor os amargura.

Somente após encontrar quem lhes corresponda ao ideal é que poderão compreender o semelhante.

Quem tem filhos alega que só poderá doar de si quando eles crescerem.

Os empregados não têm atividades de benemerência por alegada falta de tempo.

Já os desempregados, embora com tempo, se afirmam sem sossego.

Sempre há um motivo para não ser útil ao semelhante.

Entretanto, talvez a ocasião perfeita jamais surja.

Enquanto isso, o tempo passa.

O perigo é um belo dia se descobrir ressequido.

De tanto fugir das oportunidades de trabalho, tornar-se alguém inútil e profundamente egoísta.

A Providência Divina movimenta tantos recursos em favor de Suas criaturas!

Antes de se afirmar impossibilitado de atender ao convite da fraternidade, conte suas bênçãos.

Muitas vezes você nem percebe a enormidade das graças que ordinariamente recebe.

Saúde, família, emprego, inteligência, amigos ...

São tantos os tesouros que repousam em suas mãos!

Pense nos desafortunados do mundo e se tome de gratidão por estar na condição de quem pode servir.

Manifeste essa gratidão no amparo aos semelhantes.

Onde e como lhe for possível, movimente suas mãos no bem.

Se você buscar desculpas para permanecer inerte, certamente as encontrará.

Mas se desejar ser útil, as oportunidades se multiplicarão em seu caminho.

Não seja semelhante à figueira da passagem evangélica.

Você dispõe de livre-arbítrio e pode criar as melhores condições de amparar, compreender e perdoar.

Pense nisso.
www.reflexao.com.br


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